Férias interrompidas: Bolsonaro é internado com obstrução intestinal em SP

Na manhã desta segunda-feira (3), a Secretaria Especial de Comunicação da Presidência (Secom) divulgou uma nota informando que o presidente Jair Bolsonaro foi internado durante a madrugada no hospital Nova Star, em São Paulo, devido uma obstrução intestinal. A internação aconteceu após o presidente sentir fortes dores abdominais no domingo (2) durante as férias em Santa Catarina.

“A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) informa que o Presidente da República, Jair Bolsonaro, após sentir um desconforto abdominal, deu entrada no Hospital Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (3), para a realização de exames. A Secom informa, ainda, que o Presidente passa bem e que mais detalhes serão divulgados posteriormente, após atualização do boletim médico”, divulgou a Secom.

A informação também foi veiculada por Bolsonaro em seus perfis das mídias digitais: postou uma foto (imagem de capa da notícia) no hospital, dizendo que passou mal após o almoço de domingo (2). Na foto, o presente aparece utilizando uma sonda nasogástrica: um tubo de plástico inserido no nariz e que vai até o estômago no intuito de administrar alimentação e medicamentos.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>- Comecei a passar mal após o almoço de domingo.<br>- Cheguei ao hospital às 03h00 de hoje.<br>- Me colocaram sonda nasogástrica.<br>- Mais exames serão feitos para possível cirurgia de obstrução interna na região abdominal. <a href=”https://t.co/NPgv6HwoHj”>pic.twitter.com/NPgv6HwoHj</a></p>&mdash; Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) <a href=”https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1477979938896715780?ref_src=twsrc%5Etfw”>January 3, 2022</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>


O hospital destacou no boletim médico de que ainda não há previsão de alta e que Bolsonaro permanece estável e em tratamento. O médico responsável pelos cuidados do presidente, Antônio Luiz Macedo, deve voltar de uma viagem às Bahamas para o Brasil a fim de assumir o caso.

“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, deu entrada na unidade na madrugada desta segunda-feira, devido a um quadro de suboclusão intestinal. Ele está estável, em tratamento e será reavaliado ao longo desta manhã pela equipe do Dr. Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo. No momento, sem previsão de alta”, veiculou o hospital.

 

Procedimentos anteriores

Bolsonaro foi esfaqueado durante a campanha eleitoral em 2018 e, desde então, passou por quatro cirurgias provenientes da agressão. Além disso, passou por outras duas cirurgias não relacionadas ao episódio: a retirada de um cálculo na bexiga e uma vasectomia. Em julho, foi hospitalizado após episódios de soluços persistentes.

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O médico Antônio Luiz Macedo foi o profissional responsável pela operação cirúrgica após Bolsonaro ser esfaqueado. Macedo estava nas Bahamas quando foi informado a respeito da recente internação do presidente e pretendo voltar para o país, contudo, acredita não ser necessário a realização de qualquer cirurgia.

 

Foto de destaque: Reprodução/Jair Bolsonaro.

Amazon faz atualização na Alexa após robô assistente sugerir desafio perigoso a criança de 10 anos

Recentemente, a multinacional de tecnologia Amazon fez uma atualização no software da Alexa após o robô assistente sugerir um desafio perigoso a uma criança de 10 anos: encostar uma moeda nos pinos de um carregador de smartphone enquanto o aparelho estivesse conectado a uma tomada.

A assistente sugeriu a ação após uma garotinha de 10 anos solicitar um desafio.

“Insira o carregador do celular até a metade em uma tomada na parede e depois toque com uma moeda na parte exposta dos pinos”, propôs a robô Alexa.

A empresa divulgou que o erro foi consertado assim que tomou conhecimento do ocorrido.


Robô Echo Dot cujo software é comando pela Alexa. (Foto: Reprodução/Lazar Gugleta).


