Virginia Fonseca é alvo de investigação da Polícia Federal

Documentos financeiros são citados pela reportagem da revista “Piauí” que diz buscar esclarecer operações envolvendo a influenciadora

02 jun, 2026
Virginia | Reprodução/Instagram/@virginia
Virginia | Reprodução/Instagram/@virginia

A influenciadora Virginia Fonseca, de 27 anos, de acordo com a reportagem feita pela Revista Piauí, nesta terça-feira (02) estaria sendo investigada pela Polícia Federal. A publicação diz que esta apuração foi motivada por informações presentes em Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Detalhes da reportagem

De acordo com a revista, esta investigação tem como objetivo apurar a validade de operações financeiras envolvendo a influenciadora e empresas ligadas a seu nome. A reportagem afirma que os documentos analisados reforçaram dúvidas em relação a Talismã Digital, que estaria supostamente envolvido em movimentações financeiras.

A publicação ainda cita que entre março e setembro de 2024, a empresa teria recebido R$ 22,4 milhões, com a maior parte deste valor vindo de transações via PIX e TED. Ainda na reportagem, é destacado o volume da operação, pois o depositante principal do dinheiro está em um regime tributário voltado a empresas de menor porte, chamado de Simples Nacional.


 

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Virginia fonseca (Foto: reprodução/Instagram/@virginia)


Empresas no nome de Virginia

Na reportagem também é detalhado informações envolvendo a Wpink Suplementos Nutricionais e a Wepink Cosméticos. No caso da primeira empresa citada, é afirmado na publicação que um relatório encaminhado ao Coaf mostrou movimentações entre janeiro e março de 2025. Ainda segundo a revista, o relatório indica que o volume movimentado não seria compatível com o faturamento mensal informado pela empresa.

Em relação a Wepink Comésticos, é relatado na reportagem que o Coaf recebeu alertas sobre suspeitas movimentações em relação a Savi Cosmésticos S.A., que no caso é a razão social da empresa. Na publicação ainda é citado que entre novembro de 2023 e maio de 2024 foram identificadas 190 operações que somaram cerca de R$ 502 mil, realizadas por meio de depósitos feitos em caixas eletrônicos, em diferentes agências bancárias, com o sistema financeiro tendo sido chamado a atenção por conta do padrão fragmentado das operações, pois poderia dificultar o rastreamento de onde veio os recursos.

Matéria feita por Eduardo Lisboa (LORENA.IG)

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