Mesmo sem ter preço definido, Tesla faz entrega de Semi, caminhão elétrico primogênito

Elon Musk, presidente-executivo da montadora de automóveis elétricos, fez a entrega no dia 1º dezembro do primeiro caminhão pesado montado pela Tesla, o Semi, para à Pepsico, mesmo assim ele não forneceu uma previsão atual de qual poderá ser o valor cobrado no mercado, expedientes para sua produção e a tonelagem que ele consegue transportar de carrego.

O dono da Tesla, chegou na cena que acontecia na fábrica da montadora em Nevada, Estado americano, dizendo que o caminhão elétrico vai diminuir o lançamento gases poluidores, superando também o veículos a diesel em potência e proteção.

apesar disso, entendedores do segmento mantêm-se incrédulos quando o assunto é o potencial dos caminhões à bateria no sustento do translado de volumes pesados por milhares de quilômetros com economia.

Essa é a primeira vez que a Tesla apresenta uma novidade após Elon adquirir o Twitter, que para um pequeno numero de investidores pode ter virado uma desconcentração para o CEO. A montadora não falou sobre os valores cobrados no mercado para comprar o Semi, nem esclareceu mais sobre modelos do caminhão já projetadas ou citou o tempo previsto para entregar os veículos para a Pepsico e outros consumidores.


Semi, o caminhão elétrico da Tesla. (Foto:Reprodução/Interesting Engineering).


Outro detalhe que chamou atenção foi que a Tesla não forneceu quanto pesava o Semi sem carga, um princípio basilar que os especialistas aguardavam com ansiedade, além de avaliação relevante sobre a competência dos veículos pesados movidos a eletricidade.

Como de costume nos eventos da empresa, a entrega do Semi foi encerrada sem que houvesse chances de poderem fazer tais indagações ao presidente-executivo da Tesla.

A companhia afirmou no ano de 2017 que o modelo que tinha autonomia para 482 km do caminhão seria vendida por US$ 150 mil, já o com 804 km de autonomia sairia por US$ 180 mil. Mas, como os valores cobrados pelo carros elétricos de passageiros sofreram reajustes acentuados, não se sabe o que pode esperar.

Em recente afirmação, o presidente da Tesla, Robyn Denholm, declarou que fábrica pode montar 100 caminhões no ano de 2022. Na visão do CEO, Musk, a empresa planeja fabricar 50 mil Semis em 2024.

Veículos da classe do Semi retratam somente 1% do faturamento nos Estados Unidos, além dos 20% das remessas comuns de automóveis, comunicou a Tesla.

O caminhão entregue utiliza 3 motores movidos a eletricidade que foram criados para o modelo de performance do Model S, da empresa, sendo que somente um é para velocidade de estradas e os outros servem de reservas na necessidade de acelerar mais o caminhão, esse detalhe faz o veículo ser mais eficiente quando se trata de energia, declarou Elon Musk.

Essa coisa tem uma força absurda em relação a um caminhão a diesel”, afirmou Musk. “Basicamente, é como um elefante se movendo como um guepardo.

Foto destaque: Reprodução/LinkedIn.

NASA fecha contrato com a Icon para desenvolver tecnologia que permita edificar residências na Lua e em Marte

A Agência governamental de administração nacional Aeronáutica e Espacial, mais conhecida como NASA, comunicou na terça-feria (29) em sua página oficial na internet e nas redes sociais que já elegeu a companhia de ciência que terá a incumbência de conceber um programa para edificação de imóveis (casas), vias e plataformas de aterrissagem em Marte e na Lua. A eleita, Icon 3D Tech, realizará um negócio de US$ 57,2 milhões (perto de R$ 300 milhões, o contrato terá validade de 5 anos.

O empreendimento, com o nome de Projeto Olimpo, visa como propósito central transportar certa impressora 3D autônoma até o segundo menor planeta do sistema solar, Marte, que também da nome ao Deus da guerra divinizado pelos romanos e para Lua, nosso satélite natural. Por meio dessas maquinas é que vão ser impressas as estruturas das edificações, com os meios a disposição nos lugares.

Através de seu Twitter, a agência informou a aliança e passou as especificidades do projeto.

“Nós premiamos a Icon 3D Tech com um contrato para continuar trabalhando em um sistema de construção que poderia ser usado na Lua em Marte! Essa tecnologia foi projetada para usar recursos locais para construir infraestrutura, como plataformas de pouso, habitats, estradas e muito mais”, afirmou a NASA.


