Whatsapp passa por instabilidades e fica fora do ar

O aplicativo de mensagens mais utilizado no Brasil apresentou estabilidade durante a tarde desta quinta-feira (27). Diversos usuários da plataforma relataram não conseguirem enviar ou receber mensagens, mandar áudios ou fotos e vídeos.

Quando começou a instabilidade

O Downdetector, site especialista em detectar plataformas que estão passando por instabilidades, apontou que o erro com o Whatsapp ocorreu por volta de 13 horas e tanto a versão para celular quanto para computadores ficaram temporariamente fora do ar.

Próximo de 13h24, cerca de 25 minutos após apontarem o erro, o Downdetector recebeu mais de 4,2 mil reclamações de usuários da plataforma sobre o erro que estava acontecendo. Em média 75% dos usuários relataram ter passado por algum tipo de problema ou falha no carregamento durante o envio de uma mensagem.


Homem falando ao celular (Foto: reprodução/Ines Fraile/Getty Images)

Justificativas e outros erros

Questionada sobre o que poderia ter acontecido a Meta — empresa responsável pelo Whastapp em todo o mundo –, declarou ao site TechTudo:

“Estamos cientes de problemas com o envio de mídias e estamos trabalhando para resolver o mais rápido possível”

Essa não é a primeira vez que o Whatsapp fica fora do ar não só no Brasil, mas no mundo. Atualmente a plataforma conta com mais de 2 bilhões de usuários e está entre os apps mais usados para a troca de mensagens no mundo, e o Brasil é um dos principais mercados do app.

Instabilidades já ocorrem há anos, em 2015 por exemplo o Whatsapp ficou fora do ar por cerca de 24 horas em todo o mundo, o que afetou mais de 900 milhões de usuários.

Mais recentemente, em 2021 o mesmo problema aconteceu e a plataforma ficou cerca de seis horas fora do ar. Já no ano passado (2023), diversas instabilidades ocorreram ao longo do ano, porém nenhuma com uma duração tão longa.

Nas redes sociais o erro repercutiu, e assuntos como “Whatsapp caiu” e “Whatsapp problemas” tiveram um aumento instantaneamente.

Meta lança programa de recompensas no Threads

A Meta, empresa mãe do Facebook, está lançando um programa de recompensas para os usuários que impulsionam o engajamento em sua mais recente plataforma de rede social, o Threads.

Alguns usuários já podem estar recebendo pagamentos

Embora não tenha sido oficialmente anunciado, detalhes do programa foram descobertos em uma página de suporte do Instagram. Segundo informações, os usuários poderão ganhar dinheiro com base no desempenho e na frequência de suas postagens no Threads.

Há relatos de que alguns usuários já estão recebendo bônus significativos, com um screenshot mostrando um pagamento de até US$ 5.000 (cerca de R$ 25.000) por postagens de alto desempenho. Esse movimento sugere uma estratégia da Meta para aumentar o envolvimento dos usuários em sua nova plataforma, lançada no ano anterior.


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Treads Meta (Reprodução: Imagem/Getti Images Embed/NurPhoto)


Mark Zuckerberg, fundador da Meta, expressou otimismo em relação ao futuro do Threads, estimando que o aplicativo já tenha mais de 150 milhões de usuários mensais. Ele até mesmo especulou que o Threads poderia se tornar a próxima “plataforma de bilhões” da empresa.

Meta busca aumentar a visibilidade do Threads

Além do programa de recompensas, a Meta também está buscando aumentar a visibilidade do Threads via parcerias estratégicas. Recentemente, a empresa colaborou com a equipe de Taylor Swift para promover o último álbum da estrela pop na plataforma, visando atrair mais usuários e impulsionar o crescimento da rede social.

Este movimento da Meta segue uma tendência mais ampla de plataformas de mídia social oferecendo incentivos financeiros aos seus usuários. Por exemplo, o antigo Twitter, agora chamado de X, também possui um programa semelhante, embora restrito a assinantes premium. Essas iniciativas destacam a crescente importância do engajamento do usuário nas estratégias de crescimento das redes sociais.

