Dylan O’Brien responde com bom humor a rumores de que teria inspirado música de Sabrina Carpenter

A rainha dos enigmas musicais está de volta, e com ela, as teorias da internet também. Sabrina Carpenter lançou recentemente seu aguardado álbum “Man’s Best Friend”, recheado de batidas pop-chiclete, letras afiadas e, claro, muitas entrelinhas. Mas foi uma música em especial, “Go Go Juice”, que acendeu o alerta dos fãs mais atentos.

Could be John or Larry, gosh, who’s to say? / Or the one that rhymes with villain, if I’m feelin’ that way”

A última parte: “aquele que rima com vilão”, deixou os detetives da internet curiosos. A conclusão? Poderia ser Dylan O’Brien, já que “Dylan” rima com “villain” (vilão, em inglês). E o burburinho chegou até o próprio ator, que respondeu tudo com seu já conhecido bom humor.

Dylan O’Brien reage a música de Sabrina

Durante sua participação no programa Watch What Happens Live, Dylan foi questionado sobre a possível referência na música. A reação? Uma mistura de surpresa e piada afiada:

Eu não estava sabendo. Ah, e meu nome realmente rima com vilão”, disse entre risos.


Entrevista Dylan O’Brien no programa Watch What Happens Live. (Vídeo: Reprodução/ Twitter/@updatessabrinabrasil)

“Aquele que rima com vilão”: quem é?

O ator, que já foi apontado como affair de Sabrina em 2022, aproveitou para brincar ainda mais com a situação. A música sugere que a cantora teria ligado bêbada para o tal “vilão”, mas Dylan garante que nunca recebeu essa ligação.

Minha casa não tem bom sinal. Você tem que me ligar por FaceTime áudio”, respondeu, arrancando risadas da plateia.

E como todo bom mistério pop, outros nomes também circulam nas especulações. Fãs levantaram possíveis referências a Shawn Mendes, Barry Keoghan e Joshua Bassett, todos nomes que, direta ou indiretamente, já cruzaram caminhos com Sabrina. Mas, como sempre, a cantora prefere manter o suspense.


Sabrina Carpenter (Foto: reprodução/Instagram/@sabrinacarpenter)


Em entrevista ao CBS Mornings, Sabrina Carpenter revelou recentemente que se diverte mais quando cada pessoa imagina quem poderia ser, em vez de ela mesma revelar quem tinha em mente.

Enquanto Sabrina se diverte deixando pistas e Dylan entra na brincadeira, os fãs continuam fazendo o que sabem fazer de melhor: criar teorias mirabolantes, montar timelines detalhadas com cada aparição e indício, compartilhar memes que viralizam em segundos e, claro, ouvir “Go Go Juice” no repeat como trilha sonora oficial dessa investigação coletiva.

Dr. Maciel de Carvalho explica o crescimento do empreendedorismo jurídico no Brasil

Nos últimos anos, o mercado jurídico tem passado por uma transformação significativa, com o surgimento de abordagens mais integradas e estratégicas. Esse movimento, que alguns especialistas chamam de “empreendedorismo jurídico”, visa oferecer às empresas em dificuldades não apenas soluções legais, mas também apoio em gestão e planejamento para fortalecer a estrutura e garantir um crescimento sustentável. Em um contexto econômico marcado por incertezas e crises, especialmente para pequenas e médias empresas, esse novo modelo de advocacia vem se mostrando uma ferramenta essencial para a recuperação e a sobrevivência empresarial.

O impacto desse avanço tem sido perceptível. Segundo o SEBRAE, mais de 600 mil empresas fecham as portas a cada ano no Brasil, em grande parte devido a problemas financeiros e dificuldades de adaptação às novas exigências do mercado. A combinação de altas taxas de juros, carga tributária complexa e mudanças constantes na legislação tem levado muitas dessas empresas a buscar apoio jurídico especializado para reestruturar suas finanças e adequar suas operações. Profissionais como o Dr. Maciel de Carvalho, que adotaram o conceito de empreendedorismo jurídico, são um exemplo de como a advocacia pode ir além da resolução de conflitos e se tornar um pilar de suporte estratégico para o empresário.

