Itália vence e rebaixa Inglaterra na Nations League

Nesta sexta (23), a Itália venceu a Inglaterra por 1 a 0, no San Siro, em Milão e rebaixou a rival para a segunda divisão da Nations League. Raspadori foi o autor do gol da azzurra.


Harry Kane esteve pouco inspirado hoje (Foto: Divulgação/Instagram)


No primeiro tempo o jogo foi pegado e bem morno com nenhuma chance clara de gol de ambas as partes. No segundo tempo teve um jogo muito melhor e com mais emoção. Aos 22 minutos, Raspadori foi lançado na área, dominou, tirou da marcação de Walker e bateu com estilo no canto do goleiro Pope. Após o gol, a Inglaterra até tentou uma pressão, mas parou na boa marcação italiana.

Algo que a Inglaterra tem de se preocupar, é em jogos em que a seleção tem de propor o jogo, como aconteceu hoje. Os ingleses tiveram domínio da bola, porém, não conseguiam converter em chances claras de gol. Os atacantes Harry Kane, Saka e Sterling estavam pouco inspirados hoje e não souberam aproveitar as poucas chances.


Raspadori fez bonito gol para garantir a vitória italiana (Foto: Divulgação/Instagram)


Com o resultado da partida, a Itália chegou a oito pontos no Grupo 3 e irá brigar por vaga nas semifinais na última rodada contra a surpreendente Hungria, fora de casa. Já a Inglaterra, com a derrota, amarga a última colocação do grupo com apenas dois pontos em cinco jogos. A seleção que estará na Copa do Mundo, vai jogar a Liga B da Nations League na próxima temporada. Mas antes, enfrenta a Alemanha, em Wembley, no último compromisso antes da Copa. Os dois jogos serão disputados na segunda (26), às 15h45.

Escalações:

ITÁLIA: Donnarumma; Di Lorenzo, Bonucci, Acerbi, Rafael Tolói; Cristante, Jorginho (Emerson), Dimarco (Frattesi), Barella (Pobega); Scamacca (Gnonto) e Raspadori (Gabbiadini). Técnico: Roberto Mancini.

INGLATERRA: Pope; Walker (Luke Shaw), Dier, Maguire, Reece James; Rice, Bellingham, Foden, Sterling, Saka (Grealish). Harry Kane. Técnico: Gareth Southgate

 

Foto destaque: Raspadori comemorando o gol contra a Inglaterra (Foto: Divulgação/Instagram)

Brasil derrota Gana em penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo

Em jogo movimentado, Brasil derrota a seleção de Gana por 3 a 0 no Stade Océane, em Le Havre, na França. Os gols brasileiros foram marcados por Marquinhos e Richarlison duas vezes.

No penúltimo teste da seleção antes da Copa do Mundo no Catar, a seleção entrou com uma formação diferente. Com Eder Militão de lateral direito e Paquetá como um segundo volante, dando mais liberdade a Neymar.


Marquinhos comemorando o primeiro gol da seleção na partida (Foto: Reprodução/CBF)

O placar foi construído ainda no primeiro tempo. O primeiro gol saiu aos 8 minutos com Marquinhos, após escanteio cobrado por Raphinha. Aos 27 minutos, Richarlison ampliou com um lindo chute no canto do goleiro Wallacott. O atacante brasileiro ainda marcou o terceiro antes do intervalo. Aos 39, em cobrança de falta cobrada por Neymar, o brasileiro se antecipou à zaga de Gana e fez o segundo dele na partida.

No segundo tempo, a seleção diminuiu o ritmo e a partida esfriou. O Brasil quase não chegou com perigo ao gol de Gana. Tite conseguiu fazer alguns testes na segunda etapa, como as entradas de Everton Ribeiro, Matheus Cunha, Antony e do estreante Bremer, que foi bem seguro nas poucas vezes que foi exigido.

Um dos destaques da seleção, Neymar entrou como meia armador, deixando os três atacantes na frente. Ele deu dois passes para gol e conseguiu municiar os atacantes Vinícius Júnior, Raphinha e Richarlison que tiveram boas oportunidades. O camisa 10 da seleção foi testado nessa posição para ter mais espaço no campo e poder flutuar entrelinhas, estratégia que deu certo, já que Neymar participou ativamente do jogo.

