Trump diz que pode comprar tik tok através de fundo soberano que vai criar

Nesta segunda-feira(3), Trump assinou um decreto emitindo uma ordem para que os departamentos de tesouro, e comércio dos Estados Unidos faça um fundo soberano, informando também que poderia utilizá-lo numa possível compra do Tik e Tok. O governo atual dos Estados Unidos disse ainda que iria trabalhar nisso durante os próximos 12 meses, trazendo informações a respeito de como iria desenvolver essa questão.

Financiamento

Durante campanha, Trump, já havia lançado um veículo para investimento governamental enquanto era candidato a presidência da “Terra do Tio Sam”, conforte ele informou, o objetivo seria de que se poderia ter investimentos, em grandes empreendimentos nacionais, sendo incluído projetos de infraestrutura, aeroportos, rodovias e também pesquisa médica, ainda não se tinha a disponibilidade dos detalhes relacionados como seria feito esses financiamentos.


Donald Trump assinando decreto no salão oval da Casa Branca no dia 30 de janeiro de 2025(foto:reprodução/Bonnie Cash/Getty Images Embed)


Tik Tok

No dia 19 de janeiro deste ano de 2025, entrou uma lei em vigor, aonde o dono do Tik Tok vende-se o mesmo, senão iria enfrentar uma proibição, conforme informado, seria uma medida de segurança, pois poderia ser proibido a rede social, por conta disso a plataforma em questão foi retirado do ar na proximidade do momento em que começou a valer tal lei, o então empresário que preside o país estadunidense assinou um decreto tentando estender a aplicação da lei por mais 75 dias.

Negociações

Trump já trouxe a informação de que falou com algumas pessoas, acerca de negociações relacionadas ao Tik Tok, e que no caso iria tomar uma decisão em relação à rede social em questão em fevereiro deste ano, ele está procurando tentar trazer uma resolução acerca desse problema, agora ele visa buscar tentar encontrar pessoas que estão dispostas a negociar uma solução para trazer de volta esse local de relacionamento da internet.

Ainda não se sabe quando será resolvido essa questão do aplicativo.

Donald Trump teria libertado imigrantes brasileiros, dizem fontes

Nesta segunda-feira (3), foi divulgado que duas fontes teriam informado sobre a soltura de alguns imigrantes que haviam sido presos no início do mandato de Donald Trump. Segundo a informação, os brasileiros teriam sido soltos por não haver espaço nas prisões. Apesar disso, o serviço de imigração pode rastreá-los por estarem com tornozeleiras ou pulseiras eletrônicas, em qualquer local em que estejam presentes.

Centros de detenção

De acordo com Tom Homan, o responsável por controlar a imigração, indicado por Donald Trump, é necessário fazer mais centros de detenção para poder prender os imigrantes que estão ilegalmente nos Estados Unidos, ele estaria solicitando ao governo, um financiamento adicional para poder construir mais locais, considerando as necessidades, frente a situação atual no país, além disso, o governante atual já deixou claro que irá aumentar o espaço da Baia de Guantánamo.


Tom Homan, em 29 de janeiro de 2025, retornando a Casa Branca após ser entrevistado na TV no North Law(reprodução/Chip Somodevilla/Getty Images Embed)


Imigrantes ilegais

Na última semana, 7.500 brasileiros haviam sido detidos no país. O governo americano, já enviou 109 voos de deportação, sendo 65 deles ainda durante o mandato de Joe Biden, e mais 44 no governo de Trump. No relatório produzido por Tom Cartwright, é informado que oito aviões, quatro deles com destino para Guatemala e outros com destino para Honduras, Equador e Peru, eram Boeing C-17 da força aérea americana.

Construção de mais centros

Os fuzileiros dos Estados Unidos já começaram a trabalhar para expandir os centros de detenção no local em questão. Conforme Kristi Noem, a secretária de segurança interna do país, presidido por Trump, já informou que não existe planos para manter os imigrantes presos por tempo indeterminado, na localidade em que eles estão sendo mantidos.

Ainda não se sabe, quantas pessoas de fato foram soltas entre as 7.500 que foram presas.

Donald Trump decreta fim da educação de gênero e racial nas escolas dos EUA

Nesta quarta-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou ordens executivas que determinam o fim do ensino de questões raciais e de gênero nas escolas do país. Segundo ele, a medida tem o objetivo de evitar uma suposta “doutrinação ideológica” dentro do sistema de ensino. Durante a campanha eleitoral, Trump já havia prometido que iria se basear em um currículo mais conservador.

