Consumo de energia em 2023 registrou maior nível em anos devido à onda de calor

Nesta quinta-feira (1), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) divulgou que o consumo de energia chegou ao maior nível em anos, aumentando em 3,7% no ano de 2023, em comparação com 2022. O consumo médio no país chegou a um valor de 69.363 megawatts, pelo qual a onda de calor foi em grande parte tida como responsável.

Ondas de Calor

As ondas de calor que atravessaram o país no segundo semestre e o bom desempenho de alguns setores da economia foram os principais fatores para o aumento,” a CCEE comunicou em nota.

Entre os vários eletrodomésticos que tiveram seu uso intensificado por causa do fenômeno meteorológico, a Câmara destacou os ventiladores e ar-condicionado, produtos que tiveram extrema demanda em decorrência das temperaturas recorde nos últimos meses de 2023, e o crescimento do mercado “livre” de energia elétrica.


Gráfico mostrando o consumo de energia de 2019 a 2023 (Foto: reprodução/CCEE/g1)


O ano de 2023 foi considerado por cientistas como o mais quente já registrado devido ao El Niño (aquecimento abnormal das águas do oceano Pacífico) em combinação com o efeito estufa agravado.

Na maior parte do Brasil, a sensação térmica elevada foi sentida na pele. Antecipadamente, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já havia advertido que a demanda de energia iria aumentar significativamente – e de fato, o mês de novembro registrou sucessivos picos de demanda que quebraram recordes históricos, atingindo até o valor de 101 GW (gigawatts) em alguns momentos.

Caso o aquecimento global não seja freado, é previsível que futuras ondas de calor acabem gerando ainda mais demanda por energia, e pondo maior pressão no sistema de abastecimento. Uma das soluções nacionais que se apresentaram nesta passagem da primavera ao verão apareceu na forma de redes alternativas, o crescente mercado livre da energia elétrica, que correspondeu por parte do aumento elevado no consumo de eletricidade.

Migração de mercados

Em contraste com o dito mercado “cativo”, do consumo residencial e de menores empresas que só conseguem comprar a energia da abastecedora local, o mercado “livre” da energia elétrica abasteceu mais do que nunca grandes empresas, com preços de eletricidade mais negociáveis, e fornecimento direto. Além das condições meteorológicas, a migração do mercado cativo para o livre no setor foi uma marca profunda para o setor no ano de 2023.

No total, a CCEE contabilizou que enquanto o mercado cativo aumentou em 2,5%, o mercado livre aumentou em 5,9%. É uma disparidade decorrente dos seguintes fatores:

  • Setores produtivos relevantes (metalurgia, serviços, comércio) tiveram maior atividade, e optaram pelo abastecimento em redes alternativas;
  • Equipamentos de refrigeração ficaram em alta demanda por causa da onda de calor, e setores como os de comércio e serviço optaram por essa eletricidade;
  • Em geral, novas empresas tendem a aderir mais ao mercado livre do que o cativo.

Com isso, ainda vale destacar que o crescimento em porcentagens são relativos a cada setor: no geral, o mercado cativo ainda é o maior abastecedor de energia elétrica no país, e deve permanecer como tal. O mercado livre ainda tem crescimento significativo previsto para 2024, mas na ausência de uma onda de calor, é muito provável que o consumo de energia não chegue ao mesmo nível.

Brasil perde por 3×1 para a Venezuela no torneio Pré-olímpico

A seleção brasileira perdeu a invencibilidade no Torneio Pré-olímpicona derrota para a Venezuela por 3×1, nesta quinta-feira (01), no Estádio Nacional Brígido Iriarte. Apenas cumprindo tabela, Ramon Menezes mandou a campo uma equipe alternativa. John Kennedy e Andrey Santos foram poupados e não chegaram a entrar, enquanto Endrick e Alexsander entraram ao longo do jogo.

A partida foi de amplo domínio da seleção venezuelana, as boas jogadas de Telasco Segovia e Jovanny Bolívar lideraram os donos da casa para uma vitória memorável contra uma das melhores gerações mais promissoras da seleção brasileira. O primeiro tempo terminou com 2×0 no placar para Venezuela, Segovia dominou as ações ofensivas da equipe e marcou nos dois primeiros tempos, sendo o primeiro em uma bola roubada por Segovia, tabelou rápido com Martínez, que devolveu de letra, para o gol do camisa 8. O segundo surgiu em lançamento de Renné Rivas para Segovia, que dominou a bola, tirou Rickelme do lance, e acertou um belo chute rasteiro no canto direito do goleiro Matheus Donelli.