A mãe da menina, Kristin Livdahl, narrou o acontecimento em sua conta pessoal no Twitter: “Estávamos fazendo alguns desafios de exercícios físicos como ficar deitada ou rolar segurando um sapato com os pés, passados por um professor no YouTube um pouco antes. Ela queria mais um [desafio]”.

Nisso, a Alexa sugeriu que participassem de um desafio “encontrado na internet”. A brincadeira perigosa já foi bastante difundida nos vídeos da plataforma chinesa TikTok e é conhecida como “o desafio da moeda”.

Risco de perder membros do corpo

Superfícies metálicas, como as de uma moeda, conduzem eletricidade, e sua interação com pinos conectados numa rede elétrica pode provocar choques, incêndios e consequências dolorosas como perder partes do corpo.

“Você pode perdes dedos, mãos, braços. O resultado é que alguém pode ficar seriamente ferido”, informou o Michael Clusker, responsável pelo Corpo de Bombeiros na cidade Carlile (Inglaterra), ao jornal The Press.

A Amazon informou a BBC que fez uma atualização no software da Alexa a fim de que a assistente não fizesse tal sugestão no futuro.

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“A confiança do cliente é o centro de tudo que nós fazemos e a Alexa é pensada para passar informações precisas, relevantes e úteis aos nossos consumidores. Assim que soubemos desse erro, nós tomamos uma rápida ação para consertá-lo”, disseram ao jornal.

 

Foto de destaque: Reprodução/Yender Gonzalez.

Ferrari e Velas Network fecham colaboração para criar produtos digitais

A fabricante italiana de carros, Ferrari, anunciou no Twitter na última segunda-feira (27) que fechou uma parceria com a empresa suíça de tecnologia, a Velas Network, a fim de criar para os fãs da marca conteúdos e produtos digitais. A colaboração fornecerá os serviços digitais a partir da próxima temporada.

Ainda, segundo uma nota da Ferrari, a Velas será a principal patrocinadora da Ferrari E-Sports Series, a disputa virtual de carros da gigante italiana, e também do time da E-Sports, o qual irá competir na F1 E-Sports Series, o campeonato digital oficial aberto a todas as equipes participantes da Fórmula 1.

A Velas Network é uma empresa provedora de tecnologia blockchain e NFT’s (tokens não fungíveis). Atualmente, os NFT’s são bastante populares no mercado, como um formato para venda de artes digitais, contudo, estes tokens também podem ser utilizados para armazenar diversos outros arquivos: música, vídeos, textos, imagens, desenhos e pinturas.


Ilustração de uma NFT. (Foto: Reprodução/Bored Ape Yacht Club).


Os artigos em formato de NFT são vendidos por meio de criptomoedas, como as populares Bitcoin e Etherium, e possuem uma assinatura digital que os torna únicos. A prática de venda dos tokens não fungíveis já movimenta quantias exorbitantes de dinheiro no mercado, como é o caso da escultura digital “Human One”, vendido por cerca de 160 milhões de dólares no início de novembro e do navio virtual “The Metaflower Super Mega Yacht”, vendido em dezembro por equivalente a R$ 3,6 milhões.

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É natural que o avanço da tecnologia na era digital instigue empresas bem sucedidas a investir em produtos virtuais, mesmo aquelas cujo ramo não se associa diretamente a este mundo. No Brasil, já é possível desenvolver artes em forma NFT, comercializá-las ou mesmo apenas adquiri-las: é necessário converter a moeda brasileira em criptoativos por meio de uma corretora e criar uma conta em sites de venda de NFT, transferir a quantia e efetuar a compra.

 

Foto de destaque: Reprodução/The Associated Press.

Pedidos do iFood são entregues por drones em Sergipe

Recentemente, a plataforma iFood deu início às operações de delivery com uso de drones em Aracaju (Sergipe) para cobrir percursos intermunicipais e “aumentar a eficiência das entregas para todos”.

A atuação dos drones é providenciada pela Speedbird Aero, empresa paulista que realiza operações por meio desta tecnologia.