Simulacro realizado pelo computador de como serão construidas casas, plataformas de pouso e estradas na Lua. (Foto: Reprodução/Icon).


As duas organizações já estiveram juntas numa outra cooperação. A empresa de tecnologia já criou modelos de bases alienígenas para a Agência Espacial. É bom lembrar que antes de fechar o atual acordo, a Icon fazia a impressão em 3D de um habitat simulado, batizado de Mars Dune Alpha, que tem a expectativa de ser operado em missões simuladas no planeta vermelho no ano que vem.

Jason Ballard, que é cofundador e CEO da firma, considerou o programa sendo “um grande progresso na criação de um futuro melhor para a humanidade” por meio da imprensa.

 

Refúgios longe da Terra

Uma parcela desse conhecimento da firma vai ser usada para construção de refúgios no planeta vermelho e na lua. A fase iniciátiva servirá para a realização de uma sequência de ensaios para averiguar se os objetos usados, sistemas metálicos e infraestruturas que se inflam, terão condições de abrigar as pessoas da enorme alternância do clima, da radiância, dos meteoritos e do pó cósmico.

Para Jason Ballard, CEO da Icon, o conhecimento tecnológico que vem se construindo e desenvolvido pela empresa vai poder ser utilizado no ano de 2026 em missões à Lua, especialmente para a construção de residências em nosso satélite natural.  

Foto destaque: Reprodução/ Observador.

China entra de vez na era dos carros elétricos e montadora BYD vai apresentar sua marca de carros premium ano que vem

A Byd, montadora chinesa de carros elétricos e líder mundial em vendas como está em seu site, anunciou neste dia 8, terça-feira que vai apresentar ao mundo sua marca premium bem no inicio de 2023 com o nome de Yangwang, e seu exemplar numero 1 esperado pelo mercado é um automóvel off-road.

O valores dos carros à serem montados na fabrica da Byd terão preços de mercado variando de 800 mil a 1,5 milhão de iuans, cerca de US$ 110,3 mil a US$ 206,7 mil, completou a montadora do país chines. Vale observar que os preços oferecidos pela Byd são bem mais elevados que os da Tesla que oferecem preços que variam de US$ 54,490 a US$ 120 mil.

Depois de excluir veículos movidos a combustíveis fosseis do seu portfólio para 2022, a montadora chinesa conseguiu captar uma série de subsídios disponibilizados pelo governo do gigante asiático que serviram para impulsionar a produção dos carros elétricos.


A montadora chinesa BYD retirou de seu portifólio todos os veículos movidos a combustiveis fósseis. ( Foto: Reprodução/GettyImages).


A chinesa Byd, montadora que produz aumotómveis híbridos plug-in e veículos elétricos, foi a líder quando o assunto é vendas no segmento do maior mercado automotor mundial, o faturamento da empresa mais que triplicou somente de janeiro a outubro de 2022, isso levou as vendas a baterem o número expressivo de 1,4 milhão de carros.  

Outra coisa que vale relembrar é que a montadora chinesa tornou-se a terceira empresa de automóveis mais valiosa do mundo, isso em março, e seu valor de mercado foi avaliado e cerca de US$ 113,15 bilhões um dos fatores que tem contribuído para essa mudança é o compromisso que a empresa tem de dar ao ecossistema através de seus carros zero emissões poluentes procurando sempre as melhores soluções em energia limpa, principalmente para os carros.

O que pode ser uma boa noticia para o Brasil, uma vez que a Byd ficou um carta de intenções com o governo baiano para fabricação de ônibus, caminhões e carros na extinta fabrica da ford no município de Camaçari na BA. A previsão, segundo governo baiano é que a montadora de a construção das instalações em junho de 2023.

Foto destaque: Reprodução/ loja BYD/ UniversoMotor

Volkswagen convoca montadoras para cessar investimento em propaganda no Twitter depois que Elon Musk exercer o comando da mídia social

Depois que Elon Musk adquiriu a rede social a montadora de veículos alemã, Volkswagen, declarou na sexta-feira (4) que propôs as suas marcas cessarem as campanhas publicitárias pagas na rede social Twitter enquanto aguardam novas diretrizes. “Estamos monitorando de perto a situação e decidiremos os próximos passos dependendo de sua evolução”, declarou montadora líder da Europa através de comunicado.  

Marcas gigantes fazem parte do grupo Volkswagen, Cupra, Audi, VW, Seat, Ducati, Porche e Bentley. Companhias do segmento tendem a ir na mesma direção, como a General Mills e GM.

