Flávia Saraiva passa por cirurgia no ombro após Olimpíadas

Nesta quinta-feira (05), a atleta revelou que precisou passar por uma pequena cirurgia no ombro, mas garantiu que tudo correu bem e que está focada em sua reabilitação. Além disso, garantiu em sua postagem no Instagram que logo voltará aos treinos.

Nos comentários de sua postagem, diversos atletas demonstraram apoio e enviaram mensagens de força para Flávia.

A postagem de Flávia Saraiva

Uma das potências da ginástica brasileira, Flávia Saraiva, costuma compartilhar bastante do seu dia a dia em sua conta no Instagram. Seja através de entrevistas, treinos ou até mesmo momentos mais pessoais, como a recuperação de sua cirurgia.


Publicação de Flávia Saraiva sobre procedimento no ombro (Foto: Reprodução/Instagram/@flavialopessaraiva)


Entre os atletas que enviaram mensagens de apoio para Flavinha estavam suas colegas de equipe, Rebeca Andrade, Jade Barbosa, e Lorrane Oliveira. Elas expressaram solidariedade e desejaram uma rápida recuperação à ginasta.

A trajetória de Flavinha nas Olimpíadas

Flávia Saraiva já afirmou que pretende competir nas Olimpíadas de Los Angeles em 2028. A ginasta, que estreou no circuito olímpico nos Jogos do Rio em 2016, está há quase uma década no cenário olímpico.

Cheia de carisma e talento, Flávia Saraiva, carinhosamente chamada de “Flavinha” pelos fãs, tem acumulado diversos prêmios importantes na ginástica. No entanto, até antes de Paris 2024, a tão desejada medalha olímpica ainda não havia chegado.

Durante o aquecimento para a final geral por equipes na ginástica artística, Flávia Saraiva sofreu uma queda nas barras paralelas, abrindo o supercílio. O momento foi tenso para Flávia e a equipe, mas a atleta manteve a compostura e entregou uma performance extraordinária na competição.


Flávia após sua queda das barras paralelas (Foto: Reprodução/Jamie Squire/Getty Images Embed)


O resultado foi espetacular: Flávia, Rebeca, Lorrane, Jade e Julia conquistaram a primeira medalha olímpica do Brasil nessa modalidade da ginástica artística.

Após seu desempenho impressionante em Paris, mesmo após a queda, Flavinha apenas reforçou o quão determinada, forte e talentosa ela é. Não há dúvida de que enfrentará a cirurgia no ombro com a mesma garra, e como mencionado, em breve estará de volta aos treinos.

Carol Santiago conquista o ouro nos 50 metros

Nesta sexta-feira, a nadadora brasileira Carolina Santiago brilhou na piscina das Paraolimpíadas de Paris 2024 ao conquistar a medalha de ouro nos 50 metros livre da classe S13. Com um tempo impressionante de 26s75, ela não apenas garantiu sua vitória, mas também se destacou como a maior campeã na história do Brasil nas Paraolimpíadas, independente da modalidade. A prova contou com uma forte concorrência, onde a americana Gia Pergoline levou a medalha de prata, cronometrando 27s51, enquanto a medalha de bronze foi conquistada pela italiana Carlotta Gilli, que finalizou a prova em 27s60.

Com a conquista da medalha de hoje, Carol Santiago se destacou como a mulher brasileira com o maior número de medalhas de ouro na história das Paraolimpíadas, superando a marca da velocista Ádria dos Santos. Agora, ela soma um total de sete medalhas paralímpicas.

Carol iniciou sua trajetória nos Jogos em Tóquio, onde impressionou ao garantir três ouros, uma prata e um bronze. Em Paris, já havia celebrado uma vitória ao conquistar o ouro nos 100 metros costas na classe S12, e agora adiciona mais um ouro à sua impressionante coleção.


