Ao contrário de O Telefone Preto e de outros filmes que estão se tornando franquias do cinema, o diretor Ryan Coogler afirma que não deseja que Pecadores vire uma série de filmes, pois ele foi pensado como um filme solo. O longa é protagonizado por Michael B. Jordan e é um dos grandes sucessos deste ano (2025), tendo sido bastante apreciado e discutido recentemente, desde que foi lançado.
Ryan Coogler descarta sequência: Pecadores foi criado como obra única
Em entrevista ao Ebony Magazine, Ryan Coogler disse que o filme foi pensado como uma obra singular, e não como uma franquia.
“Eu passei anos trabalhando dentro de mundos gigantes de propriedades intelectuais. Esta era uma chance de fazer algo mais pessoal, algo que se segurasse sozinho. Eu não quero construir uma franquia, eu só quero fazer algo que soe completo.”
Porém, desde que foi noticiado, pela Warner Bros., diversas fontes e jornalistas sempre colocavam o filme como uma possível franquia, o que acirrou a concorrência pelos seus direitos. O contrato que Coogler possui com a empresa é de que ele só vai ter acesso à propriedade do filme daqui a 25 anos.
Enredo mistura terror sobrenatural e crítica social no sul dos EUA dos anos 1930
Após anos imersos no submundo do crime em Chicago, os irmãos Smoke e Stack Moore decidem abandonar sua antiga vida e recomeçar em sua cidade natal, no coração do Delta do Mississippi. Ambientado em 1932, Pecadores segue o retorno dos dois veteranos de guerra enquanto tentam erguer um clube de blues para a comunidade negra local.
No entanto, eles logo percebem que o passado não é o único fantasma que os assombra: uma ameaça antiga e sedenta por sangue espreita nas sombrasuma versão macabra da Ku Klux Klan, agora transformada em criaturas vampíricas.
Enquanto enfrentam horrores sobrenaturais e o racismo visceral do sul dos Estados Unidos, os irmãos descobrem que a luta por liberdade exige coragem, sacrifício e união.
A narrativa conta com a estrela Michael B. Jordan e também Jayme Lawson, Hailee Steinfeld, Delroy Lindo, Omar Benson Miller, Li Jun Li e Lola Kirke. O filme recebeu muitas críticas positivas por associar o terror e figuras ficcionais com a questão do racismo no sul dos Estados Unidos, o que o coloca na categoria de realismo fantástico.
