Fede Dorcaz cantor argentino é assassinato a tiros após reality no México

Mais conhecido como fede Dorcaz, o cantor Frederico Dozcazberro em tentativa de assalto foi morto a tiros nesta quinta-feira(9), ele tinha 29 anos, conforme a informação do TMZ. Estão investigando por imagens da segurança  local, para identificar os quatro suspeitos. O artista iria participar do programa:”Las Estrellas Bailan em Hoy ” que tem semelhanças com a dança dos famosos. A equipe lamentou o falecimento do artista prestando-lhe homenagens.

Entenda a situação

A estrela argentina acabou morrendo no local, após ser baleada durante assalto. O conhecimento da secretaria de segurança cidadã da cidade do México de que um homem havia morrido por ferimentos a bala, foi divulgado nas redes sociais da mesma trazendo a informação a respeito do caso. Com isso eles chegaram a conclusão de que pode ter havido um atentado direto a vida do rapaz e que o objetivo dos seus assassinos não era levar algum pertence do artista.

A revista Rolling Stone, divulgou que ele era uma”estrela latina em ascensão meteórica”, e apostava nele como “redefinição do pop latino global”, com destaque para a sua presença no Brasil. Fede comemorou quando soube da notícia, ressaltou que estava realizando sonhos e que estaria evoluindo em sua vida, crescendo  e sendo agraciado pelo público.


Fede Dorcaz em evento no dia 25 de julho em 2024 (Foto: reprodução/Gladys Vega/Getty images Embed)

Fede Dorcaz trajetória

Iniciou sua carreira internacional na Espanha, apesar de ter nascido em Mar del Plata localizada na província de Buenos Aires, pois migrou de lá para as terras espanholas.Ele é mais conhecido como fede Dorcaz, mais seu nome é frederico Dozcazberro.

Seus primeiros passos, foi como modelo, mas não demorou muito pata expandir sua trajetória aos Estados Unidos e o Mexico principalmente, local aonde se consolidou como um cantor do Gênero Pop. Se destacou com canções como “Volver a Empezar”, “No eres tpu”, “Cara Bonita” e “Moka” canção esta que ele fez junto a sua namorada a cantora Mariana Avila, que lamentou sua morte falando dele que “sempre será sua pessoa favorita”.

 

 

 

 

A Supernova que não morreu: o enigma de uma estrela que brilha por séculos

Cientistas, incluindo Takatoshi Ko, da Universidade de Tóquio, e Albert Zijlstra, da Universidade de Manchester, identificaram uma “estrela zumbi” na Via Láctea, remanescente de uma supernova que explodiu em 1181. O fenômeno é raro e pertence à categoria de supernovas do tipo Iax.

O evento ocorreu há mais de mil anos, tendo sido registrado por astrônomos da China e do Japão. O remanescente da supernova foi localizado na constelação de Cassiopeia, a cerca de 7.000 anos-luz da Terra.


A nebulosa remanescente da SN 1181 (Foto: reprodução/NASA)

Por meio de telescópios avançados e modelos computacionais, cientistas, reconstruíram a história da SN 1181, sugerindo que duas anãs brancas colidiram, mas não detonaram completamente, deixando para trás uma estrela zumbi. Este estudo é crucial para entender a formação estelar e planetária.

A descoberta da estrela zumbi na Via Láctea

Durante o evento original, ocorrido no ano de 1181, uma explosão estelar iluminou o céu noturno por aproximadamente seis meses. Esse fenômeno foi documentado por astrônomos da China e do Japão, que o descreveram como uma “estrela convidada” devido à sua aparência temporária no céu. Uma equipe internacional de astrônomos fez uma descoberta ao identificar os restos de uma supernova que explodiu há mais de mil anos e a localização exata do remanescente foi confirmada em 2021 por Albert Zijlstra.

A equipe de cientistas foi liderada por Takatoshi Ko, doutorando em astronomia na Universidade de Tóquio, e Albert Zijlstra, professor de astrofísica da Universidade de Manchester. Utilizando telescópios modernos e técnicas avançadas de modelagem computacional, eles conseguiram identificar a SN 1181 como uma supernova do tipo Iax. Esta categoria rara de supernovas é caracterizada por explosões estelares incompletas, resultando em remanescentes incomuns, como a estrela zumbi detectada no centro da nebulosa.

Como essa descoberta foi realizada e sua importância

Em 2013, o astrônomo amador Dana Patchick descobriu uma nebulosa incomum ao pesquisar arquivos do telescópio espacial Wise da NASA. Em 2021, Zijlstra fez a conexão entre essa nebulosa e os registros históricos da supernova SN 1181. A equipe liderada por Takatoshi Ko realizou comparações detalhadas e criou modelos computacionais que simularam a evolução do objeto desde a explosão.

A equipe determinou que a SN 1181 pertence à rara classe de supernovas do tipo Iax, que ocorre quando duas anãs brancas colidem violentamente, mas não conseguem explodir completamente, resultando em uma “estrela zumbi”, uma estrela anã branca que continua emitindo radiação, apesar de não ter sido destruída pela explosão.


Detalhes da SN1181 (Foto: reprodução/NASA)

Essa descoberta é extremamente importante porque fornece uma rara oportunidade de estudar os processos cósmicos que levam à formação de elementos pesados e à evolução das estrelas. Além disso, a SN 1181 é o único exemplo conhecido de uma supernova do tipo Iax na Via Láctea, tornando-se uma peça-chave para os estudos astrofísicos.

Outra descoberta da pesquisa foi a detecção de um vento estelar de alta velocidade, que começou a soprar da estrela zumbi há apenas 20 anos atrás. Esse fenômeno inesperado foi detectado em estudos conduzidos por Ko e sua equipe e levanta novas questões sobre a dinâmica das supernovas e a evolução das estrelas remanescentes.