Filha de Gugu Liberato, Sofia Liberato, oficializa casamento com Gabriel Gravino nos EUA

Filha do apresentador Gugu Liberato, Sofia anunciou seu casamento com Gabriel Gravino em uma cerimônia íntima nos Estados Unidos. O casal emocionou seguidores com fotos românticas e a fé compartilhada. Dias após a união, os dois exibiram sua nova Ferrari 458 nas redes sociais, avaliada em R$ 3 milhões

Filha do saudoso apresentador surpreendeu seus seguidores

Sofia Liberato, filha do saudoso apresentador Gugu Liberato (1959–2019) e de Rose Miriam, surpreendeu seus seguidores ao revelar nas redes sociais, na última terça-feira (14), que se casou com o namorado, Gabriel Gravino, nos Estados Unidos.

Radiante, a jovem de 21 anos publicou um álbum de fotos encantador, em que aparece vestida de noiva com um clássico vestido branco e buquê de flores naturais. “A estrada é longa, mas a melhor parte é saber que não caminhamos sozinhos. É só o começo”, escreveu na legenda, complementando com um versículo bíblico: “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle, e Ele o fará.”

Sofia e Gabriel moram juntos desde 2023 e vivem atualmente em Malibu, na Califórnia. A influenciadora cursa Administração de Empresas na Pepperdine University e, no ano passado, comemorou a conquista da cidadania americana, após nove anos residindo no país. A jovem faz parte de uma família que seguiu caminhos distintos após a morte do pai: seu irmão João Augusto se formou em Comunicação e Administração na Flórida, e sua irmã Marina estuda Cinema e Televisão em Los Angeles.


Sofia Liberato comemorando aniversário com Gabriel Gavino (Foto: reprodução/Instagram/@sofi_liberato)

Uma cerimonia matrimonial repleta de romantismo

Além da cerimônia íntima e repleta de romantismo, o casal chamou atenção por uma conquista material significativa. No último domingo (11), Sofia e Gabriel foram a uma concessionária de carros de luxo buscar sua mais nova aquisição: uma Ferrari 458 vermelha, avaliada em cerca de R$ 3 milhões.


Casamento de Sofia Liberato (Foto: reprodução/Instagram/@sofi_liberato)


O momento foi compartilhado com entusiasmo nas redes sociais. “Quem diria que o carro que eu jogava no PS2 agora faz parte da minha garagem”, declarou Gabriel, emocionado.

A união e o estilo de vida do casal renderam muitos elogios e felicitações de seguidores. “Felicidades ao casal! Que Deus abençoe vocês! comentou uma internauta no Instagram de Sofia Liberato. O casamento e a nova fase de Sofia mostram uma jovem determinada a viver com plenitude — tanto no amor quanto nas conquistas.

Dream Team vai atropelar o Brasil diz astro da NBA

Em episódio recente de seu podcast “The Draymond Green Show”, o ala-pivô do Golden State Warriors, Draymond Green, expressou confiança em uma vitória esmagadora do Dream Team dos Estados Unidos sobre o Brasil nas quartas de final das Olimpíadas de Paris:

“Acho que vamos varrer eles por uns 40 pontos sem problemas… Eles não têm nenhuma chance”, afirmou Green


Equipe brasileira (reprodução/Gregory Shamus/Getty Images Embed)


Para Green, a seleção brasileira não está à altura dos norte-americanos, em parte devido à idade avançada de muitos de seus jogadores, sugerindo que a equipe precisa de uma renovação com novos talentos.

“Eles não têm mais o Leandro Barbosa, nem o Anderson Varejão”, comentou Green.

Apesar de seu ceticismo em relação às chances do Brasil, Green elogiou o fato de a equipe brasileira ter chegado às quartas de final. Ele também mandou um abraço para Gui Santos, atleta brasileiro e seu colega no Golden State Warriors, expressando seu carinho pelos brasileiros.

Comparação com Dream Team de 1992

Durante o mesmo episódio, Green fez uma comparação entre a atual equipe dos Estados Unidos e o icônico Dream Team das Olimpíadas de Barcelona, em 1992. A equipe de 1992 que conquistou medalha de ouro na competição, tinha lendas como Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, e foi amplamente reconhecida como o primeiro Dream Team no basquete do país.


Scottie Pippen, Michael Jordan e Clide Drexler em 1992 (reprodução/Mike Powell/Getty Images Embed)


Segundo Green, o elenco atual, que conta com estrelas como LeBron James, Stephen Curry e Kevin Durant, possui um repertório maior em todas as áreas do jogo. Ele acredita que, em uma série hipotética de sete jogos, o Dream Team de 2024 venceria o de 1992 em cinco partidas.