Mudanças no sistema educacional

Antes de ser eleito, Donald Trump e apoiadores do Partido Republicano já haviam afirmado que as instituições de ensino ensinavam as crianças brancas a se sentirem envergonhadas em razão do histórico de discriminação e escravidão nos Estados Unidos. As novas diretrizes argumentam que os professores exigem “consentimento” aos conceitos de “preconceito inconsistente” e “privilégio branco”.

Conforme a declaração do presidente:

“É política da minha administração apoiar os pais na escolha e direção da criação e educação de seus filhos. Muitas crianças não prosperam na escola designada e administrada pelo governo.”

A ordem tem o intuito de proibir as escolas de utilizar medidas relacionadas à ideologia de gênero ou ideologia de equidade discriminatória, conceitos citados por ele. A decisão é baseada na ideia de que esses conteúdos poderiam impactar negativamente na visão dos indivíduos acerca da história e da sociedade.


Trump exibe um dos decretos que assinou em seu novo mandato (Foto: reprodução/Pedro Ugarte/AFP)

Impactos da decisão

Além de proibir que as escolas utilizem fundos federais para currículo, a ordem orienta o secretário da educação a desenvolver para acabar com a “doutrinação” nos colégios dentro do período de 90 dias. O secretário deve então vincular fundos federais a fim de garantir que as instituições ensinem de uma forma que seja aprovada pelo governo de Trump.

Outra ordem também foi decretada às universidades em que ocorreram as manifestações a favor da Palestina no ano de 2024. A decisão é descrita como um modo de evitar o antissemitismo, e prevê a revogação dos vistos de alunos estrangeiros que estavam presentes no protesto.

Avião com 64 pessoas colide com helicóptero militar em Washington

Na noite desta quarta-feira (29), um avião comercial com 64 pessoas a bordo e um helicóptero militar colidiram no ar em Washington, capital dos Estados Unidos. Após a colisão, a aeronave caiu no rio Potomac. Equipes de regate e investigação seguem apurando as circunstâncias do ocorrido. Até o momento, as autoridades acreditam que não há sobreviventes.

O que se sabe sobre o acidente

O avião comercial, da companhia aérea American Airlines, transportava 60 passageiros e quatro tripulantes. A batida aconteceu por volta 21h, pelo horário local, quando o avião se aproximava do aeroporto Ronald Reagan e sobrevoava o rio Potomac.

Já o helicóptero, com três pessoas a bordo, fazia um voo de treinamento no momento em que colidiu com o avião.

As duas aeronaves caíram no rio, que fica próximo ao aeroporto, o que dificultou as atividades de busca e investigação. Enquanto as equipes de emergência trabalham no local, as operações no aeroporto foram temporariamente suspensas.


Equipes de resgate buscam vítimas do acidente entre avião e helicóptero (Foto: reprodução/Andrew Caballero-Reynolds/AFP)

Resgate

Segundo as autoridades responsáveis pelo resgate, devido ao frio intenso, a operação de resgate acontece em condições extremamente complicadas. Termômetros marcaram a temperatura de aproximadamente 4 °C na madrugada desta quinta-feira (30).

Após a queda, barcos de bombeiros foram enviados ao local do acidente para localizar e resgatar possíveis sobreviventes e garantir que áreas ao redor estivessem seguras.

As investigações estão sendo lideradas pelo National Transportation Safety Board (NTSB), em conjunto com a Federal Aviation Administration (FAA). De acordo com a FAA, as informações disponíveis ainda são iniciais, mas serão atualizadas conforme o surgimento de novas evidências. Detalhes sobre as causas da colisão e possíveis problemas técnicos estão sendo investigados.

Nesta manhã, as equipes de busca conseguiram encontrar uma das caixas-pretas.

Em uma declaração feita por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ele disse que estava acompanhando a situação e que forneceria mais detalhes assim que surgissem.

México cria centros de imigração para as deportações em massa dos EUA

Rosa Icela Rodríguez, Ministra do Interior do México, anunciou nesta terça-feira (28), durante a conferência La Mañanera del Pueblo, que os dez centros de acolhimento destinados aos mexicanos deportados dos Estados Unidos já estão em funcionamento, mas, até o momento, estão vazios. O evento foi presidido pela presidente Claudia Sheinbaum.

