Espanha vence a Argentina e é bicampeã do mundo
Ferran Torres marca na prorrogação e garante vitória sobre a Argentina e coloca a Espanha no topo do futebol mundial pela segunda vez
A Espanha é bicampeã da Copa do Mundo. Neste domingo (19), a seleção comandada por Luis de la Fuente venceu a Argentina por 1 a 0, na prorrogação, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e conquistou o segundo título mundial de sua história. O gol da decisão foi marcado por Ferran Torres, já no segundo tempo do tempo extra, coroando uma campanha marcada pelo domínio técnico e pela consistência defensiva.
Após empate sem gols no tempo regulamentar, a expulsão de Enzo Fernández nos acréscimos da segunda etapa deixou a Argentina com um jogador a menos na prorrogação. Com superioridade numérica e amplo controle das ações, a Espanha manteve a pressão até encontrar o gol que garantiu o bicampeonato, repetindo o feito de 2010, quando também levantou a taça após vencer uma final por 1 a 0 na prorrogação.
Espanha domina primeiro tempo mas para em Dibu Martínez
A Espanha iniciou a decisão impondo seu estilo de jogo baseado na posse de bola e na troca de passes. Logo nos primeiros minutos, Lamine Yamal levou perigo em duas investidas pela direita, obrigando Emiliano Martínez a trabalhar cedo na partida.
Apesar do amplo domínio territorial, a equipe espanhola encontrou dificuldades para transformar a superioridade em gols. Dani Olmo, Oyarzabal e Baena participaram das principais construções ofensivas, enquanto a Argentina apostava em uma postura mais defensiva e praticamente não conseguiu finalizar durante toda a primeira etapa.
😭😭😭 SERIA UM GOLAÇO PRO TÍTULO DA ESPANHA! 🥹🇪🇸
Compartilha com os amigos e chega mais!
📎https://t.co/FOR8gx3t0L pic.twitter.com/pz5GSc6ZKY— CazéTV (@CazeTVOficial) July 19, 2026
Defesa Dibu Martínez contra a falta cobrada pela Espanha ( Vídeo: reprodução/X/@CazeTVOficial)
Nos minutos finais antes do intervalo, a melhor oportunidade veio após bela troca de passes entre Olmo e Oyarzabal, mas Dibu Martínez apareceu novamente para impedir a abertura do placar e manter o empate.
Argentina resiste Enzo é expulso e Ferran decide o título
Na volta do intervalo, Lionel Scaloni promoveu mudanças para tentar equilibrar o confronto, mas a Espanha continuou controlando completamente a partida. Dani Olmo voltou a assustar, Ferran Torres entrou bem no ataque e Yamal seguiu sendo uma das principais armas ofensivas da equipe.
Mesmo criando diversas oportunidades, os espanhóis encontravam dificuldades para superar a defesa argentina e as intervenções de Dibu Martínez. A única chegada de maior perigo da Argentina aconteceu em um cruzamento de Simeone, defendido com segurança por Unai Simón.
Nos acréscimos do segundo tempo, Enzo Fernández recebeu o segundo cartão amarelo após uma entrada dura em Cubarsí e acabou expulso, deixando a Argentina com dez jogadores para a prorrogação.
AHUHDUIHQDWUIEDHUIEHIUEHUAHJSJFJINJKDNCOJAD FERRAN TORRESSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! pic.twitter.com/dUii65W5Zf
— CazéTV (@CazeTVOficial) July 19, 2026
Gol de Ferran Torres pela Espanha ( Vídeo: reprodução/X/@CazeTVOficial)
Com vantagem numérica, a Espanha intensificou a pressão no tempo extra. Nico Williams chegou a balançar as redes, mas o lance foi anulado por falta de Mikel Merino sobre Otamendi. Pouco depois, Merino desperdiçou uma oportunidade clara, aumentando a tensão espanhola.
Espanha conquista o segundo título mundial
Com a vitória, a Espanha volta ao topo do futebol mundial 16 anos após conquistar sua primeira Copa do Mundo, em 2010, quando derrotou a Holanda também por 1 a 0 na prorrogação. O bicampeonato coroa uma campanha dominante da equipe de Luis de la Fuente, que terminou o torneio com a melhor defesa e um futebol baseado no controle da posse de bola e na intensidade ofensiva.
A ESPANHA É BICAMPEÃ DO MUNDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! pic.twitter.com/98rpNyvQpF
— CazéTV (@CazeTVOficial) July 19, 2026
Jogadores da Espanha comemorando o bicampeonato ( Vídeo: reprodução/X/@CazeTVOficial)
Para a Argentina, fica o vice-campeonato e a despedida de uma geração que chegou novamente à decisão do Mundial. Mesmo com Lionel Messi em campo até o fim, a seleção sul-americana pouco conseguiu produzir ofensivamente diante da forte marcação espanhola e encerrou a competição sem conseguir impedir a festa da Fúria em Nova Jersey.
