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Na semana passada, uma turista mexicana afirmou ter sofrido abuso sexual coletivo perto da Torre Eiffel, em Paris. De acordo com uma funcionária da Justiça francesa, a denúncia feita pela vítima foi formal e o caso teve uma investigação aberta para apurar os fatos do ocorrido.
A vítima, mulher de 27 anos, afirmou ter sido violentada sexualmente por cinco homens na madrugada do dia 26 para o dia 27 de julho, no Champ de Mars, jardim que fica localizado aos pés da Torre Eiffel.
As investigações do caso terão supervisão de um juiz de instrução.
Vítima recebe ajuda da embaixada do México
De acordo com o Jornal Le Parisien, que fez a divulgação do caso, as autoridades francesas perderam o rastro da vítima depois de seu depoimento na delegacia. De início, a jovem não quis registrar queixa do ocorrido. A embaixada do México na França afirmou que está em contato próximo tanto com a vítima, quanto com a Polícia Judiciária, que está encarregada de fazer as investigações.
A denúncia foi feita nesta segunda-feira (31), quando a mulher foi localizada.
“A investigação permitiu localizar a vítima”, afirmou a fonte. “Ela fez a denúncia”, acrescenta.
A mesma fonte informou que dois homens foram detidos pouco tempo depois do ocorrido e ficaram sob custódia policial, mas foram libertados logo depois, sem receberem processo nessa primeira instância.
Jardim Champ de Mars, em Paris (Foto: Reprodução/Le Parisien)
Fechamento do Parque
Este caso de abuso sexual fez com que, novamente, a direita política de Paris pedisse o fechamento do parque Champ de Mars no período da noite, pois consideram ser difícil de manter uma segurança no local neste horário.
O local do parque será usado como sede para a realização das competições das modalidades de futebol para cegos e vôlei de praia, durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que estão previstos para acontecer no verão de 2024.
Foto destaque: Torre Eiffel. Reprodução/Grupo Dicas de Viagem
Nesta segunda-feira (31), aUnicamp abriu as inscrições para o Vestibular 2024, oferecendo o total de 2.540 vagas em 69 cursos da universidade. Para realizar a prova, o candidato deve entrar no site da comissão organizadora (Comvest) e preencher um formulário até dia 31 de agosto, além de pagar uma taxa de R$ 192, se não for isento.
A primeira fase da prova ocorrerá dia 29 de outubro, e a segunda fase está marcada para ocorrer nos dias 3 e 4 de dezembro. Na edição deste ano, a instituição prevê um número de 60 mil a 65 mil de vestibulandos inscritos, mencionando uma expectativa para “estabilidade ou pequeno aumento”, em comparação aos 61 mil inscritos na última prova.
Segundo a Comvest, o pagamento da taxa de inscrição do vestibular deve ser feito até o dia 8 de setembro. E, àqueles interessados em solicitar isenção parcial da taxa, com desconto de 50% do total, devem realizar o pedido entre os dias 2 e 4 de agosto.
Mudanças no vestibular
A Unicamp anunciou algumas mudanças no processo seletivo, em março, como o aumento do número de questões de humanas na primeira etapa, e diminuição de questões de matemática para os candidatos aos cursos de humanas/artes e biológicas/saúde na etapa seguinte.
A prova seguirá a mesma logística da prova anterior. As provas da primeira fase ocorrerão em 31 cidades de São Paulo, além de Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Salvador (BA) e Fortaleza (CE).
Nesta edição, 9.888 isenções da taxa do vestibular foram totalizadas pela universidade, segundo maior número desde 2000, quando o programa foi criado. O maior número foi em 2021, com 11.810 isenções.
Distribuição de questões
1ª fase
A comissão organizadora do vestibular manteve o número total de 72 questões de múltipla escolha na primeira etapa. Até a última edição, os candidatos deveriam responder duas questões de filosofia e sociologia inseridas junto com geografia e história. A partir do próximo vestibular, o número de questões para estas duas disciplinas subirão para seis, com a apresentação separada. Além disso, as disciplinas de química, física, inglês e biologia terão suas perguntas reduzidas na primeira fase.
José Alvez de Freitas Neto, diretor da Comvest, explicou o motivo desta mudança na primeira fase. Segundo ele, ela serve para acompanhar a carga horária dos vestibulandos do ensino médio, que tem equilíbrio entre as ciências da natureza e ciências humanas. De acordo com ele, havia uma diferença total de oito questões entre estes dois grupos e candidatos com mais facilidade em humanas tiveram seu desempenho afetado nas edições anteriores.