A iniciativa prevê a instalação de dez centros de acolhimento ao longo da fronteira, com a expectativa de que quase todos os ramos do governo mexicano contribuam com serviços, como transporte de retorno às cidades de origem, cuidados médicos e a inclusão dos deportados em programas de assistência social. Entre os serviços oferecidos estão pensões, cursos de aprendizagem remunerados e cartões de auxílio financeiro.

“Estamos prontos para recebê-los deste lado da fronteira”, afirmou a ministra, em recente pronunciamento.


Presidente do México apresenta plano de acolhimento aos refugiados (Vídeo: reprodução/Youtube/Claudia Sheinbaum)


México te Abraça

A presidente Claudia Sheinbaum também participou do anúncio e ressaltou que aqueles que decidirem retornar de forma voluntária também serão repatriados.

“Os imigrantes mexicanos não são criminosos. Eles atravessaram a fronteira, contribuíram para a economia dos Estados Unidos e também para o México. São pessoas trabalhadoras, que se esforçam todos os dias para progredir. Hoje, o México os espera”

Claudia Sheinbaum

Até o momento, abrigos já foram construídos em Ciudad Juárez, na fronteira com El Paso, no Texas, e os primeiros centros estão em construção em Nogales, no México, em frente à cidade homônima do estado do Arizona, além de Piedras Negras e Matamoros. A informação foi confirmada pela Associated Press.

Em comunicado oficial, a presidente mencionou que o número de deportações na terça-feira foi inferior à média diária de 500, do ano anterior, e que os abrigos estavam menos ocupados em comparação ao mesmo período de 2024, quando o número de imigrantes aumentou significativamente.

México e EUA

O governo de Claudia Sheinbaum se antecipou às ordens executivas de Washington e condenou a adoção de medidas unilaterais” no contexto da relação bilateral. O México já se prepara para mitigar os impactos dos recentes anúncios de Washington.

A presidente anunciou, semanas atrás, que um dos principais pontos da negociação com o governo de Donald Trump será evitar que o México tenha que absorver toda a responsabilidade pelo acolhimento dos deportados. Sheinbaum afirmou que o país só assumirá a responsabilidade por um pequeno grupo de imigrantes. Autoridades mexicanas resistem à ideia de se tornar um “país terceiro seguro”, o que tem gerado críticas internas.

Entre as prioridades do governo mexicano estão os impactos dessas medidas na população nacional, especialmente entre os mais de cinco milhões de imigrantes mexicanos sem documentos, e aqueles que vivem nos Estados Unidos há muitos anos.

EUA revoga status de proteção para quase 600 mil venezuelanos 

A récem-nomeada secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, anunciou nesta quarta-feira (29), que reduzirá a duração das proteções contra deportação para aproximadamente 600 mil venezuelanos, encerrando a prorrogação do status de proteção temporária, que permitia a permanência dos imigrantes no país. A decisão ocorre enquanto o Governo Trump busca formas de intensificar as remoções de cidadãos venezuelanos, conforme informações da Fox News.

“O povo deste país quer estes imbecis (dirtbags) fora”

Kristi Noem

Além disso, Noem afirmou estar colaborando com o secretário de Estado, Marco Rubio, para encontrar soluções para deportar venezuelanos e outros imigrantes provenientes de países que limitam o número de deportações. Quando questionada sobre a possibilidade de enviar imigrantes para a base naval dos EUA em Guantánamo, Cuba, ela afirmou que essa medida está sendo considerada pela administração.


Discurso de posse feito pela secretária, na terça-feira , 28 (Vídeo: reprodução/Youtube/CBS News)


Guantánamo possui uma instalação destinada ao abrigamento de imigrantes — separada da prisão de alta segurança — que foi utilizada ocasionalmente ao longo das últimas décadas, incluindo para haitianos e cubanos interceptados no mar.

Proteção Temporária 

O Temporary Protected Status (TPS) é um programa de imigração temporária, que permite a cidadãos de determinados países viver e trabalhar nos Estados Unidos quando não é seguro retornar ao seu país de origem. O programa foi estendido para venezuelanos, devido à grave crise humanitária e política no país.

Durante a gestão do ex-presidente Joe Biden, o secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, havia alertado sobre a possibilidade de redução do status no início de janeiro, antes da posse de Donald Trump, destacando a crise política e econômica em curso na Venezuela.

