Donald Trump ameaça destruição ao irã após alerta de atentado
Presidente Trump diz que deu ordens para uma resposta militar caso Teerã tente assassiná-lo e assegura que “mil mísseis estão prontos”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o país vai responder com forças militares caso haja uma tentativa de assassinato por parte do Irã. Em uma publicação nas redes sociais, Trump declarou que já deu ordens para que as forças armadas americanas elaborem um plano de retaliação e que há “mil mísseis preparados” caso qualquer atentado contra a sua vida seja efetuado.
Ordem previa resposta militar
Trump afirmou que a ordem vai permanecer vigente por um ano, com a possibilidade de ser prorrogada caso seja necessário. O presidente também ressalta que os Estados Unidos estão de prontidão para “destruir completamente” áreas vitais do Irã em uma eventual reação militar. A fala acontece em meio a um aumento dos conflitos entre Washington e Teerã.

As declarações acontecem num momento de forte desgaste na relação entre os dois países, que é marcado por diversas ameaças, sanções econômicas e disputas que envolvem a segurança do Oriente Médio.
Elevação do conflito entre Washington e Teerã
A ameaça foi divulgada depois que o serviço de inteligência apontou para um suposto plano envolvendo uma tentativa de assassinato do presidente republicano. A briga entre os dois países se ampliou desde a morte do general Qassem Soleimani, em 2020, depois de uma megaoperação permitida pelo presidente americano da época. Desde então, autoridades dos EUA garantem que vão analisar possíveis ameaças contra Trump de responsabilidade do governo iraniano.
O governo iraniano, por sua vez, nega qualquer participação ou envolvimento em planos contra o presidente Trump, enquanto a Casa Branca diz estar acompanhando de perto qualquer movimentação que possa ser considerada uma ameaça para a segurança nacional.
Apesar do discurso incisivo de Trump, a ordem mundial segue amparada por esforços diplomáticos para evitar uma piora na crise. Especialistas analisam que declarações desse porte aumentam a pressão entre os Estados Unidos e o Irã e podem atrapalhar novas negociações, aumentando a instabilidade militar e política numa das regiões de maior sensibilidade do mundo.
