Deborah Secco surpreende SPFW com performance vestida de robô futurista

Deborah Secco surpreendeu na última terça-feira (8) na semana de moda de São Paulo ao encerrar o desfile de Dario Mittmann com uma performance marcante. Vestida como um robô futurista, a atriz usava uma máscara que chorava lágrimas negras ao toque de um botão. A cena simbolizou a fusão entre emoção e tecnologia, tema central da coleção. O momento foi um dos mais comentados do evento.


Look robô futurista de Deborah Secco no SPFW (Foto: reprodução/Instagram/@dedesecco)

A coleção de Dario Mittmann

A coleção de Dario Mittmann propôs uma profunda reflexão sobre a relação entre seres humanos, tecnologia e os limites da inteligência artificial. Com peças que misturam elementos high-tech, tecidos estruturados e silhuetas futuristas, o estilista apresentou um desfile conceitual e provocativo. O ápice da apresentação veio com Deborah Secco, que surgiu na passarela incorporando um robô sensível e enigmático.

Vestida com uma roupa tecnológica equipada com um mecanismo especial, a atriz usava uma máscara que liberava lágrimas negras com o simples pressionar de um botão, simbolizando a tentativa das máquinas de simular sentimentos humanos.

A performance, registrada pelos fotógrafos Henrique Butcher e Vinícius Spezier, emocionou o público e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, tornando-se um dos momentos mais marcantes da temporada.


Look robô futurista de Deborah Secco no SPFW (Foto: reprodução/Instagram/@dedesecco)

Reflexão da apresentação de encerramento

A escolha de encerrar a apresentação com essa cena simbólica trouxe à tona temas como a emoção artificial, a vulnerabilidade humana diante das máquinas e, sobretudo, como a moda pode ser um canal expressivo para discutir o impacto da tecnologia na sociedade. Em um mundo cada vez mais digitalizado, onde a inteligência artificial se torna parte do cotidiano, Mittmann apostou em uma estética que une o high-tech ao dramático, criando uma atmosfera, ao mesmo tempo, futurista e sensível.

A atuação de Deborah Secco não apenas deu vida à proposta da coleção, como também mostrou que a passarela pode ser um espaço de experimentação artística potente. Misturando moda, teatro e tecnologia, o desfile deixou claro: o futuro está mais próximo do que parece e ele pode vir chorando lágrimas de tinta.

Robô aprende a dançar valsa e surpreende em experimento inovador

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, criaram o ExBody2, uma tecnologia de inteligência artificial (IA) revolucionária que ensina robôs humanoides a realizar movimentos humanos, podendo não apenas andar e se agachar, como até dançar salsa com parceiros humanas de uma maneira incrível e fluída.

O robô aprende usando dados humanos

O segredo por trás do robô humanoide, ExBody2, está no chamado “aprendizado por reforço”, que é basicamente ensinar a máquina a imitar movimentos humanos com o máximo de fidelidade possível por meio de tentativa e erro.

Para isso, os cientistas criaram um banco de dados gigante com gravações de movimentos capturados por centenas de voluntários.

Esse material serviu como referência para o robô aprender desde ações mais básicas, como caminhar e agachar, até tarefas complexas, como golpes de luta e passos de dança.

O treinamento foi dividido em duas etapas: primeiro, a IA teve acesso ilimitado aos dados para dominar tudo com máxima fidelidade. Depois, usou informações que um robô real teria no dia a dia, como velocidade e medições de inércia, e mesmo assim conseguiu resultados incríveis.


O robô humanoide chegou a dançar valsa com um humano (Vídeo: reprodução/YouTube/Xuxin Cheng)

Potencial para o futuro

Quando testado em dois robôs comerciais, o ExBody2 mostrou que não só sabia dançar, mas também fazia tudo de uma forma bastante estável, sem tropeços, além de conseguirem realizar rodopios e golpes rápidos.

Os pesquisadores comemoraram a tecnologia como um marco pra robótica. “Agora, robôs podem se mover de forma expressiva, imitando humanos de um jeito muito próximo do real”, escreveram no estudo publicado no arXiv.

A ideia é usar isso pra muito mais utilidades no futuro. Essa inovação pode impactar desde o entretenimento com shows e eventos até áreas como saúde, assistência e robótica social. E aí, já imaginou um robô dançando contigo num futuro próximo?