2ª fase
O primeiro dia da segunda etapa permanece o mesmo na distribuição de questões, segundo a Comvest.
No entanto, no segundo dia da 2ª fase da prova, a Unicamp diminuiu o número de questões de matemática para os candidatos aos cursos de Biológicas e Saúde, e Humanas e Artes. Além disso, em humanas e artes, as disciplinas de filosofia e sociologia serão cobradas separadamente.
Aluno realizando prova da Unicamp. (Foto: Reprodução/G1)
Mais questões de filosofia e sociologia
Segundo Freitas Neto, a inserção de questões autônomas destas duas disciplinas serve para valorizar os conhecimentos nestas áreas, ao apresentá-los de forma separada à história e geografia.
“A exigência que teremos na prova é a respeito da leitura de enunciados, textos e apreensão de conceitos. Tudo de uma forma bastante contextualizada, mas não temos uma exigência e não será cobrada uma questão relacionada à tradição da história da filosofia. Tudo que aparecer vai ser relacionado às temáticas de tópicos que envolvem conceitos da sociologia, filosofia e compreensão e aplicação destes mesmos conceitos da mesma forma que fazemos em outras provas. Então o candidato não deve esperar um nível maior de exigência, mas deve apenas identificar que existem questões próprias da filosofia e sociologia”, diz o diretor da Comvest.
Nível de dificuldade e notas de corte da 1ª etapa
A Comvest avalia que, com as mudanças ocorridas na primeira etapa, a prova seja considerada mais fácil e, com isso, as notas de corte podem ser elevadas.
“Imagino que com o equilíbrio de ciências da natureza e ciências humanas, e a maior facilidade dos candidatos com ciências humanas, tende-se a dizer que a prova ficará um pouquinho mais fácil. Consequentemente isso responde a outra questão, que é a possibilidade da nota de corte subir. A nota de corte não é estabelecida previamente, mas ela é dada a partir dos rendimentos dos candidatos em determinada área. Nesse sentido, é normal supor que o pessoal de humanidades tendo seis questões de filosofia e sociologia tenha um rendimento superior ao que teria antes resolvendo uma questão de física, uma de química e uma de biologia”, diz o historiador.
Expectativas para a 2ª fase
Com as mudanças ocorridas na segunda etapa do vestibular, como a redução das questões de matemática, a Unicamp prevê uma melhora no filtro de seleção.
“A prova de 2ª fase seguramente ficará mais amigável [para candidatos de humanas e biológicas], considerando a diminuição das questões de matemática e a ampliação das áreas em que estão escolhendo as carreiras […] A expectativa para a 2ª fase é de que venhamos a ter um melhor filtro daqueles que serão aprovados”, afirma o diretor da Comvest.
Sem cobrança de itinerários
De acordo com a Comvest, o vestibular de 2024 não irá cobrar os itinerários formativos que estão previstos no Novo Ensino Médio, modelo que foi aplicado no último ano e foi alvo de críticas.
Estes itinerários são um conjunto de matérias que os estudantes podem escolher no ensino médio. O diretor da Comvest explica que a Unicamp irá exigir os conteúdos que são obrigatórios na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do MEC, e que a cobrança de questões de sociologia e filosofia não irá causar um estranhamento aos vestibulandos, mesmo que abordagem não seja ampla no ensino médio.
Foto destaque: Estudantes indo prestar vestibular da Unicamp. Reprodução/Unicamp
Neste domingo (30), a Polícia Civil realizou a prisão de 15 suspeitos por tráfico de drogas na Rua dos Gusmões, local onde os dependentes químicos da Cracolândia estão concentrados atualmente, no centro de São Paulo. Segundo os policiais, um dos suspeitos detidos estava sendo procurado pela Justiça.
Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), há dois dias, um criminoso teria sido autuado em flagrante por tráfico de drogas no mesmo lugar, mas foi solto no último sábado (29), em audiência de custódia. No domingo, foi novamente autuado. No total, doze pessoas foram presas em flagrante pela polícia, em decorrência de associação ao tráfico e tráfico de drogas.
Durante a operação, 75 porções de cocaína, 16 de K9 e 39 de maconha foram apreendidas, além de três tijolos de maconha e dois pedaços de crack.