Os republicanos, no entanto, argumentam que o programa TPS tem se desviado de sua missão original. Noem acrescentou que, a partir de agora, o status de proteção de todos os imigrantes beneficiados pelo programa será reavaliado.

A decisão da secretária de segurança foi amplamente criticada por defensores dos direitos dos imigrantes e por líderes democratas. O congressista texano Joaquin Castro, em entrevista à NPR, chamou a medida de “ultraje”.

“Como uma nação que se considera um farol de luz, esperança e refúgio para pessoas fugindo de líderes perigosos, isso é uma traição aos nossos valores”

Joaquin Castro

Situação Imigratória

Segundo o Fórum Estadunidense de Imigração, cerca de 4 milhões de imigrantes vivem nos Estados Unidos, sendo a maioria originária da Venezuela e do México. A relação entre EUA e Venezuela tem sido marcada por conflitos diplomáticos, sanções e acusações de atividades criminosas e tentativas de golpes de Estado.


Líder da oposição da Venezuela, Edmundo Gonzalez (Foto: Reprodução/Francesco Spotorno/Getty Images embed)


Edmundo Gonzalez, líder da oposição venezuelana, pediu ao governo Trump que interrompesse as negociações com o presidente Nicolás Maduro e considerasse a remessa dos deportados para um terceiro país, conforme declarado em entrevista ao Washington Post.

O Serviço de Imigração e Alfândegas (ICE), em meio à situação delicada do país, tem fornecido poucas informações sobre os imigrantes detidos recentemente, especialmente em relação a seus antecedentes criminais.

Governo discute criação de centro de acolhimento para deportados

O governo federal anunciou a criação de um centro de acolhimento humanitário no Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais, para receber brasileiros deportados dos Estados Unidos. A decisão foi tomada após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros nesta terça-feira (28). A medida busca garantir melhores condições de recepção para os repatriados, além de evitar a separação de famílias e implementar mecanismos de inclusão.

A ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, explicou que o posto fornecerá assistência básica, como água, alimentação e suporte psicológico. Empresas interessadas em oferecer oportunidades de emprego para os deportados também já foram contatadas. Segundo ela, a instalação do centro de acolhimento é uma resposta direta às condições degradantes relatadas por 88 brasileiros deportados na última sexta-feira (24), que chegaram ao Brasil algemados e denunciaram maus-tratos.


A ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reprodução/Brenno Carvalho/Agência O Globo)

Governo cria grupo de trabalho com autoridades dos EUA

Além da criação do centro de acolhimento, o governo brasileiro propôs a formação de um grupo de trabalho conjunto com os Estados Unidos. A ideia é estabelecer diretrizes que garantam um processo de deportação mais digno e respeitoso. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enfatizou que o Brasil quer assegurar que futuras deportações ocorram dentro de padrões mínimos de dignidade e respeito aos direitos humanos.

“O objetivo da reunião foi não apenas informar o presidente sobre a situação do voo de deportação, mas também definir formas de tratar o tema daqui para frente. Queremos discutir com as autoridades americanas padrões que garantam respeito aos direitos humanos”, declarou o chanceler.

Medida busca evitar separação e oferecer suporte

A ministra Macaé Evaristo reforçou que o governo quer impedir que famílias sejam separadas no processo de deportação. Além disso, pretende oferecer um suporte mais amplo aos repatriados, incluindo assistência social e oportunidades de reinserção no mercado de trabalho.

“Nosso compromisso é garantir que essas pessoas cheguem ao Brasil de forma digna e tenham acesso ao suporte necessário para reconstruir suas vidas”, afirmou a ministra.

Críticas às condições dos voos de deportação

O governo brasileiro também expressou preocupação com as condições em que os deportados chegam ao país. Mauro Vieira classificou como “trágico” o relato dos brasileiros que desembarcaram em Manaus na última sexta-feira (24). Muitos afirmaram ter sido submetidos a tratamento desumano, com algemas e correntes nos pés.

