Ministério da Saúde antecipa campanha de vacinação contra a gripe em 2024

Neste ano, o Ministério da Saúde optou por antecipar a campanha de vacinação contra a gripe. Costumeiramente realizada entre abril e maio, neste ano, ela começará em 25 de março. Essa decisão é uma resposta ao aumento da circulação de vírus respiratórios no país, uma preocupação contínua das autoridades de saúde, especialmente em meio aos desafios apresentados pela pandemia de COVID-19 e suas variantes.

Segundo o Ministro da Saúde, a antecipação é uma medida preventiva para proteger a população, especialmente os grupos mais vulneráveis, como os idosos, gestantes, profissionais de saúde e educação, diante do inverno que se aproxima. Desde o ano anterior, tem sido observada uma antecipação da circulação de vírus respiratórios em geral, justificando a necessidade de agir com celeridade para garantir a imunização adequada.

Imunização de 75 milhões de pessoas

Durante a campanha de vacinação contra a gripe em 2024, estima-se que 75 milhões de pessoas receberão imunização. A vacina empregada é trivalente, o que significa que oferece proteção contra três cepas de vírus em combinação, proporcionando uma cobertura ampla contra os principais vírus em circulação no Brasil.

O público-alvo da campanha inclui uma ampla gama de grupos prioritários, tais como crianças de seis meses a menores de seis anos, trabalhadores da saúde, gestantes, idosos com 60 anos ou mais, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, profissionais das forças de segurança e de salvamento, entre outros.

A inclusão de diversos segmentos da população visa garantir uma proteção eficaz contra a gripe e suas complicações, contribuindo para a redução da morbidade e mortalidade associadas à doença.

Distribuição e calendário


A vacina da gripe começará a ser aplicada no dia 25 de março (reprodução/Portal Sul)

A distribuição das doses da vacina contra a gripe terá início em 25 de março nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Porém, no Norte do país, a campanha será realizada no segundo semestre. Essa abordagem tem sido adotada desde 2023 para considerar as particularidades climáticas da região, em vista do início do Inverno Amazônico, período de maior circulação viral e transmissão da gripe.

Além disso, é importante ressaltar que a vacina contra a gripe também estará disponível em clínicas particulares para aqueles que não se enquadram nos grupos prioritários da campanha e desejam se proteger contra a doença.

Estratégias de vacinação

A vacinação contra a gripe demanda um planejamento detalhado e amplo para assegurar uma cobertura vacinal adequada em todo o território nacional. Por essa razão, o Ministério da Saúde adota o microplanejamento, uma estratégia colaborativa com os estados e municípios visando fortalecer e ampliar o acesso à vacinação, considerando as particularidades de cada região.

Dentre as estratégias passíveis de serem adotadas por meio do microplanejamento pelos municípios, destacam-se a realização do Dia D de vacinação, a busca ativa por não vacinados, a vacinação em escolas, a ampliação dos pontos de vacinação para além das unidades de saúde, a verificação da caderneta de vacinação e a intensificação da vacinação em áreas indígenas, entre outras medidas.

A execução eficiente dessas estratégias é crucial para garantir que a vacinação contra a gripe alcance os grupos prioritários de maneira abrangente e eficaz, contribuindo para a redução dos casos graves e óbitos associados à doença, além de promover a saúde pública em todo o país.

Após perder o processo, Príncipe Harry fica com dívida de um milhão de libras

O Príncipe Harry, caçula do Rei Charles III, está enfrentando uma dívida estimada em um milhão de libras, equivalente a R$ 6,2 milhões, após perder um processo judicial contra o governo britânico. A disputa girava em torno da remoção de seu aparato de segurança pessoal após sua saída da realeza em janeiro de 2020.

Desde então, Harry tem travado uma batalha pela manutenção do serviço de segurança fornecido pelas autoridades britânicas. Sua renúncia às funções reais desencadeou uma série de mudanças em sua vida, incluindo a perda do direito aos serviços de segurança públicos providos pelo governo.

O jornal britânico Daily Standard informa que, apesar da derrota nos tribunais, Harry está considerando recorrer da decisão da Justiça do Reino Unido. No entanto, a expectativa é que ele seja responsabilizado financeiramente pela dívida decorrente da disputa legal.

