Veja os prints dos perfis acusados por Amanda Kimberlly de ataques a Helena
Modelo denunciou três perfis à polícia e solicitou preservação de dados à plataforma
Amanda Kimberlly acionou a polícia para denunciar três perfis do X (antigo Twitter) que estão atacando Helena, sua filha de 2 anos com o jogador Neymar. A modelo divulgou a ação através de stories do Instagram na quinta-feira (8 de outubro) e informou que registrou um Boletim de Ocorrência além de solicitar formalmente à plataforma a preservação dos dados dos responsáveis.
“Há dois dias venho recebendo mensagens de seguidores a respeito de três contas no X que vêm direcionando ataques à minha filha. O primeiro passo já foi dado: registramos um Boletim de Ocorrência e, na sequência, foi feito um pedido formal à plataforma para a preservação e o fornecimento dos dados necessários à identificação dos responsáveis, ainda que essas contas venham a ser removidas”, informou Amanda.
Consequências legais em movimento
Conforme Amanda explicou, identificados os autores dos ataques, cada um responderá legalmente por seus atos. No caso de menores envolvidos, os responsáveis legais deles também poderão ser acionados conforme exige a legislação.
“Como mãe, é difícil colocar em palavras a tristeza e a indignação de ler determinadas coisas sendo escritas sobre minha filha, especialmente quando partem de pessoas que sequer fazem parte da nossa realidade”, desabafou.
A modelo fez questão de diferenciar crítica de ataque pessoal. Para ela, as pessoas têm liberdade de não gostar dela e de discordar de suas escolhas, o que é natural na vida pública. O que não tolera é que sentimentos negativos se transformem em agressões direcionadas a uma criança.
Proteção e responsabilidade
Nos últimos tempos, Amanda optou por reduzir sua exposição nas redes sociais sobre o assunto. Essa estratégia não é passividade, mas uma escolha consciente. A modelo reconhece que dar visibilidade a comportamentos tóxicos pode alimentá-los.
“Não tenho interesse em alimentar exposição, brigas ou tribunais virtuais. Tenho interesse em proteger minha filha e fazer com que aqueles que ultrapassarem os limites da liberdade de expressão respondam por seus atos”, afirmou.
Amanda deixou evidente que sua posição não se restringe à defesa de Helena. Ela não aceita agressões contra sua filha, mas também rejeita ataques contra qualquer criança, independentemente de quem as faça ou qual seja o motivo alegado. Contas que afirmam apoiá-la mas atacam outras crianças receberão o mesmo tratamento legal.
“O que não é aceitável e não será tolerado é transformar qualquer sentimento pessoal em ataques direcionados à minha filha”, reforçou.
Todas as situações estão sendo documentadas e encaminhadas pelos canais apropriados para as medidas que a lei determine. Para Amanda, a responsabilidade nas redes sociais não é negociável.






