Justiça obriga Meta a indenizar em R$ 44 mil vítimas de golpe pelo WhatsApp

Recentemente, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) sentenciou a Meta (Facebook) a indenizar em R$ 44 mil duas vítimas de golpe pelo aplicativo WhatsApp. A empresa de Mark Zuckerberg deve reaver a uma mãe e sua filha os valores das transações bancárias realizadas a um golpista que se passou por um dos filhos da família.

A juíza Rita de Cássia Cerqueira Lima Rocha, pertencente ao 4º Juizado Especial Cível de Brasília, determinou à Meta a indenizar as vítimas pelos danos materiais. O valor da indenização corresponde ao total das transações bancárias efetuadas via Pix ao golpista. O responsável se passou por um dos filhos das vítimas ao usar a foto no perfil do app e pediu quantias em dinheiro.


Ilustração de uma corte judicial. (Foto: Reprodução/Saúl Bucio).


Os autores do pedido de indenização contra a Meta são os dois filhos da mulher. Ambos a alegam que a mãe, uma idosa, recebeu uma mensagem de um número desconhecido, mas que possuía uma foto de perfil idêntica a da conta verdadeira de um dos filhos.

O autor do golpe pediu a quantia em dinheiro via Pix. Por pensar que era um dos filhos, a mãe enviou o dinheiro solicitado. Não satisfeito, o impostor iniciou uma conversa com a irmã do outro filho, que efetuou mais duas transferências bancárias até perceber que se tratava de um ato criminoso após ligar para o irmão e perceber a armação.

 

Contestação da Meta sobre a decisão judicial

A empresa de Zuckerberg contestou a decisão judicial, alegando que a fraude foi realizada por meio de um número diferente daquele da vítima. Dito isso, a companhia afirma que não houve falha na prestação de serviços oferecidos pelo WhatsApp, pois é possível obter mais de um dispositivo logado numa conta.

Em contrapartida, a juíza afirmou ser incontestável o fato de um criminoso ter tido acesso aos dados da vítima, não apenas pela foto de perfil legítima, mas pela lista de contatos telefônicos usados no golpe. Ainda, a magistrada mencionou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em sua decisão.

“A LGPD prevê, em seu artigo 42, que o controlador ou o operador que, em razão do exercício de atividade de tratamento de dados pessoais, causar a outrem dano patrimonial, moral, individual ou coletivo, em violação à legislação de proteção de dados pessoais, é obrigado a repará-lo.”

Na decisão, a juíza concluiu que a Meta não só fez com que os dados pessoais da vítima caíssem nas mãos de um terceiro, mas também que a empresa não tomou medidas para impedir os prejuízos ocasionados pelo golpe do WhatsApp.

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A companhia nada fez para desativar o perfil falso, o que levou aos danos materiais sofridos pelas vítimas, avaliou a magistrada. Ela entendeu, portanto, que cabe à Meta o dever de indenizar as vítimas em R$ 44 mil. Mas a empresa pode entrar com um recurso à sentença do TJDFT.

 

Foto de destaque: Reprodução/Dima Solomin.

Google notifica falha no software do Chrome a 2 bilhões de usuários

A gigante de tecnologia Google notificou recentemente todos os 2 bilhões de usuários para realizar uma atualização do navegador Chrome após 37 vulnerabilidades de segurança terem sido encontradas. Informação confirmada pelo blog da companhia, atualizar o sistema foi a maneira encontrada para proteger os dados dos usuários de possíveis ataques hackers.

Segundo a postagem no blog da empresa, das 37 falhas sistêmicas, 10 apresentam um nível de ameaça “alto” junto de outro hack tido como “altamente perigoso”.

Sobre a atualização

A nova versão do navegador Chrome é fundamental para combater ataques hackers, considerando o histórico da companhia. Contudo, de acordo com o parecer de alguns usuários, a atualização não funciona bem em todas as plataformas. Alguns dos críticos relatam que a nova versão se encontra completamente inutilizável: fóruns virtuais de discussão, no Reddit e no próprio site de Ajuda do Google Chrome, discorrem situações em que o software “trava” segundos após sua inicialização, e que reiniciá-lo ou reinstalá-lo não corrige o problema.

 


Aviso de atualização do Google dentro de um dispositivo.


Usuários da rede destacam que o navegador só começou gerar problemas quando foi atualizado para a versão 97, a mesma lançada pelo Google em todas as plataformas (como Windows, macOS e Linux). Muitos afirmam que limpar o cachê “dá conta do recado”, mas para a maioria, especialmente aquela que utiliza iPhone, o navegador congela mais rápido do que é possível abrir as configurações e fazer alguma alteração.