Ações do grupo Meta despencam em 15% e afetam ativos financeiros do mercado

Nesta quinta-feira (25), as ações da Meta atingiram baixa de 15% no mercado financeiro. O declínio da empresa de Mark Zuckerberg repercutiu principalmente em organizações com viés tecnológico. O aumento da venda de ativos surge em decorrência da instabilidade da inteligência artificial, vertente na qual a Meta atua. Conforme o grupo, a investida, iniciada no início de 2023, não deve ser rentável a curto prazo. 

Outras gigantes da tecnologia como a Microsoft, Alphabet e Snap foram afetadas. Estima-se a queda de  2% a 5% ao nível de ação. A meta, por sua vez, perdeu US$ 180 bilhões em valor de mercado.

Aposta em realidade aumentada preocupa investidores

No ano passado, Mark Zuckerberg surpreendeu Wall Street com posicionamento a favor do corte de custos.  Em seguida, recorreu aos analistas e explicou que investimento em inteligência artificial deve ser rentável em anos vindouros. Tal posicionamento criou dúvidas em investidores quanto à rentabilidade deste tipo de serviço, uma vez que tanto realidade aumentada quanto virtual são sinônimos de prejuízo. 


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Mark Zuckberg em apresentação da Meta em 2023 (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)


Para analistas de ações da Baird Equity, as ações perdidas estão sendo computadas como penalidades pela empresa. “Os investidores foram pegos de surpresa pelo aumento dos investimentos, exacerbado por previsão de receita ligeiramente mais suave no segundo trimestre”, informaram. 

De acordo com Mark Schmulik, analista da Bernstein, o posicionamento dos investidores é plausível, dado que a internet não é um campo favorável para medir quando o retorno ou até mesmo quando.

Meta aumenta gasto para 2024 e prevê receita baixa nos próximos meses

O grupo estima que os meses de abril e junho devem ser desvantajosos, com uma estimativa de gastos total para 2024 aumentado em US$ 2 bilhões. Apesar disso, os analistas olham para investimentos por parte da Meta como acertado, muito por conta da recepção da Meta AI e ferramenta similar presente no Instagram.

O preço médio das ações da Meta constam na casa de US$ 525 dólares.

Whatsapp registra queda em todo o Brasil

Nesta quarta-feira (03), os aplicativos do grupo Meta apresentaram instabilidade. Enquanto o WhatsApp parou de funcionar, o Instagram e Facebook permaneceram no ar, porém com bastante lentidão para exibir conteúdos e dificuldade para fazer login.

Problemas relatados

Segundo o Downdetector, um dos sites usados para receber relatos dos usuários que “é alimentado por relatórios de usuários imparciais e transparentes, e indicadores de problemas de toda a web. O Downdetector ajuda pessoas em todo o mundo a entender as interrupções em serviços vitais, como internet, redes sociais, plataformas de hospedagens na web, bancos, jogos, entretenimento e muito mais.”. Foram registradas mais de 100 mil reclamações para aplicativo WhatsApp, onde 62% das notificações foram pela dificuldade de envio de mensagens, 29% pela conexão com o servidor e 9% pelo funcionamento do website “Whatsapp Web”. O Instagram recebeu cerca de 4 mil notificações e o Facebook 800.

Pronunciamento da Meta


Pronunciamento do Whatsapp após instabilidade (Foto: reprodução/x/whatsapp)

A Meta fez um comunicado oficial pela rede social X, na conta do WhatsApp. “Sabemos que algumas pessoas estão enfrentando problemas no momento. Estamos trabalhando para que tudo volte a 100% para todos o mais rápido possível” justificou. As contas do Instagram e Facebook não se pronunciaram.

O maior número de relatos da queda aconteceu por volta das 15h, voltando a funcionar cerca de 35 minutos depois, gradualmente.

Reação dos usuários

Não é a primeira vez que acontece algum problema nos servidores da Meta, e o público, claro, não perdeu o bom humor, mesmo com as implicações.


Comentário sobre a queda das redes sociais da Meta (Vídeo: reprodução/x/@dougnappa)

Os termos “WhatsApp”, “Zuckerberg” (criador da empresa) e “Instagram e Facebook” chegaram aos Trendings Topics do Twitter, agora chamado de “X”, e reuniram mais de 400 mil posts com a temática.