Elon Musk por sua vez não twittou nada em sua rede social comentando a questão. Ao contrario, na publicação mais atual, no início da tarde, advertiu militantes que, na sua visão, fazem pressão para as marcas cortarem os anúncios pagos que causam perdas na receita. “Estão tentando destruir a liberdade de expressão na América”, alegou o sul-africano.


O grupo Volkswagen é uma das marcas que vai suspender as publicidades pagas no Twitter. (Foto: Reprodução/Tibaa)


Na sexta-feira (4), o empresario viajou para Nova York, onde participou de uma conferencia voltada para investimentos. No evento o empreendedor reiterou sua fala  em contraposição aos ativistas e afirmou que as diretrizes que moderam o conteúdo da mídia social não sofreram nenhum tipo de alteração até este momento.

Enquanto chegava a um desfecho final, a transação entre Elon Musk teve muitas idas e vindas que causaram inúmeras polêmicas, muitas delas foram acompanhadas por todo mundo através das declarações de Musk no próprio Twitter.

Uma das últimas do novo dono da rede social foi chegar à empresa segurando uma pia, isso deu a entender que o empresario pretendia fazer uma limpeza na companhia que acabaria culminando na redução de custos e no corte de funcionários  prevista para a próxima semana.

Musk tambem declarou que a rede social não irá repor usuários que foram banidos sem clareza no processo de avaliação, isso vale para Donald Trump, o twitteiro mais popular a sofrer com o banimento. 

Foto destaque: Reprodução/HeraldoAragon

Banco Santander obstrui Reino Unido de fazer transferências para aplicações de criptoativos

 

O banco Santander impossibilitará que correntistas da Grã-Bretanha transfiram vencimentos online para plataformas de criptoativos em 2023 como item dos parâmetros de proteção para os clientes de estelionatos, afirmou a instituição através de declaração no dia 4, sexta-feira.

Ainda sem uma data definida, o Santander anunciou que vai introduzir barreira para todos o vencimentos em tempo real para transferencias de criptomoedas realizadas por telefones e pagamentos nas agencias, atividades bancarias online e nos celulares.

A instituição financeira se junta a partir do dia 15 de novembro a outros bancos varejistas do Reino Unido visando criar um limite de transferencias decorrentistas para corretoras de criptomoedas. O limite enfrentado pelos clientes será de mil libras (US$ 1.123) para cada transação e três mil euros no máximo dentro do período de 30 dias. Os correntistas vão poder receber os rendimentos das plataformas de criptoativos.


Santander segue o exemplo de outros bancos do Reino Unido. (Foto: Reprodução/CriptoFácil)


A iniciativa do banco aconteceu depois que o Santander observou um aumento exponencial na quantidade de correntistas da Grã-Bretanha se transformando em vítimas estelionato caindo em golpes fraudulentos de criptoativos nos meses recentes, comentou o banco.

“Pretendemos proteger ainda mais os clientes bloqueando todos os pagamentos mais rápidos que identificamos para trocas de criptomoedas das contas do Santander – isso será implementado ao longo de 2023”, afirmou a instituição.

Em relação a Binance a instituição financeira declarou que o procedimento vai continuar com a manutenção do bloqueio que foi introduzido no ano de 2021 depois que um sinal vermelho emitido pelo regulador financeiro do Reino Unido em relação a plataforma.

Por ser muito mais fácil inovar do que regular, o mercado de criptoativos vem sofrendo com escândalos e provocando a descrença de muitos e causando insegurança no mercado. Todas as dificuldades envolvidas nas transações relacionadas as criptomoedas fez com que instituições financeiras mais tradicionais tomassem medidas afim de proteger seus clientes.

Foto destaque: Reprodução/SeuDinheiro

União Europeia solicita à Rússia anulação que embarga tratado de grãos com Ucranianos 

No dia 30 de outubro a UE solicitou ao país russo que revertesse a ordem de abdicar do tratado de grãos que teve a ONU como mediadora, essa decisão da Rússia atrapalha o esforço realizado para suavizar um colapso global de alimentos, a Ucrânia diz que essa é uma estratégia planejada com anterioriadade por Moscou.

A suspensão do acordo da participação russa no acordo do Mar Negro foi anunciada de Moscou no sábado interrompendo imediatamente o embarque de commodities saídos da Ucrânia, considerado uma potencia exportadora de grão que abastece o planeta. Essa decisão foi uma retaliação segundo a Rússia à um ataque ucraniano feito com um drone no começo do dia a tropa russa próxima ao porto de Sevastopol, na área da Crimeia, adicionada ao país do presidente Putin.