“As aeronaves não tripuladas estão sendo cada vez mais utilizadas na logística de entrega de produtos em alguns países do mundo – e o Brasil tem desempenhado um papel disruptivo. É uma evolução constante, trazendo não só mais segurança, eficácia, e redução de tempo, mas também contribuindo na redução da emissão de CO2”, relata o CEO da companhia, Manoel Coelho.

Em nota, Fernando Martins, o head de logística e inovação do iFood, complementa. “Nosso objetivo é aumentar a eficiência das entregas para todos: consumidores, restaurantes e entregadores, além de levar soluções tecnológicas e alternativas para o delivery em modais não poluentes”.


Drone do iFood pousando um pedido. (Foto: Reprodução/iFood).


O iFood deu início a novas manobras de entrega no Brasil em 2019, com o objetivo de adquirir mais eficiência logística e ampliar ainda mais o alcance geográfico do serviço de delivery. A iniciativa contou com drones, bicicletas e até patinetes elétricos.

“Fizemos testes com sucesso usando drones, incluindo para entrega de refeições num bloco de carnaval em São Paulo”, comentou o então presidente da empresa na época, Carlos Moyses.

A plataforma recebeu o aval da Agência Nacional Aviação Civil (Anac) em agosto de 2020 para voos experimentais.

 

Projeto Pedal

Vale lembrar que no início de novembro, o iFood completou um ano de parceria com a empresa de micromobilidade Tembici. A colaboração, chamada de Projeto Pedal, visa equipar cicloentregadores com bicicletas elétricas (e-bikes) nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, embora já tenha sido anunciado que cidades de outros estados pretendem aderir a iniciativa em 2022, como Recife, Salvador, Brasília e Porto Alegre.

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A parceria, além de gerar essa ampliação de território, também pretende fornecer mais equipamentos para os entregadores, como capacetes, pontos de apoio para as e-bikes com filtros de água equipados, banheiros, mesas, microondas e postos de recarga para as baterias do veículo. É esperado que esse apoio seja providenciado em pontos-chaves nas rotas das e-bikes pelas cidades contempladas pelo Pedal.

 

Foto de destaque:Reprodução/iFood.

Microsoft cancela participação presencial no CES 2022 devido à disseminação da variante Ômicron nos EUA

A empresa de tecnologia de software do magnata Bill Gates, a Microsoft, enviou recentemente um e-mail à CES (Consumer Electronics Show) cancelando a participação presencial no evento em 2022. A decisão da empresa se baseia na rápida disseminação da nova variante do Coronavírus, a Ômicron, e deve marcar presença de forma remota.

A Microsoft não é a primeira empresa a cancelar a ida ao evento em Las Vegas, outras gigantes de tecnologia e do mercado automobilístico tomaram a mesma decisão, como: Waymo, Meta, Twitter, Lenovo, AT&T e a Amazon.


Funcionária da CES atendendo investidor. (Foto: Reprodução/CES).


A CES divulgou na última quinta-feira (23) que o evento será realizado presencialmente nas datas entre 5 a 8 de janeiro com “fortes medidas de segurança em vigor”, incluindo requisitos de vacinação, uso de máscaras e disponibilidade para testes de Covid-19.

A CES é um seminário profissional realizado anualmente na cidade de Las Vegas, no estado de Nevada (Estados Unidos), cujo objetivo é expor feiras internacionais de eletrônicos. Os produtos anunciados são mera exposição para possíveis patrocinadores, não sendo aberto ao público de modo geral.

Ao contrário da Microsoft, outras empresas concordaram em participar de forma presencial, como é o caso da Motorola, LG, Intel, Samsung, Sony e vários outras. Na edição de 2021, cerca de 1,8 mil expositores marcaram presença

 

O que esperar da CES 2022

A Samsung divulgou a exposição de seu novo smartphone, o Galaxy S21 FE, e também de televisores com tecnologia QD-OLED (Quantum Dot OLED). A Sony deve apresentar acessórios para o PlayStation 5, fones de ouvido e novos televisores. A Intel, revelar mais informações sobre o chip Alder Lake de 12ª geração e da nova GPU Alchemist. A Panasonic deve anunciar novidades quanto ao setor de televisão e à linha Technics de reprodutores de vinil e fones de ouvido.

