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Após o “revival” do romance entre Jennifer Lopez e Bem Affleck, as coisas entre os dois têm ficado cada vez mais sérias. Na última semana, o casal fez até mesmo um passeio em família, com os filhos de Jennifer e de Ben, as fotos em família agitaram a internet. Jennifer Lopez é mãe dos gêmeos Max e Emme, de 13 anos. E Ben Affleck tem três filhos, Violet de 15 anos, Seraphine de 12 anos e Samuel de 9 anos. Portanto, com as coisas ficando mais sérias, os pombinhos estão pensando no próximo passo do romance.
Segundo informações divulgadas nesta terça-feira (24), pela US Weekly, Jennifer e Bem andam conversando “de forma séria” sobre o possível casamento. “Ambos estão loucamente apaixonados e não querem deixar um ao outro desta vez”, disse uma fonte para o site tendo referência à primeira tentativa do romance entre eles.
Há pouco tempo, Ben Affleck foi visto em uma joalheria acompanhado de sua mãe e seu filho. Tal fato fez com que os fãs do ator suspeitassem da possível compra de uma aliança para sua amada. De acordo com uma fonte que revelou ao Hollywood Life, Jennifer Lopez estaria preparada para dizer “sim” ao pedido de casamento de Ben.
Ben Affleck na joalheria. (Foto: Reprodução/Backgrid/The Grosby Group)
Para aumentar ainda mais as expectativas, segundo fontes, o diretor de ‘Argo’ estaria determinado a lutar pela cantora e não deixar com que ela escape. E falando em casamento, o casal cogita em fazer algo mais discreto e não fazer festa luxuosa.
Jennifer Lopez e Ben Affleck tiveram seu primeiro romance entre os anos de 2002 e 2004 e chegaram até mesmo a noivar na época, mas acabaram ficando pouco tempo juntos. Portanto, os dois tiveram que cancelar o casamento por excesso da presença da imprensa na vida dos dois.
Foto destaque: Jennifer Lopez e Ben Affleck falam sobre casamento. Reprodução/Getty Images
As Olímpiadas em Tóquio estão deixando os brasileiros à flor da pele com tanta emoção. Grandes nomes estão sendo marcados nessa nova fase, algum deles são: Rebeca Andrade, Ítalo Ferreira, Mayra Aguiar, Rayssa Leal, entre outros. O Brasil já possui medalhas de ouro, prata e bronze e segue fazendo seu nome nas competições.
A atleta de skate Rayssa Leal, protagonizou um espetáculo nas pistas de skate. Apesar de ter apenas 13 anos, a brasileira deu um show e garantiu seu lugar no pódio em segundo lugar com a medalha de prata. Não faltaram elogios à pequena, ela encantou corações, chegando até mesmo aos artistas internacionais e um deles é a cantora Mariah Carey que fez questão de deixar seu comentário em público através de uma rede social.
Um vídeo das Olímpiadas mostra Rayssa se apresentando na pista de skate ao som de uma das músicas incríveis de Mariah Carey, “Fantasy” com a participação de ODB. O vídeo chegou até o Twitter de Mariah, pois uma Fan Page compartilhou o vídeo mostrando tal admiração e contando que a Fadinha, como é conhecida Rayssa no mundo do skate, havia ganhado a medalha de prata.
A cantora não poupou seus elogios. Em resposta ao post feito pela Fan Page, Mariah escreve para Rayssa, “Você é incrível” e “Parabéns”. Já podemos imaginar a reação da Fadinha vendo o comentário de uma estrela da música pop.
A ganhadora da medalha chegou ao Brasil na última quarta-feira (28), mas em um post feito em suas redes sociais explicou que cancelaria sua recepção em Imperatriz, pois o momento em que estamos vivendo é muito delicado e deixou claro que seria para evitar aglomerações entre as pessoas. A Fadinha ainda alertou ao seu público para que não deixem de usar a máscara e passar álcool gel.
(Foto Destaque: Mariah Carey faz elogios para Rayssa Leal após conquista em Tóquio. Reprodução/Instagram)
O cantor Toni Garrido é vocalista da banda Cidade Negra, uma das bandas de reggae mais famosas do Brasil. Toni é cantor, compositor e ator brasileiro. Algumas das obras que fez presença foram: Xuxa Abracadabra, Totalmente Demais e Sobrevivente Urbano.
O grupo Cidade Negra conta com 35 anos de carreira, seus lançamentos musicais marcam presença em diversos eventos nos dias atuais como a música “Onde você mora?”. Cidade Negra surgiu em Belford Roxo, no Rio de Janeiro e atualmente é composta por três membros, são eles Toni, Bino Farias e Lazão.
