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Com apenas 16 anos, a maior promessa do futebol atualmente, Lamine Yamal, impressiona cada vez mais a todos que o assistem. O jovem espanhol completará 17 anos no dia 13 de julho, um dia antes da final da Eurocopa, podendo ter o presente de aniversário perfeito se for campeão da competição.
Na sua curta carreira até então, ele já acumulou várias marcas e recordes, além de se mostrar muito maduro e com muita personalidade para a pouca idade que possui.
Lamine Yamal comemorando seu golaço contra a França (Foto: Reprodução/Justin Setterfield/Getty Images Embed)
Nesta terça-feira (9), a Espanha e a França se enfrentaram pela semifinal da Eurocopa e os espanhóis saíram vitoriosos pelo placar de 2 a 1 após uma virada rápida. O primeiro gol da reação espanhola saiu dos pés do jovem Lamine Yamal, que marcou um golaço, sendo um forte candidato ao gol mais bonito da competição.
Com esse gol marcado contra a França, a joia espanhola se tornou o jogador mais novo a marcar na Eurocopa, com apenas 16 anos e 363 dias. Tudo isso que o garoto vem fazendo é com um período de tempo de pouco mais de 1 ano desde a sua estreia no profissional.
Lamine Yamal após o apito final (Foto: Reprodução/Justin Setterfield/Getty Images Embed)
O jovem Yamal fez o primeiro jogo da sua carreira no dia 23 de abril de 2023 com apenas 15 anos e 290 dias pelo Barcelona e, com apenas 16 anos, ele assumiu a titularidade do clube catalão.
O jovem só não foi o mais novo a estrear no Barcelona pois, em 1920, Armando Martinez Sagi, fez a sua estreia com apenas 14 anos e 200 dias. Entretant, Lamine foi o mais jovem como titular da história do clube.
Os recordes que a joia do futebol espanhol já quebrou por ser o mais jovem a realizar algo, foram: jogar no campeonato espanhol; ser titular do Barcelona; ser titular no campeonato espanhol; ser titular em uma Champions League; fazer um gol pelo Barcelona; fazer um gol na história do campeonato espanhol; fazer um gol pela seleção da Espanha; jogar e ser titular na Eurocopa e fazer um gol na Eurocopa.
Após o jogo entre Alemanha X Espanha que acorreu na última sexta (05/07), torcedores alemães resolveram fazer um abaixo assinado para que esse jogo fosse refeito. Nesta petição, os torcedores pediram ainda que o arbitro da partida, Anthony Taylor, fosse retirado da lista de árbitros da UEFA.
Até o momento essa petição já teve mais de 300 mil assinaturas, o que motivou este abaixo assinado foi um lance polemico envolvendo o jogador espanhol, Cucurella, que teria atrapalhado o chute de Musiala.
Lance polêmico que ocorreu durante o jogo entre Alemanha X Espanha (Reprodução/AFP/Thomas Kienzle)
Lance polêmico durante o jogo Alemanha X Espanha
O lance que motivou o abaixo assinado feito por torcedores alemães aconteceu durante a prorrogação, mais especificamente o lance foi aos 23 minutos, ainda quando o jogo estava empatado em 1 a 1.
Momentos após essa jogada, aconteceu o gol de Merino, onde decidiu a partida, que ficou 2 a 1 e classificou a Espanha para a semifinal contra França, que ocorrerá nesta terça-feira (9).
O que a regra diz sobre o lance
A explicação para o árbitro inglês não ter marcado o pênalti continua sendo debatida, a posição do lateral espanhol, Cucurella, pode sugerir uma falta clara. O VAR resolveu escutar a decisão de campo e não analisar o lance com mais detalhes.
Na regra estabelecida pela UEFA, quando a bola tocar na mão, a infração não deve ser marcada se o braço do jogador estiver perto ou ao lado do corpo do jogador, apontando predominantemente para baixo ou para trás da linha da bola.
O jogo de Alemanha X Espanha pode ser remarcado?
A entidade ainda não respondeu publicamente sobre o abaixo assinado e nem sobre o lance controverso.
A petição não é só pela frustração esportiva e sim sobre uma preocupação que os torcedores estão tendo cada vez mais sobre a imparcialidade das decisões do árbitro de vídeo e da arbitragem de campo
A Seleção Francesa conseguiu uma vitória sofrida por 1 a 0 sobre a Bélgica nesta segunda-feira, 01 de julho, na Merkur Spiel-Arena, em Düsseldorf, na Alemanha. O gol francês seria de Randal Kolo Muani, não fosse o desvio do zagueiro Jan Vertonghen que causou a consideração de gol contra.
Com o resultado, os franceses avançam para as quartas de final da competição e aguardam o vencedor de Portugal e Eslovênia, partida que ocorrerá ainda hoje, às 16h (horário de Brasília). Já os belgas aguardam o mês de setembro para voltar a campo, agora pela Liga das Nações.
Resumo geral
Ambas as seleções tiveram momentos criativos na primeira etapa: enquanto os franceses apertaram no início do jogo, com uma marcação alta e recuperações que geravam criações, os belgas aproveitaram as brechas de marcação francesas para avançar e chegar ao ataque. No entanto, os dez chutes – 9 da França – não foram de total perigo. Da mesma forma, as formas que os azuis tiveram para tentar parar os avanços belgas foram pro meio de faltas mais duras, gerando cartões amarelos que penduraram Tchouaméni e Griezmann e que tirou Rabiot da partida de quartas de final, por ter tomado cartões em jogos anteriores.
