Carol Nakamura responde críticas por estar no Rio Grande do Sul: “julgam sem saber”

A influncer Carol Nakaura e o marido Guilherme Leonel estão na linha de frente de ajuda ao Rio Grande do Sul, que vem sendo afetado por alagamentos e chuvas, deixando milhares desalojados. Consequentemente deixando também, os animais ilhados e em difícil acesso de resgate.

Missão do casal em resgatar os animais

O casal saiu do Rio de Janeiro com missão de resgatar animais ilhados, que tem pouco acesso para um possível resgate. A dupla possui uma moto aquática que facilita a locomoção, já que a maior parte do estado se encontra debaixo d´água.

Porém Nakamura veio às redes sociais expressar seu descontentamento com as criticas que vem recebendo por seu trabalho voluntário, em um trecho ela diz que os julgamentos vêm daqueles que não prestam ajuda “Existem pessoas que julgam sem saber e sem fazer nada. Acham que o mundo gira em torno do engajamento e mal sabem que nós ajudamos os bichinhos antes mesmo de existir redes sociais”, comentou ela, já em outra parte ela diz que “Uma foto de biquíni da mais engajamento que um resgate”, fazendo alusão ao trabalho que vem fazendo, resgatando os animais desprovidos de ajuda.


 Vídeo de resgate (Vídeo: reprodução/instagram/@carol_nakamura/@euguileonel)


Em uma reflexão feita pela mesma, ela afirma que saiu do Rio de Janeiro com o intuito de resgatar o máximo que conseguir, “Se eu conseguir resgatar uma vida que seja já valeu minha viagem”, Nakamura termina dizendo que o saldo do dia foi positivo, pois resgatou “Três cachorros, duas galinhas e duas ratoeiras. É bem puxado, demanda muita energia, mas a sensação de dever cumprido é maravilhosa”, finalizou.

Carol agradece apoio do marido

Ao lado do marido na postagem Carol agradeceu Guilherme, que estão casados há três anos, pelo apoio que vem recebendo em prol dos animais, e, segundo ela em um trecho diz que encontrou o amor de sua vida, “Encontrei minha alma gêmea”. Deixando claro a gratidão em meio às críticas que ainda vem recebendo.

Égua ilhada em telhado no Rio Grande do Sul é resgatada e sensibiliza internautas

Nesta quinta-feira (9), foi registrado o emocionante momento do resgate de um equino na cidade de Canoas (RS), no período da manhã, realizado por uma equipe do Corpo de Bombeiros e do Exército, que utilizaram dois botes. Os internautas puderam acompanhar as notícias acerca do que estava acontecendo com o animal por meio das redes sociais, e reagiram demonstrando seus sentimentos, durante o desenvolver da ação dos profissionais preparados para o socorro do animal.

“Eu nunca imaginei que choraria e gritaria de felicidade e alívio pelo resgate de um cavalo!!” comentou um internauta.

Inicialmente reconhecido “como cavalo Caramelo”, o equino se encontrava isolado sobre o telhado de uma casa, em um local alagado no município de Canoas, Rio Grande do Sul, e foi resgatado pela equipe de especialistas, que não poupou esforços para salvar a vida do animal. Entretanto, foi verificado e anunciado por um veterinário após a operação de resgate, que, na verdade, o bichinho era uma fêmea, uma égua. Alguns veículos midiáticos transmitiram a ocorrência e a conclusão bem-sucedida da operação. O resgate foi amplamente divulgado e celebrado pelos usuários na internet, e até mesmo contou com a comemoração de famosos, pelo feito comovente.

Um novo lar para a égua Caramelo

Conforme relatado por Janja Lula da Silva, de 57 anos, primeira-dama, terceira esposa do atual presidente do Brasil, Lula, desde 2022, já há um haras aguardando pela chegada da égua Caramelo.

Postagem feita pela primeira-dama no X (Reprodução/X/@JanjaLula)


A internet ficou em polvorosa durante o árduo trabalho da equipe do Corpo de Bombeiros e do Exército, para salvar rapidamente o animal em segurança.

“Estou extremamente feliz por alcançarmos nosso objetivo de salvar o cavalo de Canoas. Sentimentos de alívio e gratidão tomam conta de mim agora” dizia a postagem de um perfil famoso voltado ao mundo animal.

“Cavalo Caramelo já no bote” comentou outra internauta.

Entenda o que está acontecendo no estado do Rio Grande do Sul

Diversas cidades no estado estão sofrendo com fortes chuvas, alagamentos, e rompimentos de barragens, após a inundação causada pelo extravasamento do Rio Guaíba, em decorrência dos intensos temporais que assolam a região desde a semana anterior. De acordo com a Defesa Civil, que revelou mais informações nesta quinta-feira (9), cerca de 425 municípios foram atingidos, e mais de 60 mil cidadãos se encontram em abrigos, alcançando a casa de 1,4 milhão de afetados pela tragédia no RS, sendo 374 feridos, 136 desaparecidos e 107 mortos.