O último teste de Tite antes da Copa será contra a Tunísia, no próximo dia 27, às 15h30, no Parque dos Príncipes, em Paris. A seleção africana, teoricamente, é mais fraca do que a de Gana. Com isso, o treinador brasileiro deve realizar mais testes e iniciar o jogo com um time diferente.

Foto destaque: Brasil derrota Gana em penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo (Foto: Divulgação/Lucas Figueiredo)

PepsiCo suspende produção de seus produtos na Rússia

Nesta semana, três produtos da marca PepsiCo pararam de ser fabricadas na Rússia, são elas: Pepsi, 7UP e Mountain Dew. Seis meses atrás, a companhia norte-americana havia dito que suspenderia as vendas e produções no país devido a guerra contra a Ucrânia. O último produto foi em 17 de agosto.

Em comunicado à Reuters, a empresa disse que parou de fabricar os produtos na Rússia.

“Todos os concentrados foram posteriormente esgotados na Rússia e a produção terminou” – disse um representante da companhia no último dia 8 de setembro.


PepsiCo suspende a fabricação de seus produtos na Rússia (Foto: Reprodução/Instagram)


O porta-voz comentou que o movimento estava “de acordo com o anúncio que fizemos em março de 2022”, mas não disse quando solicitado por uma atualização sobre as vendas e se elas foram interrompidas.

As sanções que já se contam aos milhares, se transformou em um bloqueio econômico que busca isolar a Rússia do comércio internacional. Porém, o Ocidente não sancionou comidas e bebidas como parte da medida destinada a punir o país europeu. A disponibilidade contínua destaca a complexidade de se retirar de um dos maiores países do mundo. Como comparativo, a Rússia, em 2021, era o terceiro maior mercado da Pepsi, atrás apenas dos Estados Unidos e do México.

A empresa americana fabrica na Rússia há mais de 60 anos e os seus refrigerantes eram um dos poucos produtos ocidentais permitidos na antiga União Soviética. A PepsiCo em março havia dito que não pararia de produzir produtos essenciais, como leite e outros produtos lácteos, fórmulas infantis e alimentos para bebês.

Lembrando que, sua maior rival no mercado, a Coca-Cola, continuou com suas produções no país depois que a empresa disse que suspenderia sua fabricação.

Foto destaque: PepsiCo suspende produção de Pepsi, 7UP e Mountain Dew na Rússia (Foto: Reprodução/Instagram)

Banco Central deve encerrar maior ciclo da alta de juros desde 1999

Nesta quarta (22), o Comitê de Política Monetária (Copom) deve acabar o mais longo e intenso ciclo de aperto monetário promovido pelo Banco Central. Essa é a expectativa majoritária do mercado financeiro, que espera a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 13,75%. Em março de 2021, a taxa era 2%.

O ciclo mais longo desde a criação de metas de inflação, em 1999, foi entre março de 2021 e agosto de 2022, quando o BC elevou a taxa básica de juros.


Gráfico mostra aumento da taxa Selic (Foto: Reprodução/InfoMoney)

Os economistas esperam que a taxa Selic permaneça neste valor até junho de 2023, quando recuará para 13,50% ao ano. Para o fim do próximo ano, a projeção de juros é de 11,25%. Há a possibilidade, segundo alguns analistas, em um aumento nos juros para 14% ao ano.

Rafael Cardoso, economista-chefe da Daycoval Asset, acredita que há duas razões que a Copom não deve elevar os juros nesta semana: O BC já elevou muito a Selic e o que já foi feito deve ser suficiente para levar os índices de inflação para meta.         Na soma dessas coisas, o freio é muito forte. Os juros já estão num patamar bastante contracionista e quando a gente coloca isso na conta e vislumbra o horizonte relevante, parece que é o suficiente – afirmou.

Alguns economistas apontam que os juros começam a cair no terceiro trimestre do ano que vem. Outros conseguem ver o início de uma trajetória de baixa apenas nos últimos três meses de 2023.