Em um mundo onde o online se tornou essencial, a queda das plataformas dificulta para quem trabalha de forma remota e até na comercialização de produtos que, muitas vezes, são anunciados no Instagram e Facebook. A necessidade de comunicar levou alguns usuários a migrarem para o Telegram, Discord e aplicativos semelhantes.

Além do Brasil, países como Estados Unidos, França, Chile e Canadá também relataram problemas com a rede.

Instagram gera aflição entre usuários ao deslogar contas da plataforma

Nesta última quinta-feira (21), o Instagram deixou boa parte de seus usuários preocupados ao desconectá-los da plataforma sem aviso prévio. O equívoco foi tão repentino que alguns internautas desconfiavam que estavam sendo hackeados. 

De acordo com a plataforma Downdetector, um site online que disponibiliza em tempo real o status de sites e serviços consultados, a rede social de Mark Zuckerberg começou a apresentar variações quanto ao seu funcionamento próximo às 19h do horário de Brasília. Às 20h19 contava com 1.909 notificações de internautas preocupados com o aplicativo

Impossibilidade de login era alguma das dificuldades enfrentadas por usuários

“Você foi desconectado” ou “entre novamente” foram algumas das mensagens que muitos encontravam ao tentar entrar no Instagram, seja pela versão de celular ou desktop. Entretanto, se o usuário optasse por clicar no campo de “entrar”, o login era cumprido com sucesso e levava à tela inicial


Meta, empresa que controla Facebook, Messenger e WhasApp, é também dona do Instagram (Foto: reprodução/Netta Conyers-Haynes/Meta)

Entre os problemas reportados, 66% dos usuários estavam com dificuldade de acessar o Instagram pelo celular, outros 30% alegavam que o login barrava a entrada e 4% apontavam dificuldade para criação de posts na rede.

A rede ficou fora do ar pela última vez no ano passado

Em 2023, além do Brasil, outros países do mundo como os Estados Unidos, Canadá e México enfrentavam uma situação parecida no aplicativo. Sem deixar o usuário atualizar a rede por cerca de 90 minutos de instabilidade, a Meta comentou na ocasião que era devido a uma falha técnica.  “Hoje mais cedo o Instagram enfrentou um problema técnico que fez com que algumas pessoas tivessem problemas para acessá-lo. Resolvemos essa questão o mais rápido possível e lamentamos qualquer problema que isso tenha causado”, comentou um porta-voz.

No total, foram 23.363 reclamações em território brasileiro registradas no Downdetector naquele ano.

A indisponibilidade da rede da Meta gerou tanta comoção que o assunto foi parar nos trending topics do X, antigo Twitter.  

Segundo o g1, a Meta ainda não deu nenhuma declaração quanto à indisponibilidade da rede na data de ontem.  

Elon Musk já perdeu US$ 50 bilhões em 2024, e agora aumenta o preço dos seus carros elétricos

De acordo com o índice da Bloomberg, que monitora a fortuna de bilionários, o ano começou mal para Elon Musk, empresário que perdeu US$ 50 bilhões (R$ 250 bilhões) durante os primeiros meses de 2024. Isso ocorreu devido à queda nas ações da Tesla Inc., cujos carros elétricos tiveram vendas fracas demais para seus investidores.

A desvalorização configurou uma perda de cerca de 22% no seu patrimônio, o deixando com um total de US$ 180 bilhões (R$ 900 bilhões). Já nas ações da Tesla especificamente, a queda foi de 34%, o que levou à implementação de medidas para combater a situação precária.

Entre as decisões realizadas, a empresa de Elon Musk anunciou na última sexta-feira (15) que será realizado um reajuste de preço nas vendas da linha Model Y, o que deve ocorrer nos Estados Unidos e na Europa.


Elon Musk é conhecido também por emitir comentários polêmicos e controversos (Foto: reprodução/Chesnot/Getty Images Embed)


Reajuste da Tesla

Nos Estados Unidos, o reajuste será de US$ 1 mil, e ocorrerá a partir do dia 1º de abril. Já na Europa e Oriente Médio, os preços devem subir em 2 mil euros ou “o equivalente da moeda local”, já a partir da próxima sexta-feira (22 de março).