Robô brasileiro substitui brigadistas e revoluciona combate a incêndios florestais

A Ambipar apresentou o STW Response, um robô inovador no combate a incêndios florestais no Brasil, com a capacidade de substituir até 10 brigadistas em operações de risco extremo. O equipamento, que suporta temperaturas de até 600°C, oferece uma autonomia de 10 horas e pode ser operado remotamente, trazendo maior segurança e eficiência no enfrentamento das queimadas. A tecnologia foi revelada em um evento de óleo e gás no Rio de Janeiro e já está pronta para ser implementada em situações emergenciais.

Inovando no combate a incêndios

O robô é uma resposta tecnológica ao aumento dos incêndios florestais no Brasil. A Ambipar, empresa responsável por seu desenvolvimento, investiu em recursos que garantem a segurança e eficiência durante operações de risco.

Segundo Fernanda Morelli, diretora-executiva da Ambipar Robotics, o equipamento não só alivia a carga física dos brigadistas, como também minimiza os riscos associados ao combate direto às chamas. “Ele substitui 10 homens na mangueira, fazendo um trabalho pesado e perigoso”, explicou Morelli.

Além disso, a capacidade de operar em condições extremas, suportando até 600°C por 15 minutos, permite que o robô atue em áreas inóspitas e perigosas, onde a presença humana seria inviável. Sua esteira de locomoção, feita de alumínio e bronze, foi feita para evitar a produção de faíscas, um recurso essencial em locais com risco de vazamento de combustível, garantindo que o combate ao fogo seja mais seguro e eficiente.


O Serviço de brigada de Incêndios da AMBIPAR (Vídeo: Reprodução/Youtube/Ambipar)

Segurança e tecnologia

Equipado com sete câmeras, incluindo opções térmicas e noturnas, o STW Response oferece monitoramento preciso das áreas atingidas por incêndios. Operado remotamente a até 300 metros de distância, o robô proporciona maior controle e segurança durante emergências. Segundo a Ambipar, o equipamento já está pronto para entrar em ação em todo o país.

Segundo dados fornecidos pela Ambipar, o robô conta com uma autonomia de até 10 horas de operação contínua, garantindo longos períodos de combate sem interrupção. Durante sua apresentação no maior evento de óleo e gás da América Latina, realizado entre 23 a 26 de setembro, o equipamento chamou a atenção dos participantes e especialistas do setor pela inovação e seu potencial de mudar a forma como incêndios são enfrentados.

Com um índice de aprovação de 94% entre os especialistas que acompanharam a demonstração, o STW Response já está pronto para ser implementado em campo e promete ser uma ferramenta valiosa na proteção ambiental e na preservação de vidas.

Robôs agrícolas reduzem agrotóxicos

A tecnologia está revolucionando a forma como lidamos com a agricultura, especialmente no que diz respeito ao uso de agrotóxicos. Uma das inovações mais promissoras vem da empresa brasileira Solinftec, que desenvolveu os robôs Solix. Equipados com tecnologia de inteligência artificial, esses robôs operam 24 horas por dia, fotografando plantações para identificar ervas daninhas e insetos, aplicando herbicidas de forma precisa e direcionada. Esse método evita a pulverização generalizada e desnecessária, trazendo benefícios significativos tanto para a produção agrícola quanto para o meio ambiente.

Os robôs Solix utilizam tecnologia de precisão que pode reduzir o uso de defensivos agrícolas em até 90%. Ao aplicar os produtos apenas onde realmente são necessários, a Solinftec não só melhora a eficiência da aplicação de herbicidas como também diminui os impactos negativos dos agrotóxicos no solo e nas plantas. Além disso, eles monitoram diversos outros aspectos relacionados à saúde das plantas, configurando-se como uma ferramenta integral no manejo sustentável das plantações.


Os robôs tem baterias recarregáveis alimentadas por energia solar dos robôs Solix ajudam a reduzir a pegada de carbono (Foto: Reprodução/Freepik)

Tecnologia sustentável alavanca a agricultura

Os robôs Solix também trazem benefícios ambientais significativos, principalmente na redução da emissão de carbono. Funcionando com baterias recarregáveis alimentadas por energia solar, esses robôs substituem máquinas agrícolas tradicionais que dependem de combustíveis fósseis. As baterias são produzidas pela Akaer, uma empresa de engenharia voltada para os setores de defesa e aeroespacial, e utilizam a mesma tecnologia de lítio empregada no setor aeroespacial.