Falta de seguranças pessoais


Uma das dificuldades de retornar ao Reino Unido, segundo príncipe Harry, é a falta de seguranças (Foto: reprodução/GZH)

Desde sua saída da realeza, Harry tem enfrentado obstáculos durante suas visitas ao Reino Unido na companhia de sua esposa, a Duquesa Meghan Markle, e seus filhos. A ausência de segurança foi destacada por ele como uma das razões que tornam difícil seu retorno frequente ao país.

Recentemente, Harry esteve em Londres para uma visita rápida ao pai, o Rei Charles, após ser informado sobre o diagnóstico de câncer do monarca. Sua esposa, Meghan, por sua vez, esteve no Reino Unido pela última vez em setembro de 2023, para participar do funeral da Rainha Elizabeth II.

Segundo o jornal britânico Daily Mirror, a tendência é que Harry e sua família se distanciem ainda mais do Reino Unido e da Família Real após a derrota na Justiça Britânica. Apesar disso, Harry permanece como o quinto na linha de sucessão ao trono britânico.

Em resposta à decisão judicial, os representantes legais de Harry afirmaram que ele não busca tratamento preferencial, mas uma aplicação justa das regras de segurança. Enquanto isso, o governo britânico defende que o sistema de proteção é rigoroso e proporcional.

Esperança em relação ao câncer do pai

Harry expressou esperanças de que a doença de seu pai possa ser um catalisador para a união da família, apesar das tensões e do distanciamento desde sua mudança para os Estados Unidos. A decisão da Alta Corte de que não houve ilegalidade na remoção da segurança policial pessoal de Harry quando ele está no Reino Unido encerra temporariamente essa disputa judicial.

Presidente Joe Biden realiza exame médico anual no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed

O presidente americano, Joe Biden, anunciou que visitará o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed nesta quarta-feira (28) para realizar seu exame médico anual de rotina. Aos 81 anos, o democrata já é o presidente mais velho da História dos Estados Unidos, mas sua disposição para disputar um eventual segundo mandato continua sendo tema de discussão entre eleitores e analistas políticos. Se eleito, deixará o cargo aos 86 anos, o que intensifica o debate sobre sua saúde e capacidade de liderança.

Após exame físico mais recente, realizado em fevereiro de 2023, os médicos afirmaram que Biden estava “saudável, enérgico e plenamente capaz” de desempenhar suas responsabilidades na Casa Branca. No entanto, preocupações sobre sua idade têm sido levantadas por eleitores e analistas, especialmente diante de lapsos de memória, tosses frequentes e seu caminhar lento. Esses sinais levantam questões sobre sua capacidade de manter um nível ótimo de desempenho e liderança em um segundo mandato, se reeleito.

Respostas e zombarias

Na terça-feira, Biden se defendeu novamente contra alegações de que está “velho demais” para concorrer a outro mandato, usando até mesmo o humor. Em entrevista ao programa “Late Night With Seth Meyers”, o presidente brincou sobre sua idade e zombou do ex-presidente Donald Trump, seu possível concorrente, por questões semelhantes. Esta abordagem, embora leve e humorada, evidencia a sensibilidade do tema e a necessidade de resposta por parte do presidente diante das críticas.

A Casa Branca informou que divulgará publicamente um resumo por escrito do exame físico anual do presidente ainda nesta quarta-feira. O exame deste ano ocorre em meio à preparação para uma possível revanche entre Biden e Trump na eleição presidencial de 5 de novembro. O resultado do exame e sua divulgação pública podem influenciar a percepção do eleitorado sobre a saúde e a capacidade de liderança do presidente, especialmente em um cenário político tão polarizado.

Disputa política e questões de saúde


Presidente Biden é o chefe de Estado mais velho dos EUA (Fotografia: Reprodução/R7.com)

Enquanto os dois candidatos se preparam para a corrida eleitoral, acusações de declínio mental são lançadas de ambos os lados. Questões sobre a idade e a capacidade de liderança são levantadas não apenas pelos candidatos, mas também por figuras políticas e eleitores. A incerteza sobre a saúde e a capacidade de Biden para um eventual segundo mandato pode ser explorada por seus oponentes como uma fraqueza política, enquanto seus apoiadores destacam sua experiência e habilidades de liderança como ativos fundamentais para a nação.