Segundo a SSP, cerca de 60 policiais civis em 30 viaturas participaram da operação na Cracolândia. A contenção dos dependentes químicos foi feita por Agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM), enquanto os criminosos que foram citados em um relatório de inteligência eram presos por agentes da Polícia Civil.
Quatro operações na Cracolândia em oito dias
As operações na região da Cracolândia tem se tornado cada vez mais frequentes e, em todas elas, a mesma tática tem sido adotada. Esta operação foi a quarta no total de uma semana. Desde o dia 22, 24 pessoas foram presas, até então, incluindo uma mulher e um homem que foram indicados como líderes do tráfico de drogas no local.
Ao menos 16 pessoas tinham antecedentes criminais, do número total de presos.
Na quarta-feira (27), um homem de 44 anos foi preso em flagrante, sendo apontado como um dos principais fornecedores de crack na região, segundo os investigadores. De acordo com informações do governo do estado, ele foi pego pela polícia, na Rua dos Andradas, portando R$ 12 mil em dinheiro e 1,5 kg de crack.
As investigações ainda apontam que o homem trazia matéria-prima para produzir drogas no Guarujá, semanalmente. Ainda segundo o governo, ele possui mais dez passagens pela polícia, por crimes de tráfico, receptação, roubo, estelionato e furto.
Também na quarta-feira, uma outra operação da polícia fez mais cinco prisões, de duas mulheres e três homens, além da apreensão de uma droga sintética chamada M4 e de dinheiro.
A mulher de 23 anos, identificada como líder do comércio de drogas no local foi presa no dia 22, durante uma ação da polícia que identificou mais 16 alvos presos em flagrante. No total, dezoito pessoas foram presas, sendo duas delas foragidas da Justiça.
Todos os presos passaram por audiência de custódia, de acordo com o governo, mas apenas seis conseguiram liberação. Segundo dados de um balanço do Estado, há um total de 1.322 suspeitos presos na Cracolândia neste primeiro semestre de 2023.
As operações na região se tornaram mais comuns por conta de diversos episódios de ataques dos usuários a ônibus, viaturas, caminhão de lixo e alguns carros, todos no último dia 11. O caso deixou os moradores e comerciantes das regiões da República, Campos Elíseos e Santa Ifigênia assustados.
Moradores e lojistas da Santa Ifigênia protestam por segurança na região. (Foto: Reprodução/Folha-UOL)
Tarcísio afirma que terão operações diárias na Cracolândia
O governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que as operações de combate ao tráfico de drogas na região central da cidade, onde atualmente a Cracolândia está localizada, “serão diárias” e outros traficantes “continuarão sendo presos”.
“Do início do ano pra cá, prendemos 600 traficantes no centro de São Paulo e vamos prender muito mais”, afirmou Tarcísio.
O governador ainda acrescenta: “As operações em si não resolvem, precisamos das outras componentes de abordagem, que é o grande desafio. Mas, as operações vão ser rotineiras, vamos fazer mais operações, vamos prender mais traficantes. Não vamos dar descanso para o tráfico de drogas no centro de São Paulo”.
Tarcísio ainda defendeu a ideia de realizar um censo sobre os dados pessoais dos usuários (origem, idade e tempo frequentando a Cracolândia), mas não estabeleceu um prazo para a realização deste trabalho.
Foto destaque: Policiais em operação na Cracolândia. Reprodução/Carta Capital
As tendências da moda variam na medida em que as ocasiões também variam, com mudanças na tecnologia e, sobretudo, no mundo artístico. Por isso, existem diversos fatores que influenciam diretamente na moda e, consequentemente, nas vestimentas.
O slip dress ganhou muita força e popularidade nos últimos tempos. Além de fazer sucesso nas passarelas, essa vestimenta é nada mais nada menos do que um vestido parecido com uma camisola, feito de seda ou cetim, caimento fluido e muito versátil.
Os vestidos neste estilo foram destaques nas passarelas da Fendi, da Armani Privé e da Miss Sohee. Com diferentes cores, cortes e estampas, as diversas versões do slip dress ganharam o gosto da alta-costura de Paris. Porém, ele não está presente apenas nas passarelas das grandes grifes, o slip dress está se tornando cada vez mais popular e, hoje, existem várias opções para aderir essa tendência.
