Site revela motivo de Meghan Markle ter dificuldades para contratar funcionários nos EUA

Comportamento da duquesa teria afastado candidatas, e a reputação negativa se propagou entre trabalhadoras da região, diz Page Six

24 ago, 2026
Meghan Markle | Reprodução/Instagram/@meghan
Meghan Markle | Reprodução/Instagram/@meghan

A duquesa de Sussex enfrentou obstáculos para contratar funcionárias em Montecito, Califórnia, durante seus seis anos de residência nos Estados Unidos, conforme relatos ao Page Six em 24 de agosto de 2026. Comportamentos interpretados como esnobe e rude pelas candidatas teriam se tornado barreira recorrente nos processos de seleção.

Meghan teria fama de difícil entre funcionários

“Ela teve dificuldades para contratar empregadas porque muitas das governantas em Montecito não queriam trabalhar para eles”, afirmou fonte próxima ao Page Six.

Meghan e o príncipe Harry se afastaram das responsabilidades como membros sênior da monarquia britânica em 2020, mudando-se para os EUA. Naquela comunidade de alto padrão, o casal não conquistou reputação positiva junto aos vizinhos.

“Meghan entrevistava as pessoas pessoalmente e podia parecer muito esnobe e rude”, relatou insider ao Page Six.

Quando a duquesa participava pessoalmente das entrevistas, relatos indicam que candidatas saíam desconfortáveis. O resultado: as histórias corriam entre potenciais colaboradores.

“Algumas pessoas ficaram tão ofendidas com a forma como ela falava com elas que a notícia começou a se espalhar”, informou fonte ao Page Six.

A reputação negativa ecoou de tal forma na região que se tornou tema de conversas informais.

“Chegou a um ponto em que as pessoas brincavam dizendo que todas as empregadas de Montecito a odiavam”, segundo fonte ao Page Six.


Harry e Meghan Markle (Foto: reprodução/ Vito Amati/ Getty Images Embed)


A rotatividade na equipe

Em junho de 2025, quatro profissionais deixaram o quadro do casal. Kyle Boulia, que atuava como secretário de imprensa, e Charlie Gipson, assessor da família, foram dois deles. A saída foi justificada oficialmente por redução de despesas.

Desde a saída da realeza em 2020, Harry e Meghan demitiram ou perderam mais de 25 funcionários, de acordo com informações repassadas ao Page Six. A maioria desses desligamentos permaneceu fora do conhecimento público. Uma fonte ligada à esfera real comparou o cenário com irreverência: “É a mesma velha história. Eles trocam de funcionários tão rápido quanto pessoas comuns trocam de papel higiênico. O leite da casa deles dura mais que seus funcionários.”

O retorno planejado para a Inglaterra

Harry e Meghan preparam a mudança para o Reino Unido, levando consigo os filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5 anos. O movimento encerra o capítulo que começou em março de 2020 com o Megxit.

Os dois não retornarão às funções reais anteriormente ocupadas. Igualmente, não residirão em imóvel da coroa britânica, optando por propriedade privada.

Em Montecito, a notícia circulou como alívio para alguns moradores. A região mantém reputação de reservada e tranquila. Conforme fontes consultadas pelo Page Six, diversos vizinhos aguardam com satisfação o retorno da tranquilidade.

Os seis anos na Califórnia não produziram os resultados esperados. A série de culinária de Meghan não atingiu audiências esperadas. O casal também não conseguiu viabilizar projetos bem-sucedidos junto à Netflix e perdeu contrato com o Spotify.

Harry demonstra interesse em se reconciliar com seu pai, o rei Charles III. O vínculo com o príncipe William permanece tenso desde o afastamento. Em julho de 2026, o rei e a rainha consorte Camilla receberam Harry, Meghan, Archie e Lilibet.

Meghan e Harry possuem propriedade em Portugal. As crianças já estão matriculadas em escola no Reino Unido. Paralelamente, Meghan negocia participação na comédia de gângsteres The Gentlemen, dirigida por Guy Ritchie.

Segundo especialista em branding, um contrato do porte do acordo com a Netflix é improvável. O retorno pode, porém, abrir caminho para oportunidades comerciais de menor escala. O movimento marca o encerramento de um período iniciado há seis anos.

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