James Ransone, de “The Wire” e “It: A Coisa”, morre aos 46 anos

O ator americano James Ransone morreu aos 46 anos, na última sexta-feira (19). A confirmação ocorreu neste domingo (21) e mobilizou fãs, colegas e críticos. Segundo autoridades, o artista foi encontrado sem vida em casa. Sobretudo, a família pediu respeito à privacidade, enquanto peritos divulgaram informações preliminares sobre o caso.

Da TV cult ao terror: uma carreira de personagens intensos

Ransone ganhou projeção ao viver Ziggy Sobotka na segunda temporada de “The Wire”, da HBO. Assim, com um personagem frágil e impulsivo, tornou-se um dos arcos mais lembrados da série. A atuação, portanto, consolidou o ator em narrativas intensas e personagens marginalizados. 

Depois disso, ele manteve presença constante em produções autorais e projetos independentes. Já na televisão, destacou-se também em séries como “Generation Kill”, “Treme”, “Bosch” e “Law & Order”. Além disso, transitou entre drama, crime e suspense com facilidade e consistência.


Ransone na estreia mundial de “It: Capítulo Dois” (Foto: reprodução/Eric Charbonneau/Getty Images Embed)


No cinema, Ransone construiu carreira sólida, especialmente no terror contemporâneo. Ele atuou em “A Entidade”, “A Entidade 2”, “O Telefone Preto” e “It: Capítulo Dois”. Em “It”, interpretou a versão adulta de Eddie Kaspbrak, ao lado de um elenco estrelado. Já em “O Telefone Preto”, chamou atenção pela intensidade emocional. O ator também trabalhou com diretores renomados, como Spike Lee, em “O Plano Perfeito”. Além disso, participou de produções exibidas em grandes festivais internacionais.

Legado artístico e investigação da causa da morte

Nesse sentido, ao longo da carreira o ator foi elogiado pela entrega emocional e pela complexidade de seus personagens. Ele costumava interpretar figuras instáveis, humanas e moralmente ambíguas. Apesar do reconhecimento crítico, manteve perfil discreto e distante dos holofotes. Ainda assim, tornou-se referência para fãs de séries e do cinema de gênero.


James Ransone no Build Studio (Foto: reprodução/Roy Rochlin/Getty Images Embed)


De acordo com o médico legista de Los Angeles, Ransone morreu por asfixia. A polícia não encontrou indícios de crime no local, segundo o site TMZ. Logo, a suspeita é de suicídio. Autoridades informaram que seguem protocolos padrão nesses casos. Ransone era casado e deixa dois filhos. Sua morte encerra uma trajetória marcada por escolhas artísticas ousadas e atuações memoráveis.

Wagner Moura é premiado por atuação em “O Agente Secreto”

O cinema brasileiro voltou a ganhar destaque internacional com mais uma conquista de Wagner Moura, de 49 anos. O ator foi eleito Melhor Ator em uma importante premiação realizada em Boston, nos Estados Unidos, por sua atuação no filme “O Agente Secreto”. O reconhecimento reforça a força da produção nacional no circuito internacional e consolida, mais uma vez, a versatilidade e o talento de um dos nomes mais respeitados da dramaturgia brasileira.

Em “O Agente Secreto”, Wagner Moura entrega uma performance intensa e contida, dando vida a um personagem marcado por conflitos internos, dilemas morais e uma narrativa permeada por tensão e mistério. A atuação foi amplamente elogiada pela crítica especializada, que destacou a profundidade emocional e a capacidade do ator de conduzir a história com sutileza e impacto. A premiação em Boston soma-se a uma série de reconhecimentos que o artista vem acumulando ao longo de sua carreira no cinema, na televisão e no streaming.

“O Agente Secreto” nos cinemas brasileiros

Além do sucesso internacional, “O Agente Secreto” segue em cartaz nos cinemas brasileiros, permitindo que o público nacional acompanhe de perto o trabalho que rendeu o prêmio ao ator. O longa tem atraído a atenção por sua trama envolvente e pela abordagem madura de temas ligados à espionagem, identidade e poder, oferecendo uma experiência cinematográfica que foge dos clichês do gênero.


Trailer de “O Agente Secreto”. (Vídeo: reprodução/YouTube/@Vitrine Filmes)


Com reconhecimento fora do país e boa recepção nas salas de cinema, “O Agente Secreto” se consolida como uma das produções brasileiras de maior destaque do momento.