Carol Santiago é ouro em Paris (Reprodução/Ge.globo/CPB)

Chance de mais medalhas

Carol tem a chance de brilhar ainda mais nas Paraolimpíadas de Paris, competindo em três provas individuais: 200 metro medley S13, 100 metros livre S12 e 100 metros peito SB12. Essas competições são oportunidades para ela conquistar mais medalhas e solidificar seu legado como uma das maiores atletas do Brasil nos Jogos Paralímpicos. A expectativa é alta entre seus fãs que aguardam ansiosamente suas performances.

Carreira de Carol

Carol Santiago é uma renomada atleta paralímpica brasileira, conhecida por suas conquistas na natação. Nascida em 10 de agosto de 1990 em São Paulo, ela tem deficiência visual devido à retinose pigmentar. Iniciou sua carreira na natação cedo, destacando-se em competições nacionais e internacionais, e acumulou diversas medalhas, incluindo as obtidas nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, Rio 2016 e Paris 2024.

Além de suas conquistas esportivas, Carol é uma defensora da inclusão e da visibilidade das pessoas com deficiência, utilizando sua influência para conscientizar sobre as habilidades dos atletas paralímpicos. Com um histórico notável e um futuro promissor, ela se estabeleceu como uma inspiração para novas gerações de atletas, mostrando que desafios podem ser superados com determinação.

CBF homenageia Seleção Brasileira feminina pela conquista da prata Olímpica

Após a conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, a Seleção Brasileira feminina de futebol recebeu uma homenagem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Um grande painel foi exibido na fachada da sede da entidade, destacando as 22 jogadoras e o técnico Arthur Elias ao redor da medalha conquistada.


Arte exposta em banner da CBF (reprodução/X/@CBF_Futebol)

A conquista da prata foi motivo de muita celebração, devido à Seleção Brasileira Feminina voltar a disputar um título olímpico após 16 anos. O feito ocorreu no último sábado (10), após a disputa pelo ouro contra os Estados Unidos. As americanas conquistaram o pentacampeonato olímpico ao derrotar o Brasil por 1 a 0.

Embora o ouro tenha escapado, a campanha da Seleção Brasileira Feminina foi motivo de grande orgulho, especialmente para Marta, uma das maiores lendas do futebol mundial, que se despediu dos Jogos Olímpicos. A camisa 10 expressou sua alegria em ver o renascimento do prestígio do futebol feminino brasileiro.


Seleção Feminina em frente a fachada da CBF (reprodução/Instagram/@selecaofemininadefutebol)


Campanha nas Olimpíadas 2024

Sob o comando de Arthur Elias, que assumiu a equipe há menos de um ano, a Seleção Feminina chegou a Paris cercada de incertezas. A campanha começou com uma vitória suada por 1 a 0 contra a Nigéria, seguida por uma derrota dolorosa de 2 a 1 para o Japão nos minutos finais da partida. A classificação parecia improvável, já que o próximo desafio seria contra a Espanha, atual campeã mundial. Sem Marta, expulsa, o Brasil não resistiu e perdeu por 2 a 0.

Apesar das dificuldades, o Brasil avançou para as oitavas de final como uma das melhores terceiras colocadas. A partir daí, a equipe mostrou seu verdadeiro potencial. Nas quartas de final, eliminou a anfitriã França com uma vitória por 1 a 0. Na semifinal, as brasileiras se vingaram da Espanha em um jogo emocionante, vencendo por 4 a 2.

Na grande final, as guerreiras brasileiras enfrentaram os Estados Unidos, a seleção mais vitoriosa da história das Copas do Mundo na modalidade. Apesar do grande esforço, o Brasil não conseguiu superar as americanas, perdendo por 1 a 0. Essa foi a terceira vez que o Brasil foi derrotado pelos Estados Unidos em uma final olímpica, repetindo os resultados de Atenas 2004 e Pequim 2008.

De Phoenix à Billie Eilish: confira como foi o encerramento da Olimpíada de Paris

A Olimpíada de Paris foi repleta de momentos memoráveis, marcados por uma forte ênfase na equidade de gênero, com as mulheres dominando o pódio em diversas modalidades esportivas. Contudo, após semanas de competições acirradas entre os 10 mil melhores atletas do mundo, os Jogos Olímpicos chegaram ao fim com uma cerimônia morna, realizada na tarde do último domingo (11). Com a alcunha de ser a edição mais diversa e com equidade de gênero, era de se esperar que as atrações musicais seguissem o mesmo caminho, o que não aconteceu. 

