Gabigol perde espaço no Cruzeiro e tenta retomada 

Em somente quatro meses, Gabigol foi de principal estrela no mercado de contratações do Cruzeiro à reserva no ataque. O status do jogador no clube mudou em meio à mudança de treinador e a necessidade de melhora dos resultados. Agora, ele tenta a retomada ao time principal. 

Nesta quinta-feira (24), o Gabigol tem a chance de começar como titular diante do Palestino, o jogo acontece em Coquimbo, no Chile, a partida é válida pela Conmebol Sul-Americana. O jogador ficou de fora da equipe titular nos últimos três jogos. 

Retomada ao elenco 

O atacante do time mineiro entrou no segundo tempo dos jogos contra o Bahia e Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro, e no jogo contra o São Paulo, ele assistiu do banco de reservas o empate no placar por 1 a 1. 

O último jogo de Gabigol como titular foi na derrota por 2 a 1 para o Mushuc Runa, do Equador, na Sul-Americana. É justamente na competição internacional que o jogador irá tentar retomar todo o desempenho do começo de ano que o coloca ainda como artilheiro do Cruzeiro, em 2025, com sete gols. 

Mudança para o banco de reservas 

A mudança de status de Gabigol aconteceu em meio às mudanças promovidas por Leonardo Jardim no time titular em virtude da falta de resultados do Cruzeiro. Porém, o cenário ainda não foi mudado. Nas partidas em que o jogador não foi titular, o time ganhou um jogo, perdeu um e empatou outro. 


Gabigol e Dudu conversando com Leonardo Jardim (foto: reprodução/ Fernando Moreno/AGIF)

Até esta mudança feita pelo novo treinador, Gabigol nunca havia estado na condição de reserva no clube mineiro. Com Fernando Diniz, foi sempre figura principal no ataque, assim como aconteceu no início do trabalho de Leonardo Jardim. 

O jogador foi a principal contratação do Cruzeiro para a temporada de 2025. A equipe mineira moveu esforços para contratá-lo em meio ao fim de vínculo com o Flamengo e ofereceu um projeto ao jogador até o final de 2028. 

Renato Gaúcho justifica derrota do Grêmio com falta de entrosamento e altitude

Em sua estreia na Conmebol Libertadores nesta terça-feira (02), o Grêmio enfrentou um revés ao perder por 2 a 0 para o The Strongest. Com uma equipe reserva, os gremistas não conseguiram superar os desafios impostos pela altitude de La Paz. Renato Portaluppi tomou a decisão estratégica de preservar os titulares, visando priorizar a final do Campeonato Gaúcho.

Falta de entrosamento e desafios da altitude

Após o confronto, o técnico Renato Gaúcho fez uma análise da atuação da equipe reserva do Grêmio, ressaltando a falta de entrosamento e os desafios enfrentados pela altitude em La Paz. Além disso, ele justificou a opção de deixar alguns jogadores em Porto Alegre, citando a importância do duelo contra o Juventude no próximo sábado (06) e a sequência de cinco jogos pela frente no grupo da Libertadores.

“Tínhamos uma equipe que não está entrosada, eles fizeram 2 a 0 em falhas nossas. Demoramos a entender a altitude, especialmente no primeiro tempo. Corrigimos algumas coisas, melhoramos no segundo, quando estávamos tentando o empate, levamos o segundo gol. Altitude realmente é muito difícil jogar”, declarou.

Renato Portaluppi

Renato Gaúcho durante treino do Grêmio (Foto: reprodução/Instagram/@renatogaucho/@gremio)

Pensando no futuro

O treinador defendeu sua decisão de escalar um time reserva na estreia da Libertadores, destacando que é pago para tomar decisões estratégicas. Ele enfatizou a importância de preservar os jogadores para a final do Campeonato Gaúcho e os próximos jogos da Libertadores. Portaluppi ressaltou sua confiança no grupo e afirmou que faria a mesma escolha novamente, priorizando o descanso dos atletas para as decisões futuras.

O The Strongest dominou o primeiro tempo e conseguiu abrir o placar aos 15 minutos com um gol de cabeça de Ursino. Apesar das tentativas de reação do Grêmio, principalmente no segundo tempo, a equipe brasileira não conseguiu evitar o segundo gol. Aos 27 minutos, Triverio se aproveitou de um descuido na defesa e cabeceou livre na pequena área para ampliar a vantagem para a equipe boliviana.