“A advocacia precisa acompanhar a realidade dos negócios e oferecer soluções que vão além do contencioso. É preciso estar presente nas decisões estratégicas da empresa e não apenas atuar em momentos de crise”, comenta o Dr. Maciel. Ele acredita que o papel do advogado empresarial moderno é ajudar o cliente a tomar decisões seguras e a enxergar oportunidades onde antes havia apenas obstáculos.

Esse modelo de atuação valoriza uma relação de parceria entre advogado e empresário, na qual a confiança e a integridade são fundamentais. “Quando o cliente confia no advogado não apenas para resolver problemas pontuais, mas para oferecer um suporte duradouro e eficaz, cria-se uma base para o crescimento sustentável do negócio,” afirma Dr. Maciel, destacando a importância de um relacionamento profissional baseado na transparência e na ética.


Dr. Maciel de Carvalho (Foto: reprodução/divulgação)


Uma abordagem de empreendedorismo jurídico pode envolver desde o mapeamento de riscos e reestruturação de dívidas até orientações sobre gestão e finanças, temas que tradicionalmente não estavam no escopo da advocacia empresarial. Esse novo formato de atuação tem atraído cada vez mais empresários, especialmente em setores que enfrentam maior volatilidade, como comércio e serviços, e é visto como uma resposta necessária às transformações do mercado. “O advogado do futuro não é apenas um solucionador de problemas, mas um conselheiro estratégico que ajuda a empresa a traçar seu caminho para o futuro”, pondera Maciel.

Além disso, a educação tem um papel crucial nesse contexto. Para muitos profissionais do setor, a transmissão de conhecimento aos clientes é essencial para que eles compreendam a importância de cada estratégia e se sintam mais seguros ao tomar decisões. “Explicar oque estamos fazendo e por que estamos fazendo é uma forma de capacitar o empresário e criar uma base sólida de confiança,” comenta o especialista.

O mercado para o empreendedorismo jurídico tende a crescer conforme mais empresas buscam esse tipo de assistência para enfrentar os desafios impostos pela economia. Ao oferecer um suporte que une legalidade e estratégia de negócios, a advocacia estratégica não só beneficia as empresas em crise, mas também contribui para a recuperação econômica do país, ajudando a manter pequenos e médios negócios ativos em um ambiente cada vez mais competitivo e desafiador.

CEO da Disney responde as críticas relacionadas a “lacração”

Robert Allen “Bob” Iger, de 73 anos, é norte-americano e CEO da Disney a algumas críticas de diversos internautas que dizem que a empresa tem uma agenda identitária, que leva o nome popular de “lacração”. A cultura chamada por “woke”, que na maioria das vezes é associada as produções do Marvel Studios, porém, para Iger, as pessoas que criticam nem sempre sabem o que estão comentando.

Confira o que comentou Iger

Ao Hollywood Reporter o CEO disse: “O termo é usado de forma bastante literal, sem trocadilhos a esse respeito”, ele ainda continuou a pontuar que acha que as pessoas nem entendem o real significado.

E acrescentou por fim que “acho que o barulho está diminuindo. Venho pregando isso há muito tempo na empresa antes de sair e, desde que voltei, nosso objetivo número um é entreter. Nossos filmes e séries precisam ser divertidos, e permitir que a Disney tenha um impacto positivo no mundo. Se for promovendo a aceitação e a compreensão de pessoas de todos os tipos diferentes, ótimo”.

Novidades sobre compartilhamento de senhas

Iger revelou recentemente quando acontecerá o bloqueio dos streamings compartilhados deve ocorrer. Ele deu mais detalhes sobre o polêmico tema bloqueio de compartilhamento de senhas nos streamings da Disney comentando “lançará a primeira incursão real no compartilhamento de senhas”, em meados de junho de 2024, e o lançamento de maneira completa está planejado para acontecer em setembro, cerca de um ano após o anúncio.


Streaming da Disney terá bloqueio de compartilhamento. (Foto: reprodução/GettyImages Embad)


Vale lembrar que outro streaming a Netflix já utiliza uma forma bastante parecida desde maio do ano passado.

Conheça Bob Iger

Foi nomeado presidente da Disney em 2000, cargo esse que foi extinto da empresa em 2012, no mesmo período que ele se tornou presidente do Conselho de Administração.  Muitos anos depois em novembro de 2022 Bob retornou a direção executiva da companhia já mencionada, depois da demissão não programada do executivo que foi apontado como seu sucessor, Bob Chapek.