Uma parte da cerimônia aconteceu no Stade de France, lotando o estádio com a pluralidade de culturas, etnias e bandeiras, com público lotando as arquibancadas e os atletas se despedindo. Já a outra parte, havia sido previamente gravada na futura sede dos jogos olímpicos de 2028: a cidade dos anjos, Los Angeles. 

Poesia, distopia e indie rock 

O encerramento começou ao lado do Jardim do Louvre, com a cantora Zaho de Sagazan soltando a voz com o hino “Sous Le Ciel de Paris”, do passarinho imortal francês Édith Piaf. Essa onde à cidade deu único ao apagar das chamas da pira olímpica, seguido pela transição para o Stade de France, onde a cerimônia ao vivo prosseguiria.

Com todos os competidores e torcidas reunidos no estádio, a festa teve um início poético, mesclando orquestras, jogos de luzes, um espetáculo cênico com toques de ficção científica que trouxe o personagem ”Viajante Dourado” e referências a mitologia grega, e o indie rock dançante da banda francesa Phoenix. Thomas Mars e sua banda subiram ao palco geométrico acompanhados pelo duo Air, a cantora Angele, Vannda e Ezra Koenig, do Vampire Weekend.. Também teve espaço para o electro house de Kavinsky, que aproveitou o clima distópico do espetáculo anterior para tocar o hit synth ‘’Nightcall’’, trilha do filme ‘’Drive’’, estrelado por Ryan Gosling e Carey Mulligan. 


Banda Phoenix se apresentando no Stade de France para a cerimônia de encerramento da Olimpíada de Paris (Foto: reprodução/ Xavier Laine/Getty Images Embed)


Nem o indie dançante e radiofônico do Phoenix, somado a personalidade carismática do vocalista, conseguiram cativar todos. Por ser um evento de nível mundial, a escalação para entreter o público deixou a desejar no quesito diversidade, apesar de oferecer o melhor em estrutura e iluminação, mas a cultura do país sede ficou destoante do clima festivo esperado para um evento desse porte. Apesar de tocarem hits conhecidos, com uma parcela dos atletas se divertindo e interagindo, a atmosfera melancólica da música ‘’Playground Love’’ do Air, mesmo somada à energia de Thomas Mars, não é para um evento festivo. Talvez, para um café nos Champs Elysées ou para um dia chuvoso e introspectivo. 


Cantora H.E.R cantando o hino dos Estados Unidos na cerimônia de encerramento da Olimpíada de Paris (Foto: reprodução/Franck Fife/AFP/Getty Images Embed)


Para finalizar o show, Mars fez sua clássica mergulhada no público, mas nem isso e nem sua personalidade carismática do vocalista pode agradar gregos e troianos. Após a banda se apresentar, foi a vez de outra orquestra, seguida pela cantora H.E.R cantando o Hino dos Estados Unidos, enquanto Simone Biles subia ao palco para representar a próxima sede da Olimpíada. 

Em estilo californiano

Quem realmente roubou a cena na cerimônia foi o ator norte-americano Tom Cruise, que, em grande estilo hollywoodiano, desceu de rapel do teto do Stade de France enquanto o som mixado da cantora H.E.R. ainda ecoava pelo estádio. Cruise pegou a bandeira olímpica das mãos da medalhista da ginástica artística Simone Biles e, montado em moto, percorreu as ruas parisienses até o aeroporto, ao som de ‘’By The Way’’, do Red Hot Chili Peppers. 


Tom Cruise desfilando de moto no Stade de France para a cerimônia de encerramento da Olimpíada de Paris (Foto: reprodução/Jamie Squire/Getty Images Embed)


A sequência, digna de blockbuster de ação, seguiu o ator até o aeroporto, culminando no salto de paraquedas em solo norte-americano, bem no letreiro de Hollywood. A gravação ainda contou com a participação da ciclista Kate Courtney, do atleta Michael Johnson e do skatista Jagger Eaton, percorrendo as ruas da cidade e levando a bandeira olímpica, até chegar em Venice Beach, praia de Los Angeles, com as estruturas das apresentações musicais já montadas.  