No exame físico do ano passado, os médicos declararam Biden saudável e “apto para o trabalho“, após a remoção de uma lesão em seu peito. Além disso, foi declarado livre de sintomas de Covid-19 prolongada, após ter contraído o vírus em 2022.

Ex-presidente Jair Bolsonaro é internado para exames de rotina no Hospital Vila Nova Star

Na manhã desta quarta-feira (28), o ex-presidente Jair Bolsonaro foi novamente alvo das manchetes ao ser internado no Hospital Vila Nova Star, localizado na capital paulista. A razão para essa hospitalização foi a realização de uma série de exames médicos de rotina, englobando tanto análises laboratoriais quanto procedimentos de imagem.

Desde o fatídico episódio da facada durante a campanha presidencial de 2018, Bolsonaro tem enfrentado diversas questões sobre sua saúde. O atentado deixou sequelas significativas, requerendo uma atenção médica rígida e contínua.

Os exames foram conduzidos sob a supervisão direta do médico pessoal do ex-presidente, Dr. Antônio Macedo, um renomado especialista em cirurgia digestiva. Além disso, o cardiologista Dr. Leandro Echenique integrou a equipe médica responsável pelos procedimentos.

Desafios de saúde enfrentados pelo ex-presidente no último ano

O histórico recente de Bolsonaro é marcado por uma série de hospitalizações e procedimentos cirúrgicos. No ano anterior, ele enfrentou três internações em setembro, todas relacionadas a complicações decorrentes da suboclusão intestinal e do refluxo gástrico esofágico.

Esses problemas de saúde têm sido persistentes desde o ataque que o ex-presidente sofreu. Desde então, ele tem sido submetido a uma série de intervenções médicas para gerenciar essas condições e garantir seu bem-estar contínuo.

Internações e cirurgias anteriores


Em 2018, o ex mandatário sofreu um atentado em Juiz de Fora, Minas Gerais (Fotografia: Reprodução/BRASIL 247)

O histórico de saúde de Bolsonaro inclui uma série de procedimentos médicos significativos desde sua eleição em 2018. Em 2023, durante seu autoexílio nos Estados Unidos, ele foi hospitalizado no AdventHealth Celebration, em Orlando, Flórida, evidenciando a continuidade das preocupações com sua saúde mesmo fora do Brasil.

Em anos anteriores, Bolsonaro enfrentou uma gama de desafios de saúde, desde obstruções intestinais até procedimentos para retirada de bolsa de colostomia e cirurgias para correção de hérnias incisionais. Cada uma dessas internações e intervenções cirúrgicas adicionou camadas à narrativa de sua saúde pública.

Entenda o papel dos policiais no Brasil e o equilíbrio na segurança pública

Um estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelou que o Brasil possui um índice considerável de policiais militares por habitante. Com uma média de dois policiais para cada mil habitantes, o país se enquadra nos padrões internacionais, comparável a nações como os Estados Unidos. No entanto, a pesquisa enfatiza que a distribuição desse efetivo e a eficácia das políticas de segurança são pontos cruciais a serem avaliados.

Apesar do aparente conforto numérico, o presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, adverte que o aumento do contingente policial não se traduz necessariamente em mais segurança. O exemplo do Amapá, onde há 4,2 policiais para cada mil habitantes, contrasta dramaticamente com a realidade de alta taxa de mortes violentas.

Segundo Lima, a eficácia do policiamento está mais relacionada à qualidade e eficiência das ações do que à simples quantidade de efetivo. Ele destaca o caso de Santa Catarina, que com 1,3 policiais militares por mil habitantes, ostenta uma das menores taxas de mortes violentas intencionais do país, resultado de uma mudança na gestão da segurança pública que descentralizou batalhões e unidades de comando.

Diversidade de gênero nas forças de segurança


Estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra queda nos efetivos da polícia militar e civil nos últimos dez anos (reprodução/Agência Cora Coralina de Notícias)

Outro aspecto abordado no estudo é a baixa representatividade feminina nas instituições militares da segurança pública. A prática do uso de cotas como teto para o ingresso de mulheres tem contribuído para essa disparidade, resultando em apenas 12,8% do efetivo das Polícias Militares estaduais sendo compostos por mulheres.

Essa representação é ainda menor do que a encontrada na Câmara dos Deputados, evidenciando a necessidade de políticas mais inclusivas e igualitárias no recrutamento e promoção dentro das forças de segurança.