“Acabamos uma reunião de informação ao presidente da República sobre a situação do voo em que foram repatriados 88 brasileiros que estavam nos Estados Unidos. O objetivo da reunião, além de transmitir ao presidente o que aconteceu, o relato da situação, foi também de discutir formas de tratar o tema daqui para diante; e de se discutir, com as autoridades americanas, que as deportações para eles e repatriação para o Brasil sejam feitas atendendo os requisitos mínimos de dignidade, respeito aos direitos humanos, a atenção necessária aos passageiros de uma viagem dessa extensão”

Questionado sobre o uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para buscar os deportados, o ministro negou essa possibilidade, afirmando que o governo dos Estados Unidos provavelmente não aceitaria a proposta. No entanto, no caso do último voo, Lula determinou que uma aeronave da FAB transportasse os deportados de Manaus para Confins, destino previsto.

A questão das deportações de imigrantes latino-americanos também será debatida na próxima reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), prevista para o dia 30. O encontro foi solicitado pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e contou com a participação de líderes regionais, incluindo a presidente de Honduras, Xiomara Castro.

Com a instalação do centro de acolhimento e o diálogo com os Estados Unidos, o governo brasileiro busca minimizar os impactos das deportações e garantir que os repatriados sejam tratados com dignidade ao retornar ao país.

Trump proíbe transições de gênero para menores de idade

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (28), uma ordem executiva que impede o financiamento de tratamentos médicos voltados para a transição de gênero em menores de 19 anos. A medida proíbe que hospitais, seguradoras e instituições médicas que recebem verbas públicas realizem procedimentos como terapias hormonais, bloqueadores de puberdade e cirurgias de redesignação sexual em crianças e adolescentes.

Segundo o decreto, “É política dos Estados Unidos não financiar, patrocinar, promover, auxiliar ou apoiar a chamada ‘transição’ de uma criança de um sexo para outro, e aplicará rigorosamente todas as leis que proíbem ou limitam esses procedimentos destrutivos e que alteram a vida”. O presidente ainda classificou essa prática como “mancha” na história dos EUA.


Presidente Donald Trump (Foto: reprodução/Chip Somodevilla/Getty Images Embed)


Restrição cumpre promessa de campanha

A decisão atende a uma das principais promessas da campanha republicana e reforça a postura conservadora de Trump em relação às questões de identidade de gênero. Em sua declaração oficial, o presidente enfatizou que seu governo aplicará rigorosamente todas as leis que proíbem ou limitam esses procedimentos médicos. Além disso, ordenou que o Secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS) revise a literatura científica sobre o tema para definir “melhores práticas” para tratar crianças com disforia de gênero.

A ordem também revoga políticas anteriores que seguiam diretrizes da World Professional Association for Transgender Health (WPATH), entidade reconhecida internacionalmente como referência no cuidado com pessoas transgêneros. O governo Trump, no entanto, alegou que essas diretrizes não possuem “credibilidade científica”.

Impacto na comunidade trans

A medida gerou forte reação de grupos de defesa dos direitos LGBTQIA+, que acusam o governo de comprometer o acesso à saúde para jovens transgêneros. A American Academy of Pediatrics e outras associações médicas afirmam que os cuidados de afirmação de gênero são baseados em evidências científicas e podem salvar vidas, especialmente devido às altas taxas de depressão e suicídio entre jovens trans.

Essa não é a primeira ação do governo Trump que impacta diretamente a população trans. Nos primeiros dias de sua administração, ele já havia proibido mulheres trans de serem colocadas em prisões femininas. Além disso, na segunda-feira (27), assinou uma ordem executiva que impede militares transgênero de servirem nas Forças Armadas.

O que esperar nos próximos passos?

A decisão deve enfrentar desafios legais, já que diversos estados americanos possuem legislações próprias que garantem assistência médica a pessoas trans, incluindo menores de idade. A oposição democrata e grupos de direitos civis prometem contestar a ordem nos tribunais, alegando que ela viola direitos constitucionais.

Enquanto isso, a Casa Branca mantém sua posição de que a proibição é necessária para “proteger crianças” e reafirma sua intenção de reverter avanços conquistados pela comunidade trans durante as administrações anteriores. A expectativa agora é acompanhar os desdobramentos judiciais e políticos dessa nova diretriz do governo Trump.

Trump irá anunciar decisão sobre futuro do TikTok nos EUA em 30 dias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado que estabeleceu um prazo para a decisão sobre o futuro da plataforma do Tik Tok nos EUA. Segundo ele, a decisão será tomada “nos próximos 30 dias”. O presidente disse também que está discutindo com várias pessoas sobre a possibilidade de comprar a plataforma.

Falei com muitas pessoas sobre o TikTok e há grande interesse no TikTok”, disse Trump aos repórteres no Air Force One durante um voo para a Flórida no sábado.

