William e Kate Middleton vão quebrar regra nº 1 com ida de George para colégio interno

Entrada de George no colégio interno força William e Kate a abandonarem a restrição digital que mantiveram desde seu nascimento

31 jul, 2026
Príncipe George I Reprodução/Instagram/@principe._george
Príncipe George I Reprodução/Instagram/@principe._george

Em setembro de 2026, o Príncipe George ingressará no Eton College, o mais prestigiado colégio interno do Reino Unido. Com essa transição, William e Kate Middleton abrem mão de uma de suas principais estratégias de criação: pela primeira vez, o filho receberá um celular. George, Charlotte (11 anos) e Louis (8 anos) cresceram sem smartphones até agora.

O menino, que completa 13 anos em 22 de julho, é o primogênito do casal e segundo na linha de sucessão de Charles III. Sua mudança para a vida em internato representa não apenas uma transformação na dinâmica familiar, mas também o fim de uma restrição digital que William e Kate mantiveram com rigor.

Eton versus Marlborough: a escolha do colégio

A decisão de matricular George em Eton teria sido motivo de intenso debate entre os pais. William sempre desejou que o filho seguisse seu próprio caminho na instituição, onde estudou ao lado de seu irmão Harry. Kate Middleton, por sua vez, inclinava-se para o Marlborough College, escola onde ela própria se formou.

Eton fica a apenas 10 quilômetros de Forest Lodge, residência da família em Windsor, o que permite ao príncipe receber visitas regulares durante as semanas de aula. A proximidade foi um fator importante na decisão. A escola é tradicionalmente frequentada por membros da elite britânica, incluindo políticos, artistas e membros da realeza.

A quebra de uma regra fundamental

William e Kate estabeleceram como princípio central a introdução gradual e controlada de seus filhos ao mundo digital. A estratégia buscava proteger George, Charlotte e Louis de redes sociais e conteúdos inadequados. Nenhum deles possui celulares atualmente.

Essa restrição, porém, muda com a entrada de George no ensino médio. Rebecca English, principal comentarista sobre a realeza britânica do jornal The Daily Mail, comenta a mudança que se aproxima: “Naturalmente, há preocupações dos pais quanto ao fato de ele crescer na era digital. O casal se recusou a permitir que os filhos tivessem smartphones embora admita que isso mudará com o filho mais velho ao ingressar no ensino médio”.

A especialista em monarquia britânica Sarah Hewson, da revista Vanity Fair, detalha as limitações que cercam essa concessão. “Uma coisa que George não ganhará é um iPhone”, afirmou Hewson. Segundo ela, “Os pais dele são muito rigorosos em relação aos celulares e não permitirão que ele use redes sociais.”


O Príncipe William e a Princesa Kate Middleton, com os três filhos (Princesa Charlotte, Príncipe George e Príncipe Louis (Foto: reprodução/ Max Mumby/Indigo/ Getty Images Embed)


A visão de William

O Príncipe William deixou clara sua posição sobre tecnologia e crianças. Para ele, a solução está em dispositivos básicos, sem acesso a internet ou redes sociais. “Acho que as crianças podem acessar muita coisa desnecessária na internet; por isso, ter um celular apenas para chamadas e mensagens de texto, aquele modelo antigo de ‘celular tijolão’, como costumam chamar, me parece uma boa ideia”, declarou.

Essa abordagem reflete a estratégia deliberada dos pais em equilibrar a necessidade de comunicação com a proteção contra conteúdos inadequados, mesmo quando George estiver longe de casa na maioria dos dias da semana.

Antes de Eton, George frequentou a Lambrook School em Windsor, onde estudou ao lado de seus irmãos Charlotte e Louis. A transição para um colégio interno marca uma mudança significativa: o menino passará a semana toda afastado dos pais e irmãos, retornando aos fins de semana. Um celular restrito a chamadas e mensagens visa facilitar o contato entre George e sua família durante essa adaptação.

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