Desafios salariais

Além das questões operacionais, o estudo também aponta desafios econômicos e salariais enfrentados pelas forças de segurança. Embora os policiais sejam mais bem remunerados do que outros servidores públicos, enfrentam disparidades salariais significativas entre diferentes patentes. Um coronel, por exemplo, pode receber até 4,5 vezes mais do que um soldado, ressaltando a necessidade de uma revisão nos sistemas de remuneração para promover maior equidade e motivação entre os profissionais.

Alternativas de gestão e de custos

Diante dos desafios financeiros enfrentados pelos estados, o presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública sugere a adoção de modelos de gestão mais eficientes. Uma das propostas é a inserção de civis em cargos mais burocráticos da polícia, seguindo o exemplo de cidades como Nova York, onde cerca de 30% dos funcionários da polícia não são policiais.

Essa medida não apenas poderia reduzir os custos operacionais, mas também permitiria que os policiais se concentrassem mais nas atividades de policiamento e segurança, aumentando a eficácia das operações.

Negociações em andamento: Biden espera acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas

Em um evento político na cidade de Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, expressou otimismo na busca por um acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Biden afirmou nesta segunda-feira (26) que espera que até a próxima segunda-feira haja um entendimento para encerrar as hostilidades que perduram desde 7 de outubro do ano passado.

Apesar das declarações de Biden, oficiais do Hamas refutaram as afirmações, indicando que diferenças significativas ainda precisam ser superadas para alcançar um cessar-fogo viável. A incerteza paira sobre os esforços diplomáticos em curso, enquanto ambas as partes permanecem firmes em suas demandas e objetivos finais.

Passos rumos à paz

Recentes desenvolvimentos indicam movimentos em direção a um possível acordo. Segundo relatos da rede Al Jazeera, Israel concordou em discutir a troca de prisioneiros palestinos por civis mantidos como reféns pelo Hamas na Faixa de Gaza. Autoridades israelenses viajaram ao Catar, onde o Hamas mantém seu escritório político, para deliberar sobre os termos de um possível acordo de trégua e libertação de reféns.

Israel enfrenta pressão dos Estados Unidos para concluir um cessar-fogo, com o intuito de evitar uma escalada do conflito na Faixa de Gaza. A delegação israelense, composta por agentes das Forças Armadas e da agência de espionagem Mossad, está empenhada em facilitar as negociações, incluindo a verificação dos militantes palestinos propostos para libertação pelo Hamas.

Apesar dos avanços nas negociações, os objetivos finais das partes continuam distantes. O Hamas demanda a retirada de Israel da Faixa de Gaza e o fim das hostilidades como condições para a libertação dos reféns, enquanto Israel busca uma pausa temporária nas hostilidades e o controle da segurança em Gaza.

Esforços internacionais


Biden expressa esperança de um cessar-fogo entre Israel e Gaza nos próximos dias (Foto: reprodução/U.S. EMBASSY)

Os Estados Unidos, juntamente com outras potências, estão envolvidos na busca por uma solução duradoura para o conflito. Recentemente, foi divulgado que os EUA proporão uma resolução no Conselho de Segurança da ONU, buscando respaldo internacional para um cessar-fogo na região.

A tentativa de alcançar um consenso no Conselho de Segurança enfrenta obstáculos, uma vez que a aprovação requer uma maioria de votos favoráveis e a ausência de veto dos membros permanentes. A história de aliança entre EUA e Israel, no entanto, tem impacto nas negociações, considerando posicionamentos anteriores de veto dos Estados Unidos a resoluções similares.

Histórico de veto

Vale ressaltar que os Estados Unidos têm historicamente vetado resoluções que pedem cessar-fogo no conflito Israel-Hamas, como observado em ocasiões anteriores no Conselho de Segurança da ONU.

Autoridades convocam estudantes para combater a proliferação do mosquito da dengue

A multiplicação dos casos de dengue neste verão desencadeou uma mobilização intensa por parte das autoridades de saúde e educação, que agora convocam os estudantes para se unirem ao combate contra a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Na quarta-feira (21), os Ministérios da Saúde e da Educação deram o pontapé inicial em uma campanha de conscientização que visa sensibilizar alunos, professores e funcionários das escolas em todo o território nacional. A iniciativa busca intensificar as ações de combate à dengue, promovendo ações educativas e de fiscalização ambiental.