Marcos Maciel, sócio e economista da Kairós Capital é um dos que veem a possibilidade de queda apenas no final do ano que vem e uma taxa menor que a do mercado, em 10,5%. O economista espera que o BC de um recado de “austeridade monetária” em 2023.

– O Banco Central vai tentar ser mais hawkish (duro contra a inflação) e vai colocar justamente um condicionante bem forte em dois pontos: como sempre, o fiscal e em segundo lugar o condicionante em cima das expectativas de inflação para 2024 – Disse

Uma possível interrupção da alta dos juros acontece em um cenário de desaceleração da inflação. Os preços dos combustíveis, devido ao corte de impostos sobre itens essenciais e à redução do preço internacional do petróleo, influenciam na deflação do país.

O Banco Central se baseia no sistema de inflação para definir o nível dos juros. Quando está alta, o BC eleva a Selic. Quando a estimativa está em linha com as metas, o Banco pode reduzir os juros básicos.

No momento, o BC está se ajustando a taxa Selic para tentar atingir a meta de inflação dos próximos anos, uma vez que demora 18 meses para as decisões sobre juros terem impacto na economia.

Foto destaque: Banco Central do Brasil (Foto: Divulgação)

Mbappé não vai participar da sessão de fotos da seleção por não concordar com acordo feito

Kylian Mbappé voltou a causar polêmica nesta segunda (19). Conforme divulgado pela AFP (Agence France-Presse), Mbappé se recusou a participar de uma sessão de fotos da seleção da França, que será realizado na terça-feira. O jogador não aceita os termos do atual acordo de direitos de imagem e está em atrito com a Federação Francesa de Futebol.


Mbappé chegando para a apresentação da seleção Francesa (Foto: Divulgação/Kylian Mbappe)


O assunto já havia sido comentado em março, na qual o atacante tinha se posicionado contra. Em comunicado enviado à AFP, Mbappé afirmou que ele “e seus representantes lamentam profundamente que não foi possível entrar em acordo visando a Copa do Mundo

Em comunicado ao L’Equipe, a FFF garantiu que “nada vai mudar até a Copa do Mundo” em relação ao tema. Já os representantes de Mbappé afirmam que o comprometimento do jogador com a seleção não será afetado.

“Obviamente, isso não coloca em questão o seu comprometimento e determinação em contribuir para o sucesso coletivo da seleção nacional nos eventos importantes que virão”, diz o comunicado.

Mbappé discorda que alguns jogadores da seleção apareçam mais que os outros em eventos e divulgações. O jogador também quer escolher quais as marcas ele quer se associar. O atual contrato prevê que todos os atletas devem cumprir os compromissos comerciais com os patrocinadores da seleção. Em maio o jogador foi questionado sobre o assunto e confirmou que há divergência com a Federação.

 “Houve um mal-entendido na seleção, mas nós vamos resolver isso porque está chegando uma competição, não vamos criar problemas à toa, temos um país pelo qual vencer”, afirmou o atacante

“Mas o futebol mudou e acho que é justo que os jogadores tenham poder de decisão de falar em seu nome, de escolher com qual marca estará associado” , completou.

A seleção Francesa se reúne para seus últimos compromissos antes da Copa do Mundo. Os jogos serão na quinta-feira, contra a Áustria, no Stade de France, e no domingo visita a Dinamarca. Os dois confrontos são válidos pela Liga das Nações, torneio onde a seleção de Mbappé e companhia está na última colocação e sem chance de classificação para a próxima fase.

 

Foto destaque: Mbappé em treino no PSG (Foto: Reprodução/Instagram)

Rogério Ceni entra no ranking dos treinadores que mais comandaram o São Paulo na história

Na partida entre São Paulo e Ceará, realizada no último domingo (18), além da vitória tricolor, Rogério Ceni tem mais um motivo de comemoração. Ceni entrou para o ranking dos dez treinadores que mais comandaram o clube na história. O treinador completou 114 jogos e está empatado com Paulo César Carpegiani, em décimo lugar.

