Kanye West afirmou que irá transformar suas casas em igrejas

Em meio ao seu processo de divórcio com Kim Kardashian, Kanye West tem um grande obejetino em sua vida: transformar todas as suas casas em templos religiosos.

De acordo com o site NME, em um diálogo com a revista 032c, o rapper comentou sua ideia sobre o caso. “Estamos sob o domínio capitalista e isso está nos matando. É hora de mudar isso”.

Vou ficar sem casa dentro de um ano. Vou transformar todas as casas que possuo em igrejas. Estamos construindo um orfanato e será um lugar aonde todos poderão ir“, ele continuou. “Deverá ser como uma comunidade de artistas. A comida deve estar sempre disponível.”, concluiu.


Rapper Kanye West (Foto: Reprodução/Yahoo)


Calculando todo o seu patrimônio líquido, chega ao número aproximado de US$ 1,8 bilhão (R$ 10,21 bilhões), Kanye tem vários imóveis espalhados pelo território dos Estados Unidos. Sua lista de moradias abrange uma mansão de US$ 57,3 milhões em Malibu, um rancho de US$ 11 milhões em Wyoming e uma residência de US$ 2,2 milhões em Los Angeles. Vale ressaltar que alguns empreendimentos do artista são compartilhadas com Kim Kardashian, como aponta o site House Beautiful.

Além do plano de converter suas casas em centros religiosos, Kanye também se comprometeu a ajudar pessoas sem-teto em Los Angeles. De acordo com o TMZ, ele uniu forças com organizações filantrópicas na cidade californiana para distribuir alimentos e também está utilizando suas próprias empresas para fornecer empregos, educação e moradia para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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Em sua campanha presidencial nos Estados Unidos no ano passado, Kanye também prometeu que iria “curar a falta de moradia e a fome” em seu país caso fosse eleito. “Eu estava falando com uma pessoa que me contou sua história de vida e ela era moradora de rua. Devemos e iremos curar a falta de moradia e a fome. Temos a capacidade de fazer isso enquanto espécie”, comentou em seu Twitter

Foto Destaque:  Kanye West  .Reprodução/CNN

Kate Middleton recusou convite para partipar da festa natal com a rainha

No Natal do ano de 2006, a Rainha Elizabeth 2ª convidou Kate Middleton, que na época era apenas a namorada do primogênito Príncipe Charles, para passar a data comemorativa na companhia de seus familiares no Palácio de Sandringham. Porém, a atual esposa do Príncipe William recusou o convite inédito da monarca. Até então, membros da realeza só podiam levar à celebração convidados com quem fossem casados.

Kate Middleton, no entanto, fez questão que a tradição fosse respeitada, só indo à festividade natalina da realeza quando estivesse com o anel de noivado em seu dedo, dado pelo príncipe. O ocorrido foi relatado no livro ‘Battle of Brothers’, do escritor Robert Lacey, e noticiado pelo jornal britânico Daily Mirror.

Com 24 anos na época de sua recusa, Middleton teria agradecido bastante o convite da avó de seu então namorado e explicado que só iria ao natal de Sandringham quando estivesse noiva de William. O noivado só ocorreu em 2010 e os dois trocaram alianças em cerimônia em 2011. Hoje os dois são pais de três crianças, George, de 7 anos, Charlotte, de 6 anos e o caçula Louis de 3 anos de idade.


(Foto: Príncipe William, Kate Middleton , George, Charlotte e Louis. Reprodução/Purepeople)


“Em 2006 eles já estavam namorando firme há pelo menos cinco anos. Ainda assim, quando o William convidou a Kate para ir a Sandringham passar o Natal ela recusou”, relata o autor do livro. “Foi a primeira vez que a Rainha fez um convite para uma ‘namorada’, não oficial, mas a Kate respeitou a tradição: ela só iria a Sandringham para o Natal quando estivesse noiva e com uma aliança para provar”, concluiu.

 

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A imprensa internacional lembra que os mesmos protocolos não foram seguidos quando teve início o relacionamento do Príncipe Harry com sua atual esposa, a atriz Meghan Markle. Ele a levou para Sandringham em 2017, quando ainda namoravam. Os dois só trocaram alianças em 2018.