Billie Eilish se apresentando na praia de Venice Beach para a cerimônia de encerramento da Olimpíada de Paris (Foto: reprodução/Emma McIntyre/Getty Images Embed)


Não havia banda de rock que representasse mais o espírito esportivo de Los Angelos que o Red Hot Chilli Peppers, que na gravação, cantou a clássica ‘’Don’t Stop’’, com o guitarrista John Frusciante de volta, animando a platéia de Venice Beach. Logo em seguida, Billie Elish, uma das apresentações mais esperadas, apareceu em uma sacada de madeira, uma espécie de base de salva-vidas, para cantar Birds of a Feather, um equilíbrio para a animação anterior, utilizando toda a sua potência vocal e lírica.


Snoop Dogg e Dr. Dre se apresentando na praia de Venice Beach para a cerimônia de encerramento da Olimpíada de Paris (Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images Embed)


Snoop Dogg chegou a praia cantando ”Drop It Like It’s Hot”, clássico do R’n’B dos anos 2000. Em seguida o rapper Dr.Dre se juntou a Snoop para cantar ”The Next Episode”, finalizando o segundo ato das apresentações.

O final mesclando a América com a França

Após as apresentações animadas e gravadas previamente em Venice Beach, voltamos ao Stade de France, com o nadador León Marchand subindo ao palco com a tocha olímpica, juntamente com atletas de outros continentes, para declarar o fim dos Jogos de Paris e apagar a chama. A cantora Yseult fez as honras do encerramento com a interpretação emotiva ‘’My Way’’, canção eternizada por Frank Sinatra, seguido por uma chuva de fogos iluminando o céu cinzento de Paris.

Kate Middleton reaparece ao lado de William para parabenizar atletas britânicos

Após meses afastada de sua conta compartilhada no Instagram com o príncipe William devido ao tratamento contra o câncer, Kate Middleton retornou no último domingo (11) para celebrar o desempenho do time britânico nas Olimpíadas de Paris.

O casal interrompeu suas férias em família para gravar um vídeo, onde Kate aparece com uma maquiagem suave e o príncipe exibe uma barba, um visual incomum para o monarca.

O vídeo

Durante o vídeo, que contou com a participação de diversas celebridades como David Beckham e Snoop Dogg, Kate e William expressaram suas felicitações à equipe britânica. Kate disse: “De todos nós que assistimos de casa, parabéns à Equipe GB.” William complementou: “Parabéns à Equipe GB, vocês são uma inspiração para todos nós.”


Vídeo de parabenização aos atletas do Reino Unido (Reprodução/Instagram/@princeandprincessofwales)


Já na legenda da postagem, escreveram: “Parabéns, que jornada incrível! Cada atleta demonstrou imensa dedicação, coração e paixão. Vocês nos deixaram muito orgulhosos! Aqui está a celebração de cada triunfo e ansioso pelos Jogos Paralímpicos”.

Outras aparições de Kate Middleton

Além de sua participação no aniversário do Rei Charles III em junho, a última aparição pública de Kate Middleton antes desse retorno foi na final de Wimbledon, onde entregou o prêmio a Carlos Alcaraz.


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Kate Middleton entregando o troféu de Wimbledon para Carlos Alcaraz (Reprodução/Rob Newell/Getty Images Embed)


No entanto, a última vez que Kate fez uma aparição em vídeo foi em março, quando anunciou seu diagnóstico de câncer ao público.