A capital do país se destaca como a unidade da federação com o maior número de casos de dengue por 100 mil habitantes. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do DF, já foram notificados mais de 82 mil casos prováveis da doença até o momento, superando o total registrado durante todo o ano de 2022.

Magnitude do problema

Os números alarmantes não se limitam à capital federal. Em todo o Brasil, apenas em 2024, já são mais de 715 mil casos prováveis de dengue, conforme informações do Ministério da Saúde. Comparativamente, no mesmo período do ano anterior, esse número era significativamente menor, aproximadamente 166 mil casos.

Lançamento da campanha em escola do Distrito Federal

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, e o ministro da Educação, Camilo Santana, estiveram presentes em uma escola no Distrito Federal, uma das áreas mais afetadas pela dengue, para o lançamento oficial da campanha. O objetivo é alcançar todas as 138 mil escolas do país, envolvendo mais de 2 milhões de professores e cerca de 40 milhões de alunos.

Vacinação como medida preventiva


Segundo a Ministra da Saúde, a vacinação é um bom combatente, mas não é uma solução imediata do problema (Foto: Reprodução/G1)

Embora a vacinação seja uma estratégia importante no combate à dengue, a ministra da Saúde ressalta que ela não é uma solução imediata para a crise atual. Nísia Trindade destaca a importância de combater os focos do mosquito, além de incentivar a imunização.

Engajamento da comunidade estudantil

Diante do aumento dos casos de dengue, os estudantes também estão sendo incentivados a adotar medidas preventivas em sua rotina diária. O engajamento da comunidade escolar é fundamental para garantir o sucesso das ações de combate à proliferação do mosquito transmissor da doença.

Além de disseminar informações sobre como evitar a reprodução do Aedes aegypti, as escolas também têm um papel importante na promoção de ações práticas, como a eliminação de recipientes que possam acumular água parada, ambiente propício para a proliferação do mosquito.

Joe Biden xinga Putin em evento de arrecadação de fundos na Califórnia

No ápice das tensões entre os Estados Unidos e a Rússia, o presidente Joe Biden fez declarações incisivas contra Vladimir Putin, seu rival russo, durante um evento de arrecadação de fundos na Califórnia nesta quarta-feira (21).

Sem rodeios, Biden usou o palco em São Francisco para se referir a Putin como “filho da p*** maluco”. O uso da expressão causou alvoroço entre os presentes e certamente reverberou além dos limites do evento. O presidente norte-americano não hesitou em expressar sua visão franca sobre o líder russo, destacando preocupações tanto com questões geopolíticas quanto com a ameaça existencial do clima.

Histórico de confrontos verbais

Esta não é a primeira vez que Biden lança mão de palavras duras ao se referir a Putin. Anteriormente, ele o rotulou como “açougueiro” e “criminoso de guerra”, denotando uma relação tensa entre as duas nações.

Reposta do Kremlin


Após xingamentos à Putin, autoridades russas classificaram Biden como um ‘Cowboy de Hollywood’ (Foto: Reprodução/BCC BRASIL)

As declarações de Biden rapidamente provocaram reações do Kremlin. Porta-vozes russos criticaram a linguagem utilizada pelo presidente dos EUA, classificando-a como uma tentativa barata de se parecer com um “cowboy de Hollywood”. Dmitry Peskov, porta-voz do governo russo, afirmou que tais comentários não apenas diminuem quem os profere, mas também refletem mal sobre a própria América.

Tensões diplomáticas

Essa troca de insultos é apenas mais um capítulo em uma relação bilateral cada vez mais tensa. Desde a invasão russa da Ucrânia em 2022 até a morte do líder opositor Alexei Navalny e as acusações de planos russos de colocar armas nucleares no espaço, as tensões têm atingido níveis preocupantes.

Crise atual

A morte de Navalny, em particular, gerou uma onda de condenações por parte do Ocidente, com os Estados Unidos prometendo impor novas sanções à Rússia em resposta ao ocorrido. Essas medidas, somadas aos comentários incisivos de Biden, apenas intensificam a crise diplomática entre os dois países.