Na segunda etapa, o aumento da pressão ofensiva francesa e os erros nas mudanças – ou na falta delas – do treinador Domenico Tedesco fizeram a Bélgica jogar acuada, sem mais chances de tantos avanços para o ataque. A retranca deu certo até os 40 da segunda etapa, quando Kolo Muani recebeu a bola que, a partir de sua finalização e do desvio de Vertonghen, causou a derrota dos diabos vermelhos.
<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”en” dir=”ltr”>A massive moment for France <a href=”https://twitter.com/hashtag/EURO2024?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw”>#EURO2024</a> | <a href=”https://twitter.com/hashtag/FRABEL?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw”>#FRABEL</a> <a href=”https://t.co/5WAmx8sDN5″>pic.twitter.com/5WAmx8sDN5</a></p>— UEFA EURO 2024 (@EURO2024) <a href=”https://twitter.com/EURO2024/status/1807837122239267063?ref_src=twsrc%5Etfw”>July 1, 2024</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>
Primeiro tempo
Os primeiros minutos foram de uma França que não queria desesperadamente a bola. Os jogadores de ataque e meio campo, no entanto, fizeram a pressão para evitar que a bola saísse da defesa belga. E quando os diabos vermelhos arriscavam algo, as chances de parar foram na base da falta, fator que levou aos cartões amarelos para Griezmann e Rabiot, além do cartão dado à Tchouaméni por reclamação.
Apesar das circunstâncias, a primeira chance perigosa veio de De Bruyne, com bola parada, aos 23 minutos. Sua cobrança não foi em direção à concentração de jogadores, e sim ao gol. No quicar da bola, o goleiro francês Mike Maignan afastou com as pernas.
Os jogadores da França até finalizaram por alguns momentos. No entanto, nenhuma das bolas foi em direção ao gol. Uma delas, por exemplo, foi de Theo Hernández, que recebeu pela esquerda aos 31 minutos e arriscou um chute chapado. No entanto, a bola passou perto do gol belga. Dois minutos depois, N’Golo Kanté inverteu a bola para o lado de Jules Koundé que, pela direita, cruzou para Marcus Thuram, de cabeça, mandar a bola por cima do gol de Koen Casteeels.
Tchouaméni tentou por outras duas vezes, também para fora: uma aos 39 minutos, fora da área e próximo da trave, e aos 45, após jogada individual de Mbappé e uma sobra de bola após o passe do camisa 10.
Segundo tempo
Diferentemente da primeira etapa, os franceses dominaram o número de chutes a gol e investidas – principalmente pelas pontas -. A Bélgica pouco tentou reverter e se viu obrigada a seguir o jogo de forma recuada, abdicando de muitas tentativas de ataque. No entanto, os diabos vermelhos foram mais precisos nas finalizações que conseguiram, com três tentativas a gol que pararam em Maignan.
O efeito disso veio logo aos três minutos da etapa, quando Mbappé, pela esquerda, inverteu o jogo para Kanté que, após o domínio, acionou Tchouaméni. O camisa 8, de primeira, chapou a bola e parou na defesa de Castells para escanteio.
Já aos sete minutos, foi a vez de Mbappé criar e finalizar a jogada pela esquerda. O camisa 10 francês investiu em direção à grande área, se livrou de dois marcadores e finalizou por cima do gol, levando perigo para Casteels.
Os belgas tentaram a resposta com 15 minutos de etapa, em uma recuperação de bola de Kevin De Bruyne pelo meio do campo. A situação gerou o arranque livre e o passe para Yannick Carrasco que, no momento da finalização que daria na grande área, foi travado por Theo Hernández.
Lukaku também teve uma chance de gol aos 24 minutos, após um passe de De Bruyne para Openda pela esquerda e a tentativa de assistência para o camisa 10. Na finalização, Maignan espalmou e os defensores franceses seguiram com a condução da bola.
O retorno francês ao ataque veio quatro minutos depois: Saliba, após sobra de escanteio, recebeu de Koundé pela direita e, na grande área, o zagueiro fintou Doku, mas finalizou para fora, muito próximo ao gol.
Kevin De Bruyne, quando recebeu um passe de Jérémy Doku aos 37 da etapa, teve a chance com um chute de fora da área. Maignan se posicionou bem e espalmou a bola, assim como Upamecano foi preciso ao afastar a bola para a lateral.
O gol da vitória francesa veio de mais uma construção de jogada que partiu do lado esquerdo para o direito do campo: Mbappé, aos 39 minutos, encontrou Theo Hernández pela esquerda. O lateral francês reconduziu a bola para o meio, próximo da grande área, e a livrou dos belgas ao tocar para Griezmann. O camisa 7 achou Koundé que, após aguardar aproximações dos parceiros, recuou para Kanté que, de primeira, tocou para Kolo Muani – substituto de Marcus Thuram – na grande área. O considerado “vilão” da derrota para a Argentina na Copa do Mundo, quando parou em Martínez no último lance da prorrogação, agora conseguiu o gol ao finalizar na diagonal e, claro, contar com o desvio de Jan Vertonghen, fator que levou o juiz a considerar o gol contra. Ainda assim, o tento foi válido e a França abriu de vez o placar e garantiu a classificação.
Melhores momentos de França 1 x 0 Bélgica, pelas oitavas de final da Eurocopa 2024 (Vídeo: reprodução/YouTube/ge)
Próximos jogos
A França aguarda o vencedor entre Portugal e Eslovênia para saber quem será seu adversário na próxima sexta-feira (05), às 16h (horário de Brasília), no Volksparkstadion, em Hamburgo.
Já a Seleção Belga aguarda o dia 06 de setembro para voltar a campo pela quarta edição Liga das Nações da UEFA, em partida contra Israel válida pelo grupo 2 da liga A, no Stade Roi-Baudouin, em Bruxelas, às 15h45 (horário de Brasília).
