Shakira reafirma seu lugar na história das Copas

Ao apresentar “Dai Dai” em 2026, a cantora revisita uma trajetória iniciada com o sucesso de Waka Waka na copa de 2010 em seu primeiro hit

12 jun, 2026
 Shakira | Reprodução/ Instagram/@shakira
Shakira | Reprodução/ Instagram/@shakira

Poucos artistas conseguem estabelecer uma relação tão duradoura com a Copa do Mundo quanto Shakira. Ao longo dos últimos 16 anos, a cantora colombiana deixou de ser apenas uma atração musical do torneio para se transformar em um dos rostos mais associados à celebração do futebol. Suas músicas embalaram diferentes gerações de torcedores, atravessaram fronteiras e ajudaram a construir a atmosfera festiva que acompanha o Mundial. Em 2026, ela voltou a ocupar esse espaço ao protagonizar um dos momentos mais aguardados da abertura da competição. 

Shakira retorna aos palcos da Copa em 2026

A Shakira foi um dos destaques da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026, realizada no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México. A apresentação marcou o retorno de Shakira ao palco do maior torneio de futebol do planeta, quase 16 anos depois do sucesso de Waka Waka, música que se tornou símbolo da Copa de 2010. Diante de milhares de torcedores e de uma audiência global, a colombiana apresentou “Dai Dai”, sua música em parceria com o Burna Boy. 


Performance da música Dai Dai ( Vídeo: Reprodução/Instagram/ @shakira @burnaboygram @fifaworldcup)


Com a energia característica de suas performances, ela levou dança, coreografias e interação com o público para o espetáculo, que rapidamente repercutiu nas redes sociais. A participação da cantora aconteceu na primeira das três cerimônias de abertura previstas para esta edição do torneio, sediada por México, Estados Unidos e Canadá. A proposta dos organizadores foi destacar a diversidade cultural dos países-sede e transformar o início da competição em uma grande celebração.

A história de Shakira com a Copa começou em 2010

A relação entre Shakira e a Copa do Mundo começou oficialmente em 2010, na África do Sul. Naquele ano, a cantora lançou “Waka Waka (This Time for Africa)”, música oficial do torneio que rapidamente se transformou em um fenômeno global. Misturando referências do pop latino com influências africanas, a faixa ultrapassou o contexto esportivo e ganhou espaço nas rádios, festas e eventos ao redor do mundo.

A coreografia foi reproduzida por milhões de pessoas e o refrão tornou-se imediatamente reconhecível, mesmo entre aqueles que não acompanhavam futebol. A apresentação da artista durante o Mundial sul-africano consolidou sua imagem como um dos principais nomes musicais ligados à competição. Até hoje, Waka Waka é frequentemente lembrada como uma das músicas mais emblemáticas da história das Copas do Mundo. 

Quatro anos depois, Shakira voltou a estreitar os laços com o torneio durante a Copa do Mundo realizada no Brasil.Em 2014, a cantora lançou “La La La (Brazil 2014)”, canção inspirada no evento e que conquistou novamente o público. O clipe reuniu referências ao futebol e contou com participações de jogadores, reforçando a conexão construída pela artista com o universo do esporte.

A música ganhou destaque entre os torcedores e mostrou que a presença de Shakira nas Copas não havia sido um acontecimento isolado, mas parte de uma trajetória que continuaria sendo lembrada a cada nova edição do torneio.

Uma ligação que atravessa gerações

O retorno de Shakira em 2026 evidencia que sua relação com a Copa do Mundo ultrapassa o papel tradicional de uma convidada para apresentações especiais. Ao longo dos anos, a cantora ajudou a criar trilhas sonoras que acompanharam momentos de alegria, expectativa e celebração vividos por milhões de torcedores.


 

 

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Fotos do clipe Dai Dai ( Foto: Reprodução/ Instagram/@shakira)


Se Waka Waka marcou a memória afetiva da Copa da África do Sul e La La La embalou o Mundial realizado no Brasil, “Dai Dai” surge como a nova representante dessa história construída entre música e futebol. Mais do que revisitar o passado, Shakira mostra sua capacidade de se reinventar e dialogar com novas gerações, sem perder a conexão emocional com o público.

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