Khloé Kardashian comenta sobre cicatriz depois de retirada de tumor facial

A influenciadora de 39 anos, contou em seu instagram como está lidando com a cicatriz causada após remoção de tumor no rosto após descobrir um melanoma pré-canceroso na bochecha. Ela afirma, depois de dois anos da cirurgia, que seu rosto nunca mais voltará a ser o mesmo.

Relato de Khloé

No domingo (4) ela começou um storie em seu instagram dizendo:

“Não sei se vocês se lembram, eu removi um tumor do meu rosto”.

E continuou:

“Eu sempre terei uma pequena linha aqui. Sempre terei esses pequenos nódulos aqui”.

Khloé disse que as cicatrizes em seu rosto “ainda estão cicatrizando” e depois concluiu dizendo que após o procedimento, teve “uma cicatriz muito grande por causa da grande massa que foi removida.”

Uso de preenchimentos bioestimulantes

Desde que começou a fazer esse procedimento, a influenciadora relatou que a marca ‘quase desapareceu’.

Sou muito grata por ter conseguido remover aquele câncer de pele do meu rosto, grata por ter tido a bênção de Garth Fisher, que o removeu com tanto cuidado”, elogiou Khloé.


Khloé Kardashian mostrando o efeito do preenchimento bioestimulante (Foto: Reprodução/Instagram/@khloekardashian)


Melanoma pré-canceroso

Um melanoma pré-canceroso é uma lesão na pele que ainda não é câncer, mas pode evoluir para um melanoma, que é um tipo agressivo de câncer de pele. O termo mais preciso usado na medicina para isso é lesão pré-melanoma ou lesão melanocítica atípica.

Essas lesões geralmente têm características irregulares e podem ser classificadas como:

Nevos displásicos (ou atípicos): são pintas com aparência anormal que têm maior chance de virar melanoma, especialmente em pessoas com histórico familiar.

Lentigo maligno: estágio inicial de um melanoma que cresce devagar, comum em áreas muito expostas ao sol, como rosto e braços de pessoas mais velhas.

Essas lesões devem ser monitoradas ou removidas para prevenir que se tornem um câncer. Um dermatologista faz a avaliação com dermatoscopia e, se necessário, biópsia.

Pesquisadores em Londres avançam na luta contra o melanoma com vacina personalizada

O avanço na luta contra o câncer pode estar à vista com o início dos testes de fase III da primeira vacina de RNA mensageiro (mRNA) personalizada destinada a combater o melanoma, uma das formas mais letais de câncer de pele.

A vacina, conhecida como mRNA-4157 (V940), é resultado dos progressos na mesma tecnologia empregada nas vacinas mais recentes contra a COVID-19. Os testes de fase III, conduzidos em colaboração com os Estados Unidos e a Austrália, marcam a fase final antes da possível aprovação para uso amplo.

Steve Young, 52 anos, é um dos pioneiros a participar desses ensaios clínicos de fase III. Após ter um melanoma removido do couro cabeludo no ano passado, Young nutre a esperança de que a vacina o auxilie a fortalecer seu sistema imunológico e a prevenir o retorno do câncer.

Como a vacina será administrada

A vacina está sendo administrada em conjunto com o medicamento pembrolizumab, que auxilia o sistema imunológico no combate às células cancerígenas. Ambos os tratamentos ainda não estão disponíveis fora dos ensaios clínicos, mas especialistas estão otimistas quanto ao potencial dessa abordagem.


A vacina é denominada de “personalizada” devido à sua capacidade de se adaptar à assinatura genética exclusiva de cada paciente (Fotografia: Reprodução/Freepik/Freepik)

Chamada de “personalizada” devido à sua adaptação à assinatura genética única de cada paciente, a vacina é projetada para instruir o corpo a produzir proteínas ou anticorpos específicos contra os marcadores encontrados nas células cancerígenas.

O Dr. Heather Shaw, pesquisador do University College London Hospitals (UCLH), destacou que essa vacina não só tem o potencial de tratar o melanoma, mas também está sendo avaliada para outros tipos de câncer, como pulmão, bexiga e rim.

Ensaio clínico internacional

O ensaio internacional no Reino Unido visa recrutar entre 60 e 70 pacientes em oito clínicas em diversas cidades. Os participantes devem ter sido submetidos à remoção cirúrgica de melanoma de alto risco recentemente para garantir os melhores resultados.

Esses avanços promissores trazem esperança para pacientes como Young, que descreveu sua participação nos testes como uma oportunidade de enfrentar o câncer de frente, em vez de esperar passivamente por uma possível recorrência.