“A decisão da Rússia de suspender a participação no acordo do Mar Negro coloca em risco a principal rota de exportação de grãos e fertilizantes muito necessária para enfrentar a crise alimentar global causada pela guerra contra a Ucrânia. A UE apela à Russia para Reverter sua decisão”, declarou Josep Borrel, chefe de política externa da UE, em post no Twitter    


O mundo pode viver uma crise global de alimentos e Ocidente faz apelo para Rússia. (Foto: Rerodução/DiariodeNoticias) 


No dia 29, o presidente americano, Joe Biden, afirmou que a decisão é “puramente ultrajante”, lamentando que a medida vai tornar ainda maior o problema da fome no mundo, já Antony Blinken, secretário de Estado, acusa a Rússia de fazer uma guerra de fome, tendo como armas alimentos. Do outro lado, o representante da embaixada russa em Washington respondeu, segunde ele a declaração do Estados Unidos foi “ultrajante”.

Segundo Ministério da Defesa da Rússia o país ucraniano havia feito um ataque com 16 drones na manhã de sábado, e afirmou que  os “analistas” da marinha da Inglaterra colaboraram na estratégia que chamaram de terrorismo.

O país russo declarou que contra-atacou, mas que a intenção eram os navios que fazia a garantia da passagem dos grãos através dos portos do Mar Negro ucraniano. Para Dmytro Kuleba, ministro das Relações Exteriores ucraniano, os russos usaram como “falso pretexto”, explosões que ocorreram a 220 km do corredor de grão, par deflagrar essa operação que ja estava planejada havia tempo.

“A Rússia planejou isso com bastante antecedência. A Rússia tomou a decisão de retomar seus jogos de fome há muito tempo e agora tenta justifica-la”, expressou o ministro através de seu Twitter, sem apresentar qualquer evidencia. Outro que acusou a Rússia de criar essa ficção de ataque terrorista contra suas bases de operações foi o chefe de gabinete do presidente da Ucrânia Volodymyr Zelenskiy. 

Esse movimento de saída da Russia do tratado de grãos cria um novo marco onde se vê a guerra expandir. Tudo começou com a invasão russa à Ucrânia oito meses atrás, e mais recentemente foi contida pela contraofensiva da Ucrânia, evoluindo para ataques de mísseis e drones da Rússia responsáveis pela destruição de mais de 30% do potencial de geração do país ucraniano, alem de atingirem locais onde residem civis.

Foto destaque: Reprodução/ Bandeira UE/Besthqwallpapers

Mercado brasileiro de games é avaliado em R$ 12 bilhões e abre novos horizontes com o marco regulatório

No Brasil o mercado de games tem a expectativa de abrir horizontes vivendo um novo momento. Na última semana, o Projeto de Lei para regulamentar a fabricação, comércio, importação e criação de jogos eletrônicos no Brasil foi aprovada na Câmara dos Deputados. O conhecido PL 2.796/2021 cria um marco regulatório, ou legal, para industria dos Games, agora vai ser apreciado no Senado.

O advogado da área de Tecnologia do Machado Meyer, Mauricio Tamer, esclarece que a criação dessa legislação, “a indústria dá os primeiros passos importantes de segurança jurídica com definições importantes, fomenta o desenvolvimento do setor, reforça o papel do Estado como incentivador do segmento e faz justiça equiparando o tratamento tributário dos jogos eletrônicos com produtos de informática.”

Maurício continua a explicação, se deferido no Senado, o marco vai determinar itens que são relevantes. “Ele traz, por exemplo, a definição de que os jogos de azar não são considerados como jogos eletrônicos, reforça a livre iniciativa no desenvolvimento de jogos, podendo o Estado apenas limitar a classificação etária indicativa e reconhece a possibilidade dos jogos serem usados para fins terapêuticos e educacionais.”


O Brasil é lider no setor de games na América Latina e agora com o marco legal a industria pode viver nova fase. (Foto: Reprodução/EsportsCelerity)


“O avanço do projeto é muito relevante para fomentar toda a indústria do setor, desde desenvolvedores até fabricantes de hardware e periféricos, e trazer mais segurança jurídica. Promove o reconhecimento justo ao crescimento dos e-sports e incentiva o ensino tecnológico e a inovação. Propõe também a delimitação da legalidade das práticas, desde que elas não se caracterizem estritamente como jogos de azar, ou seja, jogos pautados exclusivamente na sorte ou chance”, finalizou Tamer.

