Caçadores de Emoção terá sequência em série ambientada 35 anos após o filme

O clássico longa “Caçadores de Emoção” (1991), protagonizado por Keanu Reeves e Patrick Swayze, ganhará uma sequência em formato de série. A nova produção será realizada pela AMC (American Movie Classics), canal de TV por assinatura, e se passará 35 anos após os acontecimentos do filme original. A informação foi divulgada pelo site de notícias Deadline.

De acordo com as informações divulgadas na publicação, a AMC adquiriu os direitos do projeto e David Kalstein foi escolhido como showrunner, além de assumir o roteiro e a produção executiva da série juntamente com Andrew Kosove e Broderick Johnson, cofundadores da Alcon, e Ben Roberts, presidente da divisão de televisão da AMC. 

Continuação do universo original

A trama da série acompanhará uma quadrilha de assaltantes com ligações à gangue dos Ex-Presidentes, grupo apresentado no longa de 1991. No filme, a gangue era composta por surfistas do sul da Califórnia que faziam assaltos a bancos usando máscaras de ex-presidentes dos Estados Unidos.



Trailer oficial do filme “Caçadores de Emoção” (1991) (Vídeo: reprodução/YouTube/SóTrailers)


No enredo original, Johnny Utah (Keanu Reeves), um agente novato do FBI, se infiltra no grupo e acaba se aproximando de Bodhi (Patrick Swayze), líder da gangue, passando a ter emoções confusas quanto ao seu dever profissional e o estilo de vida radical dos surfistas. 

Legado do filme

Dirigido por Kathryn Bigelow e escrito por W. Peter Iliff, “Caçadores de Emoção” se consolidou como um filme cult ao misturar ação, surfe e questões morais, tornando-se um dos títulos mais lembrados do cinema de ação da década de 90. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o novo elenco, início das filmagens ou previsão de estreia.

Em 2015, o longa ganhou um remake dirigido por Ericson Core, com Edgar Ramirez e Luke Bracey nos papéis principais, mas sem ligação com o novo projeto da AMC. A série marca a primeira expansão oficial do universo do filme original e promete revisitar os temas centrais do longa a partir de uma perspectiva contemporânea. 

Brigitte Bardot: cinco filmes para conhecer a atriz francesa

A atriz e ativista francesa Brigitte Bardot morreu neste domingo (28), aos 91 anos. Sua trajetória marcou profundamente o cinema europeu e consolidou Bardot como um ícone, sobretudo, do cinema francês. Apesar da carreira relativamente curta, Brigitte construiu uma filmografia influente. Além disso, redefiniu representações femininas no cinema do século 20.

O estrelato internacional e as obras que redefiniram padrões

Nos anos 1950, Bardot surgiu como símbolo de liberdade. Desde então, seus personagens romperam convenções morais e comportamentais. Consequentemente, a atriz tornou-se referência cultural além das telas. Sua imagem impactou moda, comportamento e debates sobre autonomia feminina.

Antes de deixar o cinema, em 1973, Bardot participou de mais de 40 produções. Brigitte construiu uma trajetória singular no cinema e , assim, consolidou um legado duradouro. Algumas de suas principais filmografias são:

E Deus Criou a Mulher” (1956)

Dirigido por Roger Vadim, o filme lançou Bardot internacionalmente. A personagem Juliette simbolizou desejo, liberdade e transgressão. Além disso, a produção causou escândalo na Europa. Posteriormente, influenciou debates sobre sexualidade no cinema moderno.


Bardot e seu marido, o cineasta francês Roger Vadim (Foto: reprodução/FRANZ CHAVAROCHE/Getty Images Embed)


A Verdade” (1960)

Neste drama, Bardot interpreta uma jovem julgada por assassinato. A narrativa revela múltiplas camadas psicológicas da personagem. Com direção de Henri-Georges Clouzot, o filme marcou uma virada dramática. Inclusive, recebeu indicação ao Oscar internacional.

O Desprezo” (1963)

Dirigido por Jean-Luc Godard, o longa explora a crise conjugal e o mercado cinematográfico. Bardot assume atuação mais contida. Por isso, o filme tornou-se referência da Nouvelle Vague. Até hoje, segue amplamente estudado. 