A origem do Slip Dress
Pode parecer muito estranha a ideia de sair de casa com um vestido que parece um pijama, mas, essa tendência vem sendo bastante comum ao longo do tempo. Por exemplo, as camisetas do estilo t-shirts eram vistas antigamente como roupas íntimas ou até mesmo como roupas de “ficar em casa’’. E com o slip dress não foi diferente, essa mudança já vem ocorrendo há décadas.
Durante o movimento das sufragistas, no século XX, pela liberdade política das mulheres no direito ao voto, elas passaram a ressignificar o uso das roupas íntimas. Esse movimento tinha o intuito de ser um símbolo de liberdade feminina, e as mulheres começaram a sair de casa usando camisolas.
As roupas femininas de antigamente eram muito pesadas e limitavam o movimento do corpo, e as camisolas eram roupas confortáveis e leves, permitindo que as mulheres se movimentassem livremente, sem nenhuma amarra. Em apoio à essa tendência, Gabrielle Coco Chanel e Paul Poiret, por exemplo, substituíram o espartilho por roupas folgadas e leves.
Com o passar do tempo, o slip dress foi se aderindo cada vez mais na moda, quando em 1993 a supermodelo Kate Moss posou no red carpet vestindo uma camisola de alcinha e comprida, com tecido transparente.
O estilista norte-americano Marc Jacobs lançou uma coleção de inverno com apenas lingeries, pijamas vintage e slip dress para a Louis Vitton. A partir daí, a moda do slip dress está cada vez mais se popularizando.
Kate Moss usando um slip dress transparente. (Foto: Reprodução/L’Officiel)
Combinações de looks com o slip dress
– Slip dress + casaco: essa combinação é especial para as estações mais frias, como outono e inverno. O casaco funciona como uma sobreposição do slip dress, podendo ser combinado com cores iguais ou cores diferentes, mas que sejam complementares. Jaquetas de couro, cashmere e sarja são ótimas opções para compor este look.
– Slip dress + meia calças e botas: assim como os casacos, as botas e meias-calças também se sobrepõem ao slip dress. A meia calça ajuda a proteger as pernas do tempo frio, podendo ser usada quando o clima do inverno não está tão intenso. E as botas, sejam elas de cano curto ou longo, ajudam a preencher o visual do look.
– Slip dress + acessórios: esta combinação é perfeita para os dias mais quentes, quando o colo fica bastante à mostra quando é usado o slip dress. Por isso, vale a pena preencher esse espaço vazio com alguns acessórios, de preferência chamativos para ganhar destaque no look.
– Slip dress como destaque: como é uma peça muito versátil, o slip dress pode ser usado sozinho, como peça única, sem adereços e complementos. Dependendo da ocasião em que ele for usado, pode trazer mais elegância ainda. Casamentos, jantares, e outras ocasiões sofisticadas, especialmente em dias de calor, combinam muito com a peça. Apostar em estampas lisas do slip dress é uma ótima escolha.
Foto destaque: Famosas usando o slip dress. Reprodução/Glamurama-UOL
Na última segunda-feira (24), a mídia estatal chinesa informou que o Templo do Grande Buda de Shandan, localizado no noroeste da China, foi atingido por um incêndio que destruiu algumas de suas estruturas e queimou a grande estátua de Buda.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, é possível ver a estátua de Buda sendo queimada nas primeiras horas de segunda-feira. Porém, quando o fogo foi apagado, a estátua estava parcialmente intacta, visualmente, mas outras estruturas do templo foram destruídas pelo incêndio.
Segundo informações da mídia local, a estátua foi construída no ano de 1998 e é uma réplica da estátua original, que foi construída em 425 D.C e danificada na Revolução Cultural.
O departamento de propaganda local divulgou uma declaração confirmando que não houve vítimas do acidente e que as relíquias do tempo ficaram intactas, mas não deu detalhes sobre a natureza destas relíquias culturais. A causa do incêndio ainda não foi descoberta, mas está sendo investigada.
Templo budista destruído pelo fogo na China. (Foto: Reprodução/CNN Brasil)
O Budismo na China
Existem cerca de 56 grupos étnicos na China, cada um deles com sua própria religião e cultura, porém, dentre todas as religiões, o budismo é o que tem mais influência e é predominante no país.
O budismo chinês possui, pelo menos, cerca de 40 mil monges e monjas, e mais de cinco mil monastérios e templos.
