Pressão interna foi fundamental para demissão de Fernando Diniz

Em sua segunda passagem pelo Vasco, Diniz não conseguiu driblar a pressão; e fã assumido de seu trabalho, Pedrinho confirma demissão

23 fev, 2026
Fernando Diniz | Reprodução/Instgram/@timediniz
Fernando Diniz | Reprodução/Instgram/@timediniz

O presidente do Vasco Pedrinho surpreendeu a todos, ao anunciar, no Estádio Nilton Santos, na noite deste domingo (22), a demissão de Fernando Diniz do cargo de treinador do Vasco. A decisão foi algo inesperado, a diretoria sempre deixou claro que apoiava o técnico em suas decisões dentro de campo e que ele precisava de tempo para fazer um bom trabalho. Mas opiniões de conselheiros e outros membros acabaram incentivando a decisão, e a diretoria aceitou os pedidos e assinou a demissão de Diniz.

Resultados

Uma ala da cúpula vascaína defendia que os resultados ruins e o desempenho dentro de campo neste ano não estavam bons. Manter o técnico no cargo estava sendo um erro, e uma demissão neste momento era o melhor caminho. O time, no número de vitórias em 11 jogos, contabilizou 3.


 

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Nota oficial do Vasco confirma demissão (Foto: reprodução/Instagram/@vascodagama)


O último jogo contra o Fluminense foi o momento da decisão de não permanecer com o técnico. Com um jogador a mais por mais de 30 minutos, o time não reagia em campo. Diniz, como sempre, com sua postura de gritos e broncas, mas os jogadores estavam perdidos em campo.

Torcida insatisfeita

A torcida vascaína também fazia parte dos apoiadores da demissão do técnico. Vaias após as partidas e xingamentos como “burro” se tornaram cada vez mais frequentes, e a impaciência da torcida já era algo notável pela diretoria nos estádios. Pressão esta que se iniciou no final de 2025, após derrotas no Brasileirão e o vice-campeonato da Copa do Brasil.

O técnico não se manifestou até o momento a respeito da demissão e mantém uma postura de silêncio. Nas redes sociais do treinador, torcedores comemoram a saída e criticam a diretoria por apostar no técnico e demitir jogadores, segundo eles, por escolha do ex-treinador vascaíno.

Enquanto não houver definição do substituto, o auxiliar Bruno Lazaroni vai comandar a equipe. A próxima partida, a primeira sem Fernando Diniz, será contra o Santos, de Neymar e Gabigol, em mais uma rodada do Brasileirão. A diretoria já está em planejamento desta nova fase do time sem Diniz.

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