Em grande parte, o objetivo é tentar ganhar mais com cada venda do Model Y, apostando na continuidade da base de consumidores mesmo com o preço menos acessível. De acordo com a agência Dow Jones, a decisão já tem a aprovação de alguns investidores, com o valor das ações subindo cerca de 4% após o anúncio.

Outros bilionários

Como resultado da desvalorização do patrimônio de Elon Musk, o empresário deixou de ser o homem mais rico do mundo — e agora, está com grande risco de deixar o pódio inteiramente.

Há alguns dias, a Forbes indicou em seus rankings de bilionários os seguintes CEOs:

  • Bernard Arnault, da LVMH (US$ 230 bilhões)
  • Jeff Bezos, da Amazon (US$ 199 bilhões)
  • Elon Musk, da Tesla, SpaceX, e X (US$ 180 bilhões)

Naquele momento, Elon já parecia prestes a ser ultrapassado pelo dono da Meta (Facebook, Instagram), Mark Zuckerberg, e ser rebaixado para a quarta pessoa mais rica do mundo. Porém, com a recuperação parcial das ações da Tesla, é provável que o empresário volte à posição de número 2, como algumas listas já indicam, ultrapassando Jeff Bezos.

Ao que tudo indica, os resultados imediatos da mudança de preço devem dar o veredito final nas ações das empresas de Elon Musk, que tendem a ser voláteis com relação aos seus anúncios.

Meta ganha liminar para manter uso da marca no Brasil

A Meta, empresa que controla algumas das redes sociais mais importantes do mundo, como o Facebook, Instagram e WhatsApp, conseguiu, mesmo que de forma provisória, uma liminar que permite manter o uso da marca no Brasil.

Decisão inicial foi dada no incio da mês

Isso ocorreu depois que uma decisão, no início de março, pela justiça de São Paulo, favoreceu a empresa brasileira Meta Serviços em Informática, que alegava ser dona do nome Meta. A decisão da liminar veio após a Meta alegar que a proibição “pode repercutir diretamente na disponibilização dos seus serviços de redes sociais no país”.

A decisão liminar foi proferida pelo desembargador Heraldo de Oliveira Silva. A decisão da empresa brasileira Meta Serviços em Informática de entrar na justiça veio após ela entender que foi prejudicada pela mudança de nome da empresa pertencente a Mark Zuckerberg, que antes se chamava Facebook.


Meta e dona de empresas como Facebook, Instagram e WhatsApp (Reprodução/Getty Images Embed)


Empresa foi citada erroneamente em mais de 100 processos judiciais

Um dos principais argumentos na ação movida pela empresa brasileira é que ela afirmou ter sido indevidamente citada em mais de 100 processos judiciais, onde deveriam ser destinados à empresa americana, gerando assim encargos judiciários e uma dor de cabeça desnecessária à empresa.

Na decisão anterior, a Meta tinha 30 dias para deixar de usar a marca no país. O prazo foi dado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que também incluiu uma multa de 100 mil reais diários em caso de descumprimento da decisão.

Outro ponto a favor da Meta Serviços em Informática é que a empresa afirma ter sido fundada em 1990 e que em 1996 fez o pedido de registro de marca junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), tendo o seu pedido concedido em 2009.

Ambas as empresas agora devem continuar na justiça em busca de uma resolução final sobre o caso, enquanto isso, até segunda ordem, a Meta pode continuar utilizando o seu nome no Brasil.

Lei implementada na União Europeia sinaliza risco para WhatsApp

O aplicativo de mensagem de texto e chamadas de voz de Mark Zuckerberg sofrerá algumas mudanças drásticas em breve. Uma nova lei regularizada pela União Europeia pretende possibilitar que aplicativos como WhatsApp interajam com aplicativos terceiros. 

Segundo Dick Brouwer, diretor de engenharia da rede social, é imprescindível que o usuário tenha em mente se quer possibilitar ou não a troca de mensagens com terceiros.