Prévia da partida

A seleção brasileira avançou para a fase de mata-mata como um dos melhores terceiros colocados da fase de grupos e busca sua primeira vitória olímpica contra os norte-americanos no basquete. A seguir, o histórico de confrontos entre as duas seleções em Olimpíadas:

  • – Olimpíadas de 1952: EUA 57 x 53 Brasil 
  • – Olimpíadas de 1956: EUA 113 x 51 Brasi
  • – Olimpíadas de 1960: EUA 90 x 63 Brasil
  • – Olimpíadas de 1964: EUA 86 x 53 Brasil
  • – Olimpíadas de 1968: EUA 75 x 63 Brasil
  • – Olimpíadas de 1972: EUA 61 x 54 Brasil
  • – Olimpíadas de 1988: EUA 102 x 87 Brasil
  • – Olimpíadas de 1992: EUA 127 x 83 Brasil 
  • – Olimpíadas de 1996: EUA 98 x 75 Brasil

Brasil e Estados Unidos se enfrentarão nas quartas de final do basquete masculino das Olimpíadas de Paris na próxima terça-feira (6), às 16h30 no horário de Brasília. O vencedor enfrentará nas semifinais quem triunfar no duelo entre Sérvia e Austrália.

Protestos pró-Palestina crescem em universidades dos EUA e influenciam campanha eleitoral

Nos últimos dias, as universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos, como Columbia, Harvard e Yale, tornaram-se palcos de uma série intensa de protestos pró-Palestina. Os manifestantes, compostos majoritariamente por estudantes e membros da comunidade acadêmica, demandam que as instituições cortem laços com Israel e com empresas que apoiam suas ações na guerra contra o Hamas na Faixa de Gaza. Essas manifestações, que começaram no dia 18 de abril na Universidade Columbia em Nova York, já resultaram em cerca de 700 detenções em todo o país.

Impacto político e segurança nos campus

O conflito entre Israel e o Hamas, que escalou após o grupo, classificado como terrorista pelos EUA e outros países, invadir Israel em outubro de 2023, matando e sequestrando cidadãos, tem repercutido fortemente no ambiente universitário. Os protestos estão sendo vistos como um potencial divisor de águas para o apoio dos jovens americanos ao governo Biden nas próximas eleições presidenciais, devido ao seu suporte às ações israelenses em Gaza.


Esquerda: Shai Davidai, professor associado da Universidade de Columbia, em uma entrevista do 60 Minutes. Direita: Manifestantes em apoio aos palestinos fora da Universidade de Columbia, em Nova York (Captura de tela via 60 Minutes/YouTube, Eduardo Muñoz/Reuters)

“Sinto-me cada vez mais isolado e preocupado com a minha segurança aqui.”

Davidai, ressaltando a tensão vivenciada por membros da comunidade judaica.

Manifestantes pró-Gaza na Universidade Columbia, em NY, epicentro de um movimento que está se espalhando para outras instituições – Foto: Ted Shaffrey

A tensão nos campus é palpável, com relatos de incidentes antissemitas aumentando a polarização. Professores e alunos judeus, como Shai Davidai da Universidade Columbia, expressaram medo e preocupação com a segurança, destacando um ambiente cada vez mais hostil.

As autoridades universitárias têm respondido com medidas severas. A polícia foi chamada em várias universidades para dispersar os protestos, resultando em um número significativo de prisões. Em locais como a Universidade Northeastern em Boston e a Universidade de Washington em St. Louis, grandes operações de detenção foram realizadas.

Debate eleitoral e cobertura internacional

Esses eventos têm sido amplamente cobertos pela imprensa internacional, destacando a magnitude e a disseminação dos protestos. Com a eleição presidencial se aproximando, o tema já se tornou um ponto de debate entre os candidatos. Donald Trump criticou a abordagem de Biden, que tenta equilibrar condenações aos protestos com uma compreensão das preocupações palestinas, enquanto Jill Stein, candidata do Partido Verde, foi detida durante um desses protestos, marcando sua posição sobre o conflito.


Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e os ex-presidente Donald Trump (Reprodução: Getty Images

Especialistas, como o cientista político Paulo Velasco, veem essas manifestações como um momento decisivo, não apenas para a política externa dos EUA, mas também para o futuro político de Biden, cujo apoio entre os jovens americanos e a comunidade árabe está em risco.

À medida que o fim do ano letivo se aproxima, a continuidade dos protestos permanece incerta, mas o impacto já deixado nas universidades e na política americana será sentido por muito tempo.