Viva Maria!” (1965)

Ao lado de Jeanne Moreau, Bardot vive uma aventureira improvável. O filme mistura humor, política e musical. Ambientado na América Latina fictícia, o longa critica o autoritarismo. Assim, amplia o alcance político da atriz.


Jeanne Moreau e Brigitte Bardot em cena de “Viva Maria!”, em 1965 (Foto: reprodução/Keystone-France/Getty Images Embed)


Don Juan Fosse Mulher” (1973)

Em um de seus últimos papéis, Bardot revisita o mito de Don Juan. A personagem usa sedução como forma de poder. Dirigido por Roger Vadim, o filme reflete a maturidade artística. Logo depois, a atriz deixou definitivamente o cinema.

Vida após as telas e ativismo

Nascida em Paris, em 1934, Bardot destacou-se cedo. Desde então, tornou-se símbolo sexual e cultural global. Nos anos 1970, ela abandonou a carreira artística. Logo em seguida, passou a viver de forma reservada em Saint-Tropez. Posteriormente, Brigitte dedicou-se integralmente à causa animal e criou a Fundação Brigitte Bardot, ampliando sua atuação internacional. Já em meados de 1974, pouco antes de completar 40 anos, a atriz anunciou o fim definitivo da carreira, afirmando estar cansada da indústria e desejosa de “sair elegantemente”.

Desde então, a fundação passou a atuar também em zonas de conflito, como Iraque, Afeganistão, Ucrânia e Gaza, resgatando animais em meio a guerras. Em 1984, Bardot foi diagnosticada com câncer de mama, recusou quimioterapia, optou por radioterapia e se recuperou dois anos depois. Já em 2008, sua passagem pelo Brasil inspirou o curta “Maria Ninguém”, que retrata sua ida a Búzios, com Fernanda Lima no papel da atriz. Assim, Bardot seguiu como figura central da cultura francesa e mundial.

Estrela de “Stranger Things” revela como descobriu que estava no elenco do novo “Homem-aranha”

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a estrela da série “Stranger Things”, Sadie Sink, revelou que descobriu sobre ter conseguido o seu papel em “Homem Aranha 4”, enquanto estava gravando a última temporada do seriado em questão. Ela informou que foi uma loucura, pois a novidade surgiu no momento em que eles estavam finalizando essa última leva de episódios que teve seu lançamento iniciado em novembro deste ano. A atriz falou ainda de sua paixão pelo personagem, dizendo amar principalmente essa versão do Tom Holland.

O projeto

A estrela demonstrou felicidade e deixou claro o quanto considera especial estar envolvida em um projeto de um personagem do qual é fã, destacando que trabalhar com algo de que gosta torna a experiência ainda mais gratificante.

Sobre os segredos relacionados aos conteúdos em que atua, a atriz explicou que tanto a série quanto o filme envolvem muitas informações que não podem ser divulgadas. Segundo ela, lidar com esse nível de sigilo já se tornou algo habitual, especialmente no caso do longa sobre o super-herói, cujos detalhes costumam ser ainda mais restritos do que os da série.

A atriz iniciou a carreira ainda muito jovem e se consagrou como estrela em uma produção da Netflix que se tornou um fenômeno mundial e que caminha para seu desfecho em 2025.


Sadie Sink no evento da série “Stranger Things” em novembro de 2025 (Foto: reprodução/Gareth Cattermolle/Getty Images Embed)


Sobre “Homem Aranha 4”

Este filme trará de volta Tom Holland no papel do amigo da vizinhança, anos após os eventos do longa anterior, que contou com participações de Tobey Maguire e Andrew Garfield. A produção também marca o retorno de nomes como Zendaya e Jon Bernthal, que voltará a interpretar o Justiceiro, além de Mark Ruffalo como Hulk.

Ainda não há informações oficiais sobre a trama. No entanto, existem algumas especulações sobre uma história mais pé no chão, envolvendo o Demolidor, com ambos se unindo contra o Rei do Crime, interpretado por Vincent D’Onofrio. Também circula o rumor de que o vilão Knull, que apareceu em “Venom: A Última Rodada”, poderia ser o inimigo de Peter Parker nesta nova história.