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Estas são apenas algumas das empresas que participarão do evento.

 

Foto de destaque: Reprodução/Peter Kneffel

Tesla, de Elon Musk, é investigada por permitir que motoristas joguem videogames enquanto conduzem o veículo

A empresa automobilística de carros elétricos do magnata Elon Musk, a Tesla, é investigada pela agência norte-americana de segurança de trânsito (a NHTSA) por permitir que os condutores dos veículos possam jogar videogames no painel do carro enquanto dirigem. A investigação foi anunciada na última quarta-feira (22).

O inquérito formal aberto pela agência envolve cerca de 580 mil unidades de carros Tesla vendidas nos Estados Unidos desde 2017. Segundo um novo documento emitido pelo site do órgão, o recurso que permite o jogo no painel do veículo é chamado de “Passenger Play” e pode distrair o motorista, aumentando as chances de causar acidentes.

Ainda no mesmo arquivo, a NHTSA afirma que o recurso está presente desde dezembro de 2020 e que, no período anterior a esta data, só era possível jogar os games apenas se o veículo estivesse estacionado. Por isso, a apuração propõe-se a “analisar o potencial de distração do motorista pelo Passenger Play” e continuar com o caso.


Passageiro jogando game num carro da Tesla em movimento. (Foto: Reprodução/Jovem Nerd).


A investigação teve início após uma reclamação do dono de um dos veículos da marca, o consumidor Vince Patton, que descobriu a possibilidade de jogar e navegar na internet enquanto conduzia o veículo e achou a tática a facilidade imprudente e perigosa.

Patton decidiu fazer uma queixa formal a respeito.

“A NHTSA precisa proibir todas as mídias visuais e navegação na internet enquanto o carro estiver em movimento. Criar uma distração perigosa para o motorista é uma negligência imprudente”, afirmou o consumidor.

Alguns dos games que podem ser jogados nos veículos da Tesla são: Stardew Valley, Beach Buggy Racing 2, Atari, Cuphead, The Batlle of Polytopia, Cat Quest, Paciência e vários outros.

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A Tesla disse em nota à NHTSA que fará uma atualização no software dos carros para impedir que os veículos permitam a execução do recurso Passenger Play enquanto o veículo estiver em movimento.

 

Foto de destaque: Reprodução/Quora.

Israel inicia teste clínico com 4ª dose da vacina Pfizer contra Covid-19

O hospital israelense Sheba iniciou nesta segunda-feira (27) um ensaio clínico para avaliar a eficácia da quarta dose da vacina Pfizer/BioNTech. O imunizante será aplicado em cerca de 6 mil pessoas, incluindo 150 profissionais da área da saúde.

Este é o primeiro estudo do gênero e será supervisionado pelo Ministério da Saúde de Israel, o qual espera pelos resultados da pesquisa para iniciar, oficialmente, a vacinação de idosos com idade superior a 60 anos, de imunossuprimidos e demais trabalhadores da saúde. A medida foi recomendada já na semana passada pelo comitê de peritos que auxilia o governo no combate à pandemia.

“Este estudo vai testar o efeito da quarta dose de vacina no nível de anticorpos, prevenção da infeção e verificar a sua segurança” afirmou Gili Regev-Yochay, professor e médico do Sheba, no subúrbio da cidade de Tel Aviv. 


Idoso israelense sendo vacinado. (Foto: Reprodução/Ronen Zvulun).


O ensaio deveria ter sido iniciado há 15 dias num grupo menor de pessoas, contudo, foi adiado até a data de hoje porque não havia recebido todas as aprovações necessárias.