Wagner Moura e sua carreira

Wagner Maniçoba de Moura é ator, diretor, roteirista, produtor e músico brasileiro, nascido em 27 de junho de 1976, em Salvador, na Bahia. Reconhecido por sua versatilidade artística, construiu uma carreira sólida no cinema, na televisão e no teatro, com atuações marcantes em produções nacionais e internacionais. Ao longo dos anos, tornou-se um dos atores brasileiros mais conhecidos fora do país, destacando-se pela intensidade de suas performances. Desde 2001, é casado com Sandra Delgado.

O artista, que já construiu uma trajetória sólida tanto no Brasil quanto no exterior, reafirma com esse prêmio seu prestígio no cenário audiovisual. A conquista também representa um momento significativo para o cinema nacional, evidenciando a capacidade das produções brasileiras de dialogar com o público e a crítica internacional.

Marco Pigossi fala sobre amor oculto e sexualidade durante participação em podcast

Durante anos, Marco Pigossi viveu entre o brilho dos holofotes e a dor do silêncio. Em uma revelação recente no podcast “Desculpa Alguma Coisa”, o ator contou que manteve um relacionamento amoroso em segredo por medo de assumir publicamente sua sexualidade. Hoje, casado e vivendo uma nova fase da vida fora do Brasil, ele transforma sua história pessoal em um relato potente sobre repressão, medo, acolhimento e liberdade.

Um amor que precisou se esconder

Pigossi revelou que vivenciou um relacionamento duradouro de maneira completamente discreta, mantendo-o longe de olhares, registros e da própria liberdade de amar. Segundo ele, o motivo era o medo não só da reação do público, mas também das implicações que assumir sua sexualidade poderia acarretar em sua carreira artística em um mercado ainda caracterizado por padrões rígidos.

O ator classificou esse período como um tempo de “sobrevivência”, em que esconder quem ele era parecia a única opção possível. Mesmo envolvido emocionalmente, o relacionamento era atravessado pela insegurança constante de ser descoberto, de virar manchete, de sofrer rejeição profissional e social.

Com o fim da relação, Pigossi revelou que sentiu a necessidade de pedir desculpas ao ex-companheiro por tê-lo submetido a uma dinâmica de invisibilidade. Para ele, hoje, é claro que o silêncio imposto não afetava apenas a si mesmo, mas também a pessoa que estava ao seu lado, obrigada a viver um amor incompleto, sem direito à existência pública.

Segundo o ator, viver um amor oculto não era apenas uma escolha individual, mas uma consequência direta de um sistema que impõe vergonha, silenciamento e insegurança a pessoas LGBTQIA+. O pedido de desculpas, mais do que um acerto pessoal, foi também um gesto simbólico de reconhecimento da dor provocada por esse apagamento.

O medo de ser visto e o peso da fama

Antes de se assumir, o ator já vivia sob os holofotes da televisão brasileira, frequentemente escalado para papéis de galã. A imagem pública construída ao longo dos anos aumentava ainda mais o medo de romper com expectativas. Ele já contou que sentia pânico com a simples possibilidade de ser visto em público ao lado de outro homem.

Situações simples, como ir ao cinema ou jantar fora, se tornavam episódios de tensão. Muitas vezes, amigos acompanhavam os encontros para disfarçar. O que para muitos casais é trivial, para ele exigia estratégia, silêncio e constante estado de alerta.

Mesmo interpretando personagens LGBTQIA+ na televisão, fora das câmeras o ator ainda vivia uma vida atravessada pelo receio. A contradição entre o que representava e o que podia viver na própria pele revelava o quanto o medo ainda comandava suas escolhas.

A virada: assumir, sair do Brasil e recomeçar

A grande mudança veio quando Marco Pigossi decidiu se assumir publicamente. O processo não foi instantâneo, mas representou um divisor de águas em sua vida pessoal e profissional. Pouco tempo depois, ele se mudou para os Estados Unidos, onde passou a construir uma nova etapa da carreira, agora no cinema internacional.

Foi nesse período que conheceu o cineasta italiano Marco Calvani. O relacionamento entre os dois se fortaleceu longe da pressão da mídia brasileira e, em 2024, eles oficializaram a união. Hoje, Pigossi vive abertamente seu amor, algo que por muitos anos parecia impossível.

