Butantan diz não ter recebido notificação sobre fim de Emergência na Saúde

Na última segunda feira (18), o Instituto Butantan informou por meio de uma nota que não recebeu qualquer tipo de notificação em relação a revogação do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, que foi anunciada na noite do último domingo (17) pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga. De acordo com o Ministério […]

19 abr, 2022

Na última segunda feira (18), o Instituto Butantan informou por meio de uma nota que não recebeu qualquer tipo de notificação em relação a revogação do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, que foi anunciada na noite do último domingo (17) pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga.

De acordo com o Ministério da Saúde o fim do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) foi possibilitado graças a melhoras no cenário nacional de casos e mortes ocasionados pela Covid-19, devido a ampla cobertura vacinal e a capacidade de atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde). O anúncio foi feito em rede nacional pelo ministro Marcelo Queiroga.

O Instituto Butantan ainda lembrou que qualquer solicitação que o governo fizer, seja sobre vacinas ou medicamentos de uso emergencial, devem passar primeiramente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o Instituto “O Butantan, firmando seu compromisso com a saúde pública do povo brasileiro, segue em tratativas e em constantes trocas com a equipe técnica da Anvisa para que o uso da CoronaVac seja estendido a todos os públicos, incluindo crianças de três a cinco anos.


Butantan diz não ter recebido notificação sobre fim de Emergência na Saúde

Vacinas usadas em caráter emergêncial se dão graças ao Estado de Emergência instaurado em fevereiro de 2020 (Foto:Reprodução/Butantan)


A portaria do governo foi publicada em fevereiro de 2020, logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar emergência internacional de saúde pública. A norma permitiu uma série de medidas por parte dos governos federal, estaduais e municipais, como por exemplo o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para as vacinas no país.

 A OMS ainda não reavaliou a situação de emergência internacional, porém cada país pode decidir sobre a sua situação com base na situação epidemiológica que seu território enfrenta.

 

 

Foto destaque: Sede do Instituto Butantan em São Paulo Reprodução/ALESP

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