A volta de Tati Machado ao programa “Saia Justa” foi marcada por emoção e acolhimento. Depois de quatro meses afastada, a apresentadora retornou ao estúdio e reencontrou as colegas Eliana, Bela Gil, Erika Januza e Juliette na edição desta quarta-feira (10).
Logo na abertura, Tati compartilhou com o público um pouco da dor que enfrentou ao perder o bebê e do processo de luto que viveu durante esse período.
Amparo familiar trouxe conforto em momentos difíceis
Ela destacou que o apoio da família, especialmente do marido, Bruno Monteiro, foi fundamental para atravessar os dias mais difíceis. Segundo a apresentadora, dar voz a esse momento delicado também faz parte do seu “processo de cura”:
“Estar de volta é uma forma de ocupar um pouco a minha cabeça, porque chega uma hora em que ela fica vazia. […] Eu tenho uma marca para o resto da minha vida, vou caminhar com essa marca, e ela está cravada no meu coração. De alguma forma, vivi o melhor momento da minha vida”, afirmou emocionada.
Tati contou ainda como foi difícil se preparar para deixar o “Saia Justa” para viver a maternidade e, de repente, se ver diante de um “corte seco”:
“Eu estava aqui um dia e, no outro, não estava mais. Me vi no fundo do poço, até mais baixo que o fundo do poço. É estranho estar de volta em algo que não planejei, mas, ao mesmo tempo, estou feliz. Eu me organizei para ter um filho nos braços, para ouvir um chorinho, trocar fralda… Mas não vivi isso, meu colo ficou vazio”, desabafou.
Emocionada, Tati Machado fala sobre momento difícil que passou na vida (Vídeo: Reprodução/X/@canalgnt)
Tati reforça como tema tem que ser conversado
Apesar da dor, a apresentadora ressaltou a importância de conversar com outras mulheres que passaram pela mesma experiência, como a cantora Lexa. Ainda assim, ela reforçou que o suporte do marido foi essencial: “Já vivemos muita coisa e sempre de mãos dadas”.
Por fim, Tati deixou o público emocionado ao afirmar que, apesar de toda a dor e da experiência difícil que enfrentou, não mudaria nada do que viveu. Para ela, o percurso, mesmo com o desfecho doloroso, foi marcado pelo amor, e isso é o que torna a jornada significativa.