Episódios natalinos de séries que amamos para aquecer seu Natal

Há algo de profundamente reconfortante em revisitar episódios de Natal que marcaram época. Mais do que simples capítulos temáticos, essas histórias se tornaram verdadeiros rituais afetivos, repetidos ano após ano como quem revisita uma memória boa. Entre risadas, conflitos familiares e lições sutis, as séries encontraram no Natal um terreno fértil para falar sobre pertencimento, afeto e imperfeição, tudo aquilo que define o fim de ano fora das propagandas idealizadas.

Ao longo das décadas, produções de gêneros distintos transformaram o especial natalino em um evento à parte. Seja em sitcoms clássicas, dramas contemporâneos ou comédias ácidas, o espírito da data serviu como pano de fundo para alguns dos episódios mais emblemáticos da televisão.

Entre risadas, caos e afeto: episódios que marcaram gerações

É impossível falar de Natal na TV sem lembrar de Friends. O episódio do “Tatu do Natal”, em que Ross tenta ensinar o filho sobre o Hanukkah usando uma fantasia improvisada, tornou-se um ícone da cultura pop. O humor surge do improviso, mas também da tentativa sincera de preservar tradições; um retrato afetivo das famílias modernas.


Friends no natal (Vídeo: reprodução/Instagram/@scrollofhistory)


Já The Office elevou o constrangimento a outro nível ao transformar a festa de Natal da empresa em um desfile de gafes, presentes inadequados e egos inflados. O episódio resume com perfeição o humor constrangedor que fez da série um fenômeno global.


The office no natal (Vídeo: reprodução/Instagram/@yelenafilmss)


Em How I Met Your Mother, o Natal vira palco para conflitos emocionais. A decisão de Lily de “cancelar” a data após uma decepção amorosa mistura comédia e sensibilidade, reforçando a ideia de que nem sempre o espírito natalino vem pronto, às vezes, ele precisa ser reconstruído.


How I Met Your Mother no natal (Vídeo: reprodução/Instagram/@nostalgiachick)


Produções como Todo Mundo Odeia o Chris e Um Maluco no Pedaço também usam o Natal para retratar desigualdades sociais, dilemas familiares e pequenas frustrações, sem perder o humor. Já séries como Community, The X-Files e Black Mirror mostram que até o Natal pode ganhar tons surrealistas, sombrios ou filosóficos.

Quando o Natal vira memória afetiva

Mais do que episódios temáticos, essas histórias funcionam como cápsulas de tempo. Elas nos acompanham em diferentes fases da vida, reaparecem em maratonas de fim de ano e ajudam a construir uma sensação de continuidade, como se, a cada dezembro, reencontrássemos velhos amigos.

Entre risadas, silêncios e trilhas sonoras familiares, esses capítulos provam que o Natal na televisão vai muito além da decoração: ele mora na memória emocional de quem assiste.

Filmes de Natal para maratonar com a família

Com a chegada do Natal, vem a recordação de filmes que marcaram essa época do ano, seja pelo seu impacto social, seja pela nostalgia da primeira vez em que aquele filme de Natal foi assistido, ou do rito que a família possuia de assistir a um filme jogado na sala, seja no sofá ou no chão, vivendo aquele momento único com pessoas tão queridas ao seu lado.

Para acompanhar esse momento aconchegante e torná-lo ainda mais especial, confira abaixo uma lista de filmes que pode ser exatamente o que você procura para terminar de forma unida e harmoniosa a noite repleta de brilho e carinho.

Filmes de Natal para maratonar

O Grinch


Pôster do filme “O Grinch” | Reprodução/Instagram/@thepig.journal


Lançado no próximo ao natal dos anos 2000, o filme estadunidense se baseou na obra homônima de Dr. Seuss, lançada em 1957, sendo a primeira vez que um de seus livros virou filme. A obra tornou-se um clássico, sendo relembrada até hoje, sempre sendo apresentada às novas gerações.
Na história, a criatura verde odeia o espírito do Natal, e vive isolado em uma caverna no topo de uma montanha. Mesquinho, o Grinch planeja estragar o Natal Cidade dos Quem, até que se encontra com Cindy Lou Quem, uma criança que, vendo as preparações para o Natal, deseja saber o que é esse tal de Natal e o que ele significa.