O cinema como espelho da própria história

A vida pessoal e a carreira artística passaram a se cruzar de forma ainda mais intensa quando Pigossi estrelou o filme Maré Alta, dirigido pelo próprio marido. Na trama, ele interpreta um jovem brasileiro que se muda para os Estados Unidos em busca de liberdade para viver sua sexualidade.

O papel tem fortes paralelos com sua própria trajetória. Mais do que um personagem, o filme representa um espelho emocional de sua história: o deslocamento, a fuga do medo, a reconstrução da identidade e a descoberta de que é possível viver sem se esconder.



Representatividade, cura e novos caminhos

Ao compartilhar sua história, Marco Pigossi entende que ultrapassa o campo individual. Seu relato ecoa a realidade de muitas pessoas que ainda vivem relações escondidas por medo de rejeição, violência ou exclusão.

Hoje, ele fala abertamente sobre a importância da representatividade, do acolhimento e da construção de espaços onde ninguém precise escolher entre amar e sobreviver. O ator reforça que assumir a própria verdade não apaga as dores do passado, mas transforma essas feridas em caminhos de cura.

Mais do que um desabafo, sua fala se torna um ato político, afetivo e social. Ao dar nome ao que viveu, Pigossi ajuda a iluminar histórias que ainda permanecem no escuro e mostra que, apesar do medo, é possível reescrever a própria trajetória.

Rodrigo Santoro é homenagiado na CCXP25

Rodrigo Santoro abriu a CCXP São Paulo 2025 com brilho próprio. Aos 50 anos, o ator foi celebrado no Palco Thunder nesta quinta-feira (4), onde recebeu uma homenagem que revisitou sua trajetória impecável no cinema brasileiro e internacional.

 Ícone de produções como 300, Love Actually e Westworld, Santoro foi recebido por uma plateia calorosa, que aplaudiu cada lembrança e curiosidade compartilhada por ele no palco.

Com seu jeito sereno e bem-humorado, Rodrigo Santoro compartilhou a experiência de atuar em diferentes idiomas e comentou o orgulho de levar o nome do Brasil a produções internacionais. O ator também falou sobre seu atual personagem, revelando os desafios e aprendizados que o papel proporcionou.

“É um dos personagens mais desafiadores da minha carreira. Crisóstomo vem do livro de Valter Hugo Mãe, um escritor português incrível. Ele representa tudo de bom, e o maior desafio foi dar humanidade a esse personagem”, contou ele à Quem.

Rodrigo em O Filho de Mil Homens

O ator vive ainda um momento especial com O Filho de Mil Homens, lançado em 30 de outubro. No longa, ele interpreta Crisóstomo, um pescador marcado pela solidão e por um desejo profundo: tornar-se pai. 

Para Santoro, a força da história está exatamente nessa mensagem de afeto, acolhimento e nos vínculos que podem nascer do coração, e não apenas do sangue.


Rodrigo Santoro O Filho de Mil Homens (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)


Baseado na obra de Valter Hugo Mãe, Crisóstomo representa uma bondade quase mítica, o que tornou o processo de humanizá-lo ainda mais complexo. 

Segundo Rodrigo, o filme tem potencial de tocar o público de maneira profunda, especialmente em tempos em que ouvir e olhar o outro se tornou cada vez mais raro.

Santoro e família

Rodrigo Santoro é casado com a atriz e jornalista Mel Fronckowiak, com quem tem duas filhas, Nina e Cora. A família, conhecida pela discrição, aparece apenas em momentos especiais, mas sempre evidencia harmonia, afeto e muita parceria. Tanto Rodrigo quanto Mel priorizam uma rotina longe dos holofotes, valorizando gestos simples, presença real e uma dinâmica tranquila, essencial para manter o equilíbrio em meio às agendas intensas.


 

Rodrigo Santoro e sua esposa, Mel Fronckowiaak (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)


A chegada das filhas também acrescentou uma nova camada à jornada do ator. Santoro costuma dizer que a paternidade transformou sua percepção sobre tempo, prioridades e cuidado. Mesmo com compromissos no cinema nacional e internacional, ele faz questão de conciliar sua rotina para estar perto da família, reforçando que são esses laços que o mantêm centrado, independente do sucesso e do reconhecimento que conquista ao redor do mundo.