No país, existe a Associação Budista da China, que foi estabelecida no ano de 1953 sendo uma organização nacional com 14 filiadas e o Fayin, seu próprio jornal.
Alguns famosos templos da China
– Templo do Céu: localizado no Parque Tiantan Gongyuan, em Pequim, o templo do céu possui vários templos taoísta ao seu redor, assim como lindos bosques e jardins. Ele é reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. É um local bem visitado e simboliza a relação entre Céu e Terra, uma filosofia que explica a relação do mundo de Deus com o mundo humano.
– Templo Jokhang: a origem do nome Templo de Jokhang vem de “Casa de Buda”, que é um lugar muito sagrado para os budistas. De acordo com os budistas, a princesa Wen Cheng, esposa do Rei Songtsan Gampo, escolheu o local para o templo. A história conta que ela quis que este templo fosse construído para afastar as forças malignas que viam do Lago Wutang. Um ponto que chama muita atenção dos turistas é que a estátua de Buda é em tamanho real.
– Templo Nanshan: este templo possui um nome que é de extrema importância para a cultura budista. Nanshan foi considerada como uma terra abençoada, porque durante sua passagem por esta cidade, o Mestre Jianzhen montou um templo. Ele é considerado um dos templos mais famosos da China.
Foto: Templo do Grande Buda de Shandan incendiado. Reprodução/Último segundo-IG
Na noite desta segunda-feira (24), o ex-dirigente do Grêmio, Adalberto Preis, de 79 anos, sofreu uma parada cardíaca durante um jantar com a família e faleceu. Além de ser um advogado de formação, Preis fez parte de várias áreas da direção do time. Atuou no jurídico e na administração, além de colaborar com o clube no departamento de futebol.
O velório foi marcado para esta terça-feira (25) entre as 10h e 17h, no saguão do Portão A da Arena. A cerimônia de despedida, no entanto, acontecerá somente para a família, no Crematório Metropolitano.
Vida e carreira de Adalberto Preis
Nascido em Criciúma e criado na cidade de São Paulo, Adalberto Preis deu início à sua trajetória no Tricolor na década de 70, atuando como diretor jurídico. A partir de então, sempre ficou ao lado do clube nos momentos importantes.
Em 1982, Preis foi eleito pela primeira vez a vice-presidente, atuando na área de administração do clube. Em 1983, conquistou a Libertadores e o Mundial sendo vice-presidente na gestão de Fábio Koff.
Nos anos de 1985 e 1986, atual como vice de futebol, também pela primeira vez, conquistando o Bicampeonato Gaúcho e comandando a delegação do clube para excursões pela América Central, Europa e África, onde o time venceu importantes torneios, como: Palma de Mallorca, contra o Barcelona, o Torneio de Roterdã, vencendo o Bayern de Munique, e a Phillips Cup.
Entre 2003 e 2004, implantou no clube, ainda como vice-presidente, o Planejamento Estratégico. Foi eleito a vice-presidente do Conselho Deliberativo em 2004 e tornou-se membro do Conselho Consultivo.
Preis participou da volta de Renato Portaluppi ao Grêmio, no ano de 2016. Ele apostou no ídolo para comandar a equipe tecnicamente, com a parceria de Valdir Espinosa sendo coordenador técnico, e teve a conquista do título da Copa do Brasil como resultado, além do fim dos 15 anos sem conquistar os títulos de expressão.
Pronunciamento do Grêmio sobre a morte de Adalberto Preis. (Reprodução: Twitter/@Gremio)
Renato Portaluppi e Paulo Roberto lamentam a perda
“O Dr. Aldalberto Preis é uma das melhores pessoas que conheci dentro do Grêmio. Uma pessoa afetuosa, um amigo querido e um gremista gigante. Perdemos um grande ser humano. Que Deus abençoe a família e dê forças para que superem essa perda. Descanse em paz, meu amigo”, diz o técnico do Gremio, Renato Portaluppi.
“No nosso grupo da Libertadores acabaram de avisar. Estava conosco no sábado. Muito triste. Peço que Deus conforte o coração de todos os familiares. Vou guardar a imagem dele deste último sábado na comemoração dos 40 anos da conquista da Libertadores. Uma pessoa amável, que ajudou muito a todos. Ele fez muito pelo Grêmio. Deixa esse legado para o clube e serve de exemplo aos futuros dirigentes”, relembra o lateral do time em 1980, Paulo Roberto.
