Conforme lei brasileira Itamaraty não poderá pagar pelo traslado do corpo da Juliana

Após nesta terça-feira(24), terem confirmado o falecimento da Juliana, informaram que o Itamaraty não poderá arcar com as despesas relacionadas ao transporte e os familiares teriam que cuidar dessa parte, pois conforme lei criada em 1997, quando se trata de situações que envolvem sepultamentos com translado, não são arcados pela assistência consular, os custos teriam que ser arcados por pessoas próximas a ela, isso é uma questão da legislação brasileira, apesar disso eles estão contribuindo no que podem para poder prestar solidariedade aos que precisam nesse momento.

Apoio aos pais e amigos

Apesar de não poderem arcar com os custos que envolvem essa situação, ainda assim o Itamaraty tem prestado apoio aos mais próximos de Juliana, e ainda estaria concluindo o resgate. Quanto às questões que envolvem eventuais negligências e responsabilidades, ainda irão apurar em outro momento. Houve um deslocamento de três funcionários da embaixada do Brasil para fazer o acompanhamento no local, numa distância de 1,2 mil km de Jacarta, onde se localiza a unidade.

Recomendações a brasileiros

Devido ao ocorrido, a uma avaliação para se dar recomendações para turistas brasileiros que gostam de se aventurar no exterior que falam sobre a decisão de uma pessoa de percorrer áreas de risco é de “responsabilidade do cidadão” e que a assistência do consulado do Brasil seria muito limitada, eles estão buscando revisar e avaliar uma atualização as orientações nesses casos. Disseram ainda que o tempo da diplomacia diverge das redes sociais, local onde circulam diversas pessoas naturais das terras brasileiras. Em 2023, algumas pessoas ficaram presas no Oriente Médio por conta de conflitos da guerra do Irã.


Foto do Itamaraty localizado em Brasília (Foto: reprodução/DircinhaSW/Getty Images Embed)


Dificuldades para apoiar

Conforme a família de Juliana informou, no domingo (22), a equipe que estava a cargo do resgate não havia nem conseguido levar água e nem comida para ela, pois as cordas à disposição não tinham corda suficiente para chegar até ela. O Itamaraty ressaltou que não houve sequer comida para a brasileira, pois as cordas à disposição poderiam não ter tamanho suficiente para se chegar até ela, os integrantes do Itamaraty falaram ainda que, se fosse necessário verificar se a corda seria insuficiente, foi uma falha.

Pilotos cochilam por meia hora durante voo na Indonésia

No dia 25 de janeiro o avião Airbus A320 da Batik Air precisou desviar de sua rota original após os pilotos cochilarem por 28 minutos na cabine de comando. O incidente ocorreu na Indonésia e a aeronave contava com um total de 153 passageiros a bordo. 


Avião voando (foto: reprodução/site/El País)

A investigação

O governo da Indonésia confirmou no último sábado(9) que abriu uma investigação para apurar o caso. Segunda as apurações do Comitê Nacional de Segurança nos Transportes da Indonésia, no dia do ocorrido, os pilotos que estavam fazendo a viagem já haviam realizado dois voos entre as cidades de Kendari e Jacarta no mesmo dia. 

Como aconteceu

No primeiro voo, destinado a cidade de Kendari, um dos pilotos contou ao colega que não havia descansado o suficiente na noite anterior, já que o mesmo precisou acordar várias vezes durante a noite para cuidar dos filhos gêmeos recém nascidos. Já que era copiloto, o mesmo foi autorizado a descansar e dormir um pouco, e assim o fez, por cerca de 30 minutos, em seguida o voo pousou normalmente em Kendari. 

Por volta das 8h no horário local, o avião fez o caminho de volta, indo em direção a cidade de Jacarta. Durante a viagem o piloto que não havia dormido por sua vez pediu para descansar, e assim o fez. De acordo com as investigações, o que aconteceu foi que o copiloto também dormiu, cerca de 1h30min após o voo decolar. Logo, a torre de comando tentou contato e não obteve sucesso por inúmeras vezes. Após cerca de 28 minutos, o piloto que dormiu primeiro acordou e percebeu o que estava acontecendo. Então, o mesmo notou que o avião havia desviado da rota.

De acordo com documentos das autoridades da Indonésia, o piloto afirmou que na verdade o rádio havia sofrido um problema de comunicação. Em seguida, o avião pousou normalmente e nenhuma das 153 pessoas ficaram feridas. Devido ao acidente, as autoridades da Indonésia enviaram recomendações à companhia aérea Batik Air para reforçar seus procedimentos de segurança evitando assim outros acidentes futuros.