Nossa equipe bateu um papo bem interessante com o vocalista Toni e ele nos contou mais um pouco sobre curiosidades em sua carreira, sobre novos projetos, sobre a luta antirracista a qual Toni faz parte, entre outras coisas bem interessantes. Confira a entrevista completa na íntegra:
– Há alguns dias o Overdriver Duo lançou uma colaboração com você, a música “Teu Olhar”. Como foi o processo de iniciação para essa colaboração que promete agitar o meio musical?
Foi muito legal esse encontro com o Overdriver, a gente se conheceu quando eu fui fazer uma live para o Cazuza e um querido em comum nos apresentou, o Pepe, uma pessoa do audiovisual que estava coordenando, fazendo aquela live. E foi afinidade imediata. E a parte legal também, é que eles tiveram muita afinidade com o Jorge Israel que veio a ser um irmão, parceiro querido de canções, tenho uns 5 anos, a maior parte das faixas que tenho são feitas com ele. E eles também tiveram uma vibe boa com o Jorge Israel. Me convidaram para participar de uma canção que eles estavam fazendo, ela já tinha uma certa estrutura e eu adorei. Continuei, a gente desenvolveu mais, então acabamos que escrevemos em seis mãos essa canção. “Teu Olhar” é uma música muito legal, muito feliz com a pegada deles, e eles são talentosos. A Fabi é uma ninja, toca vários instrumentos, canta pra caramba, tem uma noção de música absolutamente maravilhosa. E o Evandro é aquilo ali que a gente sabe, aquela certeza, aquele baixo maravilhoso, aquela facilidade para produzir. É uma dupla incrível. Estou muito feliz em estar fazendo essa, mais que uma colab, uma parceria e já tem mais outras duas que a gente vai apresentar também.
Capa do single “Teu Olhar”. (Reprodução/ Divulgação)
– Sabemos que as pessoas te acompanham e adoram o som que você faz, são letras vivas que retratam muitas vidas. Você já tem em mente seu próximo projeto, música nova? Conta pra gente.
Isso você acertou na mosca! Eu continuo tentando desenvolver o que eu acho que posso fazer, não com mais facilidade, mas que eu tenha mais competência para fazer que é impressão sobre a vida, a partir da minha ótica, normalmente partindo das minhas experiência pessoais , mas não só necessariamente. Eu gosto de falar de amor universal, gosto muito de ir alterando e ir renovando os imites com as possibilidades de amar e perdoar. Gosto muito de falar sobre futuro, sobre como a vibração pode determinar o que é futuro. Tem uma canção agora que vai começar a ser divulgada, novo trabalho onde eu fiz um videoclipe em que a protagonista é uma atriz de um belo peso, preta, linda, maravilhosa…que é a minha heroína, minha gata no videoclipe da minha nova música “VAI”. Porque se a gente vai o mundo vem atrás, o sentimento leva a gente a flor da pele…
– Você tem uma marca em sua vida que é a luta antirracista, vindo de uma pessoa pública, isso é muito importante, pois dá voz a quem não tem voz. Como é a sua caminhada nessa luta?
O racismo só é vencido com educação, com leis e com espírito forte. Tem que conviver com ele, tem que combatê-lo, tem que acreditar que ele está aí. Não pode também ceder a quem diz que é “mimimi”, e é muito triste isso, mas há de ser inteligente, embasado. 50% da população é racista, de verdade, aí vai o racismo de 0 a 100 todo mundo sai, mas é total. Então a única questão que eu acho é que hoje não adianta só ser antirracista não, tem que ser anti-homofóbico…tem que ser anti um montão de coisas na ativa, caso contrário você está só criando uma bomba relógio para você, sua família e seus amigos.
– Em relação a pandemia, como foi pra você, sendo artista, toda essa situação? Lidar com lives e toda essa forma remota que invadiu nossas vidas de repente.
As lives não são shows, mas são experiências. São shows do ponto de vista da música, sempre encarei assim. Eu acho que o que a gente tá fazendo ali é levar a música a sério, tocar as coisas, tocar as pessoas, então do ponto de vista musical é um show, mas do ponto de vista da vivência não, é uma nova vivência musical. A gente tem que lembrar que é um show digital, né?! Com uma relação digital. E aí depois que foi evoluindo até você começar a ver a plateia também digital. Primeiro você só fazia a live, sabendo que as pessoas estavam te vendo. Depois você começou a poder ver a plateia em pequenos pixels dentro da sua área de atuação. Aí você tem que descobrir uma relação com aquilo, uma relação amorosa, carinhosa com aquelas pessoas que estão digitais. Isso é muito louco, mas graças a Deus tem isso. E eu acho que elas vão para um outro caminho daqui a pouco. As lives serviram para nos manter conectados, alimentados. Outros não, fizeram lives de graça e se sentiram alimentados de arte, de contato pelo menos. Vamos ver o que vem, sou grato pelas lives, só espero que a gente mude, que a gente volte melhor. Se preparem!
(Exclusivo: Toni Garrido fala sobre carreira, projetos futuros e movimento antirracista. /FOTO: Reprodução/Instagram )