Barbie em O Quebra-Nozes


Pôster do filme “Barbie em O Quebra Nozes” | Reprodução/X/@shynedolls


Inspirado no livro de E.T.A. Hoffmann, “O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos” e no balé “O Quebra-Nozes de Tchaikovski, o filme estrelado pela boneca mais famosa do mundo, a Barbie, estreou em outubro de 2001.
A história acompanha o dia de Natal da jovem órfã Clara, após sua tia lhe presentear com um quebra-nozes de madeira que “tem o coração de um príncipe”.

O Estranho Mundo de Jack


Pôster do filme “O Estranho Mundo de Jack” | Reprodução/Instagram/@thepig.journal


A obra de 1993 produzida e coescrita por Tim Burton, clássico do Natal e do stop motion, narra o que acontece quando o Rei do Halloween conhece o Natal e o espírito do Natal, decidindo mudar sua rotina entediante, impactando não somente os moradores da Cidade do Halloween, mas também os da Cidade do Natal.

Esqueceram de Mim


Pôster do filme “Esqueceram de Mim” | Reprodução/Instagram/@thepig.journal


Ícone dos filmes de Natal e da carreira de Macaulay Culkin, “Esqueceram de Mim” marcou os anos 90, e é relembrado sempre com muito carinho e muitas risadas.
Kevin foi deixado para trás quando sua família viajou para comemorar o Natal, e precisa se virar para comer, manter a casa limpa e até mesmo se proteger de ladrões!

Os Fantasmas de Scrooge


Pôster do filme “Os Fantasmas de Scrooge” | Reprodução/Instagram/@newfibra


Adaptação da obra de Charles Dickens, conhecemos o mesquinho patrão Ebenezer Scrooge, que despreza o Natal e todos ao seu redor, mantendo respeito e admirando somente o dinheiro e tudo o que envolve status.
Em sua casa, na noite de Natal, Scrooge recebe a visita de três fantasmas que lhes mostram fatos que ele se recusa a aceitar, fazendo-o refletir sobre as decisões que tomou e continua a tomar, descobrindo se ainda há tempo o suficiente para agir e significado desse evento de todo fim de ano.

Klaus


Pôster do filme “Klaus” | Reprodução/Adoro Cinema


Com 26 indicações, incluindo uma ao Oscar, e 12 vitórias, o filme de 2019 conta a história do fabricante de brinquedos Klaus e o novo carteiro egoísta de Smeerensburg que, após se encontrarem, transformam sua inimizade em uma amizade eletrizante, impactando todos ao seu redor.

Comemoração natalina

Para complementar o clima natalino, seja antes ou depois de assistir a algum dos filmes acima, confira as músicas de Natal que estão no topo das paradas, relembrando clássicos e acrescentando novos hits às suas playlists!

Cena inédita de Marty Supreme mostra Timothée Chalamet jogando tênis de mesa

A poucos dias da estreia nos cinemas dos Estados Unidos, Marty Supreme ganhou uma cena inédita que já conquistou os fãs, cinéfilos e a crítica. O trecho divulgado mostra Timothée Chalamet em plena ação como o protagonista do longa, disputando uma partida de tênis de mesa, esporte que move toda a narrativa do filme dirigido por Josh Safdie. A sequência aposta em ritmo acelerado, tensão e precisão física, elementos que ajudam a antecipar o que esperar do tom da produção.

O filme chega às telas de cinema dos EUA em pleno feriado de Natal e vem sendo tratado como um dos projetos mais ambiciosos da A24. Inspirado livremente na trajetória do lendário jogador Marty Reisman, Marty Supreme não se propõe a ser uma biografia, mas sim uma ficção que faz uso do universo esportivo para tratar de temas como obsessão, ascensão e identidade. A atuação de Chalamet, segundo críticos internacionais, é apontada como uma das mais intensas de sua carreira.

Um desempenho que já conquista a crítica

A repercussão da cena inédita acompanha o excelente desempenho do filme entre os críticos. Marty Supreme ostenta o selo Certified Fresh no Rotten Tomatoes, com aprovação superior a 90%, e elogios que destacam a entrega física e emocional de Chalamet. Em análises recentes, o ator é descrito como alguém que transforma o improvável em grandioso, ao conduzir o espectador por um esporte muitas vezes desacreditado no imaginário popular.