 

Fiuk acusa equipe de roubar seu filme e história

O ator Fiuk, filho do cantor Fábio Jr relatou em suas redes sociais que foi retirado do próprio filme chamado “Descontrole” , um projeto que ele afirma ter idealizado e construído desde o início. O artista explicou que o longa nasceu de um sonho antigo ligado ao universo das corridas de drift, algo que ele vive há anos e que sempre quis levar para o cinema. Ele disse acreditar que havia formado uma equipe comprometida com essa visão, mas se surpreendeu ao perceber que o projeto tomou um rumo totalmente diferente do que foi combinado.

O cantor também relatou que não recebeu contratos, documentos e nem acesso ao material gravado, mesmo sendo o criador da ideia. Para ele, o mais grave é que seu nome estaria sendo usado em negociações comerciais sem qualquer autorização. O desabafo gerou grande repercussão e levantou discussões sobre direitos autorais, ética profissional e os bastidores de produções audiovisuais.

O sonho que virou conflito

Segundo Fiuk, tudo começou como um projeto pessoal. Ele contou que convidou pessoas de sua confiança porque queria transformar o filme em algo verdadeiro, que refletisse sua história e sua relação com o drift. No entanto, com o passar do tempo, ele diz ter sido afastado das decisões mais importantes. O ator afirma que mudanças foram feitas no roteiro, no caminho criativo e até no nome do filme, sem que ele fosse consultado.

“Chamei pessoas para viverem um sonho comigo: o meu filme de drift, uma história minha, algo que nasceu do meu coração. Mas infelizmente as pessoas que convidei para o projeto decidiram seguir com o projeto sem mim, mudar rumos, mudar até o nome do filme e ignorar tudo o que foi combinado e que foi feito. Usando ainda meu nome sem meu consentimento e minha história em negociações. Eu não recebi contratos, documentos, nem as imagens que gravamos juntos. Hoje, eu não tenho acesso a nada do material que eu mesmo criei”, disse o ator.

Depois desse relato, Fiuk explicou que toda a situação o deixou muito decepcionado, porque acreditava estar construindo o projeto ao lado de pessoas comprometidas com a mesma visão. Ele disse que dedicou tempo, energia e emoção ao filme e nunca imaginou que ficaria de fora das decisões mais importantes. Para o artista, o mais difícil é ver que tudo o que foi combinado no início foi ignorado, como se sua presença não tivesse valor. Ele afirmou que esperava mais respeito e transparência, já que o projeto nasceu de sua própria história e de um sonho que ele sempre pretendeu dividir com o público.


O ator Fiuk faz desabafo em suas redes (Foto: reprodução/Instagram/@fiuk)


Recomeçar para fazer do jeito certo

Mesmo com toda a frustração, Fiuk afirmou que não quer se colocar como vítima. Ele disse que segue firme em seus princípios e que pretende buscar justiça para evitar que sua história seja usada de forma indevida. O artista contou que está preparado para recomeçar o projeto do zero, com uma nova equipe, se for necessário. Para ele, o mais importante é entregar ao público um filme que represente sua visão original e sua relação verdadeira com o drift.

“Se tentaram tanto tirar o meu sonho de mim, é porque ele deve ser grande demais. E eu vou recomeçar quantas vezes for preciso. Não tem como apagar ou mudar algo que já foi escrito. Com consciência, com amor e com justiça. O filme é meu. A história é minha. E o mais curioso é que não é pra mim! É pra você que eu to fazendo! E eu vou entregar isso ao mundo do jeito certo, no tempo certo e com as pessoas certas. Sou extremamente grato pelo apoio de vocês nesse momento. Nosso filme de drift vai sair… e quando sair vai ser especial! Talvez eu perca essas imagens, mas a gente vai regravar e vai ficar ainda melhor”, disse o ator.

Fiuk agradeceu o apoio dos fãs e afirmou que é por causa deles que não pensa em desistir. Ele acredita que o sonho ainda pode se tornar realidade, desde que seja conduzido com respeito, clareza e com pessoas alinhadas ao propósito do projeto.

Eric Dane, o “McSteamy” de Grey’s Anatomy, enfrenta doença neurológica e aparece em cadeira de rodas

Eric Dane conhecido por seus papéis em “Grey’s Anatomy” e “Euphoria”, foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). O ator que agora está com 52 anos, foi visto acompanhado por sua família enquanto saía de um jantar em West Hollywood, na Califórnia, Estados Unidos. 

Em junho, ao participar do programa “Good Morning America”, Dane revelou que havia havia perdido o movimento do braço direito por causa da doença. “Notei uma fraqueza nas mãos, principalmente na direita, e achei que fosse por digitar em excesso. Alguns meses depois, a situação começou a piorar”, relatou.

