“A Fazenda 16”: nova regra limita justificativas prolongadas em formações de roça

O reality show rural da Record TV, “A Fazenda 16”, decidiu acrescentar uma nova regra ao programa: a partir dessa semana os participantes terão 1 minuto para defender seus argumentos na formação da roça, que acontece semanalmente. A dinâmica mais aguardada pelo público sempre foi conhecida por ser um momento intenso do reality, já que participantes querem defender seus pontos e consequentemente escapar da berlinda.

Mudança agrada o público

A novidade foi percebida pelos telespectadores na edição da última terça-feira (19), que contou com um cronômetro na tela marcando o tempo. Nas redes sociais, fãs do programa elogiaram a decisão, destacando a melhora no ritmo e na clareza da dinâmica. A decisão da produção veio após reclamações recorrentes do público, que criticava o excesso de discussões prolongadas durante as justificativas. Esses debates, além de tirar o foco do jogo, também comprometiam a programação ao vivo e atrasavam outros conteúdos da emissora.


Mascote do reality show rural “A Fazenda 16” (Foto: reprodução/site/Record R7)


Reação positiva dos peões

A mudança surpreendeu os participantes, mas foi bem recebida pela maioria, que aprovou o formato mais organizado. Ficou claro que com o tempo reduzido, os peões são incentivados a serem mais diretos, diminuindo os conflitos desnecessários e tornando a dinâmica mais clara e ágil, permitindo que o programa possa fluir com mais facilidade. Esta atitude demonstra o quanto a direção está prestando atenção nas opiniões dos fãs do reality e estão abertos a críticas construtivas.

Nona roça formada

A 9ª Roça de “A Fazenda 16” está definida, com Babi, Sacha, Albert e Gui ocupando os temidos banquinhos. A escolha de Babi veio pela indicação direta da fazendeira Luana. Já Sacha foi escolhido pela maioria dos votos dos peões na Sede. Albert acabou na Roça por conta do impacto do Poder Laranja, enquanto Gui foi parar na berlinda ao ser o último peão sobrando no Resta Um.

Com essa novidade, “A Fazenda 16” busca um equilíbrio entre entretenimento e estrutura, mantendo o público engajado sem perder o foco no jogo.

Banco Central estabelece novas diretrizes para o sistema Pix

Nesta segunda-feira (22), o Banco Central (BC) publicou a Instrução Normativa BCB n° 491, que dispõe sobre a realização de transações em aparelhos não usuais, cujos efeitos serão produzidos a partir de 1º de novembro deste ano. A medida estabelece um limite de R$ 200 por transação e R$ 1000 por dia para aquelas realizadas em um novo dispositivo não cadastrado, diminuindo as chances de golpes em que se conseguem dados, como login e senha, para efetuarem solicitações indevidas. 

O que muda para os usuários

Com isso, para que seja possível realizar transações com valor superior ao estipulado, o usuário que desejar ter acesso à conta em um novo dispositivo deverá cadastrá-lo previamente, seguindo as orientações do provedor, como previsto na norma. 

Obrigações aos participantes do Pix

Dessa forma, cabe às instituições financeiras participantes bloquear esse tipo de ação e informar o necessário para efetuação do cadastro. Nele, deverá ser confirmado nome, CPF, número de telefone, e-mail, número da conta transacional e número da agência vinculada à conta transacional, bem como o uso de códigos de verificação ou autenticação em dois fatores. 

Entre o que os clientes devem dispor, estão a possibilidade de gerenciamento dos dispositivos, incluindo a exclusão, inclusão e bloqueio. Apesar disso, também é obrigação da instituição participante excluir um cadastro, sem o consentimento do cliente, em casos de dano irreparável, perda, roubo, incompatibilidade e desatualização, uso para atividades ilegais, e caso não tenha sido feita alguma transação Pix durante um ano.


Banco Central do Brasil (Foto: reprodução/Getty Images embed)


Segundo a nota do BC, o mesmo é válido para caso o dispositivo tenha a segurança comprometida, havendo, ainda, a obrigação de verificar, pelo menos uma vez a cada seis meses, se há sinais de fraude na base de dados do BC.

Utilizar solução de gerenciamento de risco de fraude que contemple as informações de segurança armazenadas no Banco Central e que seja capaz de identificar transações Pix atípicas ou não compatíveis com o perfil do cliente”.

Com as novas regras, é esperado que a eficiência do Pix, forma de pagamento mais utilizada no país, e o direito dos usuários sejam assegurados.