Cena inédita de Marty Supreme mostra Timothée Chalamet em ação no tênis de mesa (Vídeo: reprodução/Youtube/
Rotten Tomatoes Coming Soon)


A escolha do tênis de mesa como eixo narrativo reforça a proposta do diretor Josh Safdie, conhecido por criar histórias intensas a partir de universos específicos, como já fez em Joias Brutas. Aqui, o esporte funciona como metáfora para a luta do personagem por reconhecimento e sucesso, em um ambiente competitivo e hostil.

Além de Chalamet, o elenco conta com Gwyneth Paltrow, que interpreta uma estrela de cinema envolvida romanticamente com o protagonista. A relação entre os dois personagens adiciona camadas dramáticas à trama e amplia o alcance emocional do filme.

A maior aposta da A24 até agora

Marty Supreme surge como forte candidato a destaque da temporada de premiações e contou com um orçamento estimado em US$ 70 milhões, se tornando o projeto mais caro da história da A24, superando produções recentes do estúdio. A direção de Josh Safdie, aliada ao roteiro de Ronald Bronstein, parceiro recorrente do cineasta, reforça a identidade do longa.

O filme também marca o primeiro trabalho de Timothée Chalamet após sua vitória no SAG Awards e a indicação ao Oscar por interpretar Bob Dylan em Um Completo Desconhecido. O novo papel consolida a fase madura da carreira do ator, que segue transitando entre projetos autorais e grandes produções, mantendo prestígio artístico e apelo comercial.

James Ransone, de “The Wire” e “It: A Coisa”, morre aos 46 anos

O ator americano James Ransone morreu aos 46 anos, na última sexta-feira (19). A confirmação ocorreu neste domingo (21) e mobilizou fãs, colegas e críticos. Segundo autoridades, o artista foi encontrado sem vida em casa. Sobretudo, a família pediu respeito à privacidade, enquanto peritos divulgaram informações preliminares sobre o caso.

Da TV cult ao terror: uma carreira de personagens intensos

Ransone ganhou projeção ao viver Ziggy Sobotka na segunda temporada de “The Wire”, da HBO. Assim, com um personagem frágil e impulsivo, tornou-se um dos arcos mais lembrados da série. A atuação, portanto, consolidou o ator em narrativas intensas e personagens marginalizados. 

Depois disso, ele manteve presença constante em produções autorais e projetos independentes. Já na televisão, destacou-se também em séries como “Generation Kill”, “Treme”, “Bosch” e “Law & Order”. Além disso, transitou entre drama, crime e suspense com facilidade e consistência.


Ransone na estreia mundial de “It: Capítulo Dois” (Foto: reprodução/Eric Charbonneau/Getty Images Embed)


No cinema, Ransone construiu carreira sólida, especialmente no terror contemporâneo. Ele atuou em “A Entidade”, “A Entidade 2”, “O Telefone Preto” e “It: Capítulo Dois”. Em “It”, interpretou a versão adulta de Eddie Kaspbrak, ao lado de um elenco estrelado. Já em “O Telefone Preto”, chamou atenção pela intensidade emocional. O ator também trabalhou com diretores renomados, como Spike Lee, em “O Plano Perfeito”. Além disso, participou de produções exibidas em grandes festivais internacionais.

Legado artístico e investigação da causa da morte

Nesse sentido, ao longo da carreira o ator foi elogiado pela entrega emocional e pela complexidade de seus personagens. Ele costumava interpretar figuras instáveis, humanas e moralmente ambíguas. Apesar do reconhecimento crítico, manteve perfil discreto e distante dos holofotes. Ainda assim, tornou-se referência para fãs de séries e do cinema de gênero.


James Ransone no Build Studio (Foto: reprodução/Roy Rochlin/Getty Images Embed)


De acordo com o médico legista de Los Angeles, Ransone morreu por asfixia. A polícia não encontrou indícios de crime no local, segundo o site TMZ. Logo, a suspeita é de suicídio. Autoridades informaram que seguem protocolos padrão nesses casos. Ransone era casado e deixa dois filhos. Sua morte encerra uma trajetória marcada por escolhas artísticas ousadas e atuações memoráveis.