No mês passado, o ator falou sobre a sua vontade de viver e acompanhar a vida de suas filhas. Mesmo com a fala já comprometida pelos sintomas da ELA, ele fez questão de dizer: “Tenho duas filhas. Quero vê-las se formarem na faculdade, acompanhá-las no casamento e, quem sabe, conhecer meus netos”.

Como a ELA age

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica progressiva que afeta os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários do corpo. Com o tempo, ocorre uma degeneração de neurônios que leva à fraqueza muscular, perda de coordenação e dificuldades na fala, deglutição e respiração.

A causa exata da doença ainda é desconhecida. Acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel no desenvolvimento da doença. Na maioria dos casos, a ELA não afeta a capacidade intelectual do indivíduo, mas seu impacto físico é profundo, exigindo adaptações constantes na rotina do portador.


Eric Dane em West Hollywood, na Califórnia, Estados Unidos (Foto: reprodução/ The Grosby Group)


Conseguir um diagnóstico precoce é essencial para prevenir sintomas e melhorar a qualidade de vida. Atualmente, não há cura conhecida, mas tratamentos medicamentosos e terapias de suporte podem retardar a progressão dos sintomas e aliviar desconfortos. 

Além disso, a fisioterapia, fonoaudiologia e suporte psicológico, são fundamentais para proporcionar autonomia e bem-estar ao paciente. O apoio familiar também é crucial para enfrentar os desafios diários da doença.

Sobre Eric Dane

Eric Dane é um ator norte-americano que começou sua carreira na televisão nos anos 1990, participando de séries como “Saved by the Bell: The New Class e Pacific Blue”. É natural de São Francisco, Califórnia, e construiu sua carreira transitando entre televisão e cinema.


Eric Dane no programa Brilliant Minds da NBC (Foto: reprodução/Instagram/@realericdane)


Alcançou grande reconhecimento ao interpretar o cirurgião Mark Sloan na série “Grey’s Anatomy”, papel que o tornou conhecido internacionalmente. Além disso, participou de filmes como Marley & Eu e Valentine’s Day. Fora das telas, ele é conhecido por seu envolvimento em causas sociais e por manter a vida pessoal relativamente reservada, apesar da fama.

 

 

Jason Momoa conquista olhares com estilo descontraído em Veneza

Jason Momoa voltou a ser o centro das atenções ao marcar presença na 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza. O ator compareceu na quarta-feira (03) ao prestigiado prêmio Cartier Glory To The Filmmaker Award 2025 e também ao tapete vermelho do longa Nas Mãos de Dante, dirigido por Julian Schnabel. O filme, que tem roteiro assinado pelo próprio Schnabel em parceria com Louise Kugelberg, é inspirado no romance lançado em 2002 por Nick Tosches.

A presença de Momoa não passou despercebida, principalmente por conta da forma descontraída e carismática com que ele interagiu com os fotógrafos e convidados. Seu bom humor, somado à escolha de um figurino nada convencional para os padrões de tapete vermelho, fez com que o astro se tornasse um dos destaques da noite em Veneza.

Ator aposta em visual ousado

Ao contrário do tradicional traje de gala, Jason Momoa surpreendeu ao surgir com um conjunto rosa-claro de linho, composto por blazer e calça, combinado a uma camisa branca usada aberta no colo. Para completar, dispensou sapatos formais e preferiu sandálias da mesma cor do terno, acrescentando ainda óculos escuros que reforçaram o ar despojado da produção. O resultado foi um equilíbrio entre sofisticação e irreverência.


Jason Momoa (Foto: reprodução/Theo Wargo/Getty Images Embed)


As lentes dos fotógrafos não perderam nenhum detalhe, registrando o momento em que o ator caminhava pelo tapete com um largo sorriso. A naturalidade com que se divertia diante das câmeras demonstrou confiança e simpatia, características que consolidam seu carisma dentro e fora das telas.

Simpatia reforça destaque no festival

Além da ousadia fashion, o comportamento do ator contribuiu para o impacto de sua passagem pelo festival. Sempre solícito, Momoa cumprimentou fãs e acenou para o público, reforçando sua imagem de acessibilidade em meio a uma atmosfera de glamour e formalidade.