As seleções da Eslováquia e da Romênia garantiram suas vagas nas oitavas de final da Eurocopa após o empate por 1 a 1 pela terceira rodada do grupo E da competição, que aconteceu nesta quarta-feira (26), no Deutsche Bank Park, em Frankfurt, na Alemanha. O gol dos Sokoli (Falcões) foi de Ondrej Duda, enquanto o gol dos Tricolorii (tricolores) foi de Răzvan Marin, de pênalti.
Classificação por critérios
O grupo E terminou com todas as seleções com quatro pontos, após o empate por 0 a 0 entre Ucrânia e Bélgica. Com isso, a Romênia faturou a inédita primeira colocação – e a segunda classificação para as oitavas em sua história – por conta do número de gols marcados (4) em comparação aos belgas (2), já que ambas as seleções terminaram com saldo de gols +1.
Já a Eslováquia, desde a dissolução da Tchecoslováquia, em 1993, volta para esta fase após oito anos e repetindo o feito de 2016, quando passou entre as quatro melhores seleções que ficaram na terceira posição da fase de grupos. O saldo zero foi suficiente para ficar acima da Ucrânia, que terminou com valor -2.
A partida teve o clima como um “personagem inusitado” em meio a duas torcidas barulhentas. Se no primeiro tempo o sol e o calor dominaram a ponto de causar uma parada técnica, no segundo, a chuva predominou justamente no primeiro jogo com o teto retrátil aberto na competição. Com isso, a preocupação com o gramado do Deutsche Bank Park, que recebeu reclamações em partidas anteriores por conta dos tufos que saíam ao longo das partidas, se tornou maior.
Um fato inusitado se deu aos 11 minutos da segunda etapa, quando um trovão caiu próximo ao estádio e o barulho, que ficou audível até na transmissão da partida, assustou uma parcela dos torcedores e fez com que outra parcela gritasse em tom de comemoração.
Jogo de propostas do início ao fim
Ambas as seleções propuseram criações de jogadas, finalizações e trocas de passes enquanto tinham a bola como posse, correndo sem parar e em busca de um resultado favorável para a classificação. As situações de retranca ou de cera foram praticamente nulas.
Ao todo, os eslovacos chutaram 13 vezes, sendo quatro a gol, contra 9 chutes romenos – cinco contra a meta de Dúbravka. A diferença total de posse (58% para a Eslováquia contra 42% da Romênia), ainda assim, não foi um critério que demonstrasse domínio de uma equipe sobre a outra.
Outro fator em destaque da partida foi o jogo físico, que não somente ficou evidente por conta das movimentações em campo, como nas faltas. Foi 11 a 10 para a Eslováquia e, no caso de uma delas, o pênalti que gerou o gol de empate dos Tricolorii aconteceu. Além disso, os romenos levaram três cartões amarelos ao longo da partida.
Primeiro tempo
O início do jogo se mostrou agitado em campo, com trocas de passes frenéticas das seleções, e nas arquibancadas, com o barulho dos torcedores eslovacos e romenos – estes eram a maioria em Frankfurt.
O primeiro grande lance do jogo veio aos dez minutos da etapa, quando Andrei Rațiu trocou passes com Nicușor Bancu pelo meio, perto da grande área. O mesmo jogador tabelou com Florinel Coman e recebeu livre no lado esquerdo da grande área. A finalização cruzada, porém, gerou a defesa do goleiro Martin Dúbravka e, no rebote, Ianis Hagi chutou de primeira por cima do gol eslovaco.
Dois minutos depois, os Tricolorii voltaram a assustar com Răzvan Marin que, de falta e de longe, arriscou um chute forte que passou perto do gol eslovaco. O mesmo ocorreu aos 21 minutos, porém para a Eslováquia, quando Lukáš Haraslín levou perigo ao gol romeno num cruzamento baixo de fora da área e que passou perto da trave, após ultrapassar toda a marcação.
Aos poucos, os Falcões eslovacos chegavam por mais vezes na área até que, aos 23 minutos, Juraj Kucka cruzou para que Ondrej Duda, de cabeça, abrisse o placar. Duda não sofreu marcações na jogada, o que facilitou para empurrar a bola para o gol de Florin Niță. Se o resultado se mantivesse dessa forma, era a Eslováquia que passaria em primeiro no grupo E.
A pressão romena se deu minutos depois e gerou o gol de empate. Primeiro, com um chute de Andrei Rațiu, de fora da área, defendido por Dúbravka, aos 32 minutos. Depois, aos 33, numa construção de jogada pela direita, na linha de fundo, Ianis Hagi sofeu duas interceptações em seguida de Dávid Hancko, no mesmo lance: a primeira, um pisão do eslovaco em seu pé, com o pé de apoio e fora da área; e a segunda com a outra perna, dentro da área, derrubando o filho de Gheorghe Hagi. Após a revisão do VAR, o pênalti foi marcado e Răzvan Marin, aos 35 minutos, chutou forte e alto no canto contrário do goleiro da Eslováquia, igualando assim o placar e retomando a liderança do grupo.
Segundo tempo
A chuva que caiu em Frankfurt, no início da etapa, apesar de forte, não foi empecilho para que a partida seguisse frenética. Mesmo que o resultado fosse favorável para as duas seleções, a proposição de jogo de ambas seguiu normalmente durante grande parte da etapa. Os eslovacos, inclusive, mantiveram um domínio da posse de bola maior que no primeiro tempo, com 62%.
E logo cedo, aos seis minutos, os Sokoli fizeram a primeira jogada de perigo da etapa com Lukáš Haraslín que, pelo lado esquerdo, conduziu pela linha de fundo e, após se livrar da marcação de Andrei Rațiu, tentou o chute sem ângulo que parou em Niță.