 

Foto destaque: Rainha Elizabeth 2º e Kate Middleton. Reprodução/Capricho

O estilo Mandrake que explodiu atualmente

As Mandrakas (ou Mandrakes, no masculino), como entendemos, são jovens periféricas que chamam atenção pelo seu estilo, e que, quase sempre, usam elementos associados ao funk. 

 

A pessoa coloca um Juliet na cara e fala ‘pronto, estou funkeiro’. Acham que basta qualquer elemento visual clichê para se dizer Mandrake“, comenta Fernanda Souza, multiartista que já colaborou com a Nike e com a produtora de funk, KondZilla.

 

O tal Juliet, famoso óculos com lentes espelhadas da marca Oakley, é um dos acessórios mais associados ao estilo. Ao lado de camisas de times de futebol, gola polo, correntes grossas, tênis de molas e sobrancelhas chaveadas – com cortes suaves na lateral – ele forma o “kit Mandrake”.

 

O visual não é tratado como um estilo renomado ou digno estar em editoriais refinados de moda, mas como um personagem exótico, ideal para garantir algumas visualizações pela internet. Como é um estilo que nasceu nas periferias, e diante do nosso quadro atual político e social , esse movimento tem como consequência a disseminação equivocada de uma expressão cultural, e o apagamento de quem realmente compreende o que essa manifestação significa. 


(Foto: modelos no estilo Mandrake. Reprodução/RevistaGlomour)


Começaram a aparecer muitas meninas brancas, fazendo qualquer trend, com camisa de qualquer time, usando qualquer óculos. É como se a gente fosse uma fantasia, como se fôssemos umas palhaças. As pessoas podem vestir as roupas, mas, nesse caso, usam para estereotipar, para parecer que pertencem a um determinado grupo. Elas nem sabem que usar uma camisa da Cyclone, onde eu moro, pode te fazer levar um enquadro“,  constata Fernanda.

O stylist, diretor criativo e fotógrafo Samir Bertoli, comenta sobre a moda e como ela é vista por outras pessoas. “É o que acontece com qualquer estética que venha de grupos oprimidos. Sempre vão ver toda a cultura produzida por essas pessoas como algo feio e animalesco, porque não as enxergam como seres humanos em plenitude. Para eles, nós viemos da periferia, e tudo aquilo que vem da periferia é feio e bárbaro. Vamos sempre ser alvo de escárnio e zombaria para essas pessoas”, destaca.

 

As RPs

Todo mundo gosta de uma roupa boa, por que com a gente seria diferente? É inegável que certas coisas são bonitas, queremos andar bem-arrumados. Entra toda essa questão de desigualdade, então, a alternativa é usar RP [réplicas]. Não é acessível, mas a gente quer, então nós vamos usar”, reflete.

 

Eu sou defensor e acho digno o uso das réplicas, é aquela coisa: não se trata da peça de luxo em si, mas do que ela representa, e isso está atrelado com o desejo e supervalorização dessas grifes. Existe o sonho de consumo dessas marcas, porque o acesso a elas representa uma ascensão social e de poder socioeconômico. Quem são as pessoas que conseguem entrar em uma boutique de luxo e dar R$12.000,00 em uma jaqueta da Burberry?”, questiona Samir. 

 

Muito antes das redes sociais

Apesar dos termos ‘Mandrake’ e ‘Mandraka’ terem se popularizado nesse período pandêmico, a estética é antiga. O motivo é que todo esse visual é um movimento atrelado ao funk, que deu seus primeiros passos na década de 70 e explodiu em 80, com o pioneiro DJ Malrboro incendiando as pistas acompanhado por suas batidas pulsantes. Lá no começo, quem curtia o funk era chamado de ‘funkeiro’ mesmo. No início dos anos 2000, aconteceu a popularização das expressões ‘Chavosos’ e ‘Chavosas’. 

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Milena Nascimento, estilista da Mile Lab, acredita que a estética Mandrake é a tradução do que é ser essencialmente periférico. “A estética Mandrake carrega a personalidade da favela para o mundo. Ela foi construída a partir do funk, tem por fundamento a busca por reconhecimento, pertencimento e respeito”, comenta.

