Diretor de “A Última Casa” revela admiração por Wagner Moura e elogia atuação do brasileiro
Cineasta relembrou o primeiro encontro com o ator em Los Angeles e disse “Nunca conheça seus idolos, mas eu conheci o meu e ele foi maravilhoso”
Responsável por dirigir A Última Casa, novo filme de suspense e ficção científica da Netflix estrelado por Wagner Moura e Greta Lee, o diretor francês Louis Leterrier fez muitos elogios ao ator brasileiro. Em entrevista ao site Omelete, ele contou como surgiu a parceria entre os dois e compartilhou detalhes sobre o trabalho de Wagner nas gravações do projeto.
A origem da parceria
No longa, Wagner Moura interpreta Jason, um homem que ao lado da esposa Ann e dos filhos, descobre que sua família está presa dentro da própria casa. À medida que o tempo passa, eles percebem que outras famílias também enfrentam a mesma situação, dando início ao mistério da trama. O filme terá estreia na plataforma em 7 de agosto.
Durante a entrevista, Leterrier revelou que já admirava a carreira do brasileiro, e que encontrou-o por acaso em um restaurante em Los Angeles. “Vou te contar a história. Obviamente, fiz muitos filmes e conheço muita gente em Hollywood. Um dia, estou em um restaurante de sushi […] eu o vejo e fico tão deslumbrado porque o amo. De tudo o que ele já fez, consigo citar cada trabalho dele. Minha esposa me vê e diz: ‘Espera, você está deslumbrado?’. Eu não costumo ficar assim, mas fiquei ao vê-lo”, disse.
Trailer dublado de “A Última Casa”. (Vídeo: reprodução/YouTube/@NetflixBrasil)
Os bastidores
Segundo o diretor, o encontro aconteceu meses antes do início de “A Última Casa”. Quando iniciou a produção do filme, ele decidiu entrar em contato com o ator. “Quando chegou o momento de fazer este filme, que é muito especial e eu precisava de um elenco incrível, pensei: ‘Será que eu deveria? Poderia?’. Liguei para ele e disse: ‘Wagner, você não me conhece, mas podemos tomar um drink ou um café? Quero te falar sobre este filme’. E ele foi incrível. Dizem ‘nunca conheça seus ídolos’, mas eu conheci o meu e ele foi maravilhoso.
Leterrier também destacou que a personalidade de Wagner foi um dos diferenciais durante as gravações e afirmou que precisou, em alguns momentos, convencer o ator a aliviar a pressão que colocava sobre si mesmo. “É ótimo trabalhar com ele porque ele é brasileiro da melhor maneira possível: é intenso, mas jovial, alegre, mas consegue entrar no personagem, é apaixonado, humano e ajuda todo mundo”, elogiou.