O país no setor de games é o maior da América Latina e tem lucros que se aproximaram de R$ 12 bilhões só no ano passado, a previsão para 2022 espera crescimento de 6%, de acordo com a consultoria Newzoo, somado a isso, o Brasil se destaca pelo consumo, outro dado positivo é que o setor abre vagas de empregos e tem contratado profissionais com especialização para a industria. O principal indicador do setor, Pesquisa Game Brasil (PGB), em sua nona edição, apontou aumento de 2,5 pontos percentuais em comparação ao ano anterior que teve 74,5% do total populacional do país revelando jogar esse ano. Cada vez mais a população brasileira se identifica como um gamer.

Foto destaque: Reprodução/DropsdeJogos

Após distrato com Adidas Kanye West não está mais na lista de bilionários

Não fazem muitos dias, o empreendedor de vestuário e cantor de rap Kanye West abusou da diplomacia tecendo argumentos antissemitas nas redes sociais e na imprensa nacional, esse comportamento deixou a marca Adidas, parceira comercial do rapper, pressionada a tomar uma atitude.

Posso dizer coisas antissemitas – e a Adidas não pode me dispensar”, expressou o cantor, agora chamado pelo nome Ye, tudo dentro dos conformes da lei, num podcast chamado Drink Champs no começo do mês. O rapper que tinha essa parceria comercial com a fornecedora de materiais esportivos desde 2013 em uma linha de calçados com preços a peso de ouro e outra mais popular, a Yeezy, até então, por causa do lucro que dava com seus artigos, Kanye achava que estava acima de tudo.

Isso porque cerca de 4% a 8% dos produtos totais vendidos são da linha Yeezy, segundo a casa de investimentos Cowen. Mas quem saiu perdendo muito mais foi sem duvida foi Kanye West, isso porque o contrato com adidas correspondia a US$ 1,5 bilhão do patrimônio.

As afirmações proferidas pelo rapper não repercutiram bem dentro da empresa de materiais esportivos, sendo alemã, e fundada por nazistas, deixando-a em uma situação vexatória diante do cenário global que luta justamente contra qualquer tipo de discriminação. Depois do episódio o que se seguiu foi um grande constrangimento para a marca que se viu pressionada a romper os laços comerciais com West, uma vez que suas palavras contra os judeus receberam a condenação das camadas mais importantes de Hollywood. Durante algumas semanas a empresa evitou o assunto, fora no dia 6/10 para informar que seu contrato com Ye estava sendo examinado.

As coisas se complicaram ainda mais após uma imagem ser divulgada no último fim de semana onde se via uma faixa suspensa num viaduto de L.A, onde se podia ler “Kanye estava certo sobre os judeus”, junto estava um grupo de supremacistas brancos realizando Heil Hitler, a conhecida saudação nazista, para os motoristas que passavam pelo local. Ao que parecia, os supremacistas estavam fazendo referencia ao tuíte “death com 3 on jewish people” postado por Kanye West, agora Ye, que acabou bloqueado da rede Twitter. Ye não parou no Twitter, continuou disparando seus comentários no Instagram que também acabou bloqueando sua conta, além de muitos milhalheres de usuários das redes terem feito barulho para que Ye fosse dispensado da Adidas.


A vida não está facil para Ye, agora ele não está na lista de bilionários da Forbes. (Foto: Reprodução/Edward Berthelot/GC Image)


Todo mundo esperava um pronunciamento da Adidas que finalmente saiu hoje, dia 25 de outubro, anunciando que a relação contratual com o rapper estava encerrada. Mesmo causando muito prejuízo para a empresa, quem mais sai perdendo nessa é o rapper, isso vai lhe custar um lugar na lista seleta de bilionários.

“A Adidas não tolera antissemitismo e qualquer outro tipo de discurso de ódio. Os comentários e ações recentes de Ye foram inaceitáveis, odiosos e perigosos, e violam os valores da diversidade e inclusão, respeito mútuo e justiça da companhia”, se pronunciou a empresa através de comunicado. “Após uma avaliação completa, a Adidas tomou a decisão de encerrar a parceria com Ye imediatamente, encerrar a produção de produtos da marca Yeezy imediatamente “.

Os acontecimentos produziram a queda de valor de um dos figurões dos mais ousados e voláteis que estiveram presentes tanto nas páginas quanto na capa da Forbes. O cantor de rap não se deu ao trabalho de responder ao pedido de comentário da revista.