 

 

 

Foto destaque: modelo utilizando os óculos Julietes. Representação/RevistaGlamour.

 

Swarovski lança Collection II

Após o desgaste emocional, político e econômico que vivemos nesses últimos anos devido a pandemia da Covid-19, as cidades começam a despertar. Com isso, reencontros acontecem e a ida e volta a encontrar seu ritmo. Novos sonhos surgem, antigas ideias reacendem e nos levam a esperar por dias melhores. É essa a situação que envolve a atriz norte-americana, Julia Garner em uma aventura pelas avenidas de Nova York, a bordo de cristais de encher os olhos. O vídeo, produzido pela Vogue América em parceria com a Swarovski, apresenta a mais recente coleção da joalheria austríaca, nomeada Collection II.

Enquanto anda de táxi, passa por bares e caminha pela cidade, Julia Garner ilustra a versatilidade das joias, que se moldam com o estilo do dia à noite, das produções descomplicadas com jeans até os looks mais poderosos. Uma das linhas usadas pela atriz é a Harmonia, os cristais são confeccionados de forma a parecer que estão flutuando no corpo, em um glamour despretensioso que tem total sintonia com os tempos de agora.


(Foto: Julia Garner como modelo da Swarovski. Reprodução/HawtCelebs)


A coleção tem como inspiração o universo das artes, trazendo o característico cristal em versões pop, coloridas e super atuais. “A Collection II nos dá a oportunidade de mergulhar ainda mais em nosso mundo de maravilhas. De uma análise mais profunda das musas do movimento boêmio à estética dos designs do cenário artístico da Bauhaus, passando pela natureza verdejante das paisagens de Klimt, somos capazes de contar a história da nossa herança austríaca com um toque moderno”, explica a diretora da Swarovski, Giovanna Engelbert.

 

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Entre os destaques da Collection II, estão ainda a linha Stella, em que estrelas e constelações dão forma a joias com cristais transparentes, e a família Dulcis, que une metal e cristais em acessórios divertidos e cheios de cor. A nova coleção, chega a tempo das celebrações de fim de ano, simbolizam também uma oportunidade de presentear quem se admira.

 

Foto destaque: Julia Garner em taxí em ensaio para a Swarovski. Reprodução/Vogue

Coleção masculina da Dior chega ao Brasil

Nesta quarta-feira (15/12), em São Paulo, no Shopping Jardins, a Dior inaugura sua segunda boutique. A nova loja é a primeira da América do Sul a receber roupas e artigos masculinos com exclusividade e, claro, terá também as araras da sessão feminina, com peças da coleção de verão 2022, sob direção da criatividade de Maria Grazia Chiuri.

A primeira coleção masculina a chegar no Brasil é a terceira wave do verão 2022, do diretor artístico Kim Jones, que reafirma nas peças o glossário e o vocabulário que definem a identidade masculina da Maison. Para desenvolver essa coleção, Jones se inspirou no passado de Christian Dior como espírito principal para a construção do momento presente. Fragmentos foram retirados do riquíssimo acervo da casa, o celebrado Dior Heritage, que começou a ser formado em 1947, quando a grife nasceu.

Nesta nova coleção, Kim se propôs a criar algo moderno e notável: ressuscitou tendências, misturou um pouco de cada uma e fez um trabalho incrível sobre o mix de streetwear com a alfaiataria, muito em alta na moda masculina nos dias de hoje. Desconstruiu a primeira, exaltando a facilidade das roupas esportivas, seja no mood casual ou formal.


(Foto: Nova coleção masculina da Dior. Reprodução/Uol)


Sua alfaiataria ganha descontração e toque esportivo com os sneakers Dior B30 ou tom mais sério com mocassins em couros nobres. A paleta de cores, como sempre, é neutra e discreta, entregando peças que vão do cinza ao cor-de-rosa, passando pelos tons de beges e terrosos.