Para subir na estatística, Rogério Ceni precisará comandar o time por mais uma temporada, já que o nono colocado, Osvaldo Brandão, esteve a frente do time em 141 partidas. O atual líder do ranking é Vicente Feola, com 555 jogos. Completam o top-3, Muricy Ramalho com 474 partidas e José Poy com 422.


Rogério Ceni comandando o time contra o Ceará (Foto: Divulgação/MichaelDouglas)


Lembrando que semana passada, no jogo contra o Corinthians, Rogério já havia alcançado a marca de treinador que mais comandou o São Paulo em uma única passagem desde 2015, quando Muricy Ramalho deixou o cargo. Na época, Muricy esteve a frente do time em 109 jogos. O treinador que havia chegado mais perto do feito, foi Fernando Diniz, em 2019, com 74 partidas.

No período, 11 treinadores assumiram o time, incluindo Rogério Ceni em 2017, com 37 partidas. O antecessor de Ceni na atual passagem, Hernán Crespo, é o quarto da lista com 53 partidas.

Confira os dez treinadores que mais dirigiram o São Paulo na história:

Vicente Feola- 555 jogos

Muricy Ramalho – 474 jogos

José Poy – 422 jogos

Telê Santana – 410 jogos

Cilinho – 249 jogos

Joreca – 172 jogos

Rubens Minelli – 166 jogos

Carlos Alberto Silva – 154 jogos

Osvaldo Brandão – 141 jogos

Paulo César Carpegiani – 114 jogos

Rogério Ceni – 114 jogos

Nos 114 jogos a frente do São Paulo, Rogério acumula 48 vitórias, 35 empates e 31 derrotas. O tricolor marcou 163 gols e sofreu 124.

O próximo compromisso do São Paulo no Campeonato Brasileiro é no próximo domingo (25), às 20h, contra o Avaí, no Morumbi.

Foto destaque: Rogério Ceni comandando o time contra o Ceará (Foto: Divulgação/Miguel Schincariol)

Diretor esportivo do PSG diz que Mbappé não pediu a saída de Neymar

O diretor executivo do Paris Saint-Germain, Luís Campos, disse em entrevista à rádio RMC Sport, que Neymar “jamais esteve perto de sair”. O português também negou que Kylian Mbappé tenha pedido a saída do brasileiro como condição para a sua renovação com o clube francês.

“Neymar jamais esteve perto de sair, é completamente falso. Eu escutei coisas bizarras, que Kylian (Mbappé) quando assinou (a renovação) exigiu a saída de Neymar. Não, nós contamos com os três jogadores (Neymar, Kylian e Messi)” afirmou o dirigente.

“São três jogadores de grande qualidade. Durante o difícil período de adaptação de Messi, enquanto Neymar estava machucado, Kylian por um bom tempo fez a diferença.” completou.


Luís Campos garante que Mbappé não pediu saída de Neymar para renovação (Foto: Divulgação/PSG)


Sobre Neymar, Luís Campos não tem qualquer reclamação sobre o profissionalismo do camisa 10 parisiense.

“Neymar é um grande jogador, e sobretudo todas as coisas que escutei antes, ele me mostrou que não é verdade, porque ele chega na hora dos treinos, ele trabalha em todos os treinamentos, só perdeu um porque estava com um pouco de dor. Eu o vejo aplicado no projeto da equipe, no projeto do clube.”

Outro ponto comentado de Luís Campos na entrevista, foi o resultado do mercado de verão do PSG.

 “A janela de transferências não foi boa porque faltaram jogadores para posições importantes.”

“Não há apenas a questão do central. Quando jogadores como o Carlos Soler e Fabian Ruiz chegam apenas a alguns dias do fim da janela de transferências, isso não é bom. Contratámos o Vitinha na primeira semana, depois seis a sete semanas sem contratar ninguém. Na última semana de mercado todos os jogadores são demasiado caros” comentou Luís.

“Não alcançámos o equilíbrio desejado. Temos qualidade, mas não alcançámos a perfeição. Não vendemos muitos jogadores. Muitos saíram por empréstimo o que significa que em junho voltam. Isso é um problema” Completou.

O PSG é o atual líder do Campeonato Francês, empatado em pontos com o Olympique de Marselha. O próximo compromisso é o clássico contra o Lyon, fora de casa neste domingo (18).

