Alemanha restringe atividades públicas para não vacinados ou não recuperados da Covid 19

A crescente lotação de hospitais, bem como o aumento do número de casos de pacientes acometidos pelo Coronavírus em algumas regiões da Alemanha trouxe bastantes preocupações às autoridades, o que levou a tomada de medidas sanitárias mais severas para conter, mais uma vez, o avanço da doença. 

 


 

Cartazes na Alemanha sobre a relização de testes de Covid19. (Foto: Reprodução/Correio Brasiliense)


 

O cenário vigente no país da Europa central é o reflexo da quarta onda da pandemia, que já atinge também outras localidades do continente. Sendo necessária a imposição de novas regras preventivas, líderes governamentais nacionais e regionais decidiram, nesta quinta-feira, 18, que o acesso de pessoas a locais públicos, eventos culturais e esportivos fica restrito àqueles que já se vacinaram ou que estão totalmente recuperados, segundo informações obtidas por acesso da Reuters ao documento oficial. 

 

A região do leste do país, onde está localizada a Saxônia, é a que tem a menor taxa de vacinação da Alemanha e o maior índice de infecção, consequentemente é a que está sendo mais atingida pela quarta onda. Desta forma, já tem-se em mente a tomada de decisões em prol da contenção da circulação do vírus, como o fechamento de teatro e bares, além do cancelamento de shows e jogos esportivos, de acordo com o jornal Bild. 

 

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A baixa adesão à vacinação muito se deve ao pensamento cético em relação à eficácia do método de prevenção advindo de adeptos da extrema direita, do partido “Alternativa para a Alemanha” (AfD). Estes protestam ainda contra o lockdown na região.

 

Apesar das divergências, a necessidade em cessar a lotação dos hospitais tornará exigente o cumprimento da medida, de acordo com o governo, sendo necessário comprovante de vacinação ou prova de recuperação, assim como resultado de exame negativo de Covid19  para a participação de atividades públicas. Ressalta-se também o reforço em relação ao uso de máscaras em todo e qualquer ambiente público.

 

Foto destaque: Reprodução/Reuters

Disney+ declara desaceleração no crescimento do número de seus assinantes

A Disney+, com seus quase dois anos de mercado, desacelera o crescimento do número de assinantes, em um cenário desfavorável nos últimos três meses. A queda corresponde a mais de 3% do valor anterior ao apresentado no último fechamento, nesta quarta-feira (10). 

 

Uma das plataformas de streaming mais rentáveis, ainda que seja novidade, principalmente no Brasil, país no qual teve seu lançamento a menos de um ano, constatou em seu mais recente balanço trimestral uma queda significativa de seus adeptos. 

 


Logo Disney+ e das empresas cujas reproduções estão associadas a plataforma de streaming. (Foto: Reprodução/Tecmundo)


 

No presente momento a Disney+ conta com 118 milhões de assinantes em todo o mundo, todavia, a expectativa dos investidores a essa altura do campeonato, era de  já ter pelo menos 125 milhões de usuários pagantes. O declínio se mostrou vigente ao passo que nesse período apenas 2 milhões de novos assinantes foram adicionados à plataforma. 

 

A empresa do ramo de entretenimento teve um prejuízo líquido de mais de US$ 700 milhões, a medida que o período anterior resultou em US$ 18,5 bilhões em receitas e US$ 160 milhões em lucros líquidos.

 

Com as flexibilizações atuais da pandemia da Covid19 os serviços do ramo em questão não estão sendo tão beneficiados como anteriormente, quando grande parcela da população estava reclusa em casa. Em contrapartida ocorreu a reabertura dos parques temáticos no verão norte americano, fator que, em tese, poderia trazer o aumento do número de interessados no conteúdo oferecido.

 

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Nesse ritmo a Disney+ ainda se encontra atrás da pioneira Netflix, com 213 milhões de assinantes. No entanto, estratégias em busca de reverter o cenário já estão sendo propostas. A começar pela aceleração na produção de novos filmes e séries, assim como  a implementação dos lançamentos simultâneos de filmes no cinema e na plataforma, com acesso para assinantes mediante a um pequeno custo adicional. 