Segundo gol de Segovia pela Venezuela contra o Brasil (Vídeo: reprodução/Instagram/@sportv)


Segundo Tempo

No intervalo, Ramon Menezes substituiu Maurício e Marquinhos por Endrck e Marlon Gomes. A equipe melhorou, mas não o suficiente, já que aos 10 minutos os venezuelanos marcaram o terceiro. Lacava recebeu bom passe pelo lado esquerdo, levou até o fundo e cruzou para Bolívar, contudo Rickelme antecipou o cruzamento, tentou cortar e acabou marcando contra o próprio gol. As entradas de Alexsander e Khellven deram um gás novo a equipe, que com três gols atrás no placar começou a pressionar. A criação ofensiva brasileira carece de jogadas trabalhadas, visto que as melhores participações ofensivas surgiram de lances individuais. O gol brasileiro, por exemplo, foi marcado após Gabriel Pec costurar a defesa adversária pelo lado direito, e Alexsander roubar a bola do atacante, dar um lindo giro e diminuir para o Brasil.


Post do placar da partida feito pela CBF, com Alexsande como destaque (Foto: reprodução/Instagram/GE)

Fase final

Já classificado para a próxima fase da competição, a seleção jogará o quadrangular final do torneio, em que todas as equipes classificadas se enfrentaram e apenas as duas melhores irão para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Entre as equipes qualificadas para a fase final estão, o Brasil, líder do grupo A, Venezuela, Argentina e Paraguai. O grupo B ainda tem partidas para disputar, contudo Argentina e Paraguai não podem mais ser alcançados pelo Uruguai, as duas equipes ainda brigam para saber quem será o primeiro do grupo. As datas da próxima fase já foram divulgadas, mas os horários ainda serão definidos.

Veja as datas:

  • 05/02 – Brasil x (Paraguai ou Argentina)
  • 08/02 – Venezuela x Brasil
  • 11/02 – Brasil x (Paraguai ou Argentina)

Câncer poderá causar 98,6% mais mortes no Brasil em 2050, segundo projeção

Nesta quinta-feira (1), a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc) divulgou projeções relacionadas ao câncer que mostram que o Brasil deve registrar aproximadamente 554 mil óbitos por causa da doença em 2050, o que significa um aumento de cerca de 98,6% sobre as mortes de 2022, que foram 279 mil.

Além deste dado, outras estimativas relevantes da Iarc, que faz parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), são as seguintes: Brasil deve registrar 1,15 milhões de casos anuais em 2050, em um aumento de 83,5% sobre 2022 (627 mil casos); O mundo vai registrar 35 milhões de casos anuais em 2050, em um aumento de 77% em relação a 2022 (20 mihões); Atualmente, o câncer mais comum no mundo é o de pulmão (12,4% dos casos totais), seguido pelos cânceres de mama (11,6%), colorretal (9,6%), e próstata (7,3%).

Todas as estimativas decorrem de estatísticas históricas, que vão até o ano de 2022, e abrangem um total de 115 países. Uma parte da pesquisa realizada pela agência busca advertir o mundo sobre o crescimento da incidência do câncer com o passar dos anos, e outra parte se destina ao exame da viabilidade de financiar serviços oncológicos para ajudar na luta global contra a doença fatal.


Dados mostram que só quatro tipos de tumores compõem metade dos casos nos Estados Unidos. (Foto: reprodução/seer.cancer.gov)


Tumores comuns e fatais são agravamentos

Desconsiderando o aumento populacional e o envelhecimento demográfico, os maiores agravantes que podem ser atribuídos ao crescente número absoluto de casos de câncer, de acordo com a agência, são a maior exposição das pessoas a certos fatores de risco. Entre eles, estão como principais o tabaco, o álcool, a obesidade, e a poluição do ar, que tendem a agravar os tumores mais comuns.

De acordo com dados do Observatório Global do Câncer, analisando 185 países e 36 tipos diferentes de câncer, os tumores mais comuns geralmente também são os mais responsáveis pelos óbitos. Por exemplo, o câncer pulmonar – cujo crescimento foi determinado pela Iarc como resultante do consumo elevado de tabaco na Ásia – além de ser novamente o tipo de tumor mais comum, também é o que mais causa mortes.

