Tainá Militão relata sobre o parto do filho com Éder Militão e revela que o processo foi ‘muito menos doloroso’

Influenciadora descreveu como a medicação reduziu a dor no terceiro parto, diferente das experiências com Helena e Matteo

05 out, 2026
Tainá Militão | Reprodução/Instagram/@tainamilitao
Tainá Militão | Reprodução/Instagram/@tainamilitao

Tainá Militão, 29 anos, abriu relato do parto normal de Gabriel, seu primeiro filho com o zagueiro Éder Militão, nascido em 25 de setembro em Madri. Em vídeo publicado nesta segunda-feira (5), a influenciadora detalhou como a analgesia tornou a experiência menos dolorosa.

Gabriel é o terceiro filho de Tainá. Helena e Matteo nasceram também por parto natural, mas sem medicação. Helena chegou ao mundo em hospital, enquanto Matteo nasceu em parto humanizado em casa. Com Gabriel, a influenciadora optou por receber analgesia durante o processo em hospital em Madri, segundo a revista Quem.

Os três partos naturais

A principal diferença entre os três nascimentos apareceu no momento da expulsão do bebê. Nos partos de Helena e Matteo, Tainá relata ter sentido ardência intensa. Sem analgesia, a sensação de dor foi completa e marcante.


Tainá Militão (Vídeo: reprodução/Instagram/@tainamilitao)


“No do Matteo e da Helena, sem anestesia, eu senti aquela ardência, aquele círculo de fogo que todo mundo chama. Cada pedacinho de dor. No do Gabriel, eu sentia uma pressão, senti ele descendo, senti ele saindo, mas foi muito menos doloroso”, comparou Tainá.

Mesmo sob efeito da analgesia, Tainá tinha vontade incontrolável de fazer força. Ela mantinha certo controle do corpo e o instinto natural de contrair a musculatura para expelir o bebê.

“Meu instinto era de fazer força e acabar logo aquilo. Eu sentia que o bebê estava ali e pensava: ‘gente, ele já está aqui, deixa eu colocar ele para fora, pelo amor de Deus’. E o médico: ‘calma, vamos devagar'”, relatou.

Gabriel nasceu no dia 25 de setembro, em Madri, por parto normal, com duas semanas de antecedência. Não houve laceração durante o processo, e o nascimento ocorreu na quarta força, por volta das 18h30, segundo relato de Tainá publicado pela revista Quem.

O lado emocional da maternidade

Antes do nascimento de Gabriel, Tainá confessou um medinho. Ela temeu não conseguir sentir o mesmo amor pelo terceiro filho que sentia por Helena e Matteo. O desabuso revelou uma insegurança comum entre mães.

“Eu achei que não ia conseguir sentir amor igual ao do Matteo e da Helena, mas assim, sem explicação”, desabafou Tainá.

Aquele medo se dissipou assim que Gabriel chegou. A influenciadora conseguiu sentir o mesmo amor pelos três filhos, e o alívio marcou o depoimento que compartilhou nas redes sociais.

A mãe de Tainá e Éder Militão acompanharam todo o trabalho de parto. Os dois puderam estar na sala durante o nascimento, um detalhe que Tainá considera fundamental para sua confiança.

“Os dois puderam ficar na sala de parto acompanhando tudo, e me deu muita confiança”, apontou.

O relato de Tainá nas redes sociais reforça a importância do cuidado médico e do suporte familiar durante o parto. A presença de quem ama e o acesso a recursos como a analgesia compuseram uma experiência que ela descreveu como significativamente menos dolorosa que as anteriores.

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