Leila ironiza reclamações de arbitragem vindas do São Paulo

Após o Choque-Rei das semifinais do Campeonato Paulista, a presidente do Palmeiras ironizou as reclamações da diretoria tricolor

05 mar, 2026
Presidente Leila Pereira, do Palmeiras | Reprodução/Instagram/@leilapereira
Presidente Leila Pereira, do Palmeiras | Reprodução/Instagram/@leilapereira

São Paulo e Palmeiras disputaram, no domingo (01), as semifinais do Campeonato Paulista em partida única. Com gols de Flaco Lopes e Maurício, a equipe alviverde superou o São Paulo por 2 a 1 e está nas finais da competição estadual. A diretoria do São Paulo reclamou muito de um pênalti não marcado para o tricolor no início da segunda etapa, quando Gustavo Gómez teria estendido a mão para bloquear um cruzamento do ataque tricolor. Leila Pereira, presidente do Palmeiras, respondeu às reclamações e deixou claro seu posicionamento sobre o lance em questão.

Posicionamento de Leila Pereira

Após a vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo no último domingo (01), a presidente Leila Pereira respondeu a algumas reclamações da diretoria tricolor em relação à arbitragem da partida e a um possível pênalti que não foi marcado a favor do São Paulo.

Você só melhora quando reconhece os erros. Só discuto arbitragem com as pessoas capacitadas para isso, não é na imprensa, não é dando chilique, escândalo. Vou te falar, se sou eu, uma mulher, reclamando de arbitragem, vão dizer que sou histérica”, disse Leila Pereira.

A presidente garantiu que a imprensa não verá a mesma reclamar por erros de arbitragem de maneira histérica e que isso se resolve internamente, entre clube e federação.


 

 

Leila Pereira (Foto: reprodução/X/@LeilaPreira)


Contexto da confusão

Após o confronto entre São Paulo e Palmeiras pelas semifinais do Campeonato Paulista, a torcida tricolor ficou na bronca com a árbitra da partida, Daiane Muniz, e com o árbitro de vídeo, Thiago Duarte Peixoto, pela não marcação de pênalti para o São Paulo em um lance que envolveu o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez.

Rui Costa, dirigente do São Paulo, disse após o jogo, em sentido de protesto, a indignação com o pênalti não marcado e deixou claro que o VAR deveria ter auxiliado a arbitragem para consultar o lance em questão.

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