É esperado que o Google emita uma correção o mais rápido possível. Até lá, é aconselhado que os usuários do iPhone mantenham distância da versão 97 do Chrome.

 

Verifique se você está seguro

Para verificar se você está protegido, navegue até Configurações > Ajuda > Sobre o Google Chrome. Se o seu navegador Chrome estiver listado como 97.0.4692.71 ou superior, você está seguro. Se a atualização ainda não estiver disponível para o seu navegador, é importante que você verifique regularmente a nova versão. E lembre-se, é fundamental que você reinicie seu navegador depois de atualizar, porque não estará protegido até que isso seja feito. Algo que muitos usuários esquecem.

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Em caso de dúvidas, é aconselhado entrar no portal de Ajuda do Google.

 

Foto de destaque: Reprodução/Mitchell Luo.

Vacinação infantil: carregamento de imunizantes da Pfizer chega ao Brasil na próxima quinta-feira

Recentemente, foi divulgado que o primeiro lote de vacinas pediátricas da farmacêutica Pfizer deve chegar ao Brasil na próxima quinta-feira (13). A vacinação infantil contra o Covid-19 foi autorizada no ano passado pela Anvisa e deve imunizar crianças entre os 5 e 11 anos.

Deve chegar ao país 3,74 milhões de doses no mês de janeiro, sendo 1,25 milhão trazido pelo primeiro voo, com previsão de chegada na próxima quinta-feira (13), e os demais lotes entre os dias 20 e 27.

Segundo as estimativas, o número de doses não serão o suficiente para vacinas as 20 milhões de crianças brasileiras, visto que seriam necessárias cerca de 40 milhões de doses para o esquema vacinal completo de duas doses.

Embora o Ministério da Saúde ainda não tenha oficializado a data de início da vacinação infantil contra o Coronavírus, informações oficiais dizem que as doses serão distribuídas pelos estados no dia seguinte à chegada dos lotes no Brasil, mediante o tamanho da população alvo em cada região.


Criaça sendo vacinada. (Foto: Reprodução/Ivan Pantic).


Em São Paulo, estado com a maior população do público-alvo, o governo informa a possibilidade de vacinar as 4,5 milhões de crianças com uma dose (no período de três semanas) caso haja imunizantes o bastante. A fim de chegar a esta faixa etária, os estados planejam montar novos postos de vacinação em escolas públicas.

A dose a ser administrada nas crianças é específica para esse grupo, carregando cerca de um terço da quantidade normal do insumo. Estudos demonstraram 90,7% de eficácia contra casos sintomáticos nos infantes.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia liberado a vacina da Pfizer para a vacinação infantil contra o Covid-19, nos públicos entre 5 e 11 anos, no dia 16 de dezembro de 2021. O Governo Federal foi contra a decisão, e após críticas, deu início a uma consulta pública para avaliar o pensamento do povo sobre a medida, incluindo as crianças no Plano Nacional de Imunização (PNI) apenas na última quarta-feira (4).

 

Foto de destaque: Reprodução/Getty Images.

Anvisa aprova fabricação da vacina AstraZeneca pela Fiocruz

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na última sexta-feira (7) a produção do insumo da vacina AstraZeneca contra o Coronavírus pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com a produção aprovada, a fundação conseguirá fabricar a vacina em território nacional, descartando a necessidade de importá-la.

“Para essa decisão, a Anvisa avaliou os estudos de comparabilidade. Estes estudos demonstram que, ao ser fabricada no país, o insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada”, informa a nota divulgada pela Anvisa.


Enfermeira extraindo dose da vacina contra o Coronavírus. (Foto: Reprodução/Tânia Rêgo).


O imunizante da AstraZeneca vinha sendo envasado no Brasil já no início do ano de 2021, mas com o insumo importado da China. O contrato entre a Fiocruz e a AstraZeneca antecipava o transporte da tecnologia para a fabricação total no país, contudo, o procedimento sofreu atrasos.

A estimativa inicial era a de que a fundação iniciaria a produção e distribuição dos insumos nacionais em agosto de 2021. Em seguida, houve um adiamento para outubro do mesmo ano.

Consoante as informações cedidas pela Fiocruz, o motivo do adiamento se deve a um atraso na assinatura do contrato de transporte da tecnologia, devido à prioridade dada ao registro emergencial e depois ao registro definitivo da vacina na Anvisa. O último acordo de transferência foi assinado em junho de 2021.