Isso não significa que é o mais fatal em um caso individual. É somente uma consequência estatística que os quatro tipos de tumores mencionados (pulmão, mama, colorretal, próstata), por serem tão comuns que representaram metade de todos os casos de câncer nos Estados Unidos em 2023, segundo os dados do SEER, acabam também representando a maior parte das mortes.

Para exemplificar, a caridade Cancer Research UK avalia que só 5% dos pacientes com câncer pancreático no Reino Unido sobrevivem mais de dez anos, enquanto que o mesmo dado é de 78% para o câncer de próstata – e ainda assim, este segundo tumor possui 2.500 mais mortes, porque ele ocorre com frequência muito mais elevada.

Impacto desigual

Logo, verifica-se que o aumento do número de casos de câncer inevitavelmente vai resultar em um aumento no número de óbitos, a não ser que a pesquisa científica e tratamentos oncológicos se tornem melhor financiados. É a solução que busca a segunda parte da pesquisa da OMS, com resultados preocupantes.

A pesquisa verificou que só 39% dos países desenvolvidos participantes do estudo ofereciam tratamento oncológico em seus serviços de saúde universais, e ainda que há um “impacto desproporcional nas populações carentes,” o qual expõe uma “necessidade urgente de abordar desigualdades no câncer em todo o mundo.”

No Brasil, este agravamento ainda deve ser levemente mitigado por causa de existência do Sistema Único de Saúde(SUS), que gratuitamente oferece o diagnóstico e tratamento de tumores em no máximo 60 dias aos seus pacientes. Caso tal sistema continue sendo aprimorado, e não seja sobrecarregado por um crescimento elevado no número de casos, é possível que o número de óbitos não seja tão grave quanto o previsto pela Iarc.

Bon Jovi deve desembarcar no Brasil em 2024 

Um ano cheio de novidade para os fãs de rock da famosa banda dos anos 80 Bon Jovi, que deve retornar ao Brasil ainda no final deste ano. De acordo com informações do jornalista José Noberto Flesh soltada nesta terça-feira (30) em seu canal de YouTube. O grupo está comemorando os 40 anos de sucesso do primeiro disco intitulado ‘Bon Jovi’. 



Turnê comemorativa 

Segundo Flesch, conhecido por anunciar vindas de cantores internacionais ao Brasil, o grupo de Bon Jovi deve fazer shows em solos brasileiros entre os meses de setembro e outubro. Não há informações de data ou locais para o evento. Há uma possibilidade de a banda ser anunciada como headline do ‘Rock In Rio’ onde já se apresentaram mais de três vezes, a última vez foi em 2019 onde a banda passou também pelos estados de São Paulo, Recife e Curitiba com a turnê “This House Is Not For Sale”.  

A turnê mundial ainda não foi anunciada pela banda, mas deve ser comemorativa para celebrar os 40 anos de Bon Jovi que recentemente já anunciou que gravou um novo álbum. 

Em ano de comemoração, em abril está previsto a estreia de uma série da banda com imagens de arquivos inéditas intitulado “Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story” a produção será disponibilizada no Star+. 


A banda Bon Jovi no auge da carreira nos anos 80
(foto: reprodução/Instagram/@bonjovi)

40 anos do primeiro álbum  

Lançado no dia 21 de janeiro de 1984, o álbum de estreia da banda rendeu os sucessos ‘Runaway’ e ‘She Don’t Know Me’. Produzido pela extinta Mercury Records, o álbum rendeu 500 mil cópias nos Estados Unidos, dando a banda Disco de Ouro pelas vendas. A partir daí, os sucessos de Bon Jovi foram crescentes como ‘It’s My Life’; ‘Livin’ On a Prayer’ e ‘Always’ são um dos singles mais conhecidos da banda estaduniense. 

Seleção Brasileira vence no Pré-Olímpico e se classifica para fase final do torneio

A seleção brasileira venceu mais uma partida no Torneio Pré-Olímpico e se classificou para a fase final da competição. O adversário da vez foi o Equador, que liderava o grupo A. Foi no Estádio Nacional Brígido Iriarte, em Caracas, que a seleção virou o placar contra os equatorianos e venceu a partida por 2×1.

A partida

Nesta segunda-feira (29), a seleção entrou em campo dependendo apenas de si para se classificar em primeiro do grupo. Assim como no segundo jogo, o Brasil demostrou melhora, os erros de passes diminuíram consideravelmente em relação a primeira partida contra a Bolívia, a defesa esteve mais segura e com raros erros individuais. Contudo, foi neste confronto que o primeiro gol sofrido pela seleção aconteceu. Aos 58 minutos, Patrick Mercado tentou duas vezes um chute da intermediaria, no primeiro a defesa bloqueou, e no segundo a bola desviou em Arthur Chaves e enganou o goleiro Mycael.



