Donald Trump indica possível ataque ao Irã e eleva tensão

Presidente dá prazo de 10 dias e aumenta tensão entre os Estados Unidos e o Irã após ameaça de possível ação militar no Oriente Médio

20 fev, 2026
Donald Trump |  Reprodução/Instagram/@realdonaldtrump
Donald Trump | Reprodução/Instagram/@realdonaldtrump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a deixar o mundo em alerta com suas declarações na reunião inaugural do Conselho da Paz, nesta quinta-feira (19). Ele declarou mais uma vez que suas ações dependem das atitudes de outros países, e com o Irã não será diferente. Caso o país não queira um acordo, segundo Trump, todos saberão o que vai acontecer: “Vocês provavelmente descobrirão nos próximos dez dias.”

Tensão no Irã

Estados Unidos e Irã retomaram recentemente negociações sobre o programa nuclear iraniano, mediadas por Omã. Trump já vinha ameaçando ação militar após a repressão violenta a manifestantes que foram às ruas em janeiro. Segundo a imprensa americana, os militares dos EUA no Oriente Médio aumentaram sua presença no país.


Tropas americanas avançam ao Irã (Vídeo: reprodução/YouTube/@folhadesp)


Os EUA estariam preparados para atacar, segundo fontes, o Irã neste fim de semana. O presidente, de acordo com as publicações, ainda não decidiu se autoriza a ação ou vai aguardar por mais tempo para tomar a sua decisão de atacar o país.

Irã se prepara

Com a presença militar reforçada dos Estados Unidos e as declarações do presidente, o Irã se prepara para um possível ataque. O país fortaleceu as instalações nucleares e está reforçando defesas, inclusive com medidas de proteção em áreas sensíveis, para não ser pego de surpresa pelos americanos.

O presidente americano reforçou ainda como poderá ser o ataque:

“Caso o Irã decida não fazer um acordo, pode ser necessário que os Estados Unidos usem Diego Garcia e a pista aérea em Fairford para erradicar um possível ataque de um regime altamente instável e perigoso, escreveu, citando a base aérea em Diego Garcia, nas Ilhas Chagos.

O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, orientou que os cidadãos poloneses deixem imediatamente o país. Também reforçou que “em hipótese alguma alguém viaje para o país”. Segundo ele, a possibilidade de conflito é “muito real”.

O mundo segue de olho em cada declaração dos presidentes. Um conflito armado entre os dois países pode acontecer a qualquer momento. Apesar de ainda não haver uma confirmação oficial, o clima já é de intensa tensão e de estratégias para um possível combate entre as nações.

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