A expectativa é de que a entrega do primeiro lote das vacinas seja feita no mês de fevereiro. Segundo uma entrevista cedida à CNN Brasil, o diretor da Mio-Manguinhos/Fiocruz, o analista de gestão Maurício Zuma, indicou que a aprovação da Anvisa deve garantir a nossa independência na fabricação de vacinas contra o Covid-19.

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Zuma complementa, acrescentando que a disponibilidade do insumo da vacina “dá mais garantia de que a gente vá ter o insumo farmacêutico ativo aqui, sem depender de problemas logísticos e de produção como em outros locais de fabricação”.

 

Foto de destaque: Reprodução/Anthony Devlin.

Novo recorde: EUA contabiliza mais de 700 mil casos de Covid-19 em 7 dias

Os Estados Unidos bateram um novo recorde ao acumular uma média de 700 mil casos de Covid-19 num prazo de sete dias, segundo estatísticas da Universidade John Hopkins. O aumento do número de infectados se deve ao avanço da variante Ômicron no país.

Estima-se que o número de contágio informado pelos departamentos estatais de saúde do governo norte-americano retrata apenas uma parcela do número real de infectados, visto a rapidez de contaminação da cepa Ômicron e a dificuldade de vários cidadãos de serem testados. Devido a um aumento considerável pela demanda de testagem para o vírus, os laboratórios limitaram o acesso da população apenas para aqueles que apresentam sintomas da doença.


Enfermeiros em postos de vacinação norte-americanos. (Foto: Reprodução/Seth Wenig).


Depois de meses, as autoridades de saúde decidiram reabrir em massa os postos de vacinação a fim de que as pessoas completem o esquema vacinal ou recebam as doses de reforço em combate ao vírus. Entre os estados que reabriram os postos ou desejam fazê-lo, encontram-se Massachusetts, Nova Jersey, Nova York Oregon e Rhode Island, atribuídos para administrar de centenas a milhares de doses por dia.

As estatísticas de contaminação também bateram recorde no Reino Unido: cerca de 141.472 novos casos de Covid-19 registrados nas últimas 24 horas. No último domingo (9), a nação superou a média de 150 mil mortes pelo vírus desde o início da pandemia.

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Na Índia, a alta do número de infecções deixa o sistema de saúde frágil, segundo alertam os especialistas. Os dados mostram que menos da metade da população indiana completou o esquema vacinal em combate ao Coronavírus. Só na data de ontem (9), o país chegou à marca de 142 mil novos casos, o equivalente a mais de seis vezes o número registrado há uma semana. Autoridades da área da saúde em Delhi, Mumbai e de outras cidades aplicaram restrições como toques de recolher; ainda, planejam ampliar a quantidade de leitos hospitalares disponíveis, garantir mais medicamentos e aumentar o suprimento de oxigênio.

 

Foto de destaque: Reprodução/Getty Images.

Nubank: fintech agora fornece cashback na Shopee, Xbox e PlayStation

O Nubank anunciou na última terça-feira (4) que seus usuários agora podem conseguir descontos ou cachbacks nas compras em lojas da Shopee, Xbox e PlayStation. O recurso faz parte da seção Shopping, inaugurado no aplicativo em novembro e que já contava com as mesmas vantagens para outras empresas parceiras, como AliExpress, Dafiti, Magalu, MobCom, Via, e várias outras.


Ilustração do interior do app do Nubank. (Foto: Reprodução/Nubank).


A expansão do número de lojas propicia ao cliente adquirir jogos, artigos para animais de estimação, viagens, roupas e muito mais. Ao acessar a plataforma da Shopee pelo app da fintech, o consumidor adquire automaticamente uma redução de R$ 10 nas compras. Outras lojas também possuem descontos semelhantes, como é o caso da Netshoes e da Zattini cujo abatimento no preço pode chegar até 17% do valor final.

Duas outras lojas de calçados e artigos esportivos, Centauro e Nike, ofertam uma redução de preço equivalente a 12% e 10%, respectivamente. Na HypeGames, chega a 15%. Nas lojas do Xbox e da PlayStation, 8% de desconto em ambas. O Booking.com possui 6%, já a Petlove não aparece para todos os usuários.

Acessando a Mobcom, o cliente do Nubank consegue “descontos especiais” ao adquirir smartphones das marcas Xiaomi e Motorola: por exemplo, o celular Redimi 9T (da Xiaomi) custaria R$ 2.199,00 no site, mas comprando pelo app do banco digital, o preço cai para R$ 1.529,00 (podendo dividir até em 12x sem juros no crédito Nubank), uma redução de preço equivalente a R$ 670.