 

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Jones traduziu uma linguagem de alta-costura para a moda masculina, ele  conseguiu fazer com maestria em calças retas, blazers, camisas, bombers e malhas de gola alta, entre outros. Os materiais são super exclusivos, táteis e sensuais, como o bordado Kumo – que significa “nuvem” em japonês, e revela uma versão macro do Dior Oblique. Um privilégio poder conferir de perto!

 

 

Foto de destaque: modelo da Dior. Reprodução/Uol

Sophie Charlotte fala sobre papel de Aracy de Carvalho

A atriz Sophie Charlotte se reuniu na manhã desta sexta-feira (10) com uma parcela do elenco de “Passaporte para Liberdade”, nova minissérie que possui oito episódios que estreia no dia 20 de dezembro na TV Globo, para uma coletiva virtual. A atriz irá interpretar Aracy de Carvalho, personagem principal da trama.

“Soube, por acaso, que o projeto estava sendo desenvolvido na emissora. Fui correndo bater na porta da sala do Jayme [Monjardim, diretor] para demonstrar meu interesse. Tive cara de pau para dizer que queria e desejava o papel”, afirma a atriz, que gravou a trama em inglês e afirma que a experiência foi desafiadora. “Uma coisa é falar outra língua, outra coisa é atuar na língua que não é a sua“, completa.

Sophie conta que interpretar Aracy, conhecida como “o anjo de Hamburgo”, teve um significado especial em sua vida. “Nasci lá e vivi em Hamburgo até meus 8 anos, quando saí da Alemanha e vim morar no Brasil. Meu coração acelera assistindo às chamadas. Foram três anos envolvida nessa minissérie.”.

A atriz também recebeu elogios de Rodrigo Lombardi, que interpreta o escritor João Guimarães Rosa, esposo de Aracy. “ O que mais me encantou nesse processo foi a Sophie. Ela me parecia — e é — de uma leveza. A Sophie é uma pessoa muito, muito, muito interessante. Ela é chique, inteligente e é de uma bagaceirice (risos). Ela é incrível“, disse o ator.


Sophie Charlotte e Rodrigo Lombardi em “Passarpote para liberdade”. (Foto: Reprodução/RevistaQuem)


SOBRE ARACY DE CARVALHO: 

Filha de mãe alemã e pai brasileiro, Aracy de Carvalho nasceu no Paraná, em 5 de dezembro de 1908. Poliglota, foi morar na Alemanha em 1935, após a separação de seu primeiro casamento.

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Na Europa, tentou salvar muitas vidas durante a Segunda Guerra Mundial. Inconformada com o regime nazista, Aracy ajudou famílias judias a escaparem da Alemanha. Funcionária do Consulado Brasileiro em Hamburgo, ela contornava regras, enfrentando os governos alemão e brasileiro, para conseguir emitir vistos e ajudar judeus a saírem do país e sobreviverem nas Américas. Aracy morreu no Brasil, aos 102 anos, em 2011.

 

Foto destaque: Shophie Charlotte no papel de Aracy de Carvalho. Reprodução/Uol

Kéfera é questionada por não ter beijado mulheres na Farofa da GKay

A atriz e influenciadora digital Gessica Kayane, mais conhecida pelos seguidores como Gkay, movimentou a cidade de Fortaleza após reunir centenas de famosos no Marina Park Hotel para comemorar o aniversário de 29 anos, na festa batizada como “Farofa da Gkay”.

O evento custou aproximadamente R$ 2,8 milhões, começou no domingo (5) e terminou na manhã de quarta-feira (8). A festa foi um dos assuntos mais comentados das redes sociais nesses últimos dias, por conta dos episódios do local, que vão de reconciliações, a barracos entre famosos, e com o direito também a formações de novos casais.

Com a repercussão da festa e várias filmagens de altos beijos que aconteceram no local, a cantora e atriz Kéfera foi questionada pelos fãs o porquê não há vídeos dela se relacionando com outras mulheres da Farofa. Em suas redes sociais ela rebateu as críticas. A atriz e influenciadora se assumiu bissexual no meio deste ano.