O cálculo feito para chegar ao valor de US$ 1,5 bilhão saiu por um múltiplo de ganhos em 12 meses. Em conversas com analistas do setor, ficou considerado que ele recebeu da empresa de material esportivos valores parecidos com os que recebe dos catálogos musicais e de filmes. Especialistas afirmaram que o fluxo de renda da Adidas pode ser alienado, do mesmo jeito como dezenas de músicos do calibre de Bruce Springsteen e Bob Dylan fizeram as vendas de seus trabalhos ultimamente.

Ye sem o contrato da Adidas tem sua fortuna avaliada em US$ 400 milhões. A outra parte de onde vem a seu money são imóveis, cash vivo, suas músicas, e pequena participação de 5% no empreendimento Shapewear, de Kim Kardashian, a Skims. Marca essa que Ye não mostra interesse desde seu lançamento, em 2019.

Agora Ye vai precisar lidar com seus próprios fantasmas de grandeza pois encerra uma fábula como bilionário que teve inicio em 2020 quando o cantor entrou na lista dos que tinham fortuna estimada em US$ 1 bilhão, na época Ye não ficou satisfeito, alegou que sua fortuna era de US$ 3,3 bilhões, e mandou uma indireta para Forbes onde dizia que ninguém lá sabia contar.

A megalomania de Ye não parou e ano após ano ele reclamou com a Forbes que sua fortuna estava subvalorizada e chegou ao cúmulo de enviar documentos para comprovar os valores de sua parceria com a Adidas, afirmando que seriam de US$ 4 bilhões. A frustração do rapper com a Forbes quando soube que seu faturamento seria de US$ 2 bilhões acabou indo parar nos tablóides.


Existe a chance da ousadia de Ye o levar a relançar a Yeezy com dinheiro do próprio bolso. ( Foto: Reprodução/ETCEPOP)


Perder o contrato com a Adidas foi a pa de cal no patrimônio liquido do rapper Ye. A partir daí tudo foi acontecendo com uma bola de neve rolando a montanha, a Gap terminou com a parceira junto a Yeezy em setembro. No começo de outubro o JP Morgan retirou os investimentos de Ye, segundo dizem. A famosa casa francesa de moda Balenciaga impediu qualquer tipo de relacionamento com Ye no dia 21 de outubro. Mesmo assim ele foi visto desfilando na passarela da Paris Fashion Week.

Os problemas por causa de sua língua solta ainda ontem surtiam efeitos e a produtora MRC informou que não disponibilizaria no ar um documentário sobre Ye, e não parou aí, a CAA, agencia de talentos que cuidava da carreira do cantor acabou dispensado o contratado.

A colaboração entre ambos acontecia desde 2013, ano que sua parceira com a Yeezy foi anunciada. Dez anos depois o rapper esteve envolvido em um conflito atras do outro: A gravadora Universal antiga união, Taylor Swift até a ex Kim Kardashian e Pete Davidson, namorado da celebridade no período foram algumas.

Esse parece o final de um ciclo, mesmo assim é bom ficar atento por Ye pode ter a chance de relançar a Yeezy com dinheiro do próprio bolso. Ye, a cinco dias atrás fez a primeira postagem no Parler, rede social de extrema-direita que ele comprou por um valor que não veio a público, isso tudo se deu após Twitter e Instagram bloquearem suas contas. Ye foi além e mencionou Romanos 8:31. 

“Que diremos então a estas coisas? Se Deus é por nós, que será contra nós?”     

Foto destaque: Reprodução/ThirstyforNews 

Grupo Assaí acredita na reorganização dos estoques comerciais neste quarto trimestre 

A confiança é grande, por isso o grupo Assaí, que popularizou a expressão atacarejo, acredita que nesse quarto trimestre eles alcançarão resultados melhores que no terceiro trimestre, junto com essas expectativas a rede aplica um programa de abertura de novos estabelecimentos comerciais de maneira rápida, ao mesmo tempo consumidores aumentam os pontos de estoques de artigos e mercadorias para esse final de ano que tem uma Copa do Mundo como pano de fundo.

“Temos expectativas de volumes (de vendas) melhores que no terceiro trimestre… o ajuste (redução) de estoques dos clientes ja aconteceu no terceiro e o próximo será o quarto trimestre pós-pandemia e ainda vamos ter Copa”, analisa o presidente-executivo da firma, Belmiro Gomes, por meio de videoconferência junto a analistas.

“Temos expectativa altamente positiva (sobre as aberturas de lojas no quarto trimestre)”, adicionou Belmiro. Mesmo com todo otimismo da analise, o executivo reconheceu que determinadas classes de mercadorias, por exemplo as dependentes dos insumos relacionados ao petróleo e aos importatos ainda serão ajustados pelos clientes quanto ao seu poder de compra.