 

Foto destaque: Mbappé e Messi (Foto: Divulgação/PSG)

No podcast “Hoje, Sim”, diretor de futebol do São Paulo garante permanência de Ceni para 2023

Hoje (16), o diretor de futebol do São Paulo, Carlos Belmonte, deu entrevista ao podcast “Hoje, Sim”, do narrador Cleber Machado, e garantiu a permanência do treinador Rogério Ceni até o fim do contrato, no fim do ano que vem.

Na semana passada, Ceni deu algumas declarações deixando em aberto seu futuro no clube caso o São Paulo perca o título da Sul-Americana. Belmonte, porém, descartou qualquer possibilidade em trocar o técnico para 2023.

“A gente fez questão de renovar com o Rogério (até dezembro de 2023) antes do jogo contra o Palmeiras, na Copa do Brasil. Sabíamos que era um jogo difícil, que a gente poderia ser eliminado, e a gente naquele momento já deu o sinal de que, independentemente do que acontecesse, ia renovar. E renovamos” afirmou o diretor.

“Agora te digo claramente que não há nenhuma possibilidade de o São Paulo trocar de treinador para 2023. Vamos com o Rogério até o final de 2023.”  Completou.


Rogério Ceni comandando o São Paulo (Foto: Reprodução/Instagram)


A única possibilidade da não permanência de Ceni no comando do tricolor na próxima temporada seria em caso do técnico solicitar a saída. Porém, Belmonte diz que é pouco provável que isso aconteça e que já estão planejando 2023.

“Se o Rogério, por algum motivo, não quiser ficar, é outra questão, de foro íntimo. Nossa relação com o Rogério é ótima, estamos satisfeitos com o trabalho. Nossa ideia é fazer o planejamento, estamos fazendo e conversamos com o Rogério hoje, inclusive.”

Ceni é visto no São Paulo como a principal peça para a reestruturação do clube, que está com dívidas na casa dos R$ 700 milhões.

Na entrevista da última quarta-feira, Ceni deixou incerta sua permanência para o próximo ano.

“Vamos ter que analisar o ano que vem, se eu estiver aqui. Nós analisaremos para tentar formatar. Temos que baixar o custo da folha de pagamento. É um caminho. Nós devemos fazer. Nós temos que reunir jogadores que deem mais opções de características diferentes das que nós temos, principalmente no caso de drible e velocidade. Acho que, para o ano que vem, estando aqui, quando acabar o campeonato deste ano, teremos um espaçamento maior para o início da temporada.” Afirmou o treinador.

A final da Sul-Americana, contra o Independiente Del Valle, no próximo dia 1° de outubro, pode ser um divisor de águas para o treinador.

 

Foto destaque: Rogério Ceni (Foto: Reprodução/Instagram)

Bitcoin sofre queda de quase 10% após balanço de inflação

Ontem (13), o bitcoin sofreu sua maior queda em três meses. Após a inflação de agosto ser pior do que o esperado, a criptomoeda caiu quase 10%.

Na tarde de ontem o bitcoin continuou uma queda de três meses, caindo 9,35% para US$ 20.304,73. A criptomoeda vinha aumentando constantemente depois de cair abaixo dos 20 milhões de dólares em 27 de agosto, e ainda é menos do que um terço comparado a novembro do ano passado, onde seu pico estava em US$ 67.037.

É a maior queda desde junho, quando caiu US$ 28.636 em 11 de junho para US$ 20.556 em 16 do mesmo mês, continuando sua tendência de queda para US$ 19.327 em 1° de julho, quando os economistas alertaram que a recessão iminente poderia apagar o progresso que as criptomoedas tiveram durante a pandemia.


Bitcoin sofre sua maior queda em três meses (Foto: Divulgação)

A dogecoin, criptomoeda que Elon Musk apoia, caiu 5,85%, sendo negociada a 6 centavos o dólar, enquanto a ether caiu US$ 7,96% para US$ 1.586,92. Já a Coinbase, caiu 8,61% para US$ 75,44.

