Virginia Fonseca rompe de vez com Zé Felipe e deixa a Talismã Digital

Poucos meses após anunciar o fim do casamento com Zé Felipe, Virginia Fonseca decidiu encerrar também a sociedade com o ex-marido na Talismã Digital. A influenciadora, que agora concentra suas forças na própria marca, confirma assim os rumores que já circulavam há semanas sobre mudanças nos bastidores.

As primeiras suspeitas surgiram em 11 de agosto, quando Virginia participou de uma reunião na empresa. Naquele mesmo dia, seus assessores Herbert Gomes e Maressa Lopes publicaram mensagens sugestivas nas redes sociais, interpretadas por fãs como indícios de atritos internos. A influenciadora também apareceu abatida nos stories, admitindo que não estava em um bom momento.

Indiretas e novos sinais de ruptura

Herbert comentou: “Não gaste tanta energia tentando entender atitudes que você não teria. Cada um oferece aquilo que tem”. Maressa reforçou: “O universo devolve luz com luz. Quem é amor, nunca perde”. As frases aumentaram a percepção de que o fim da parceria era iminente.


Virginia Fonseca deixa sociedade com ex-marido Zé Felipe (Foto: reprodução/X/@euleodias)

Dias depois, os seguidores perceberam uma alteração significativa: Virginia passou a divulgar um novo e-mail profissional, vinculado à VF Digital, sinalizando a criação de sua própria agência e o desligamento definitivo da Talismã Digital.

Posição oficial e próximos passos

Em resposta ao portal LeoDias, a assessoria confirmou: “A Talismã Digital foi um projeto ex-casal. Com a separação, a sociedade deixa de existir. Virginia segue os negócios baseados na VF, enquanto Zé Felipe permanece na Talismã Music, dedicada à música”.

O rompimento marca o fim de um ciclo que começou com a parceria entre o casal e se estendeu para os negócios, mas que agora chega ao fim de forma oficial. Agora, cada um seguirá seu caminho: Virginia Fonseca investindo na expansão de sua marca própria e Zé Felipe mantendo a carreira musical ao lado da mãe, Poliana Rocha, na Talismã Music.

Brasil prevê mais de 80 mil novos milionários em quatro anos

O Brasil deve ver um crescimento significativo no número de milionários nos próximos quatro anos. De acordo com o Global Wealth Report 2024, elaborado pelo banco suíço UBS, o país terá um acréscimo de mais de 80 mil pessoas com patrimônio líquido igual ou superior a US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,43 milhões na cotação atual) até 2028. Atualmente, o país conta com aproximadamente 463,8 mil milionários, e esse número deverá aumentar em pouco mais de 20% no período projetado.

Esse crescimento se dá em um contexto de aumento expressivo da riqueza média em reais por adulto, que cresceu 375% desde a crise financeira global de 2008. Contudo, esse cenário de aumento de riqueza é acompanhado por um preocupante aumento na concentração de renda. O relatório aponta que o Brasil está em terceiro lugar no ranking de maior desigualdade entre 56 países, ficando atrás apenas da Rússia e da África do Sul.


Brasil terá aumento significativo de milionários (Foto: Reprodução/Freepik)

Desigualdade econômica e impactos globais

O relatório do UBS destaca que, embora os rendimentos globais tenham registrado queda nos últimos 16 anos, houve uma recuperação significativa em 2023, superando as perdas anteriores. Essa recuperação foi impulsionada pela valorização do dólar e pelos ganhos obtidos na Europa, Oriente Médio e África.

No entanto, essa recuperação econômica não tem sido sentida de maneira uniforme. Muitas pessoas podem não perceber as mudanças ou sentir que passaram despercebidas, principalmente devido à alta desigualdade. Essa questão tem aumentado em mercados em rápido crescimento como o Brasil, enquanto tem diminuído em diversas economias desenvolvidas e maduras, como os Estados Unidos, que registraram o maior número de milionários em 2023.

Perspectivas futuras

A tendência de aumento da desigualdade na região é preocupante, pois afeta a percepção das pessoas sobre o crescimento econômico e pode levar a uma sensação de estagnação ou até mesmo de retrocesso para grande parte da população. Isso ressalta a necessidade de políticas econômicas que promovam uma distribuição de renda mais equilibrada, garantindo que os benefícios do crescimento econômico sejam mais amplamente compartilhados.

Em suma, o aumento no número de milionários no Brasil, conforme previsto pelo UBS, reflete um crescimento econômico que não está sendo igualmente distribuído, destacando a crescente desigualdade no país.