Nove minutos depois, os Tricolorii devolveram com Marin, que parou em Dúbravka após receber o passe de Hagi – que começou em uma caneta do camisa 10 – e, no rebote, com Denis Drăguş, que enganou os torcedores romenos ao chutar por cima do gol e a bola rebater na sustentação da rede.
Com 19 minutos de etapa e no ápice da chuva, David Strelec quase ampliou o placar com um chute rasteiro da meia-lua, que parou no goleiro da Romênia. No minuto seguinte, foi a vez de Lukáš Haraslín, que arrancou pela lateral esquerda e, perto da grande área, cortou a marcação de Rațiu e chutou muito próximo à trave de Dúbravka.
Nos vinte minutos finais, os toques e marcações seguiram frenéticos, apesar de não terem mais jogadas de perigo. A última – e não tão efetiva – foi aos 30, num chute de fora da área do zagueiro eslovaco Denis Vavro, que passou muito por cima do travessão.
De cera em cera e sabendo da persistência do zero a zero entre Ucrânia e Bélgica, ambas as seleções perderam um pouco do ritmo nos acréscimos e, no fim do jogo, comemoraram paralelamente as suas classificações, em suas posições no grupo: os romenos, em maioria nas arquibancadas, fizeram uma festa maior que partiu de um sinalizador nos minutos finais; os eslovacos, apesar da terceira posição, também comemoraram sua segunda ida às oitavas de final na terceira participação em Eurocopas.
Melhores momentos de Eslováquia 1 x 1 Romênia, pela terceira rodada do Grupo E da Eurocopa (Vídeo: reprodução/YouTube/ge)
Próximos jogos
A Romênia aguarda a finalização da fase de grupos, que ocorre ainda hoje, para ter um adversário definido: o terceiro melhor terceiro colocado entre os grupos A até o D. A partida, no entanto, foi definida para a próxima terça-feira, dia 02 de julho, às 13h (horário de Brasília), na Allianz Arena, em Munique.
Já os eslovacos também aguardam a definição da fase de grupos para confirmar sua posição entre os melhores terceiros colocados. Há a possibilidade de enfrentar a Espanha, no dia 30 de junho, às 16h (horário de Brasília), em Colônia; assim como sua adversária pode ser a Inglaterra, na mesma data, às 13h, na Veltins-Arena, em Gelsenkirchen.
Nesta terça-feira, a seleção francesa terminou a fase de grupos da Eurocopa se classificando como segundo colocado após empatar por 1 a 1 contra a seleção da Polônia. Após a última rodada da fase de grupos, o técnico Didier Deschamps disse que a França mereceu a segunda colocação do grupo D. Os franceses são tidos como um dos principais favoritos ao título da competição, mas nos três primeiros jogos ela mostrou um futebol muito abaixo do esperado.
Mbappé convertendo o pênalti para a França (Foto: Reprodução/Kevin C. Cox/Getty Images Embed)
Durante a fase de grupos, a seleção da França somou 5 pontos com dois empates e uma vitória, que foi com um gol contra da seleção da Áustria. Já nos dois empates, um foi pelo placar de 0 a 0 contra a Holanda e empatou por 1 a 1 contra a Polônia com um gol de pênalti convertido por Mbappé, após 20 finalizações, sendo 7 no alvo. Em entrevista após o jogo contra a Polônia, Didier Deschamps disse que acha justo a segunda colocação do grupo e está satisfeito com o futebol apresentado pelo seu time, mas afirma que o time precisa ser mais rápido e precisa.
Didier Deschamps na beira do gramado (Foto: Reprodução/Dean Mouhtaropoulos/Getty Images Embed)
Sendo como uma das principais candidatas ao título da Eurocopa, a seleção da França mostra um futebol muito abaixo do esperado em relação às outras competições anteriores. Durante toda a fase de grupos, a equipe de Didier Deschamps finalizou 49 vezes e marcou apenas 2 gols, sendo um deles um gol contra da seleção austríaca. Classificados para as oitavas de final, os franceses esperam a última rodada do grupo E para saber quem irá enfrentar no dia primeiro de julho às 13 horas (Brasília).
A partida da fase de grupos entre França e Polônia na EuroCopa aconteceu hoje (25), e o técnico Didier Deschamps tomou uma decisão inesperada: o atacante Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid, ficou no banco de reservas até o segundo tempo. Assim que entrou em campo, Griezmann quebrou o recorde de jogador com mais partidas em torneios de grande porte como a Eurocopa ou Copa do Mundo, somando 33 participações até o momento.
O recorde de Antoine Griezmann
Não é só no Brasil que jogadores de calibre estão ficando no banco de reservas. A escalação do time francês na partida contra a França contou com uma surpresa e um recorte batido: Antoine Griezmann ficou de lado até o 15 minutos do segundo tempo, coisa que não acontecia desde 2016. Entretanto, assim que pisou nos gramados, quebrou o recorde de jogador que mais jogou nas competições da Eurocopa e Copa do Mundo, superando a marca de Lilian Thuram.
Para ocupar o lugar de Griezmann, Deschamps optou por uma dinâmica diferente com Barcola, do Paris Saint-Germain. Mesmo quando passou por uma lesão em março, Griezmann já acumulava uma sequência de 84 jogos seguidos entrando em campo pela seleção francesa. Por isso, a decisão de deixá-lo no banco durante o começo foi tão inesperada, já que durante sete anos seguidos a França não disputou uma partida sequer sem o jogador.