Wagner Moura é premiado por atuação em “O Agente Secreto”

O cinema brasileiro voltou a ganhar destaque internacional com mais uma conquista de Wagner Moura, de 49 anos. O ator foi eleito Melhor Ator em uma importante premiação realizada em Boston, nos Estados Unidos, por sua atuação no filme “O Agente Secreto”. O reconhecimento reforça a força da produção nacional no circuito internacional e consolida, mais uma vez, a versatilidade e o talento de um dos nomes mais respeitados da dramaturgia brasileira.

Em “O Agente Secreto”, Wagner Moura entrega uma performance intensa e contida, dando vida a um personagem marcado por conflitos internos, dilemas morais e uma narrativa permeada por tensão e mistério. A atuação foi amplamente elogiada pela crítica especializada, que destacou a profundidade emocional e a capacidade do ator de conduzir a história com sutileza e impacto. A premiação em Boston soma-se a uma série de reconhecimentos que o artista vem acumulando ao longo de sua carreira no cinema, na televisão e no streaming.

“O Agente Secreto” nos cinemas brasileiros

Além do sucesso internacional, “O Agente Secreto” segue em cartaz nos cinemas brasileiros, permitindo que o público nacional acompanhe de perto o trabalho que rendeu o prêmio ao ator. O longa tem atraído a atenção por sua trama envolvente e pela abordagem madura de temas ligados à espionagem, identidade e poder, oferecendo uma experiência cinematográfica que foge dos clichês do gênero.


Trailer de “O Agente Secreto”. (Vídeo: reprodução/YouTube/@Vitrine Filmes)


Com reconhecimento fora do país e boa recepção nas salas de cinema, “O Agente Secreto” se consolida como uma das produções brasileiras de maior destaque do momento.

Wagner Moura e sua carreira

Wagner Maniçoba de Moura é ator, diretor, roteirista, produtor e músico brasileiro, nascido em 27 de junho de 1976, em Salvador, na Bahia. Reconhecido por sua versatilidade artística, construiu uma carreira sólida no cinema, na televisão e no teatro, com atuações marcantes em produções nacionais e internacionais. Ao longo dos anos, tornou-se um dos atores brasileiros mais conhecidos fora do país, destacando-se pela intensidade de suas performances. Desde 2001, é casado com Sandra Delgado.

O artista, que já construiu uma trajetória sólida tanto no Brasil quanto no exterior, reafirma com esse prêmio seu prestígio no cenário audiovisual. A conquista também representa um momento significativo para o cinema nacional, evidenciando a capacidade das produções brasileiras de dialogar com o público e a crítica internacional.

Alexander Ludwig e AJ Michalka estão no elenco de “The White Lotus”

Os fãs de “The White Lotus” já podem comemorar: os primeiros nomes da aguardada quarta temporada da série foram oficialmente revelados. A HBO confirmou a escalação do ator Alexander Ludwig, conhecido por seus papéis em “Vikings” e na franquia “Bad Boys”, e da atriz e cantora AJ Michalka, que integrou produções como “The Goldbergs”, “Super 8” e outros sucessos do cinema e da televisão. Apesar do anúncio empolgar o público, os detalhes sobre os personagens que a dupla irá interpretar seguem mantidos em sigilo.

Além do novo elenco, outra informação que movimentou os bastidores da indústria foi divulgada recentemente pelo portal Deadline. Segundo a publicação, a consagrada atriz Helena Bonham Carter estaria em negociações para integrar o elenco da nova temporada. A artista, conhecida por performances marcantes em diversos filmes, pode assumir um papel de destaque na trama. No entanto, até o momento, a HBO não confirmou oficialmente a participação nem revelou em que estágio estão as tratativas.

História de “The White Lotus” retorna para a Europa

Mantendo a proposta de explorar cenários luxuosos e tensões sociais em destinos paradisíacos, “The White Lotus” seguirá seu formato antológico. Após ambientar suas histórias no Havaí, na Itália e, mais recentemente, na Tailândia, a produção agora retorna à Europa, tendo como pano de fundo um hotel de alto padrão localizado na França. A mudança de cenário promete renovar a estética da série e oferecer novas possibilidades narrativas, sem abrir mão da crítica social afiada que se tornou marca registrada da produção.


