Fórmula 1: Brad Pitt acelera com superstição no volante em “F1”

Brad Pitt revelou que leva para dentro do carro uma superstição singular: acredita que a sorte só vem quando seguimos em frente e jamais voltamos atrás. Essa convicção pessoal, por mais mística que pareça, ganhou uma nova dimensão agora que o ator encara os volantes reais no filme F1, dirigido por Joseph Kosinski e produzido […]

11 jun, 2025
Foto destaque: Brad Pitt revela superstição durante as gravações de F1 (reprodução/Warner Bros)
Foto destaque: Brad Pitt revela superstição durante as gravações de F1 (reprodução/Warner Bros)
Brad Pitt revela superstição durante as gravações de F1.

Brad Pitt revelou que leva para dentro do carro uma superstição singular: acredita que a sorte só vem quando seguimos em frente e jamais voltamos atrás. Essa convicção pessoal, por mais mística que pareça, ganhou uma nova dimensão agora que o ator encara os volantes reais no filme F1, dirigido por Joseph Kosinski e produzido por Lewis Hamilton.

No longa, Pitt vive o ex-piloto Sonny Hayes, mergulhado numa trama de superação, adrenalina e rituais peculiares que equilibram precisão e instinto ao guiar em alta velocidade. Aos 60 anos, o ator encara de verdade os desafios da pilotagem em circuitos reais, mostrando dedicação física e emocional ao papel.

Superstição da direção: nunca dar ré

No set de F1, Brad Pitt impressionou a equipe ao revelar que, quando dirige, mantém o foco total no progresso, no sentido literal. Ele acredita que a sorte vem quando se anda para frente. Se ele errar um caminho, não faz o retorno. Segundo ele, esse ritual reflete uma filosofia de vida que o acompanha desde os tempos de turnês de cinema e na sua postura resiliente diante dos desafios.

Ao volante, essa postura traduz em decisões tomadas de maneira instintiva e sem hesitações, um trunfo num cenário onde frações de segundo podem converter a corrida. A superstição confere confiança para encarar curvas indecifráveis como se fossem retoques certeiros no volante.


Trailer oficial do filme F1 com Brad Pitt e Damson Idris. (Vídeo: reprodução/YouTube/Warner Bros Brasil)


Transformando superstição em performance

Brad não está sozinho nessa. No universo das corridas, manias são muito comuns: pilotos usam luvas ou capacetes da sorte, colocam amuletos no cockpit ou evitam pisar em certas linhas do paddock. A crença de Pitt, embora pessoal, ecoa esses hábitos: ele age com um gatilho mental, reduz a ansiedade e mantém o foco na pista.

No set de filmagens, esse traço psicológico ganhou respaldo dos consultores. A presença de Lewis Hamilton como produtor e técnico assegurou que cada micro hábito do ator fosse integrado com realismo. Pitt não apenas vive o personagem como também absorve a emoção de quem realmente sofreu um acidente e encontra força somente na reta principal.

Essa fusão de crença pessoal e performance profissional ajuda a explicar o porquê que F1 tem sido apontado por críticos como um dos trabalhos mais intensos e autênticos de toda a sua carreira.

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