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“Para garantir os descontos, basta acessar a loja desejada na seção Shopping do app e clicar em ‘continuar para loja’ para ser redirecionado para o parceiro escolhido. É preciso seguir os passos indicados e finalizar a compra para garantir os benefícios”, explicaram os representantes do Nubank na data de lançamento das novas parceiras: na última terça-feira (4).

 

Foto de destaque: Reprodução/Nubank.

Intel: nova linha de processadores bate de frente com o Apple M1

A Intel anunciou na última terça-feira (4) a nova linha de processadores Alder Lake a qual consta com 22 novos chips e promete ser mais rápida que o chip M1 da concorrente Apple.

O preço da tecnologia varia de acordo com sua habilidade em administrar tarefas, cujo preço dos mais básicos inicia em US$ 50 e o de maior potência chega a US$ 500. O dispositivo de maior destaque e carro-chefe da nova linha é o Core de 12ª geração para notebooks, disponível nas séries H, P, e U. Os chips são a promessa de inovação da Intel para alinhar alto desempenho com baixo consumo de energia: uma combinação excelente para os usuários de notebooks.


Gregory Bryant, vice-presidente da Intel, mostrando um chip da empresa. (Foto: Reprodução/Paul Morris).


A expansão da linha de processadores é uma resposta direta às empresas concorrentes, como a Apple que adquiriu os chips M1 de tecnologia ARM de 5nn. Desde então, muitos rumores especulavam o fim da soberania da Intel sobre o mercado, entretanto, é esperada a regressão das especulações a esse respeito após o anúncio do lançamento.

Segundo os representantes da Intel, o dispositivo Core i9-12900HK supera a rapidez e desempenho do M1 Max da Apple na execução de softwares pesados, como Premiere Pro e AutoCAD. Além de bater de frente com o processador da concorrência, a tecnologia vem com suportes tecnológicos atuais, como o Wi-Fi 6E e o Thunderbolt 4.

Os primeiros notebooks produzidos para os chips Core de 12ª geração serão anunciados na próxima edição da Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas. O evento tem início na data de hoje (5) e vai até o sábado (8).

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A CES é um seminário profissional realizado anualmente, cujo objetivo é expor feiras internacionais de eletrônicos. Os produtos anunciados são mera exposição para possíveis patrocinadores, não sendo aberto ao público de modo geral.

 

Foto de destaque: Reprodução/Tudo Celular.

Inauguração do 5G é adiada nos EUA para 19 de janeiro

Foi veiculado à mídia na última segunda-feira (3) que as operadoras de telefona AT&T e Verizon adiaram a inauguração do 5G nos EUA após fechar acordo com as companhias aéreas. A nova data de lançamento será em 19 de janeiro sob o pretexto de que as empresas de aviação precisam de mais tempo para analisar os riscos de uma possível interferência nas aeronaves, causada pela nova banda de frequência do 5G.

Segundo representantes da indústria aérea, um rascunho do acordo acertado entre as empresas de telefonia e as companhias aéreas comprova um adiamento de 15 dias para a inauguração da internet 5G no país.

Em depoimento à AFP (Agência Francesa de Imprensa), um porta-voz da AT&T confirmou o acordo firmado com o Departamento dos Transportes e que “se aceitou duas semanas a mais para a implantação do serviço”.


Loja física da operada norte-americana AT&T. (Foto: Reprodução/Rafa Geeks).


Mediante a fala de outra funcionário de aviação, ambas as operadoras “concordam em não implantar a tecnologia 5G em 5 de janeiro, ou seja, na quarta-feira, mas em 19 de janeiro”.

Durante o último domingo (2), a Verizon e a AT&T tinham rejeitado o novo pedido das autoridades para adiar novamente o início da transmissão de rede 5G, a qual já estava programada para lançamento nesta quarta-feira (5).

“Ninguém assinou nada ainda, mas, no momento, estamos processando a demanda deste período de duas semanas”, disse um representante das companhias aéreas.

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As companhias aéreas se preparavam para entrar com processos legais na justiça para obrigar o adiamento, caso não conseguissem entrar num acordo com as operadoras. Contudo, acertado o acordo, o intervalo de duas semanas foi o tempo delimitado pelo trato para as companhias fazerem todas as alterações necessárias, as quais precisarão ser revistas pela autoridade reguladora da aviação federal da nação, a FAA, “para garantir que cumprem todas as condições de segurança para os voos”.

 

Foto de destaque: Reprodução/Invest News.

França proíbe comercialização de frutas e legumes embalados em plástico

A França anunciou que, a partir do último sábado (1º), está terminantemente proibida a comercialização de frutas e legumes embalados em plástico. A medida é uma ação do governo para reduzir a produção e acúmulo de resíduos plásticos no país.