A virada brasileira

Entretanto, a partida era controlada pelos brasileiros, que demostravam forças para virar o jogo. Contudo, a criação de jogadas ofensivas continuava a ser o ponto fraco da seleção, que contam com as individualidades de Endrick e John Kennedy. Cerca de 8 minutos após o gol do Equador, Endrick recebeu passe de Marlon Gomes, dominou com categoria, girou para cima do marcador, venceu no corpo e deu uma assistência para Marlon Gomes, livre e com o gol aberto, empatar o marcador. Entre os pontos positivos da seleção brasileira, a quebra da dependência da dupla de ataque foi o principal. O primeiro gol marcado pela seleção sem ter a participação de John Kennedy ou de Endrick, foi o da virada brasileira. Aos 74 minutos, Khellven deu bom passe para Gabriel Pirani tentar finalizar duas vezes, o chute de destra a defesa bloqueou, e com a canhota ele marcou o gol da virada brasileira.

O próximo confronto da seleção, será apenas para cumprir tabela, visto que a liderança já não pode mais ser alcançada pelas demais equipes. O adversário será a Venezuela no Estádio Nacional Brígido Iriarte em Caracas, os donos da casa precisam vencer o Brasil para ultrapassarem o Equador e se classificarem para a fase final do torneio. A partida acontecerá na próxima quinta-feira (01), às 20h.

Índice Zara aponta que o Brasil é um dos países mais caros para comprar roupas

De acordo com o Índice Zara, o Brasil é um dos países mais caros para se comprar roupas no mundo. O custo no país está 3% mais alto do que nos Estados Unidos, revelou a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (29) pelo BTG Pactual. Apesar do aumento, a valorização do real em relação ao dólar amenizou o impacto sobre o poder de compra dos brasileiros.

Pesquisa anual

A pesquisa avaliou o preço de 12 produtos em 54 países diferentes. Uma das possíveis explicações para o alto custo da moda no Brasil é a dependência de importações da maioria das peças. Além disso, os impostos e os custos relacionados à formação da mão de obra encarecem o valor dos produtos.

Não estamos sozinhos nisso, conforme revela o levantamento: a Suíça é o país com o maior preço para comprar roupas, sendo 19% mais caro que nos Estados Unidos (que serviu de referência).

Auto poder de compras no Brasil

O poder de compra dos brasileiros aumentou devido à valorização de 9% do real em relação ao dólar no último ano, de acordo com o mesmo relatório. No entanto, a mesma mercadoria continua sendo cara. No ano passado, o valor era 102% maior para os clientes brasileiros em comparação aos americanos, enquanto este ano o número caiu para 85%.


Loja temporária da Shein em São Paulo (Foto: divulgação/Shein/Terra)


Além disso, o relatório também compara os preços das principais marcas de moda que atuam no Brasil. A Shein lidera o ranking pois possui preços 28% mais baixos do que os praticados pela Renner, 31% mais baixos do que os da Riachuelo e 33% mais baixos do que os praticados pela C&A.

“No entanto, Shopee e Shein adotaram um ‘sabor’ local, testando lojas ‘pop-ups’ e estratégias locais de marketing, atraindo vendedores locais, seu impulso deve persistir”, aponta o relatório do BTG.

O BTG Pactual estima-se que a Shein tenha atingido R$ 10 bilhões em volume total de vendas no Brasil em 2023, representando um crescimento superior a 40% em relação aos R$ 7 bilhões faturados em 2022.

Mesmo com avanços, tecnologia 5G ainda enfrenta problemas regulamentários para poder avançar no Brasil

Mesmo com a popularização de aparelhos com a tecnologia 5G, ainda enfrenta algumas barreiras regulamentárias dentro de algumas cidades para a sua expansão. Essa falta de legislação atualizada tem impedido a tecnologia de se expandir dentro da maioria das cidades brasileiras.

Segundo levantamento feito pela Conexis Brasil Digital, uma entidade que reúne as empresas de telecomunicação e de conectividade, menos de 8% dos municípios brasileiros atualizaram suas leis para comportar a chegada da tecnologia 5G. Isso se torna ainda mais preocupante quando visto que algumas das capitais brasileiras, como Belo Horizonte, Fortaleza, Natal e Recife, estão entre as cidades que ainda não adaptaram suas regulamentações para a tecnologia 5G.