“Espera-se que este estudo venha a esclarecer o benefício adicional de uma quarta dose e nos leve a compreender se vale a pena dar uma quarta dose e a quem” concluiu o médico à Lusa, uma agência de notícias portuguesa.

 

Prevenção para a 5ª onda

O primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, já prometeu começar um “plano imediatamente” para conter uma possível quinta onda da pandemia, proveniente das novas estatísticas de contágio e mortes causadas pela nova variante do vírus, a cepa Ômicron. A promessa foi divulgada depois da aprovação do comitê de peritos, que auxiliam o governo, aconselharem o início da campanha da quarta dose.

O governo planejava dar início a nova campanha no domingo de ontem (26), entretanto, a mesma foi suspendida pelo Ministério da Saúde após a divulgação de dados que sugerem que pessoas infectadas pela cepa Ômicron têm entre 50% e 70% menos chances de precisar de hospitalização do que aqueles infectados pela Delta.

Antes de autorizar oficialmente a campanha da quarta dose, o diretor-geral do ministério, Nachman Ash, deseja analisar mais estudos e dados disponíveis de outros países, como os da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido que caracteriza a variante Ômicron como altamente contagiosa, embora produza versões menos graves da doença.

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Ash deve tomar uma decisão até o final desta semana, ainda em acordo com a recomendação do comitê de peritos.

 

Foto de destaque: Reprodução/Tsafrir Abayov.

OMS aprova uso emergencial de nova vacina contra o Covid-19, a Nuvaxovid

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou na terça-feira de ontem (21) o uso emergencial da nova vacina contra o Covid-19, o imunizante Nuvaxovid, produzido pela farmacêutica norte-americana Novavax em parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI na sigla em língua inglesa).

A aprovação aconteceu após a análise do insumo pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e da indicação do Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização da OMS.

A vacina Nuvaxovid já havia dado origem a outro imunizante no passado, que também foi aprovado pela OMS no último sábado (17), o chamado Covovax. Assim, ambas as substâncias possuem os mesmos princípios tecnológicos, requerem a aplicação de duas doses para criar a imunização no organismo contra o vírus e precisam ser armazenadas sob temperaturas de refrigeração entre 2 Cº a 8 Cº.

De acordo com a análise dos especialistas, a Nuvaxovid possui uma taxa de eficácia de 90,04% contra a infecção causada pelo Coronavírus. Ainda é investigado o índice de sucesso do insumo contra a nova cepa da doença, a Ômicron.


Cidadadão sendo imunizado com a vacina da Novavax. (Foto: Reprodução/Dado Ruvic).


Após a aprovação da OMS, a vacina será repassada ao Covax (consórcio da OMS de distribuição global de vacinas). A fabricante fechou um acordo para fornecer mais de um bilhão de doses.

Os primeiros lotes vendidos devem ser entregues à Europa em janeiro: a União Europeia, que já pesquisava sobre os efeitos e riscos da Novavax desde novembro, encomendou cerca de 200 milhões de doses.

A vacina da Novavax é baseada em proteínas, isto é, possui pequenas elementos proteicos do vírus Sars-CoV-2 produzidos em laboratório. Assim, as proteínas agem como células de defesa (anticorpos) para bloquear o vírus.

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Atualmente, a OMS aprovou a aplicação de dez imunizantes contra o Coronavírus, sendo eles: Pfizer, Vaxzevria (Oxford/AstraZeneca), COVISHIELD (Oxford/AstraZeneca), Johnson & Johnson, CoronaVac/Sinovac, Moderna, Sinopharm, Covaxin, Covovax, e a Nuvaxovid.

 

Foto de destaque: Reprodução/Dado Ruvic.

Ministério da Saúde vai iniciar uma consulta pública sobre a vacinação infantil contra o Covid-19

O Ministério da Saúde anunciou na manhã desta quarta-feira (22) que pretende iniciar uma consulta pública sobre a vacinação infantil, em combate ao Covid-19, a partir da quinta-feira de amanhã (23).