A tecnologia de baterias inclui um sistema de gerenciamento de última geração (BMS) que monitora todas as características de desempenho da bateria via internet, informando quando é necessária uma revitalização do dispositivo. Segundo o CEO da Akaer, Cesar Silva, “O uso de baterias recarregáveis com energia solar não só reduz a pegada de carbono das operações agrícolas, mas também promove uma economia significativa em termos de combustível.”

Atualmente, 40 robôs Solix estão em operação no Brasil, e a Solinftec planeja dobrar esse número até o final do ano. Além disso, outras 50 unidades serão entregues a grandes produtores nos Estados Unidos, demonstrando o potencial e a aceitação internacional dessa tecnologia inovadora. Com essa expansão, a Solinftec não só contribui para a sustentabilidade, como também reforça a posição do Brasil como líder em inovações tecnológicas agrícolas.

Benefícios da IA

A adoção dos robôs Solix nas plantações promete transformar a agricultura, tornando-a mais sustentável e eficiente. A capacidade de operar continuamente, monitorando e aplicando defensivos de forma precisa, reduz o desperdício de produtos químicos e minimiza os danos ao meio ambiente. Além disso, a redução do uso de combustíveis fósseis e a consequente diminuição da pegada de carbono são passos importantes em direção a uma agricultura mais verde e sustentável.

Com a tecnologia avançada de baterias e a utilização de energia solar, os robôs Solix representam um avanço significativo na automação agrícola. O futuro da agricultura parece promissor, com a possibilidade de ampliar ainda mais o uso dessas tecnologias para diferentes tipos de cultivo e regiões. A inovação trazida pela Solinftec demonstra como a integração de tecnologia e sustentabilidade pode resultar em uma agricultura mais eficiente e ecologicamente responsável.

Em resumo, a IA está liderando uma transformação no setor agrícola, promovendo práticas mais sustentáveis e eficientes. A combinação de inteligência artificial, precisão na aplicação de herbicidas e uso de energia solar coloca a Solinftec na vanguarda da inovação agrícola, com impactos positivos tanto para os produtores quanto para o meio ambiente. A expansão contínua dessa tecnologia promete trazer ainda mais benefícios e consolidar o Brasil como um pioneiro em soluções tecnológicas sustentáveis na agricultura.

Conheça Ameca, o robô capaz de imitar o Bob Esponja

Um novo marco na robótica foi alcançado com o lançamento do Ameca, o robô humanoide britânico que não apenas impressiona com sua semelhança física com um ser humano, mas também com suas habilidades de imitação e interação.

Capacidade de imitar celebridades

Desenvolvido pela empresa Engineered Arts, o Ameca tem gerado grande entusiasmo desde que um vídeo de suas capacidades extraordinárias foi publicado no YouTube.

O que torna o Ameca verdadeiramente excepcional é sua capacidade de imitar vozes de personalidades e personagens famosos, como Elon Musk e Bob Esponja, além de reproduzir a maneira de falar distintiva de figuras proeminentes como Donald Trump. Essa habilidade não apenas destaca avanços significativos na tecnologia de síntese vocal, mas também levanta questões sobre os limites éticos e legais da reprodução de vozes sem consentimento.


Robô Ameca (Video: reprodução/YouTube/Engineered Arts)

Habilidade de realizar expressões faciais

Além de suas habilidades de imitação vocal, o Ameca também impressiona com suas expressões faciais realistas e sua capacidade de fazer previsões do futuro, contar piadas e interagir de forma envolvente com os humanos. Equipado com microfones, câmeras nos olhos e no peito, e tecnologia de reconhecimento facial, o robô pode perceber e responder às pessoas ao seu redor de maneira autônoma.

No vídeo de demonstração, o fundador e CEO da Engineered Arts, Will Jackson, é visto conversando com o Ameca, enquanto o robô identifica objetos ao seu redor e os nomeia. O diálogo entre Jackson e o robô é marcado por expressões faciais naturais, piscadas e movimentos de cabeça, que adicionam um nível extra de realismo à interação.

A Engineered Arts descreve o Ameca como “o robô humanoide mais avançado do mundo”, destacando seu compromisso em desenvolver as melhores capacidades de expressão para o robô. Este avanço na robótica não apenas amplia os limites do que é possível alcançar com a inteligência artificial, mas também levanta questões sobre o futuro da interação entre humanos e máquinas e os papéis que os robôs desempenharão em nossas vidas.