Jason Momoa (Foto: reprodução/Daniele Venturelli/Getty Images Embed)


A escolha do look e a postura descontraída demonstram que o artista busca imprimir sua essência em cada aparição. Em um evento marcado por produções renomadas e pela presença de grandes nomes do cinema, Jason Momoa conseguiu, mais uma vez, se destacar não apenas como ator, mas também como ícone de estilo.


Gabriel Leone se destaca no Prêmio Grande Otelo com look da Louis Vuitton

Na cerimônia do Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro 2025, realizada na noite desta quarta-feira (30) no Rio de Janeiro, Gabriel Leone foi um dos nomes que mais chamaram atenção, tanto pelas indicações quanto pelo estilo. O ator, reconhecido por seu trabalho nas séries Dom e Senna, foi indicado na categoria Melhor Ator de Série e chegou ao evento vestindo um look completo da Louis Vuitton, pertencente à coleção masculina outono/inverno 2025.

A produção, assinada por Pharrell Williams em colaboração com o estilista japonês Nigo, traduz elegância com um toque de originalidade. Leone surgiu com um blazer preto trespassado em lã e mohair, inspirado no corte quimono, e um detalhe marcante: um botão rosa em forma de flor de sakura em origami, que conferiu um toque poético e contemporâneo ao visual.


Ator Gabriel Leone (Foto: reprodução/Instagram/@gqbrasil)


Estilo refinado e referências culturais

A composição escolhida por Gabriel Leone vai além do visual clássico. Ao apostar em uma calça flare, camisa de popeline branca, gravata de seda e loafers de couro modelo Kensington, o ator equilibrou elementos tradicionais com a estética inovadora proposta pela maison francesa. As peças fazem parte da coleção que tem ganhado destaque por unir streetwear, alfaiataria e referências culturais nipônicas, marca registrada da colaboração entre Pharrell e Nigo.

A escolha de Leone demonstra não apenas sintonia com a moda internacional, mas também personalidade na forma de se apresentar em eventos importantes do setor audiovisual. O figurino sofisticado, com detalhes inusitados, reforça sua imagem como um artista que transita com segurança entre diferentes estilos e linguagens.


Ator Gabriel Leone (Foto: reprodução/Instagram/@thico)


Talento reconhecido e imagem em ascensão


As indicações ao Prêmio Grande Otelo refletem o excelente momento da carreira de Gabriel Leone. Aclamado por suas performances intensas e versáteis, o ator tem se firmado como um dos principais talentos de sua geração. Com uma trajetória que abrange desde papéis em novelas e séries até participações em projetos de prestígio internacional, Leone vem conquistando espaço de forma sólida e consistente.

Sua atuação em Dom, série policial da Amazon Prime Video baseada em fatos reais, foi elogiada por sua entrega dramática e profundidade emocional. Já em Senna, produção biográfica sobre o ídolo da Fórmula 1, o ator se debruça sobre um dos personagens mais emblemáticos da história brasileira, demonstrando preparo técnico e sensibilidade artística.

Malvino Salvador e Kyra Gracie ensinam técnicas de autodefesa para mulheres em situações de risco no elevador

Kyra Gracie (40) e Malvino Salvador (49) gravaram um vídeo ensinando como uma mulher pode se defender de uma agressão em elevadores. A iniciativa surgiu após o caso de Igor Cabral, ex-jogador de basquete, que foi preso por agredir a namorada com cerca de 60 socos dentro de um elevador, momento registrado por uma câmera de segurança e o caso chocou o Brasil.

O Vídeo

Na atuação, Malvino simula um soco na parceira e ela cai no chão. A esposa que é faixa preta em jiu-jitsu, explicou que, ele bateu no rosto dela e quando ela cai a defesa que tem é as pernas.

Minha perna vai chutar tanto o joelho quanto o rosto e esperar a oportunidade para eu sair daquela situação. Mirando sempre no joelho para ele não consiga me seguir. Assim que eu me sentir segura, eu levanto e fujo”.

Kyra mostrou também como a mulher pode se defender em uma situação onde um homem tenta socá-la, ela explicou que, ao ser atacada, a estratégia é encurtar a distância, chutar e ir para as costas do agressor, protegendo a cabeça para não levar golpe e assim aproveitar a oportunidade para fugir.


Vídeo do casal ensinando as técnicas de autodefesa (Vídeo: reprodução|Instagram|@kyragracie)


O Motivo do Vídeo

A lutadora explicou que o motivo de ter gravado o vídeo ensinando as técnicas de autodefesa, foi por conta do caso Igor, que foi definido por ela como um “absurdo”. Malvino complementou dizendo:

Uma brutalidade! Um cara que provavelmente sabia técnicas de luta. Um cara muito forte e uma menina completamente indefesa. Defesa pessoal é antecipação”.