De acordo o Diário Oficial da União, a consulta ficará aberta até o dia 2 de janeiro de 2022 e é destinada para que “sejam apresentadas contribuições, devidamente fundamentadas” a respeito da vacinação nos pequenos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou em 16 de dezembro a administração da vacina Pfizer contra o Coronavírus em crianças de 5 a 11 anos. Desde então, encontra resistência à medida por parte do Governo Federal: o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou no último domingo (19) ser “inacreditável o que a Anvisa fez”; e mesmo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou inúmeras vezes que a decisão da Anvisa não é o bastante para iniciar a vacinação nesse público.


Criança sendo vacinada por uma enfermeira. (Foto: Reprodução/Koldoy Chris).


Na última segunda-feira (20), Queiroga afirmou que “a pressa é inimiga da perfeição” e que o ministério só oficializará um parecer sobre o tema na data de 5 de janeiro de 2022. Ainda, relatou ter recebido apenas “um documento de três páginas” da agência e espera arquivos com dossiê completo.

Em resposta ao ministro, a Anvisa rebateu os apontamentos e disse não ter recebido nenhum pedido formal dos pareceres. Segundo a agência, o envio de um dossiê completo com as análises dos medicamentos para o Ministério da Saúde “não é requisito legal, ou mesmo praxe”.

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Vale relembrar que os funcionários da Anvisa já sofrem ameaças do público há algum tempo e após a aprovação da agência para a vacinação infantil, somada à resistência de figuras importantes do Governo Federal, estas ameaças se tornaram ainda mais violentas: no último domingo (19), a agência enviou um pedido de proteção policial e apuração aos órgãos de investigação e Justiça devido às novas ameaças recebidas pelos seus servidores.

 

Foto de destaque: Reprodução/Walterson Rosa.

TikTok pretende lançar serviço de delivery nos EUA em parceria com a Virtual Dining Concepts

Em parceria com a empresa Virtual Dining Concepts, o TikTok divulgou recentemente na mídia que planeja lançar um serviço de delivery nos Estados Unidos em março de 2022. O objetivo da iniciativa é criar dark kitchens (restaurantes virtuais) dentro da plataforma chinesa de vídeos e entregar os pedidos na casa dos usuários.

O projeto deve iniciar em março com a inauguração de 300 “restaurantes” (lembrando que não é possível retirar a comida pessoalmente, o pedido é feito no app e recebido em casa) e finalizar o ano de 2022 com mais de mil outros centros de distribuição.


Ilustração de um motoboy à caminho de uma entrega delivery. (Foto: Reprodução/Contilnet)


O cardápio será composto de receitas compartilhadas na plataforma do TikTok. De acordo com a Bloomberg, empresa norte-americana de tecnologia de dados, os pratos do menu devem variar a cada três meses baseados nas pesquisas e virais da mídia digital. O lucro das vendas será repartido entre os criadores das receitas e com os usuários que a replicaram no software.

“A renda das vendas do TikTok Kitchen irá tanto para apoiar os criadores que inspiraram o item do menu, quanto para encorajar e ajudar outros criadores a se expressarem na plataforma de acordo com a missão da TikTok de inspirar criatividade e trazer alegria aos seus usuários”, informou a Bloomberg.

 

Parcerias com outras empresas

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a mídia social chinesa de vídeos se associa com outra empresa para entregar inovação e versatilidade aos usuários. Em agosto, o TikTok anunciou uma nova jogada: uma parceria com o serviço de streaming musical Audius que criaria uma nova funcionalidade dentro do aplicativo, chamada de “TikTok Sounds”. A nova utilidade permitiria aos usuários compartilhar suas músicas favoritas, que outrora estivessem dentro da Audius, no app de vídeos.

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A função seria útil para os produtores de conteúdo, uma vez que não seria necessário fazer o download da música e importá-la para dentro do app.

 

Foto de destaque: Tik Tok. Reprodução/Solen Feyissa