Adalberto Preis também atuou como vice do Conselho de Administração na gestão de Romildo Bolzan, de 2015 a 2022.
Foto destaque: Adalberto Preis. Reprodução/Correio do Povo
A Polícia Civil indiciou três pessoas envolvidas na morte do ator Jeff Machado, que foi encontrado em um baú concretado no quintal de uma casa depois de ficar quatro meses desaparecido. Além de Bruno de Souza Rodrigues e Jeander Vinícius da Silva Braga, um outro homem foi indiciado pelo crime de maus-tratos aos animais do ator.
O inquérito policial foi concluído na semana passada, logo após o último depoimento. De acordo com a investigação, Jeff foi dopado, asfixiado e estrangulado com um fio de telefone. O corpo do artista foi colocado dentro de um baú que era dele mesmo, enterrado e concretado no quintal de uma casa localizada em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. Segundo as investigações, a casa alugada por Bruno Rodrigues, em dezembro do ano passado, foi exclusivamente para esconder o corpo de Jeff.
De acordo com as informações da Polícia, Bruno dizia ser um produtor de TV e prometeu para Jeff um papel em uma novela. O ator chegou a pagar R$25 mil para participar do trabalho. Porém, quando Bruno percebeu que não iria conseguir sustentar a farsa, decidiu assassinar o ator.
Baú onde o corpo do ator Jeff Machado foi colocado. (Foto: Reprodução/O Dia)
Bruno Rodrigues indiciado por oito crimes
Bruno Rodrigues irá responder por oito crimes: homicídio triplamente qualificado por motivo fútil; asfixia e impossibilidade de defesa da vítima; estelionato e tentativa de estelionato; ocultação de cadáver; invasão de dispositivo informático; furto; falsa identidade e maus-tratos a animais. Depois do assassinato, Bruno fez compras no cartão do ator e tentou vender o carro de Jeff. Elen Souto, delegada da Delegacia de Descoberta de Paradeiros, disse que Bruno ainda teria se passado de vítima em suas redes sociais.
Jeander Vinicius e dono de centro espírita também são indiciados
Jeander Vinicius da Silva Braga, o outro envolvido no crime, foi indiciado por ocultação de cadáver, homicídio triplamente qualificado e maus-tratos a animais. De acordo com a polícia, ele que abriu o buraco no chão da casa e transportou o corpo de Jeff ao local.
O terceiro indiciado pela morte do ator é Jorge Augusto Pereira, que foi acusado de emprestar seu centro-espírita para abrigar os cachorros de Jeff, que ficaram no local em condições de maus-tratos durante três dias e abandonados na rua depois.
Foto destaque: Jeff Machado e seus cães. Foto: Reprodução/Quem-GLOBO
Em uma delegação premiada firmada com a Polícia Federal (PF) e com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o ex-PM Élcio de Queiroz contou detalhes sobre o atentado que matou a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.
Queiroz está preso desde 2019, junto com seu amigo Ronnie Lessa, ex-policial reformado. Ambos vão ser julgados pelo Tribunal do Júri, mas ainda não foi marcada a sessão.
O ex-PM confessou, no depoimento que já foi homologado pela justiça, que estava dirigindo o Cobalt prata, carro usado no ataque, e que de fato Ronnie disparou contra Marielle com uma submetralhadora. Ainda, Élcio afirmou que o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, fez campanas para vigiar Marielle e participaria do atentado, mas acabou sendo trocado por ele.
Suel foi preso nesta segunda-feira (24), na Operação Élpis, a primeira fase da investigação que faz a apuração dos homicídios ocorridos em março de 2018. Esta operação é a primeira desde o início deste ano, quando a Polícia Federal assumiu a investigação do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da vereadora.
Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. (Foto: Reprodução/G1)
Suel preso novamente
Em 2021, o ex-bombeiro foi condenado a quatro anos de prisão por atrapalhar as investigações do crime, mas estava cumprindo a pena em regime aberto. Suel havia sido preso em junho de 2020 na Operação Submersos II.
Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Maxwell era o proprietário do carro que foi usado como esconderijo para as armas que estavam no apartamento do ex-PM Ronnie Lessa, amigo de Suel e acusado de ser um dos autores do crime que matou a vereadora.
Suel foi preso em sua casa, localizada no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio, e foi levado para a sede da Polícia Federal, na Zona Portuária. A casa onde ele foi preso é o mesmo local onde ele foi detido anteriormente. A polícia também fez a apreensão de um carro do ex-bombeiro.