3ª temporada de “The White Lotus”. (Vídeo: reprodução/YouTube/@HBOMax)


De acordo com informações iniciais, as gravações da quarta temporada devem ocorrer entre março e junho. Até lá, o público segue atento a novos anúncios sobre o elenco e os rumos da trama, que promete mais uma vez surpreender e provocar reflexões.

Conheça mais sobre Alexander Ludwig e AJ Michalka

Alexander Richard Ludwig é um ator, cantor e modelo canadense, nascido em 7 de maio de 1992, em Vancouver, no Canadá. Com uma carreira consolidada no cinema e na televisão, ele soma no currículo produções de destaque como “The Seeker”, “Race to Witch Mountain” e “The Hunger Games”. O reconhecimento mundial veio com o personagem Björn Ironside, na série “Vikings”, do canal History, papel que marcou sua trajetória e o transformou em um dos nomes mais populares da televisão histórica. Desde 2020, é casado com Lauren Ludwig.

Amanda Joy Michalka é atriz, cantora e compositora norte-americana, nascida em 10 de abril de 1991, em Torrance, Califórnia, nos Estados Unidos. Antes de ingressar na carreira artística, atuou como modelo, experiência que contribuiu para sua presença de palco e versatilidade diante das câmeras. Ela ganhou notoriedade ao integrar a dupla Aly & AJ, formada ao lado da irmã mais velha, Alyson Michalka, sucesso na música pop desde os anos 2000. Paralelamente à música, AJ construiu uma trajetória consistente na atuação, participando de séries e filmes que ampliaram sua projeção na indústria do entretenimento.

“Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada” atinge 90% de aprovação no Rotten Tomatoes

O novo filme de uma das maiores animações da história da TV, Bob Esponja, se sagrou nesta quinta-feira (18) como mais um sucesso da franquia tão amada por jovens e adultos há mais de 25 anos. A produção atingiu uma aprovação de 90% na plataforma Rotten Tomatoes, conhecida por suas eventuais notas polêmicas, que caem em discordância com o público geral.

A estreia do terceiro longa do desenho a ser lançado nos cinemas será nesta sexta-feira (19), nos Estados Unidos. Já no Brasil, a exibição será feita a partir do dia de natal (25/12), sendo um grande marco no período de férias escolares deste ano.

Primeiras impressões

No geral, os relatos apontam para um filme que não entrega grandes mudanças no cenário amplo da saga, mas que ainda sim entrega uma boa história para ser assistida. Uma opinião quase unânime entre as avaliações publicadas se refere a obra consegue seguir a mesma premissa de diversão habitual da franquia — na qual os fãs vivenciaram até mesmo em longas anteriores da animação.


Conta oficial do filme comemora o feito (Foto: reprodução/Instagram/@spongebobmovie)


Pode se dizer que a boa recepção descrita pela crítica supera algumas expectativas em relação à nova produção do queridinho da Nickelodeon — visto que grande parte dos fãs recentemente vêm relatando sobre uma ‘queda de qualidade’ na produção, e reprovando alguns projetos adjascentes, como os spin-offs “Kamp Koral” e “Patrick Star Show”.

Novas aventuras sub-aquáticas

Nesta nova trama da esponjinha, nosso protagonista embarca em uma grande jornada com Patrick Estrela, seu icônico melhor amigo, atrás do pirata fantasma Holandês Voador — personagem recorrente na série — para provar bravura ao Sr. Sirigueijo.

Durante sua aventura, Bob acaba parando nas profundezas do sub-mundo — onde terá de exercer toda sua coragem para enfrentar os desafios pelo caminho, enquanto Lula Molusco, Gary e Sirigueijo correm atrás para resgatá-lo.


Trailer dublado do longa (Vídeo: reprodução/YouTube/Paramount Brasil)


Este é o terceiro longa da franquia a ser lançado nos cinemas. O primeiro estreiou no ano de 2004, sendo um grande sucesso de audiência e um marco na história da animação. Já o segundo, entitulado “Bob Esponja: Um Herói Fora D’Água”, foi lançado em 2015 — mas sem conseguir repetir o sucesso de seu antecessor.

A Paramount Pictures ainda chegou a lançar mais 3 filmes apenas em plataformas de streaming — com 2 deles sendo considerados spin-offs focados em outros personagens do universo da Fenda do Biquíni.