De início, esta nova lei propõe que outras plataformas enviem mensagem pelo WhatsApp. Entretanto, nem o Telegram, Google ou até mesmo a Apple, fizeram movimento para cumprir com o novo regimento até o momento.

Mudança na rede social pode atrair golpistas

Embora, na prática, este tipo de atitude pode ser vista com olhos otimistas, ou seja, unificar o envio de mensagem com opções diversas de serviço, a medida pode ser um chamariz para um tipo específico de problema: golpes. 

De acordo com Jake More, embaixador global de cibersegurança da ESET, algumas situações problemáticas podem ocorrer. “Como em qualquer mudança na tecnologia, os golpistas serão rápidos em segmentar alvos”, alertou. “Permitir que os usuários conversem com pessoas no WhatsApp por meio de aplicativos de terceiros, como o iMessage e o Signal, inevitavelmente fará com que algumas pessoas não tenham certeza do que é autêntico ou um golpe”, complementa. 


Dick Brouwer trabalha como diretor de engenharia no Whatsapp (Reprodução/Linkedin/Dikbrouwer)

O que não vai faltar serão avisos da suposta integração, seja mensagem de texto, e-mails e links. Como saber se não é golpe?

Regras podem ser seguidas para evitar problemas futuros

​Vale apena prestar atenção a algumas dicas a partir do momento da integração, tais como: não clicar em links suspeitos ou que prometam realizar a transmissão de dados para o usuário, evitar extensões de aplicativos de mensagem e não compartilhar códigos de segurança ou autenticação.

​Mais detalhes sobre a efetividade da inserção desses aplicativos não foram revelados até o momento. 

A mudança irá afetar outras Big Techs também, além da Meta.

Instagram e Facebook apresentaram instabilidade durante ao meio-dia

Durante meados da manhã e do meio-dia desta terça-feira (5), as redes sociais Instagram e Facebook se mostraram instáveis para uso do público de diversos países, inclusive o Brasil. As redes chegaram a ficar fora do ar. 

Mais de 40 mil usuários registraram reclamações em relação ao funcionamento do Facebook, já quanto ao Instagram, os números chegam a 30 mil, de acordo com informações do site Down Detector, conhecido por reunir as reclamações sobre aplicativos e sites, mostrando o índice de ocorrências. 

Outros países também demonstram falhas de funcionamento quanto às redes. Nos Estados Unidos, o Facebook foi alvo de mais de 580 mil reclamações e o Instagram, mais de 90 mil. O Reino Unido registrou mais de 150 mil reclamações a respeito do funcionamento do Instagram, e mais de 25 minutos quanto ao Facebook.

As redes do grupo Meta começaram a normalizar por volta das 14h, diminuindo os relatos e reclamações.

Falha de operação

Durante o período de falha dos aplicativos Facebook e Instagram, os usuários, ao tentarem acessar suas redes eram surpreendidos com diferentes adversidades: no Instagram aparecia a mensagem “não foi possível carregar o feed” ou “sem conexão com a internet“. Já o Facebook, desconectou os usuários de suas contas e não permitia o retorno de conexão aos perfis. O WhatsApp também foi alvo de reclamações quanto a sua instabilidade, entretanto, em menor número. 

O Grupo Meta se pronunciou através das redes sociais, usando o antigo Twitter e atual X, Andy Stone, diretor de comunicações da empresa, afirmou que a empresa estava ciente da instabilidade e que trabalhava na resolução do problema. 

“Estamos cientes de que as pessoas estão tendo problemas para acessar nossos serviços. Estamos trabalhando nisso agora”

Andy Stone

Usuários se divertem 


Internautas começam a compartilhar memes em relação a queda da Meta (reprodução/Instagram/@topcenasbr)

Acostumados com as quedas esporádicas das redes pertencentes a Meta, os usuários já possuem o costume de se divertir quando isso acontece, gerando meme e entretenimento nas redes que permanecem funcionando, dessa vez, através do twitter e também no Instagram após seu retorno, diversos usuários comentaram a situação e fizeram piada. Confira: 




A descontração é comum entre os internautas da rede, compartilhando os famosos memes entre si.