Perseguição e tentativa de assassinato à Marielle em 2017
Élcio Queiroz disse à polícia que, o ex-PM Ronnie Lessa, contou, no ano novo de 2017, que estava planejando cometer um crime. Segundo o e ex-PM, ele e o PM Edimilson, que morreu em novembro de 2021, estavam “para pegar a mulher que estavam monitorando há alguns meses”, mas não disse o nome dela.
De acordo com Élcio, Ronnie Lessa contou que tentaram matar Marielle em 2017, mas não conseguiram por conta de um problema com o carro que era conduzido por Maxwell. Ronnie acredita que Suel teria desistido e inventado o problema mecânico.
Ronnie deu detalhes de como era a dinâmica do crime: Maxwell no volante, Ronnie no banco de trás armado e Edmilson em outro carro atrás, também armado, para enrolar o trânsito caso necessário.
Foto destaque: Marielle Franco e Anderson Gomes. Reprodução/DCM
Com a chegada do inverno, novas tendências de beleza e moda surgem na vida das mulheres, influenciando tanto nas cores do cabelo quanto nas nossas unhas.
O hairstylistEron Araújo faz suas apostas nesta nova temporada: “Neste inverno, eu aposto nos fios mais curtos, na altura do queixo ou ombros, como os bobs e pixies”.
Já o cabeleireiro Celso Kamura acredita que o inverno trará cabelos repicados, como o curve cut, usado por Jennifer Anniston em “Friends”, e o butterfly cut, acompanhado da franja icônica de Brigitte Bardot: “As franjas serão destaque, tanto as curtas na altura da sobrancelha quanto as alongadas com o centro mais curto- essa diferença de comprimento fica linda”. Além disso, Kamura também aposta nos bobs: “São cortes modernos, fáceis de manter em casa e que valorizam a textura natural de qualquer tipo de fio. Um clássico sofisticado que vale a pena apostar”.
Confira a lista dos 9 cortes de cabelo que vão bombar no inverno deste ano:
Curve cut
Jennifer Anninston em “Friends” com o corte “curve cut” (Foto: reprodução/Fandom)
Esse corte de cabelo fazia bastante sucesso nos anos 90, com a personagem de Jennifer Anniston, a Rachel, em Friends, e deve voltar como tendência neste inverno. As principais características desse corte são: comprimento na altura dos seios, os fios repicados e as pontas viradas para dentro.
Blunt Bob
Hailey Bieber usando o corte Blunt Bob (Foto: reprodução/Vogue)
O Blunt Bob é o queridinho da modelo Hailey Bieber. Para quem é fã deste estilo, o especialista Celso Kamura lembra que o cuidado deve ser maior e a manutenção deve ser frequente. “Por se tratar de um corte de base reta com comprimento bem definido na altura da nuca, o blunt bob pede uma visita ao salão a cada dois meses para não perder o formato”.
Bob arredondado
Corte bob arredondado. (Foto: Reprodução/Vogue)
O bob arredondado pode ser uma aposta para as mulheres cacheadas, neste inverno. Ele aumenta o volume nas laterais do cabelo por conta dos diferentes comprimentos de fio que o corte traz. Há menos mechas nas pontas e o corte pode ser acompanhado de uma franja na altura dos olhos, para quem gosta desse estilo.
Butterfly cut
Butterfly cut (Foto: reprodução/The Right Hairstyles)
Este corte virou uma febre no Tiktok por conta de ser volumoso e trazer uma essência elegante. “Trata-se de um repicado desfiado nas laterais com base arredondada e franja no estilo Brigitte Bardot, ou cortininha, como costumamos falar no salão”, explica o cabeleireiro Celso.
O corte pixie é um corte de fios bem curtos e com um volume no topo da cabeça. “Os cabelos curtos nesta época do ano podem ser ressaltados pelas roupas de gola alta e ajudar a compor produções elegantes”, diz o hairstylist Eron.
Shaggy Hair
Jennifer Lopez com o corte shaggy hair (Foto: reprodução/Vogue)
O shaggy hair é o famoso cabelo “bagunçado”, bastante usado por artistas como Miley Cyrus, Halle Berry, Zendaya e Jennifer Lopez. O corte consiste em mechas repicadas, franja de tamanho médio, pontas desconectadas e volume nas laterais da cabeça. Ótima opção para quem tem fios finos.