As regras de Kate Middleton

A Princesa de Gales definiu suas ‘regras de vida’ ao aceitar se juntar à família real britânica para viver seu amor com o Príncipe William. No novo livro do biógrafo Robert Jobson, “Catherine – The Princess of Wales”, ele revela que Kate foi clara sobre suas convicções e as maneiras como desejava viver sua nova vida. Segundo o biógrafo:

“Ela deixou claro que não seria enquadrada em tarefas específicas e insistiu em ter sua cota completa de licença-maternidade. Sua prioridade, ela enfatizou, sempre seria a família”

Robert Jobson

Além disso, a fase atual de Kate está de acordo com suas regras pessoais. Ela tem o direito de focar em sua saúde longe dos holofotes e só fazer aparições públicas quando se sentir pronta, afirmou o biógrafo.

Assim, com as declarações do biógrafo, fica claro o motivo pelo qual o diagnóstico e tratamento de Kate foram mantidos em sigilo pela mídia. Cada nova aparição de Kate é recebida com grande entusiasmo, especialmente agora que ela aparenta estar bem, aliviando a preocupação do público.

Corte Arbitral do Esporte decide a favor da Romênia na ginástica artística

Uma das questões mais repercutidas durante esta Olimpíada em Paris foi a arbitragem. Depois de recorrer após o resultado do pódio da final no solo feminino na ginástica artística, o bronze pode passar para a ginasta romena Ana Bărbosu, após a deliberação da Corte Arbitral do Esporte. A decisão foi divulgada neste sábado (10), entretanto, apesar da nota de Jordan Achiles ter caído, a deliberação final ficará nas mãos da Federação Internacional de Ginástica. 

Disputa pelo bronze

A imagem do pódio do solo feminino constituído por três mulheres negras foi simbólico, mas, mesmo após toda a cerimônia, a decisão foi contestada e a Corte Arbitral decidiu a favor da Romênia. A nota da norte-americana Jordan Chiles, que levou o bronze, caiu de 13.766 para 13.666, ficando atrás de Ana Bărbosu e Sabrina Maneca-Voinea. 


Rebeca Andrade, Simone Biles e Jordan Chiles no pódio da final do solo feminino (Reprodução/Jamie Squire/Getty Images Embed)


Tudo aconteceu por causa de um acréscimo de 0.100 pontos, incluído à nota de Jordan Chiles depois da delegação norte-americana pedir um recurso. Entretanto, esse recurso foi pedido depois do prazo estipulado em regulamento. Segundo o CAS, o acréscimo foi irregular, o que deixa Chiles na quinta posição e o bronze nas mãos de Bărbosu. Apesar da mudança nas notas, ainda não existe uma decisão final sobre a medalha. 

A Federação Internacional de Ginástica determinará a classificação final do solo e atribuirá as medalhas de acordo com a decisão acima”, confirmou a Corte Arbitral. 

O resto do pódio, com Rebeca Andrade em primeiro lugar e Simone Biles em segundo, não foi alterado e continua válido. 

Os efeitos da arbitragem incorreta

Consternada com o resultado, Chiles compartilhou em suas redes sociais que deve se afastar da exposição, visando o bem de sua saúde mental. O Comitê Olímpico dos Estados Unidos chegou a soltar uma nota em que expõe a tristeza com o resultado e com os ataques sofridos pela ginasta em suas redes sociais após a decisão.  

Estamos devastados com a decisão da Corte Arbitral do Esporte. A investigação sobre o valor de dificuldade da rotina de exercícios de solo de Jordan Chiles foi apresentada de boa-fé. […] Durante todo o processo de recurso, a Jordan foi alvo de ataques consistentes, total e extremamente prejudiciais nas redes sociais. Nenhum atleta deveria ser submetido a tal tratamento”, revelou a equipe de ginástica artística dos EUA em nota. 


Jordan Chiles e Simone Biles na Olimpíada de Paris (Reprodução/Markus Gilliar -GES Sportfoto/Getty Images Embed)


Além de afetar a ginasta norte-americana, o resultado teve uma repercussão negativa na Romênia. O primeiro-ministro, Marcel Ciolacu, criticou a decisão e chegou a se recusar a comparecer no encerramento da Olimpíada. Quem também criticou a arbitragem foi a ex-ginasta Nádia Comaneci, alegando que faltam critérios técnicos para a escolha de quem levou o bronze.  

Até o momento, não há informações sobre o posicionamento da Federação Internacional de Ginástica.