Bruno Guimarães alcança marca de 50 partidas pela Seleção

Camisa 8 inconstestável de Ancelotti, Bruno Guimarães prefere não lamentar o pênalti perdido e foca já no próximo ciclo com a seleção

01 out, 2026
Bruno Guimarães no jogo contra a Austrália | Reprodução/Instagram/@brunoguimares
Bruno Guimarães no jogo contra a Austrália | Reprodução/Instagram/@brunoguimares

Bruno Guimarães bateu, na última terça-feria, 29, a marca de 50 jogos pela Seleção Brasileira. Usando a faixa de capitão, o camisa 8 do Brasil ainda marcou para coroar a comemoração. Com a camisa canarinha, foi 39 vezes titular, fez 4 gols e distribuiu 12 assistências, além de já ter sido convocado para duas Copas do Mundo.

Na saúde e na doença

Não é absurdo comparar a relação do técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti e Bruno Guimarães com um casamento. Na fase boa ou na ruim, o treinador banca o meia em suas escalações, que é o segundo jogador mais utilizado pelo italiano, atrás somente de Vini Jr. Não poderia ser diferente. O atleta do Arsenal era titular sob Ramón Menezes, sob Fernando Diniz e sob Dorival Jr. também.

Na última Copa do Mundo, Bruno, que vinha sendo o garçom do time, servindo quatro passes para gol em cinco jogos, cometeu um erro imperdoável para a torcida. Escolhido por Ancelotti para bater um pênalti contra a Noruega, foi vencido pelo goleiro Nyland e, segundo os torcedores, custou a classificação do Brasil para as quartas de final.

A volta por cima

Bruno não se deixa abater pelas críticas. Está focado na Seleção. “A gente não tem vaidade nenhuma”, comenta sobre o pênalti que perdeu. O importante, para ele, é ajudar os companheiros e dar sequência ao trabalho. No jogo contra a Austrália, já tinha feito o dele e ficou feliz em dar a chance a Vini Jr., que “também estava precisando fazer um gol”.


 

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O gol de Bruno Guimarães contra a Austrália (Vídeo: Reprodução/Instagram/@brasil)


Nesse início de novo ciclo, visando a Copa América, o Brasil se prepara para um amistoso contra a Índia, na última Data FIFA do ano. Um 2026 que não saiu como esperava, mas que Bruno não olha como tempo perdido. “Fui conseguindo buscar meu espaço e tive uma Copa do Mundo em que pude jogar”. Agora, olha para o futuro: “Que daqui pra frente tenhamos títulos para comemorar”.

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