(Foto: beijo de Kéfera e Lipe Ribeiro. Reprodução/Metropóles)


“Uai gente, mas agora eu tenho que confirmar a minha orientação numa festa, publicamente? Eu sou obrigada a beijar mulheres? E postar ainda? Para com isso. Pelo amor de Deus, não vem a fiscalização da bissexualidade aqui”, disse Kéfera.

Ao ser alertada de que ela estava sendo chamada de “bissexual de Taubaté” no Twitter, Kéfera manteve seu discurso:

“Chorem, xinguem, esperneiem, façam o que vocês quiserem. Está vendo porque a gente fala que bissexual é apagado? Porque vocês querem o tempo inteiro. Eu hein, me deixem em paz.”, reclama a atriz.

Logo após, a atriz deu a entender que pode ter beijado outras mulheres sim, ainda que não tenha postado nada.

 

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“Xinguem à toa, xinguem à vontade. Aqui o ato falho. Xinga à toa mesmo. Porque eu não me importo. O grande passo para minha vida foi eu ter me assumido publicamente, para eu ter paz de espírito e eu poder me sentir livre de uma vez por todas. E se eu, de fato, quiser pegar alguém publicamente, eu pego.”, conclui.

 

 

Foto destaque: Kéfera na Farofa. Reprodução/EmOff

Ex-mulher de Dj Ivis conta como está atualmente

A ex-mulher de DJ Ivis, Pamella Holanda – que denunciou o cantor por agressão em julho (ele chegou a ficar quatro meses preso) – cometentou como era a vida com o ex e falou sobre um novo projeto em que ajuda outras mulheres que são vítimas de violência doméstica, como ela. 

Pamella falou que só se ligou para a situação que estava vivendo quando ela notou que sua filha, hoje com 1 ano e 2 meses, percebia todas as brigas do ex-casal. “Quando percebi que minha filha estava crescendo e entendendo as coisas, vi que não ia ser mais saudável para mim e para ela. Eu sentia vergonha da situação por conta do quanto eu mesma me diminuía e me deixava ser diminuída dentro daquela relação. Depois que a gente sai, a gente consegue enxergar as coisas de uma maneira melhor”, contou em um programa do SBT.

A arquiteta contou por que demorou tanto para fazer a denúncia: “A demora da justiça… Foi por isso que demorei tanto pra denunciar. Eu tinha medo das pessoas não acreditarem na situação. No dia que fui na delegacia, eu dei sorte, pois era uma delegacia com muitas mulheres. Eu estava sozinha e eu fui acolhida por uma mulher. Isso fez muita diferença”.


(Foto: Pamela Holanda e Dj Ivis. Reprodução/Estrelando)


O programa teve como participante a psicóloga Anahy D’Amico, que alertou sobre os sintomas da violência doméstica. “A mulher tem de reconhecer que está passando por essa situação, ela costuma normatizar esse comportamento. A mulher foi educada para fazer o relacionamento dar certo. Tem mulheres que nem sabem que estão sofrendo um relacionamento abusivo. É uma situação que paralisa mesmo. A Pamella teve estrutura mental e psicológica”, avaliou a psicóloga.

Pamella contou que as mulheres têm de ter muita força e coragem para seguir em frente. “A mulher em si não pode esperar por justiça, por governo, por lei, ou por alguém que vá lá e a retire da situação. Ela tem que agir por conta própria, tem que agir por ela mesmo. É uma decisão que vai salvar a vida dela”.

 

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Atualmente, Pamella disse estar diferente e a disposição para auxiliar outras mulheres. “No ápice do sofrimento, sentia que tinha que fazer algo para ajudar. Mulheres me param na rua e me abraçam. A gente está tratando algo que aflige nossa alma, não só o corpo, mas que deixa marca para o resto da nossa vida. Hoje sou outra pessoa, me libertei, realmente saí do casulo. Sou uma mulher maior, melhor, sou mãe, tenho minha profissão, trabalho. A gente está aqui para ser feliz”.

 

Foto destaque: Dj Ivis e Pamella Holanda. Reprodução/RevistaQuem

O código de vestimenta da família real britânica

Se por um acaso você suspeitou que a realeza tinha de seguir algum código de como se vestir, super rígido, para determinadas ocasiões, tanto em suas aparições públicas quanto em privadas (eles não têm permissão para usar diamantes antes das 18h e devem sempre viajar com uma roupa preta , por exemplo), parabéns, você acertou. Talvez nem todos sabiam disso, mas acreditem, até as visitas à famílIa real tem um código de vestimenta próprio. 