Os resultados surpreendentes devem conduzir o Federal Reverse (o banco central norte-americano) a aumentar as taxas de juros no mercado para conter a alta dos preços. Sendo assim, cria-se um ambiente de repulsa ao risco entre os investidores.

No mês de agosto, o presidente da FED, Jerome Powell, alertou que o aumento da inflação pode levar algum tempo para aliviar e exigir uma atuação com força do banco central. Na semana de 17 de junho, as perdas de bitcoin totalizaram cerca de US$ 423 milhões, depois de cair para uma baixa de 18 meses.

Ações de diversos lugares caíram ao longo do dia, o Dow Jones caindo de 3,87%, para US$ 31.163,99 e o Nasdaq caindo 3,76% para US$ 61,70, apagando os ganhos recentes das ações com os preços dos alimentos, cuidados médicos, apesar da queda dos preços do gás.

Foto destaque: Criptomeda bitcoin em queda (Foto: Divulgação/Kanchanara)

Forbes divulga lista dos bilionários brasileiros em 2022

A Forbes divulgou a sua lista de bilionários no ano de 2022. Dos 290 nomes, 38 tem fortuna vinda do mercado financeiro. Juntos, os bilionários do setor acumulam patrimônio de R$ 300 bilhões.

O primeiro colocado da lista é da família Safra. Com uma fortuna avaliada em R$ 38,9 bilhões, os irmãos Jacob, Esther, Alberto e David lideram, seguido da Vick Safra, com valor de mercado avaliado em R$ 37,5 milhões.

Na terceira colocação, vem a BTG Pactual, do empresário André Esteves, com uma fortuna avaliada em R$ 29,7 bilhões. André é atualmente o sétimo mais bem colocado na lista geral da Forbes.


André Esteves, empresário sênior da BTG Pactual (Foto: Divulgação/BTG)


Na lista, o Itaú é a empresa com maior número de representantes. O banco conta com seis bilionários no top 10 da lista.

A lista dos bilionários brasileiros é feita pela Forbes norte-americana, que tem a participação acionária em empresas da bolsa de valores como a principal fonte. A data limite de corte foi dia 31 de maio de 2022.

Confira os vinte mais bem colocado no ranking divulgado:

 

1 – Jacob, Esther, Alberto e David Safra

Fortuna: R$ 38,9 bilhões

Idade: 46, 44, 42 e 37 anos

Nascimento: São Paulo

Origem do patrimônio: Banco Safra

Posição na lista geral: 5ª

2 – Vicky Sarfati Safra

Fortuna: R$ 37,5 bilhões

Idade: 69 anos

Nascimento: Grécia

Origem do patrimônio: Banco Safra

Posição na lista geral: 6ª

3 – André Santos Esteves

Fortuna: R$ 29,7 bilhões

Idade: 53 anos

Nascimento: Rio de Janeiro

Origem do patrimônio: BTG Pactual

Posição na lista geral: 7ª

4 – Pedro Moreira Salles

Fortuna: R$ 10,1 bilhões

Idade: 62 anos

Nascimento: Rio de Janeiro

Origem do patrimônio: Itaú Unibanco

Posição na lista geral: 26ª

5 – Julio Rafael de Aragão Bozano

Fortuna: R$ 9,7 bilhões

Idade: 86 anos

Nascimento: Rio Grande do Sul

Origem do patrimônio: Bozano Investimentos

Posição na lista geral: 28ª

 

6 – Fernando Roberto Moreira Salles

7 – João Moreira Salles

8 – Walther Moreira Salles Junior

9 – Alfredo Egydio Arruda Villela Filho

10 – Ana Lúcia De Mattos Barretto Villela

11 – Ezra Moise Safra e família

12 – Luis Frias

13 – Guilherme Dias Fernandes Benchimol

14 – José Roberto Lamacchia e Leila Pereira

15 – Henrique Dubugras

16 – Pedro Franceschi

17 – Morris Dayan e família

18 – Marciano Testa

19 – Rubens Menin Teixeira De Souza e família

20 – Roberto Balls Sallouti

Foto destaque: Pedro Moreira Salles e Roberto Setubal em escritório no Itaú Unibanco (Foto: Reprodução/Eduardo Knapp)