Bob com franja
Corte bob com franja. (Foto: reprodução/Vogue)
Este corte consiste no cabelo bem curtinho, na altura do pescoço, com as mechas da frente um pouco maiores do que as de trás, e franjas retas na altura da sobrancelha.
Franjas anos 1990
Dua Lipa com franja dos anos 1990 (Foto: reprodução/Activa)
Essa franja tem os fios desconectados, pontas mais curtas no centro e maiores nas laterais. A cantora Dua Lipa já aderiu este modelo.
Superlongos
Cabelo com corte longo (Foto: reprodução/Nova Mulher)
Além das versões curtas, neste inverno os cabelos compridos também serão tendência. A dica para cuidar dos fios que ficam para bem abaixo dos seios é incluir hidratação e manutenção do corte periodicamente na rotina de cuidados e tratamentos do cabelo.
Foto destaque: corte de cabelo “Butterfly cut”. Reprodução/CLAUDIA
Os famosos mocassins preppy estão entrando em rivalidade com as outras sandálias, já que estão se tornando os sapatos mais populares desta temporada. Na semana de Alta-costura em Paris, várias convidadas posaram no desfile com suas minissaias e seus loafers.
O “tcham” do mocassim é que ele é um calçado sofisticado e que combina com qualquer peça de roupa, praticamente. Um par simples e sem muito enfeite pode destacar qualquer look. A modelo e celebridade Hailey Bieber prefere usar um modelo de mocassim que tem a sola plana e o bico quadrado. Frequentemente ela é fotografada usando o calçado com meias de cano alto, shorts, calças, minissaias e croppeds.
Outra celebridade que virou amante dos mocassins, neste verão do hemisfério norte, foi a Kardashian Kendall Jenner, que combinou o sapato com calças brancas e um boné semanas atrás, em Nova York.
Kendall Jenner utilizando mocassim preto (Foto: reprodução/Vogue)
Estes mocassins utilizados com meias brancas dão um toque de masculinidade e um toque clássico ao visual, sendo uma maneira ótima de equilibrar o uso com uma minissaia, por exemplo, ou qualquer outra peça de roupa que seja muito ousada.
Hailey Bieber com seu mocassim de bico quadrado. (Foto: Reprodução/Vogue)
Mocassim: o sapato do momento
Primeiramente, é preciso entender a importância deste sapato. Os mocassins já foram usados por grandes astros da música, como Michael Jackson e Elvis Presley.
“O mocassim é um sapato sem cadarços, de fácil calce, que foi criado pelos índios americanos para proteger os pés e ainda assim sentir o chão. Na década de 1950, o mocassim era chamado penny loafer, dockside ou weejuns”, explica o consultor de imagem masculina, Marcio Souza, em uma entrevista dada ao “Mano a Mano”.
Este calçado pode ser usado com looks mais diurnos, frescos e causais, mas ainda sim trazendo um ar de formalidade por conta de sua essência, sendo uma ótima opção para quem prefere usar roupas mais despojadas e confortáveis no dia a dia.
“Hoje em dia, o mocassim é ideal para deixar o look mais sofisticado e formal, sendo bastante valorizado nos ambientes de trabalho pelos homens que desejam uma alternativa aos sapatos sociais”, afirma Marcio.
Como escolher o modelo ideal
Antes de comprar um mocassim, é necessário considerar dois fatores: estilo e bem-estar. É por isso que na hora de escolher o calçado, vale à pena prestar atenção aos detalhes específicos do mocassim.
“É preciso avaliar o formato do pé. Quem tem o peito do pé alto, por exemplo, pode sentir um certo desconforto. Outro fator importante é o bico do mocassim. Escolha modelos com bico arredondado, pois costumam ser mais elegantes”, diz o consultor.
Como criar looks estilosos e modernos com o mocassim
Fazer combinações com peças slim fit podem ajudar a destacar seu mocassim. Caso você esteja procurando um look elegante, Marcio Souza tem um conselho: “Um mocassim usado com jeans escuro slim e meias invisíveis deixa o look bem diferenciado, elegante e estiloso. Combina com homens de sucesso, atentos aos detalhes da vestimenta”.
Desta forma, é possível ficar estiloso com o uso do calçado.
Foto destaque: Mocassim preto compondo um look feminino. Reprodução/Metrópoles