Polêmica de arbitragem no jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors

Partida entre as equipes gerou revolta na imprensa argentina e nos jogadores do tradicional clube argentino pelas decisões de arbitragem

20 maio, 2026
Gerson | Reprodução/ Instagram/@cruzeiro
Gerson | Reprodução/ Instagram/@cruzeiro

O jogo válido pela quinta rodada da Conmebol Libertadores entre Cruzeiro e Boca Juniors que aconteceu nesta terça-feira (19) terminou empatado. O árbitro Jesús Valenzuela foi bastante questionado por conta de lances envolvendo toque no braço. O lateral da equipe argentina Blanco foi um dos que mais fez reclamações sobre as decisões da arbitragem, declarando certa estranheza nos critérios de adotados pelo venezuelano.

Como os lances se tornaram complexos no jogo ?

O primeiro lance envolveu o lateral brasileiro Kaiki Bruno , que fez boa jogada e cruzou para Fagner marcar para o empate do time mineiro. O auxiliar do VAR Ángel Arteaga chamou o árbitro de campo para analisar o lance com um possível toque de mão durante o prosseguimento da jogada por parte de Kaiki.


Fagner comemorando o gol feito na partida (Foto: reprodução/Rodrigo Valle/Getty Images Embed)


O segundo gol dos argentinos foi marcado por Merentiel , após aproveitar o rebote de uma tentativa defensiva mal executada por Jonathan Jesus. O árbitro recorreu ao VAR para analisar algum irregularidade no lance e rapidamente invalidou o lance por conta de um toque no braço do jogador Delgado , em disputa com Jonathan. 

Aos 55, o lance de maior revolta dos argentinos. Depois de um cruzamento na área, Jonathan afasta de cabeça e a bola pega no braço de Lucas Romero, que completa afastando de perna direita. O árbitro encerrou a partida, após análise silenciosa do VAR.

A repercussão na mídia argentina 

A repercussão do empate entre Boca Juniors e Cruzeiro tomou conta da imprensa esportiva argentina após críticas direcionadas à arbitragem da partida disputada na Bombonera. Jornais e portais do país afirmaram que decisões tomadas com auxílio do VAR interferiram dimente nretao resultado do confronto, principalmente em lances considerados decisivos para o Boca. O diário esportivo Olé utilizou a expressão “VAR fantasma” ao comentar a atuação da arbitragem e questionou a revisão que resultou na anulação do gol marcado por Merentiel ainda durante a partida.


Capitão do Boca Juniors Leandro Paredes reclamando com o juiz (Foto:reprodução/Rodrigo Valle/Getty Images Embed)


As reclamações também partiram dos jogadores e integrantes da comissão técnica do Boca Juniors logo após o apito final. Além da anulação do gol, atletas argentinos reclamaram de um possível pênalti não marcado nos minutos finais do confronto, aumentando a insatisfação com a arbitragem. Em entrevistas à imprensa local, jogadores afirmaram que o time foi prejudicado em momentos importantes do jogo, enquanto comentaristas esportivos argentinos classificaram a atuação do VAR como confusa e controversa. A repercussão rapidamente dominou programas esportivos e redes sociais no país, transformando o assunto em um dos temas mais comentados após a partida.

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