Na publicação muitas famosas agradeceram a iniciativa do casal de trazer a público dicas tão importantes. A atriz Babi Xavier agradeceu e exaltou as mulheres e as artes marciais. A também atriz Paloma Bernardi agradeceu, mencionando que assistiu o vídeo do caso Igor e ficou desesperada com a situação. A influenciadora Vanessa Lopes complementou dizendo que apenas um vídeo do casal conseguiu acalmar seu coração e agradeceu pela lição e os ensinamentos.

Em clima de romance: Cauã Reymond e a modelo Luana Mandarino são vistos, aos beijos, em praia e já estão juntos há um ano

Cauã Reymond e a modelo Luana Mandarino foram vistos em clima de romance no último sábado,26, na Praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Apesar de parecer novidade, o romance não é recente já que os dois estão juntos há cerca de um ano.

O casal vinha se encontrando, discretamente, desde meados do ano passado. Luana, inclusive, costumava publicar fotos na casa do ator, que mora no Itanhangá. Eles também gostam de fazer passeios ao ar livre, frequentando a trilha e a cachoeira que fica na subida da Pedra da Gávea e fazendo viagens juntos.

Essa é a primeira vez que o galã, de 45 anos, é fotografado em público com alguém desde o fim de seu casamento com Mariana Goldfarb, em 2023.

Quem é Luana Mandarino?

Luana Mandarino é uma modelo carioca que ganhou notoriedade ao participar da primeira temporada do reality show Rio Shore, exibido pela MTV e Paramount+ em 2021. No programa, ela se destacou por sua personalidade extrovertida, protagonizando momentos marcantes e polêmicos que atraíram atenção do público e da mídia. Desde então, vem construindo sua presença nas redes sociais, onde compartilha conteúdos sobre moda, beleza, viagens e estilo de vida.


Modelo Luana Mandarino posa em restaurante (Foto: reprodução/pinterest/@luassis1)

Fora da televisão, Luana investiu na carreira como modelo, participando de campanhas publicitárias e editoriais de moda. Seu estilo marcante e postura confiante lhe renderam uma base fiel de seguidores, especialmente entre o público jovem. Reservada quanto à vida pessoal, ela costumava usar as redes para destacar seu trabalho e rotina profissional, porém desativou, temporariamente, seu perfil no Instagram no início de 2025, quando os rumores sobre um possível envolvimento com Cauã Reymond começaram a se intensificar.

Cauã Reymond – Trajetória e fama

Cauã Reymond Marques, nascido em 20 de maio de 1980, no Rio de Janeiro, iniciou sua trajetória como modelo internacional ainda na adolescência. Com passagens por Milão, Paris e Nova York, chegou a desfilar para nomes como Jean Paul Gaultier e fotografar ao lado de Gisele Bündchen sob as lentes de Bruce Weber e Mario Testino. Em seguida, mergulhou na atuação ao estudar no Actor’s Studio com Susan Batson — famosa por treinar atores como Nicole Kidman e Tom Cruise — o que gerou sua estreia na televisão em 2002, como Maumau em Malhação. Desde então, construiu uma carreira sólida na Rede Globo, com papéis emblemáticos em novelas como A Favorita, Passione, Cordel Encantado e o fenômeno Avenida Brasil, que o consagrou nacional e internacionalmente.


Ator e modelo Cauã Reymond em ensaio fotográfico (Foto: reprodução/instagram/@cauareymond)


Além de ator, Cauã expandiu sua atuação como produtor e empreendedor. Cofundador da Sereno Filmes, co-produziu sucessos no cinema como Se Nada Mais Der Certo, Tim Maia, Alemão e A Viagem de Pedro, no qual interpretou D. Pedro I, e que foi pré-selecionado como representante do Brasil ao Oscar de melhor filme internacional. Paralelamente, investiu em parcerias de lifestyle e negócios, atuando como sócio em projetos como a startup Acelera Aí e o empreendimento imobiliário sustentável Biosphere, além de ser trend hunter e membro do conselho da grife Aramis. Ele também é faixa‑preta de jiu‑jitsu bicampeão brasileiro, surfista e praticante de ioga, mantendo uma imagem pública marcada por disciplina, versatilidade e multidimensionalidade artística.