Griezmann durante partida contra a Polônia (Foto: Reprodução/Mateusz Slodkowski/Getty Images Embed)
Griezmann se destacou com um dos principais jogadores na conquista da Copa do Mundo de 2018 para o time, sendo premiado como o terceiro melhor jogador do torneio. Anteriormente, o jogador já tinha ganhado a Chuteira de Ouro da Euro por marcar seis gols no Campeonato Europeu de 2016. O atacante também é reconhecido pelo seu carisma e pelo seu compromisso com causas sociais.
A partida contra a Polônia no Campeonato Europeu de Futebol 2024
O primeiro tempo da partida foi sôfrego, com nenhuma mudança no placar para ambos os times. Só no segundo tempo que Kylian Mbappé marcou um gol de pênalti. O jogador estava com uma máscara devido a fratura sofrida recentemente no jogo contra a Áustria. Lewandowski, da seleção polonesa, empatou fazendo outro pênalti aos 79 minutos do segundo tempo. O jogo terminou com empate de 1 a 1, concedendo o segundo lugar para a seleção francesa no grupo D com cinco pontos.
A França enfrenta o segundo colocado do grupo E nas oitavas de final para que possa seguir ao lado dos times da Alemanha, Espanha e Portugal. As partidas decisivas ocorrem amanhã, ás 13h, com Ucrânia X Bélgica e Eslováquia X Romênia se enfrentando.
A Áustria fez história ao garantir a classificação em primeiro lugar no Grupo D da Eurocopa, com a vitória por 3 a 2 sobre a Holanda, nesta terça-feira (25), no Olympiastadion, em Berlim, na Alemanha. Os gols do Wunderteam foram do holandês Donyel Malen (contra) e dos austríacos Romano Schmid e Marcel Sabitzer, enquanto a Laranja Mecânica marcou com Cody Gakpo e Memphis Depay.
Com o resultado, a Áustria garantiu sua melhor campanha em fases de grupos da competição europeia, fixando a primeira colocação com seis pontos, saldo +2 e seis gols marcados nos três jogos, à frente da França (5 pontos) e da Holanda (4 pontos), além de aguardar o encerramento dos jogos do grupo F, que ocorrerão amanhã (26), para saber quem será o segundo colocado e, consequentemente, seu adversário nas oitavas de final. A vitória austríaca também quebrou um tabu de 42 anos sem vencer por duas vezes seguidas em uma competição internacional – a última vez foi na Copa do Mundo de 1982, quando venceu Chile e Argélia nas duas rodadas da primeira fase.
Os holandeses ficaram na terceira colocação com a derrota, porém mais próximos de uma classificação entre os quatro melhores terceiros colocados do que de uma eliminação. Para isso, devem aguardar o fim da fase de grupos para saberem qual será sua posição entre estes melhores e, consequentemente, qual será seu adversário nas oitavas de final.
Os austríacos tiveram um domínio de jogo que não era esperado na primeira etapa, muito por conta do domínio da posse de bola pelo meio do campo (ao todo, 56%) e pela exploração de jogadas pelo lado esquerdo – o direito da Holanda. Foi assim que o primeiro gol da Áustria, contra, saiu e abalou o restante da primeira etapa holandesa a ponto de ter uma substituição ainda na primeira etapa.
Já no segundo tempo, a reação holandesa logo veio com um empate no primeiro minuto. No entanto, a Áustria foi rápida em reagir e retomar o placar 12 minutos depois. A Laranja Mecânica empatou aos 30, com um gol que quase foi anulado, não fosse a análise do VAR e a revisão do juiz. Cinco minutos depois, foi a vez dos austríacos demonstrarem o poderio de rápida reação para, novamente pelo lado esquerdo, conseguirem a nova ampliação do placar e, minutos depois, quase sacramentarem a vitória, não fosse a posição de impedimento de Baumgartner.
Individualmente, alguns jogadores holandeses, como o lateral-direito Geertruida e o meia Joey Veerman – substituído ainda na primeira etapa – não entregaram o suficiente e tiveram dificuldades de levar o jogo. Malen também foi um desses, mas apenas no primeiro tempo, visto que voltou para a segunda etapa com um poderio de criação pela ponta direita e dando dificuldade para os marcadores adversários.
Já do lado da Áustria, não somente os cinco meias foram efetivos nas criações de jogadas, passes e nas marcações, como as mudanças do treinador Ralf Ragnick – com as entradas dos poupados Leimer e Baumgartner e de Laimer, Querfield e Weimann – foram essenciais para a busca da vitória e para segurar o placar na reta final do jogo, quando a seleção holandesa se alçou para o ataque e apostou nas bolas aéreas, muito em conta de jogadores altos como Weghorst e Van de Ven.
Primeiro tempo
O estilo de jogo pelas laterais por parte da Áustria ficou evidente logo nos primeiros minutos, com as alçadas de Sabitzer e Schmid que, por pouco, não foram mais efetivas.
No entanto, a insistência austríaca se deu pelo lado esquerdo e, justamente por meio de uma construção nesta parte, saiu o primeiro gol do jogo: Marko Arnautović, pelo meio, encontrou o lateral Alexander Prass livre. O camisa 8, quando acionado, correu para a grande área e tentou o cruzamento rasteiro para o centroavante. Porém, Donyell Malen, na tentativa de desviar ou interceptar o passe, acabou por rebater a bola em direção à própria meta e, nisso, o goleiro Bart Verbrugen não teve tempo de reagir ao desvio, cedendo o gol para o Wunderteam. Foi a primeira vez na história da Eurocopa que um jogador holandês marcou um gol contra.
A Holanda ensaiou a reação e a tentativa de empate aos poucos e, aos 13 minutos, quase chegou com Tijjani Reijnders: o camisa 14, pelo meio, acionou Cody Gakpo pelo lado esquerdo e o atacante holandês devolveu a bola para o meia que, livre e de pé trocado, pegou mal na bola e chutou para fora.