Os papeis do grupo sobrevoavam entre as grandes altas do Ibovespa às 12h52, com avanço de 3,8%, no índice o ganho era de aproximadamente 1%. Os ativos do Assaí podem ser incluídos no índice da América Latina na próxima revisão da composição dos índices acionários MSCI, foi a previsão dos estrategistas do Bank of America

Na noite do anterior a empresa apresentou baixa de 48% na receita liquida do terceiro trimestre comparando com mesmo período do ano passado, a diferença é que na pratica o resultado foi outro indo além do esperado pelo mercado, impulsionado pelo crescimento das vendas da ordem de 9%


Assaí quer abrir 45 lojas até o final de 2022. (Foto: Reprodução/CapitalNews)


A firma tem como alvo chegar a lucro anual superior de R$ 100 bilhões ate 2024. No montante somado até o mês de setembro, o rendimento somado era de R$ 42,2 bilhões, crescimento de 28% comparado aos primeiros nove meses de 2021, chegando a R$ 65 bilhões.

Indagado em relação a meta num período em que a empresa acelera para reabertura de 70 lojas adquiridas do Extra em 2021, Belmiro Gomes ratificou o alvo e acresceu que cumprir o objetivo “está num ponto até do que a gente tinha planejado”.

O CEO observou que o grupo, entretanto, aguardará a inauguração de outras lojas compradas do Extra e o alargamento desse tempo de maturação. “Talvez na divulgação (do balanço do quarto trimestre) venhamos com um numero mais otimista”.

Em relação as margens, Daniela Papa, diretora financeira, reiterou que com o aumento de lojas abertas do Extra no quarto trimestre depois de 14 transições entre julho e setembro, os custos totais e administrativos como porcentagem de ganho liquido “ainda ficarão acima de 9%, com certeza”.

Com a finalidade de realçar a grandeza do projeto que vai expandir o parque de lojas, em grande parte financiado pelo próprio caixa que a empresa gerou, Gomes declarou que a dimensão do cimento usado neste programa em 2022 equipara-se a “seis estádios do maracanã”.

A companhia tem o propósito de fazer a reabertura de 45 lojas com a sua marca em 2022, isso significa um numero aproximado de 30 transições somente nesse quarto trimestre. Só comparando, o Atacadão, maior concorrente, que pertence ao Carrefour Brasil, tem planos de inaugurar 12 até o final do ano.

O planejamento do grupo visa mais 25 conversões até o final do primeiro semestre do ano que vem totalizando aproximadamente 300 estabelecimentos. Rival direto, o Atacadão no final de junho de 2022 o total de 321 lojas convencionais e mais 33 dentro  conceito “atacado de entrega”.

Perguntado a cerca dos recursos disponíveis em caixa para montar grandes armazenamentos para as transições, Wlamir do Anjos, vice-presidente comercial, reiterou que a firma sustenta a uniformidade porque os novos comércios estão nos meios urbanizados, isso trás movimento grande de consumidores.

Conseguir alargar os prazos de pagamento junto aos fornecedores ajudou muito, disse Belmiro e o executivo. “A melhoria (no capital de giro) vai ficar visível provavelmente nos números do primeiro trimestre do ano que vem”, afirmou Gomes.

Foto destaque: Reprodução/NewTrade

Estudo divulgado pelo Datafolha faz índice da Bolsa de Valores subir

No Brasil, o mercado financeiro, na quinta-feira (20), conseguiu fechar em alta e foi superior ao panorama internacional onde predominou contexto negativo. O índice Ibovespa, parâmetro da Bolsa  de Valores brasileira exibiu avanço de 0,77%, batendo 117.171 pontos.

Muito dessa elevação se deu por conta da valorização dos papeis das exportadoras de insumos metálicos e das companhias que tem participação no governo federal. As empresas governamentais ficaram nos primeiros lugares quando o assunto foi performance no Ibovespa. A número 1 em calibre de negociações durante a sessão foi a Petrobras, com avanço de 2,96%. Maior alta do dia foi do Banco do Brasil que teve um aumento de 4,68%.

Segundo analistas, essa alta foi beneficiada após investidores avaliarem a possibilidade do candidato  a reeleição Jair Bolsonaro (PL), que está mais de acordo com  a visão do mercado, sair vitorioso do pleito no segundo turno disputado com ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nessa corrida eleitoral o candidato do PT ainda está na dianteira com 49% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 45%. Com isso, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais e menos, os candidatos apresentam um empate técnico. Os votos indecisos tem 1%, os brancos e nulos podem ser o fiel da balança somando 4%.