Por meio desta deliberação, leguminosas (como brócolis e pepino) não podem mais ser vendidas em estabelecimentos supermercados se estiverem embrulhados em celofane. As frutas, como maçã e kiwi, também não podem ser negociadas se estiverem em sacolas ou qualquer tipo de recipiente plástico.


Pimentões embalados em plástico na prateleira de um supermercado. (Foto: Reprodução/Packaging Europe).


A atuação da nova norma deve mudar a negociação de aproximadamente 30 tipos de frutas e leguminosas, especialmente as comercializadas por grandes centros de distribuição e lojas de supermercado. Segundo a fundação Heinrich Boll, cerca de 37% destas mercadorias consumidas no país são embrulhadas em plástico.

A decisão do governo francês opera em acordo à lei antirresíduos, aprovada no início do ano de 2020, cujas normativas também inteiram a proibição de venda e entrega de talheres e copos feitos de plásticos descartáveis.

 

Mudança para o papel

A indústria de alimentos francesa teve um período de dois anos para se adequar a nova regra. A empresa Lou Légumes, responsável por uma produção anual equivalente a 8 mil toneladas de cogumelos em Bretanha (região oeste da França), teve de reestruturar toda a cadeia de produção para mudar o tipo da embalagem.

“Os cogumelos são um produto muito úmido, por isso fizemos três anos de testes até encontrar uma bandeja de papelão apropriada”, explica a diretora do negócio, Emmanuelle Roze.

“O papelão é quatro vezes mais volumoso. Nossos cogumelos são colhidos e colocados diretamente nas bandejas. Portanto, fomos forçados a mudar nosso método de coleta de cogumelos. Temos um aumento no custo de embalagem, temos um aumento no custo de mão de obra e isto ainda não acabou, porque temos que encontrar uma solução para remover o plástico-filme que está lá”, concluiu Roze.

As multas para qualquer pessoa ou empresa que descumprir a regra podem chegar a 15 mil euros (cerca de R$ 95 mil).

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Em contrapartida, o decreto presidencial afirma que a norma não precisa ser acatada caso os produtos a serem comercializados tenham peso superior a 1,5 kg, ou mesmo se forem frutas sensíveis que precisam de uma proteção extra (como amoras). Segundo o jornal econômico JDD, nesses casos mais específicos, a indústria alimentícia tem um prazo extra para de adaptar, que pode chegar até 2026.

 

Foto de destaque: Reprodução/Alexandre Sá.

Israel autoriza aplicação da 4ª dose de vacinas anticovid em idosos

O primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, veiculou no último domingo (2) a aprovação oficial do país para aplicar a quarta dose da vacina anticovid em idosos a partir de 60 anos e em profissionais da saúde. A decisão é um reflexo do aumento do número de israelenses infectados pela nova variante Ômicron.

O anúncio foi feito numa coletiva de imprensa sobre a pandemia: Bennett disse que o Ministério da Saúde havia autorizado a administração da quarta dose do insumo neste público.

“A onda de Ômicron está aqui e devemos nos proteger”, confessou.


Idoso sendo imunizado com vacina de combate ao Coronavírus. (Foto: Reprodução/Ergin Yalcin).


As autoridades de saúde do país já haviam liberado a aplicação da quarta dose, na última quinta-feira (30), para os cidadãos imunossuprimidos; no mesmo dia, Israel recebeu o primeiro lote dos comprimidos anticovid da farmacêutica Pfizer.

Apesar do índice de contaminação por Covid-19 ter subido consideravelmente no Estado desde o primeiro caso registrado da Ômicron no final de novembro, o surto não trouxe consigo outro aumento das internações hospitalares.

Ainda no domingo (2), os especialistas confirmaram 4.206 novos casos nas passadas 24 horas, um aumento de 195% em relação à semana anterior.

“Podemos chegar a 50.000 novos casos por dia”, confessou Bennett na coletiva e insistiu que os adultos e crianças não vacinados devem ser imunizados o quanto antes.

Estima-se que metade da população de 9,2 milhões de habitantes de Israel já recebeu a dose de reforço. Até o momento, os casos mais agudos da doença estão restritos aos cidadãos não vacinados, de acordo com informações divulgadas pelas autoridades.

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Já foram contabilizados no país 1.394.407 casos de infecção por Covid-19 e 8.244 óbitos desde o início da pandemia em 2020, segundo os números oficiais destacados em registros públicos.

 

Foto de destaque: Reprodução/Olhar Digital.