Na altura dos 19 minutos, a Áustria já dominava a posse de bola e trocava passes pelo meio do campo. Na transmissão do jogo, era possível ouvir os gritos de olé por parte dos torcedores presentes no Olympiastadion.
Mesmo assim, foi a Holanda que voltou a trazer perigo aos 23 minutos, quando a bagunça da marcação austríaca permitiu que Reijinders acionasse Malen pelo meio. O atacante se livrou dos zagueiros e tentou tirar do goleiro Patrick Pentz no 1 contra 1, mas chutou para fora e desperdiçou a chance de empatar o jogo.
As dificuldades de criação e de segurar as criações austríacas levaram o técnico holandês Ronald Koeman a fazer a primeira substituição do jogo ainda na primeira etapa: ele apostou em Xavi Simons para o lugar de Joey Veerman, que não executava uma boa partida até aquele momento.
Os austríacos voltaram a trazer perigo aos 37 minutos, quando Sabitzer arriscou um chute de fora da área e Verbrugen espalmou para escanteio. Da mesma forma, a última jogada de perigo do jogo veio da Holanda, quando Memphis Depay quase encobriu Patrick Pentz num chute que bateu na trave.
Segundo tempo
A Holanda conseguiu empatar o jogo com um minuto de jogo, a partir da recuperação de bola de Geertruida sobre Florian Grillitsch. Nisso, Xavi Simons arrancou pelo meio e encontrou Gakpo pela esquerda. Ao receber a bola, o camisa 11 cortou para a direita, tirou da marcação de Lienhart e chutou contra o lado do goleiro Pentz, que não alcançou a bola. Os ataques seguiram e, aos sete minutos, Van Dijk quase conseguiu o cabeceio, não fosse o desvio da defesa austríaca que passou por cima do gol.
A Seleção Austríaca insistiu nas jogadas pela esquerda e foram justamente por causa delas que o gol saiu. A jogada que trouxe o Wunderteam de volta à frente partiu do passe de Sabitzer para Prass e o toque infiltrado para Grillitsch. O camisa 10 cruzou, no limite da linha de fundo, para que Romano Schmid, de peixinho, cabeceasse no canto do gol, sem chances de a tentativa de afastamento de Stefan de Vrij dar certo.
Ambas as seleções, após o gol, viram janelas para substituições. Ralf Ragnick apostou em Baumgartner, Konrad Leimer e Leopold Querfeld nos lugares de Lienhart, Wimmer e Grillitsch. Já Ronald Koeman tirou Reijnders, Nathan Aké e Malen para colocar Wijnaldum e os altos Micky Van de Ven e Weghorst.
E foi justamente com o último citado, o camisa 9 da Holanda, que o passe para o gol de empate veio. Tudo começou aos 29 minutos, no lado esquerdo, com o cruzamento de Cody Gakpo para a grande área. Weighorst fez o passe de cabeça e Memphis Depay dominou de barriga entre dois marcadores e finalizou para o gol, sem chances para Pentz. Por pouco, o gol não foi anulado por suposta mão na bola, algo que foi contrariado com a análise do VAR pela cabine e pelo árbitro.
Nessa altura da partida, já se sabia do gol de empate polonês sobre a França, num pênalti que teve que ser cobrado pela segunda vez. Gregoritsch entrou pela Áustria no lugar de Arnautović.
Mas foi Baumgartner que foi decisivo, aos 35 minutos, ao dar um passe pela esquerda para Sabitzer que quebrou novamente a marcação holandesa. Coube ao camisa 9, quase sem ângulo, chutar forte e na diagonal para marcar o gol da vitória austríaca e da classificação na primeira posição do grupo. O quarto gol só não saiu porque o mesmo Baumgartner estava impedido no momento em que recebeu o passe pelo mesmo lado do terceiro gol, o que anulou sua finalização perto da linha de fundo.
Os holandeses se alçaram para o ataque, enquanto viram a marcação cerrada do adversário na reta final do jogo. Ainda assim, conseguiram chegar ao ataque por duas vezes: uma aos 38 minutos, quando Gakpo quase encobriu o goleiro em meio a um cruzamento; e aos 40, num peixinho de Weighorst que passou por cima do travessão de Pentz.
Melhores momentos de Holanda 2 x 3 Áustria, pela terceira rodada do grupo D da Eurocopa (Vídeo: reprodução/YouTube/CazéTV)
Próximos jogos
A Seleção Austríaca aguardará a finalização dos jogos do grupo F para saber quem será o segundo colocado e, consequentemente, seu adversário no dia 02 de julho, às 16h (horário de Brasília), na Red Bull Arena (Zentralstadion Leipzig), em Leipzig.
Já a Seleção da Holanda aguarda a finalização da fase de grupos para confirmar sua posição entre os quatro melhores terceiros colocados. Nisso, podem enfrentar a Espanha no dia 30 de junho, o primeiro colocado do grupo E no dia 02 de julho, ou o primeiro colocado do grupo C, no dia 30 de junho.
A Eurocopa 2024 já tem seleções classificadas para disputar as oitavas de final da competição. Com o fim da fase de grupos, apenas 16 equipes seguirão na disputa.
A Itália conseguiu a classificação após um empate com a Croácia, com um gol nos minutos finais. A adversária da equipe italiana foi definida e a disputa será contra a Suíça.
Di Lorenzo e Frattesi, da Itália, comemorando (Foto: reprodução/Instagram/@euro2024)
França, Inglaterra e Holanda avançam às oitavas da Euro e esperam apenas os resultados para descobrir em qual posição ficarão no final da fase de grupos.