Capitais também sofrem com falta de regulamentação

O levantamento também observou que não são apenas as capitais que sofrem com esse problema. Algumas cidades do interior e regiões metropolitanas de grande densidade também enfrentam a falta de regulamentação atualizada para a tecnologia.

Porém, mesmo com o atraso na chegada das regulamentações adequadas, o levantamento também identificou uma tendência de melhora. O total de municípios que se adequaram à tecnologia saltou de 347 em 2022 para um total de 573 em 2023, representando um crescimento de 65%.

Uma das vantagens da tecnologia 5G é a falta de necessidade da construção de torres, uma vez que as antenas podem ser instaladas no topo de prédios, interferindo pouco na paisagem urbana e facilitando o aumento da cobertura. No entanto, as leis municipais são necessárias para garantir regras claras e um licenciamento mais ágil, além de proporcionar uma melhor segurança jurídica para as operadoras da tecnologia.

Mesmo com entraves metas da Anatel ainda vem sendo batidas


Mesmo com certa lentidão metas da Anatel ainda são batidas (Reprodução/X/@AnatelGovBR)

No entanto, os entraves na regulamentação não impedem o Brasil de superar a meta estabelecida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De acordo com o edital original sobre a tecnologia 5G, estipulava-se a universalização da tecnologia 5G nas cidades com mais de 500 mil habitantes até julho de 2025 e nas cidades com mais de 200 mil habitantes até julho de 2026. Espera-se agora que melhores regulamentações ajudem a tecnologia a avançar cada vez mais.

Brasil enfrentará o Equador pelo Torneio Pré-olímpico: veja escalações, horários e onde assistir

A seleção brasileira fará o seu terceiro jogo no Torneio Pré-Olímpico nesta segunda-feira (29) às 17h, e dessa vez o adversário será o Equador. O duelo que acontecerá no Estádio Nacional Brígido Iriarte em Caracas, será também uma disputa pela primeira colocação do grupo A.  

Momento brasileiro

O Brasil está 100% no torneio e busca alcançar a liderança de seu grupo. A seleção está há uma vitória da classificação para a fase final do torneio, apenas as duas melhores equipes passarão para o quadrangular final. Com a dupla Endrick e John Kennedy inspirada, o ataque brasileiro é a esperança de gols da canarinho. A dupla é responsável pelos três gols da equipe até aqui, sendo dois de Endrick e um de John Kenndy. A entrada de Gabriel Pec também tem sido um ótimo recurso nos momentos finais das partidas.


Assista aos melhores momentos de Brasil 2 x 0 Colômbia. (Vídeo: reprodução/YouTube/GE)

Momento equatoriano

Já o Equador venceu duas partidas, uma por 3×0 sobre a Colômbia e outra sobre a Bolívia por 2 x 0, e empataram contra a Venezuela por 1 x 1. Os equatorianos também podem se classificar já nesta rodada, caso vençam o Brasil.


Assista aos melhores momentos de Bolívia 0 x 2 Equador. (Vídeo: reprodução/YouTube/GE)

Brasil

Ramon Menezes deve repetir a escalação da última partida, visto que o desempenho da equipe melhorou, apesar de ainda não ser o desejado. Michel sentiu dores na coxa e foi substituído na última partida, mas deve ir para o jogo. Alexsander e Maurício devem ser mantidos na equipe.

Provável escalação: Mycael; Khellven, Arthur Chaves, Michel e Kaiki Bruno; Andrey Santos, Marlon Gomes, Alexsander e Mauricio; John Kennedy e Endrick.

Colômbia

A equipe colombiana, do técnico Miguel Bravo, deve repetir a escalação da vitória sobre a Bolívia, que conta com a entrada de John Mercado no lugar de Youri Ochoa.

Provável escalação: Alexis Villa; Carlos Sánchez, Christian Garcia, Oscar Quiñonez e Layan Loor; Erick Pluas, Patrik Mercado, Daniel Ruiz e Pedro Vite; John Mercado, Yaimar Medina e Justin Cuero.

A partida terá a transmissão do Sportv e do Globoplay.

Brasil x Colômbia Torneio Pré-olímpico: Veja escalações e onde assistir à partida

O Brasil fará a sua segunda partida no Pré-olímpico amanhã às 20h no Estádio Nacional Brígido Iriarte em Caracas. O adversário da vez será a Colômbia que folgou na última rodada e ocupa a última colocação do torneio.