Lula ou Bolsonaro e as expectativas do mercado quanto ao resultado das eleições. (Foto: Reprodução/APPhotos)


“O empate técnico das duas candidaturas é o que está trazendo esse ânimo para os ativos locais”, disse Fabio Guarda, sócio e gestor da Galapagos Capital. Em pesquisa realizada anteriormente, o candidato Lula apresentava 49% das intenções contra 44% de Bolsonaro.

“O mercado entendeu que existe agora uma maior probabilidade de Bolsonaro ganhar no segundo turno do que ele tinha, por exemplo, logo após o primeiro turno”, acentuou Filipe Villegas, estrategista de ações da genial Investimentos.     

O cenário chinês em relação a diminuição das restrições de combate a Covid contribuíram para esse efeito positivo na Bolsa brasileira, uma vez que companhias que produzem minério de ferro e aço, insumos com grande demanda no país comunista, figuraram na lista das mais valorizadas no dia. Usiminas, CSN e Vale tiveram altas respectivas de 2,9%, 3,96% e 1,28%.

Na China, os líderes que representam o governo debatem a redução da quarentena para pessoas de outros países que desembarcam no gigante asiático, informou noticiário da Bloomberg na quinta-feira (20). Agora, o estrangeiro que chega na China é obrigado a ficar sete dias isolado em um hotel, depois cumprir mais três em sua residência.

A explicação dada por Heitor de Nicola, especialista em Renda Variável da Acqua Vero, é de que qualquer abertura para melhorar a atividade econômica na China, mesmo ínfima, tem poder de fazer movimentos sólidos na Bolsa do Brasil, empurrados pela robusta influencia que a mineradora tem sobre o índice Ibovespa.

“A China importa 80% do minério de ferro comercializado e eles compram de quatro empresas, três australianas e uma brasileira, que no caso é a Vale”, afirmou Heitor Nicola.  

O valor do minério de ferro mostrou boa recuperação quinta-feira (20), depois de no dia anterior sofrer recuo que baixou o preço para casa dos US$ 90 por tonelada seca, que foi o menor preço em 12 meses.

As companhias dependentes dos consumidores internos, que espelham o que é esperado para a economia domestica, apresentaram desempenho negativo. Analistas deixaram claro que esse movimento expressa a preocupação do mercado interno relativa ao aumento dos gastos públicos por causa do comportamento dos concorrentes à presidência.

A previsão é de resultados negativos relacionados aos balanços do terceiro trimestre quando analisados o setor de comercio eletrônico, Americanas e Via despencaram respectivamente 13% e 7% durante a sessão.

“Os candidatos vem falando em aumento de salário, cortes de imposto e isso volta a alertar para a questão do risco fiscal, então, as empresas mais relacionadas coma economia domestica sofrem mais”, salientou Rodrigo Moliterno, chefe de renda variável da Veedha Investimentos. 

Em Nova York o mercado financeiro fechou o dia em baixa. os Índices Dow Jones e Nasdaq quedaram 0,30% e 0,61%. O S&P 500 teve uma perda de 0,80%. 


A primeira-ministra britânica, Liz Truss, sai de cena antes do esperado e apressada após sucessão de equivocos, segundo especialistas. (Foto: Reprodução/LaRazón)


Reino Unido, Libra, Renúncia, Dólar e Real

Em comparação com a moeda americana, dia que o dólar mostrou célere retração mundial, o real conquistou sua maior alta entre as principais divisas do mundo. No câmbio brasileiro, o dólar encerrou o pregão em baixa de 1,08%, cotado a R$ 5,2180.

No Reino Unido, a libra esterlina, mostrou uma rápida melhora depois da renúncia da primeira-ministra britânica, Liz Truss, esse, segundo Villegas, da Genial Investimentos, pode ter contribuído para o enfraquecimento da divisa norte-americana na quinta (20).

O avanço da moeda do Reino Unido apresentou avanço de 0,54% no embate ante o dólar, e a cotação chegou a US$ 1,1231. No periodo em que a Grã-Bretanha foi gerida por Liz Truss, a divisa britânica chegou a baixas históricas diante do dólar, muito por conta da falta de confiança do mercado acarretada por um pacote de medidas econômicas do governo de Truss. Na comparação direta com o real, a moeda bretã terminou o dia desvalorizada, com 0,98%, no valor de R$ 5,8598. 

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