O mata-mata das oitavas tem início no dia 29 de junho. Na Eurocopa, a fase inicial começa com 24 seleções. 8 delas não se classificam para a fase seguinte. As duas melhores equipes de cada Grupo garantem vaga automaticamente.
As últimas 4 vagas dependem da classificação na tabela. As 4 Seleções com as melhores colocações no terceiro lugar avançam às oitavas da Euro.
Classificadas na Euro
A Alemanha garantiu o primeiro lugar no Grupo A, com 7 pontos. No mesmo Grupo, a Suíça também garantiu a ida para a próxima fase e enfrentará a Itália.
Pelo Grupo B, a Espanha classificou na primeira posição da tabela. Em seguida, vem a Itália que garantiu a classificação em um jogo emocionante.
Equipe da Suíça no jogo contra a Alemanha (Foto: reprodução/Instagram/@euro2024)
No Grupo F, Portugal lidera a tabela e já está nas oitavas da Eurocopa. Inglaterra, Holanda e França dependem dos resultados para descobrir a posição final.
Para garantir a classificação, a Hungria depende da vitória da Inglaterra sobre a Eslovênia. A Croácia necessita de um resultado de combinação de derrotas: Dinamarca e Eslovênia perdendo por, no mínimo, 4 gols. A equipe croata precisa, ainda, da derrota da República Tcheca e Geórgia.
Nesta segunda-feira (24), a seleção da Croácia empatou com a Itália pelo placar de 1 a 1, o que fez com que o meio campo croata Luka Modric se tornasse o jogador mais velho a marcar um gol na Eurocopa com 38 anos e 289 dias.
Ele superou o austríaco Ivica Vastic, que marcou contra a Polônia na Euro de 2008 quando tinha 38 anos e 257 dias. Além disso, a seleção de Portugal tem dois jogadores que podem ocupar o posto, que são o zagueiro Pepe, com 41 anos e 119 dias, e o atacante Cristiano Ronaldo, com 39 anos e 140 dias.
Luka Modric comemorando seu gol contra a Itália (Foto: Reprodução/Dan Mullan/Getty Images Embed)
Com Luka Modric se tornando o jogador mais velho a marcar na Eurocopa, os 5 jogadores mais velhos agora são: em primeiro Modric (Croácia), com 38 anos e 289 dias, Croácia 1 x 0 Itália (Euro 2024); em segundo Ivica Vastic (Áustria), com 38 anos e 257 dias, Áustria 1 x 1 Polônia (Euro 2008); em terceiro Pandev (Macedônia do Norte), com 37 anos e 321 dias, Macedônia do Norte 3 x 1 Áustria (Euro 2021); em quarto Zoltán Gera (Hungria), com 37 anos e 61 dias, Hungria 3 x 3 Portugal (Euro 2016); e em quinto McAuley (Irlanda do Norte), com 36 anos e 194 dias, Irlanda do Norte 2 x 0 Ucrânia (Euro 2016). Com 5 participações na Eurocopa, Luka Modric marcou apenas 4 vezes, sendo o seu último contra a Itália.
Modric preocupado com provável eliminação da Croácia (Foto: Reprodução/Dan Mullan/Getty Images Embed)
Após ter um pênalti defendido por Donnarumma, Modric fez seu gol que o fez entrar na história da competição. Porém no último minuto do jogo a seleção italiana empatou a partida e garantiu a sua classificação para a próxima fase.
Com esse empate amargo contra os italianos, a seleção da Croácia precisa de combinações de resultado para poder se classificar para o mata como um dos melhores terceiros colocados. Os resultados são a derrota da Dinamarca ou da Eslovênia por 4 ou mais gols ou derrotas da República Tcheca e da Geórgia.
A Seleção Austríaca superou a Polônia nesta sexta-feira (21), em uma vitória por 3 a 1 na segunda rodada do grupo D da Eurocopa, no Olympistadion, em Berlim, na Alemanha. Os gols do Wunderteam foram de Gernot Trauner, Christoph Baumgartner e Marko Arnautović (pênalti), enquanto o gol dos Biało-czerwoni foi marcado por Krzysztof Piątek.
Com o resultado, os austríacos assumem provisoriamente a segunda posição do grupo, com três pontos e à frente da Holanda pelo número de jogos e pelo número de gols marcados (3 a 2). Os neerlandeses enfrentam a França às 16h.
Já a Polônia fica na última posição do grupo, sem pontuar e torcendo por uma combinação de resultados e de uma boa vitória contra os franceses na última rodada, visando uma das vagas de terceiro colocado para as oitavas de final.
Fim de tabu
A vitória austríaca também foi a primeira em trinta anos de confrontos contra a Polônia em jogos oficiais e amistosos. A última vitória foi em 16 de maio de 1994, sendo um 4 a 3 em um amistoso. Desde lá, foram cinco jogos com três vitórias polonesas e dois empates, sendo partidas nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, Eliminatórias para a Eurocopa de 2020 e uma partida da Eurocopa de 2008.
Domínio austríaco e reações polonesas
Em campo, as mudanças realizadas por Ralf Ragnick, técnico da Áustria, antes e durante o jogo, foram cruciais para os gols marcados. Apesar do mesmo número de finalizações ao todo (15), foi a Áustria que mais trouxe perigo, com 9 chutes em direção ao gol – três deles, convertidos. O jogo físico também se tornou um fator-chave para parar as construções de jogadas da polônia e ganhar espaços para gerar passes e finalizações.
Do lado polonês, houve momentos de reação após a equipe sofrer o primeiro e segundo gols. No primeiro caso, ainda ocorreu o empate, mas, no segundo, o cansaço do elenco somado às mudanças inefetivas levou o time a tomar o terceiro gol. As defesas difíceis de Szczęsny não foram suficientes para evitar a derrota, assim como a entrada de Robert Lewandowski, ainda baqueado com a lesão que sofreu, não surtiu o efeito esperado num momento decisivo.