 

A respeito da temática, Bob Chapek, diretor executivo da companhia deu uma declaração em teleconferência em que disse: “Estamos confiantes de que estamos no caminho certo para cumprir as metas anunciadas no ano passado de entre 230 e 260 milhões de assinantes da Disney+ em todo o mundo até o final do ano fiscal de 2024”, com o objetiovo de tranquilizar o corpo de analistas.

 

Foto destaque: Reprodução/Istoé

 

Uber revela lucro nunca antes atingido desde o ínicio de suas operações

A Uber, empresa de transporte de pequenas mercadorias, passageiros e comidas, com ênfase nos dois últimos itens, divulgou nesta sexta-feira, 5 de novembro de 2021, que desde o seu primeiro ano de existência essa é a primeira vez em que os resultados operacionais saem do vermelho. 

 


Motorista Uber em atividade. (Foto: Reprodução/Quatro Rodas-Abril)


 

A multinacional americana que opera suas atividades com início no ano de 2009, em sua mais de uma década de existência, nunca havia chegado ao patamar então atingido. A primazia de lucro no sistema operacional se deu com os resultados obtidos no período correspondente ao terceiro trimestre deste ano (2021), encerrado no dia 30 do mês de setembro. 

 

O crescimento, se tratando de um superávit de US$8 milhões, ultrapassou a casa dos 70%, registrando 72% a mais em relação ao mesmo espaço de tempo do ano de 2020, que teve uma perda de US$625 milhões.

 

O percentual de evolução nos cofres da Uber foi ainda acima da estimativa prevista, esperava-se com prosperidade, uma receita de US$4,4 bilhões, entretanto o alcance chegou a US$4,8 bilhões, de acordo com dados da Refinitiv. Tal lucro teve ajuste prévio aos juros, impostos, depreciação e amortização, uma medida que não leva em consideração os custos únicos, como compensação baseada em ações. 

 

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Para os três meses que ainda restam deste ano a expectativa de crescimento é ainda maior e está na casa dos US$25 milhões e US$75 milhões. Já o lucro esperado por analistas é de uma média de US$114 milhões, segundo dados da Refinitiv. 

 

Apesar disso, executivos da empresa não negam que a preocupação dos investidores gira em torno da queda no número e até mesmo a escassez de motoristas, reiterando aos analistas do setor que incentivos que deveriam atrair novamente os motoristas de aplicativos foram deixados para trás pela companhia.

 

Foto destaque: Reprodução/GooglePlay

Vale anuncia que segunda parcela do valor previsto no Programa de Transferência de renda foi depositada

Na última quarta-feira, 3 de novembro, a Vale comunicou que fez o repasse final do valor estipulado pelo Programa de Transferência de Renda, cujo montante corresponde a R$4,4 bilhões. O depósito tem como objetivo substituir o auxílio emergencial que estava sendo pago aos atingidos desde o acontecimento do crime: o rompimento da barragem de rejeitos em Brumadinho – MG, em janeiro de 2019.


Rompimento da barragem em Brumadinho – MG. (Foto: Reprodução/Vale)


Em fevereiro deste ano (2021) um acordo entre a Vale, o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) e o governo do estado mineiro, determinou que a mineradora destine, ao todo, R$ 37,69 bilhões para a reparação dos danos ambientais, econômicos e sociais causados pela tragédia aos municípios de Minas Gerais, entretanto, tal valor não compreende as indenizações individuais que devem ser feitas às vítimas. 

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O depósito da quantia (4,4 bilhões) foi pago em duas parcelas pela mineradora, uma no valor de 2 bilhões em 18 de outubro de 2021 e outra parte de 2,4 bilhões, efetuada dez dias corridos após a data anteriormente citada. Os recursos passaram pelas correções monetárias do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e as deduções de custos de operação e os pagamentos emergenciais correspondentes ao período de junho e outubro de 2021.

Os repasses foram feitos uma vez que desde o início do mês de novembro deste ano passaram a valer os novos acordos propostos no Programa de Transferência de Renda, assinado pelas instituições da justiça envolvidas e a multinacional brasileira. 

Apesar da realização de parte dos pagamentos ter sido realizada apenas no ano de 2021, – passados mais de dois anos do desastre – em razão dos desdobramentos morosos das partes envolvidas, a empresa alega que tem prestado o apoio necessário às famílias das pessoas atingidas pelo rompimento da barragem de Brumadinho. 

 Foto destaque: Divulgação/G1