 

Em um vídeo publicado no canal  do YouTube da família real, Lucy Hume, chefe de conteúdo da Debrett, explicou que há algumas regras a serem seguidas por quem pretende visitar a rainha ou sua família.

 

Em eventos mais formais e socias, o adequado é investir em um look de white tie, que é semelhante ao black tie do tapete vermelho , só que com colarinho para homens e mulheres, pode se traduzir em um longo, porém, formal ou terninho .

 

Podemos perceber esse padrão observando os casos em que os visitantes como Angelina Jolie, se vestem. 


(Foto: Rainha Elizabeth e Angelina Jolie. Reprodução/Vogue)


O black tie é um smoking mais curto para os homens com uma gravata borboleta preta; as mulheres podem usar um terninho ou um vestido de cocktail . E, então, chegamos ao traje de passeio, que é o que você está acostumado a usar no escritório. Se você fosse convidado para o Palácio de Buckingham durante o dia, precisaria usar algo formal, mas não tão formal quanto o black tie – semelhante ao que você usaria em um casamento [na Inglaterra] ”, disse Lucy.

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Segundo a especialista, em todos os momentos é preciso vestir com discrição. “Existem certos eventos dentro da temporada social formal, por exemplo, o Royal Ascot, que determina que os vestidos das mulheres devem vir abaixo do joelho e cobrir os ombros“, diz Lucy. Basicamente, não é ideal expor muito as partes do corpo muito menos usar algo muito casual na presença da realeza.

 

 

Foto destaque: Rainha Elizabeth, Princípe Philip, Nicolas Sarkozy e Carla Bruni. Representação /Vogue

Nova coleção da Carolina Herrera foi inspirada na dança

A Carolina Herrera quis inovar na publicidade de sua nova coleção. “Não somos uma casa de roupas chatas”, afirma Wes Gordon, o diretor criativo da grife, ao apresentar a coleção de pre-fall 2022 da marca. A nova temporada teve como ponto inicial a dança, e aparece tão exuberante, alegre e divertido quanto esta arte, refletindo as ideias de movimento, fluidez e, ao mesmo tempo, de conforto.

“Dança para mim é uma forma definitiva de expressão, ela transcende a comunicação verbal”, explica o estilista renomado, Wes, que há pouco tempo assinou o figurino do American Ballet Theatre. O mesmo pode ser dito da moda, quando as roupas chamam a atenção, cativam os olhos, são inspiradoras, instigantes e nunca trivial.

Por exemplo, o tema da dança de Gordon se estende por muitos gêneros – um vestido de tule rosa com corpete para um momento de balé, ou um vestido de franja prateado que transformaria um passeio comum em um momento especial. E a jaqueta de tule flamenco rosa exuberante ou um vestido verde limão com um corte montando uma cauda comprida. Um vestido dourado com cintura cruzada digno de rainhas e entre outros – uma referência firme à herança venezuelana da Sra. Herrera – abre a coleção.


(Foto: nova coleção Coralina Herrera. Reprodução/Uol)


A cada temporada, Wen Gordon atualiza a silhueta da saia rodada tão icônica de Carolina Herrera. Desta vez ele combinou a peça com um top com detalhes de flores e uma bota.

“Acho que a cor, mais do que qualquer coisa, foi realmente meu foco ao longo dos quatro anos como diretor criativo. Ela se tornou o epicentro de nosso processo e identidade”, resume  o estilista, Gordon.

Os acessórios também foram aprimorados com bolsa de apliques florais, com babados e franjas; sandálias rasteiras pretas, botas e saltos, além de colares e brincos coloridos.

 

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Para realçar ainda mais a proposta de adaptar a dança na moda, no ensaio fotográfico da marca foram utilizados modelos com o vestuário utilizado no ballet.

 

 

Foto destaque: nova coleção Carolina Herrera. (Reprodução/Uol)