Os austríacos começaram a partida com o predomínio da posse e impondo jogo para criações, aproveitando uma Polônia acuada e cedendo espaços. Em oito minutos, o primeiro gol saiu com Gernot Trauner, de cabeça. O zagueiro do Wunderteam recebeu o cruzamento pelo lado esquerdo de Phillipp Mwene e subiu mais alto que os marcadores poloneses, sem dar chances de defesa para Wojciech Szczęsny.
Aos poucos, os poloneses tentavam dar uma resposta. Porém, a primeira grande chance da Biało-czerwoni veio aos 17 minutos com Nicola Zalewski que, na sobra gerada por um cruzamento, finalizou de primeira por cima do gol polonês, apesar de próximo ao travessão.
O aumento da pressão e o lampejo do domínio da posse de bola num recuo austríaco foram fatores-chave para o empate da Polônia, que veio aos 29 minutos e com Krzysztof Piątek. O camisa 23 aproveitou o rebote gerado pelo chute de Jan Bednarek, que bateu na marcação austríaca, e chutou no canto direito – o esquerdo do goleiro Patrick Pentz.
O empate não abalou a Áustria, que voltou a dominar a posse e a atacar. Sabitzer teve duas grandes chances na reta final do jogo: aos 38 minutos, após passe pela direita e um chute rasteiro barrado pelos defensores poloneses; e aos 40, em chute da meia-lua que passou próximo ao gol de Szczęsny.
A última jogada de perigo do primeiro tempo foi da Polônia: Piotr Zieliński, em cobrança de falta, fez Patrick Pentz espalmar para escanteio e, consequentemente, trabalhar por uma última vez na primeira metade do jogo.
Segundo Tempo
Ao longo da etapa, as substituições dos treinadores Ralf Ragnick (Áustria) e Michał Probierz (Polônia) mostravam cada vez mais os seus impactos. E isso começou ainda antes do início da segunda etapa, com as entradas de Patrick Wimmer no lugar de Florian Grillitsch e de Jakub Moder no lugar de Jakub Piotrowski.
Os austríacos seguiram com a pressão de jogo e, dessa vez, apostando na bola alta pelas laterais no início do jogo. A primeira veio aos cinco minutos, com o cabeceio de Posch em cruzamento de escanteio e a defesa segura de Szczęsny.
Saídas dos autores dos primeiros gols
As apostas em substituições seguiram em meio a um período morno do jogo, nos 15 minutos da etapa. No lado da Áustria, Gernot Trauner, que abriu o placar, sentiu e foi substituído por Kevin Danso. Já na Polônia, a aposta foi em Robert Lewandowski, que debutou nesta edição da Eurocopa ao entrar no lugar de Piątek, que havia empatado o jogo. Além do principal jogador polonês, houve também a entrada de Karol Świderski no lugar de Adam Buksa.
Retomada austríaca e ensaio polonês
Cinco minutos após as mudanças, aos 20 minutos da etapa, a Áustria retomou a frente do placar com Christoph Baumgartner. A jogada do gol partiu de Nicolas Seiwald que, após receber um passe que foi fruto de uma saída de bola efetiva, conduziu livremente pelo lado esquerdo até achar o camisa 19 que, no primeiro toque, dominou para, no seguinte, finalizar no canto direito do gol – o esquerdo de Szczęsny, que pouco pôde fazer.
Os poloneses até ensaiaram uma nova reação com uma finalização perigosa, três minutos após o gol sofrido. No entanto, esta foi a única chance de perigo até a retomada da Áustria ao ataque, porque aos 29 minutos, Baumgartner arrancou pelo lado direito do campo e encontrou Wimmer que, dentro da área, finalizou e parou em mais uma defesa difícil do goleiro polonês.
A Áustria sacramentou o placar aos 32 minutos, quando Sabitzer aproveitou a sobra de bola na dividida pós-chutão de Patrick Pentz. Sozinho, o camisa 9 do Wunderteam tentou driblar Szczęsny no 1 contra 1 e conseguiu o pênalti ao ser derrubado. Por consequência, Marko Arnautović cobrou no lado contrário do goleiro polonês e garantiu o terceiro gol de sua seleção no jogo.
Últimas chances das duas seleções
A reta final se manteve frenética, com boas chances para ambas as seleções. A Áustria, mesmo com o placar garantido, ainda chegou na área polonesa por mais duas vezes: uma aos 37 minutos, quando Posch aproveitou a falha na saída de bola polonesa e arriscou o chute, defendido por Szczęsny; e no minuto seguinte, com Konrad Laimer, que recebeu um passe pela direita e, após tirar a bola do goleiro polonês, tentou o chute sem ângulo e viu a bola ir para fora.
Já a Polônia tentou aos 41, com Zielinski, que chutou de fora da área e por cima do gol de Pentz; e nos acréscimos, com uma finalização perigosa de Grosicki.
Melhores momentos de Polônia 1 x 3 Áustria pela segunda rodada do grupo D da Eurocopa (Vídeo: reprodução/YouTube/CazéTV)
Próximos jogos
A Áustria finalizará a campanha no grupo D na próxima terça-feira (25), às 13h (horário de Brasília), quando enfrentará a Holanda no mesmo Olympiastadion, em Berlim, em partida que pode ser decisiva para ambas as seleções em termos de classificação e posição final no grupo.
Já a Polônia pode fazer uma partida de despedida ou de decisão contra a França na mesma data e horário, no Signal Iduna Park, em Dortmund, em busca de uma vitória convincente e de um terceiro lugar que pode ocorrer, mas dependendo de como a rodada será concluída.