A seleção brasileira vem de vitória por 1×0 em jogo ruim contra a Bolívia, e espera vencer a Colômbia na busca de assumir a liderança do grupo A. Na última partida, a seleção errou muitos passes e teve problemas na criação de jogadas ofensivas, contudo a entrega de John Kennedy e o gol marcado por Endrick trazem a expectativa de melhora no último terço do campo. Por outro lado, a defesa brasileira correu poucos riscos e teve como destaque o zagueiro Michel, que teve um gol anulado, ajudou na saída de bola e foi seguro ao longo da partida.


Assista aos melhores momentos de Bolívia 0x1 Brasil. (vídeo: reprodução/YouTube/GE)

Já os colombianos tentam afastar o clima ruim após serem derrotados por 3×0 para o Equador. O destaque da equipe é o volante Josen Escobar de 19 anos que atua no América de Cali, a jovem promessa já despertou o interesse do grupo City, que acompanha o jogador de perto.

Brasil

Ramon Menezes repetirá a base da equipe que enfrentou a Bolívia, e pode ter alterações no setor ofensivo. As entradas de Gabriel Pec, Maurício e Alexsander nos lugares de Guilherme Biro e Marquinhos e Bruno Gomes são as dúvidas para a partida.

Provável escalação: Mycael; Marlon Gomes, Arthur Chaves, Michel e Kaiki Bruno; Bruno Gomes (Alexsander), Andrey Santos, Marquinhos (Maurício) e Guilherme Biro (Gabriel Pec); John Kennedy e Endrick.

Colômbia

Os colombianos por sua vez terão mudanças no esquema de jogo, já que Jimer Fory foi expulso na partida contra o Equador, a tendencia é que Velásquez assuma a lateral esquerda.

Provável escalação: Sebastián Guerra; Mosquera, Cristian Castro, Brayan Ceballos e Velásquez; Nelson Palacio, Jhojan Torres, Daniel Ruiz e Óscar Cortés; Carlos Gómez e Carlos Cortés.

A partida terá a transmissão do Sportv e do Globoplay.

HBO Max anuncia mudança de nome no Brasil

Pelas redes sociais, a plataforma definiu a data da modificação: dia 27 de fevereiro. Segundo o Diretor Global de Marketing da Warner Bros., Patrizio Spagnoletto, ao The Wall Street Journal, esse movimento aconteceu, pois a “biblioteca incrivelmente variada” da HBO Max acaba prejudicando o reconhecimento dos usuários da marca HBO.

Enquanto o primeiro streaming busca atender públicos maiores, com a inserção de conteúdos de notícias e de esportes, o último deveria estar ligado exclusivamente “a produções premium de qualidade, reconhecidas mundialmente”. 


Patrizio Spagnoletto, diretor da Warner Bros. (Foto: reprodução/Warner Bros.)

Spagnoletto ainda usou uma metáfora para concluir sua explicação. Há um novo mosaico chamado Max, e abaixo dele existem blocos, como a HBO.

Os cinemas da Warner Bros., os programas do Discovery, as notícias e os esportes são as outras partes. 

Aumento na taxa de assinatura

O sucessor do HBO Max, agora combinado com o Discovery+, custará mais para os assinantes brasileiros. Para quem já assina a plataforma, a funcionalidade e os preços do plano atual irão se manter, mas por tempo limitado, após o dia 27 de fevereiro.

O Plano Standard, atual Plano Multitelas, valerá R$ 39,90 (antes era R$ 34,90). O pagamento anual sai de R$ 239,90 para R$ 357,90.

Esse novo programa também perderá o recurso 4K, agora só disponível no Plano Premium, de R$ 55,90 por mês ou R$ 477,90 por ano.

Continuidade na promoção

Para quem adquiriu o desconto vitalício de 50% antes do lançamento da HBO Max, a oferta seguirá, desde que o cliente siga os termos e condições. Caso haja um cancelamento, uma eventual volta do consumidor será com o valor cheio.

O Plano Básico com Anúncios, Standard e Premium ou Platinum serão os três programas possíveis para se assinar. O mais simples custará R$ 29,90 mensalmente e R$ 225,90 anualmente, com uso de apenas dois dispositivos simultâneos e na resolução Full HD.

Já o intermediário permitirá o download de 30 conteúdos para posterior visualização sem conexão, fora o acréscimo de preço, e o mais avançado possibilitará 100 downloads, além da melhora da imagem e no som, com valores menos acessíveis.