TikTok fora do ar

No dia 18 de janeiro, após uma decisão da Justiça, a plataforma do TikTok ficou fora do ar por algumas horas nos EUA devido a um projeto de lei sancionado pelo ex-presidente Joe Biden que ordena que o TikTok, controlado por uma empresa chinesa ByteDance, seja controlado por uma empresa de confiança dos Estados Unidos.

No entanto, a plataforma voltou ao ar no dia 19 após Trump prometer adiar a proibição do acesso ao aplicativo nos EUA um dia antes de sua posse. Assim que assumiu o cargo, o presidente assinou uma ordem que permite que o TikTok continue funcionando no país por mais 75 dias.

Supostas negociações

Segundo a Reauters, duas fontes com conhecimento do assunto informaram que Trump está recorrendo à empresa de software Oracle e a um grupo de investidores externos para assumir efetivamente o controle da plataforma no país.


Trump negou negociações com a Oracle (Foto: reprodução/CNN)

No entanto, o presidente negou as informações aos repórteres de voo e disse que não está negociando com a Oracle.

Não, não com a Oracle. Várias pessoas estão falando comigo, pessoas muito substanciais, sobre comprá-lo e eu tomarei essa decisão provavelmente nos próximos 30 dias. O Congresso deu 90 dias. Se pudermos salvar o TikTok, acho que seria uma coisa boa”.

Outros possíveis compradores

Outras empresas estão disputando a aquisição do aplicativo. Dentre eles, está um grupo de investidores, liderados por Frank McCourt e Jimmy Donaldson, a estrela do YouTube Mr. Beast. No entanto, segundo uma das fontes, eles não fazem parte da negociação da Oracle. Além disso, o presidente disse que estaria aberto a uma negociação com o trilionário Elon Musk. “Eu estaria [aberto] se ele quisesse comprá-lo”


Trump diz estar aberto à compra do TikTok por Elon Musk (Foto: reprodução/YouTube/Metrópoles)

O TikTok fechou um acordo com a Oracle em 2022 para armazenar as informações dos usuários nos EUA devido às preocupações de Washington sobre as interferências do governo chinês.

Donald Trump fornece para Israel bomba de quase uma tonelada

Neste sábado (25), o então presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, informou aos militares do país em que preside, para liberar uma retenção feita por Joe Biden. O governante atual havia tomado a medida, por conta de uma preocupação quanto ao impacto essas bombas poderiam causar para os habitantes da região em Gaza, enquanto ocorrida a guerra entre Israel e Hamas, governo atual já informou que ira vender cada bomba para o país em questão, no caso não iria dar e sim negociar.

Assistência

A terra do Tio Sam anunciou que iria apoiar o país presidido por Benjamin Netanyahu, fornecendo bilhões de dólares no início da guerra. Donald Trump quando questionado do porquê ele teria resolvido fornecer ao local em questão as bombas poderosas, ele respondeu dizendo que era porque eles haviam comprado elas, e que algumas negociações feitas entre Israel e os EUA não foram cumpridas, por conta do fato de que Biden não teria enviado o prometido de produtos para a localidade em questão


O primeiro ministro de Israel falando durante conferência em Jerusalém no dia 9 de dezembro de 2024(reprodução/ Maya Alleruzzo/ Getty images Embed)


Apoio

Desde quando se iniciou a guerra entre Israel e o Hamas, o governo americano apoia o país aonde se localiza a cidade Jerusalém, tanto Biden e agora Trump já demonstravam certo apoio ao local em questão, tanto que defensores dos direitos humanos estavam criticando o governo anterior ao que esta governando agora, tendo em vista as atitudes do ex-presidente, já se ocorria dos EUA estarem contribuindo para que o Benjamin consegue-se obter bons resultados em cima do Hamas.

Cessar-fogo

Na última semana, começou a entrar em vigor o cessar-fogo localizado em Gaza, o que consequentemente levou à libertação de alguns reféns israelenses que estavam sendo reféns do Hamas, tendo sido trocados por prisioneiros da Palestina, estando eles sendo mantidos presos por Israel. Trump um pouco antes de ser empossado presidente dos EUA, havia dito que, se o Hamas não soltasse, aqueles em que estavam presos lá, teriam um inferno a pagar.

A guerra entre Israel e Hamas continua ocorrendo e ainda não chegaram a uma conclusão.