Voluntários se unem para ajudar vítimas das enchentes no RS

Os recentes temporais que assolaram o Rio Grande do Sul deixaram um rastro de destruição e desespero, afetando mais de 1,4 milhão de pessoas em todo o estado. Com um saldo trágico de 100 mortos, 128 desaparecidos e 372 feridos, a situação é descrita como uma das piores catástrofes da história gaúcha.

Voluntários, resgatados e abrigados compartilham relatos emocionantes do drama vivido durante as enchentes. Em meio à Zona Norte de Porto Alegre, uma das áreas mais afetadas, heróis anônimos enfrentam situações angustiantes.

Um voluntário recorda o momento em que uma mãe desesperada pediu socorro para salvar seu filho. Mesmo com o bote já cheio, eles não hesitaram em resgatar a criança, que foi entregue são e salvo à mãe em um abrigo improvisado.


Catástrofe no Rio Grande do Sul reúne uma grande quantidade de voluntários de diferentes origens para prestar apoio à população afetada (Foto: reprodução/Instagram/@ninja.foto)


Inundações

A tragédia se estendeu a bairros como o Menino Deus, onde o desligamento de uma casa de bombas resultou em uma inundação repentina, deixando moradores perplexos diante da perda de tudo o que possuíam. Uma moradora de longa data relatou ter perdido seus pertences, mas conseguiu salvar sua família e alguns objetos antes que a água subisse.

A falta de orientação eficaz por parte das autoridades agrava a situação, especialmente em áreas onde as pessoas resistem a deixar suas casas, temendo saques ou simplesmente por não terem para onde ir.

Crise exaure população afetada

Em São Leopoldo, uma das cidades mais afetadas, cerca de 80% da população foi obrigada a abandonar suas residências. Os abrigos improvisados tornaram-se refúgios para muitos, como Tatiane da Silva, que expressou gratidão por ter um local seguro para ficar com seu filho pequeno.

Há aqueles que pensam em deixar o estado, exaustos com a repetição das tragédias. Sabrina Graeff, de São Leopoldo, não suporta mais viver sob a ameaça das enchentes, enquanto sua filha, Manuela, expressa o desejo de encontrar um lugar sem água e com energia elétrica.

A dimensão da catástrofe é agravada pela falta de assistência em algumas áreas, onde pessoas estão sem comida há dias e se sentem abandonadas pelas autoridades. Se você quer ser um voluntário, visite a área de voluntariado do site Casa Militar RS e cadastre-se.

Governo anuncia resgate de 7 brasileiros no Haiti

O Itamaraty anunciou que 7 brasileiros e 1 alemão foram resgatados de helicóptero na cidade de Porto Príncipe, no Haiti, que está atualmente sem governo e tem 80% de seu território ocupado pelas gangues locais. Outros 59 cidadãos, porém, recusaram o resgate e preferiram continuar no país.

A evacuação ocorreu na última quarta-feira (10) na fronteira de Jimaní, República Dominicana, que depois transportou as pessoas resgatadas à Embaixada em Santo Domingo.

Ainda são medidos termos diplomáticos pela ONU e outros países dispostos a contribuir com a crise, que põe em pauta as vidas dos agentes militares interferentes e as repercussões hostis por parte dos grupos criminosos.


Brasileiros resgatados pelo Itamaraty (Foto: reprodução/@ItamaratyGovBr)

Crise de segurança

Enquanto as gangues detêm um maior contingente armamentista do que as próprias autoridades, o país caribenho continua sitiado e enfrenta uma grande crise de segurança nacional.

Com os crescentes atos de violência, tráfico de drogas e sequestros em alta, a anarquia instaurada mantém a população em risco e aumenta a demanda por abrigos, locais de refúgio e qualquer resistência imediata por parte dos governos locais ou vizinhos.

Disseminação das gangues

Um marco importante na ascensão das gangues haitianas foi durante o regime ditatorial de François Duvalier, conhecido como “Papa Doc“, que governou o país de 1957 a 1971, e seu filho Jean-Claude Duvalier, conhecido como “Baby Doc“, que governou até 1986.

Durante esses regimes, grupos paramilitares e milícias leais aos líderes políticos controlavam áreas do país e agiam com impunidade, contribuindo para a criação de um ambiente propício para o surgimento das gangues.

Após a queda do regime dos Duvalier em 1986, o Haiti passou por períodos de instabilidade política, golpes de Estado e intervenções estrangeiras, que contribuíram para o fortalecimento das gangues e para a perpetuação da violência e da insegurança.

Nos últimos anos, especialmente desde o terremoto devastador de 2010 e a crise política subsequente, as gangues têm ganhado destaque devido à sua crescente influência e atividades ilícitas.