Ewen MacIntosh, o Keith Bishop de “The Office”, falece aos 50 anos e entristece fãs e colegas

Na quarta-feira, 21 de fevereiro, o mundo do entretenimento perdeu uma de suas figuras mais queridas, o talentoso ator Ewen MacIntosh, aos 50 anos de idade. Conhecido por sua interpretação memorável como Keith Bishop na aclamada série britânica “The Office”, MacIntosh deixou uma marca indelével na comédia televisiva e cinematográfica.

Despedida de um ícone da comédia britânica

Ewen MacIntosh conquistou o coração do público com sua atuação singular como Keith Bishop, o contador desajeitado e inexpressivo de “The Office”. Sua habilidade em trazer humor sutil e cativante para o personagem rendeu-lhe o status de ícone da comédia britânica. A notícia de sua morte foi confirmada por veículos de imprensa britânicos, deixando fãs e colegas de trabalho profundamente entristecidos.

Tributos e homenagens

O criador da série, Ricky Gervais, prestou uma emocionante homenagem a MacIntosh nas redes sociais, lembrando-o como um “original absoluto” e expressando sua tristeza pela perda do colega. A morte de MacIntosh também gerou comoção entre seus colegas de elenco e admiradores, que compartilharam memórias carinhosas e reconheceram seu talento único.

Legado na TV e no cinema


Ewen interpretou Keith Bishop em ‘The Office’ (Fotografia: Reprodução/The Telegraph)

Além de seu papel icônico em “The Office”, Ewen MacIntosh deixou sua marca em uma variedade de produções televisivas e cinematográficas. Ele participou de séries renomadas como “Little Britain”, “Miranda” e “Drunk History”, além de colaborar novamente com Ricky Gervais em projetos como “Life’s Too Short” e “After Life”. No cinema, ele destacou-se em filmes como “O Lagosta”, ao lado de renomados atores como Colin Farrell e Rachel Weisz.

Nascido em 25 de dezembro de 1973, no País de Gales, Ewen Douglas MacIntosh iniciou sua jornada artística enquanto estudava na Universidade de Edimburgo. Sua paixão pelo teatro o levou a conquistar papéis significativos, culminando na oportunidade de interpretar Keith Bishop em “The Office”, uma experiência que o catapultou para o estrelato e o tornou uma figura querida para milhões de fãs em todo o mundo.

Senado aprova projeto que põe fim à prática da “saidinha” de presos durante feriados e datas comemorativas

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira um projeto que visa abolir a saída temporária de presos, conhecida como “saidinha”, em feriados e datas comemorativas, como Dia das Mães e Natal. A medida, que recebeu 62 votos a favor, 2 contrários e uma abstenção, é uma resposta à pressão de parlamentares que argumentam que os detentos utilizam esse benefício para cometer crimes.

O projeto aprovado estipula que a saída temporária só será permitida para atividades específicas, como estudo ou cursos supletivos. A proposta foi defendida por parlamentares de diversas correntes políticas, incluindo o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP), e membros do PT, como o líder da bancada, Fabiano Contarato (ES).

Origem da proposta

A discussão para restringir as saídas temporárias remonta a 2013, ganhando força após o assassinato do policial militar Roger Dias por um preso beneficiado pela “saidinha” em Belo Horizonte, em janeiro de 2023. O projeto recebeu apoio do relator, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que propôs inclusive que, se aprovado, o texto deveria homenagear o policial morto.

Crítica e defesa ao projeto


A proposta está em análise no Congresso desde 2013, porém obteve maior destaque nos últimos meses (Fotografia: Reprodução/Senado Federal)

A proposta enfrentou críticas de diversos setores, incluindo especialistas em direitos humanos e entidades ligadas à defesa dos direitos dos presos. Segundo essas entidades, a medida pode prejudicar a ressocialização dos detentos e agravar os índices de violência.

Por outro lado, defensores do projeto, como o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), argumentam que a restrição é necessária para evitar que presos usem o benefício para cometer novos crimes.

Pontos polêmicos do projeto

Durante a discussão em plenário, foram levantadas questões polêmicas, como a inclusão de detentos condenados por crimes inafiançáveis na proibição da “saidinha”. O relator, Flávio Bolsonaro, foi contra essa mudança, argumentando que o projeto já vedava a saída de traficantes, por exemplo.

O projeto agora segue para votação na Câmara dos Deputados. Se aprovado, poderá se tornar lei após a sanção do Presidente da República.