Vem aí Get Back, documentário histórico que mostrará os Beatles em sua intimidade

O ano era 1969 e a tempestade pairava na cabeça nos quatro gênios de Liverpool. O clima hostil e a tensão crítica entre os músicos era o pavio do barril de pólvora de criatividade que viria a explodir.  Mesmo com todas as adversidades e com um John Lennon, que pouco tempo depois anunciaria que os Beatles acabariam, já obstinado com o seu romance com a artista plástica Yoko Ono, a banda fechou com chave de ouro sua discografia quase perfeita com um disco cheio de clássicos.


(Foto: Beatles/Apple Records Divulgação)


 Sobre essas gravações e todas as rusgas no estúdio que tratará o documentário Get Back, dirigido por Peter Jackson, que chegará ao streaming nos dias 25, 26 e 27 de novembro. Inicialmente pensada em um longa-metragem, a qualidade e raridade de momentos em que a genialidade dos músicos e principalmente da dupla Lennon/MacCartney revelou, fizeram com que o diretor chegasse à decisão de montar em três episódios, com o intuito de revelar como eles conseguiram em pouco tempo produzir uma obra-prima da música.

 

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A cereja do bolo dessa magnífica produção é o icônico show feito no terraço dos estúdios da empresa criada pela banda Apple Corps, em Londres, com Billy Preston nos teclados, apresentação que foi executada logo após a reunião que marcou o término do grupo.


(Reprodução/Youtube)


Antes dessa produção, já tinha sido lançado um livro, também escrito por Peter Jackson onde os relatos e as fotos desse período davam uma previa de tudo que estava por vir, repleto de fotos e com depoimentos incríveis de quem estava presente nesse momento único onde a banda se reuniu pela última vez.

Os beatlemaníacos estão ansiosos pela estreia e o mundo da música terá uma grande oportunidade de apreciar como os Beatles eram fantásticos e como nunca existirá uma parceria tão divina quanto John Lennon e Paul Mc Cartney.

 

Foto destaque: Apple Records/Divulgação

Como nos tornamos dependentes das redes sociais

Como nos tornamos dependentes das redes sociais

 

Era segunda-feira, um dia que normalmente as pessoas buscam recomeçar a semana após um descanso recompensador, mas a população brasileira e mundial se viu perdida a partir mais ou menos das 12 h. Uma pane no sistema fez com que as três redes sociais mais utilizadas aqui no Brasil simplesmente parassem de funcionar e deixassem as pessoas enlouquecidas com um dilema: Como fazer para viver sem as redes sociais?


 

(Foto: Redes Sociais/P. H. Sobral)


O que se mostrou é que as pessoas desaprenderam o simples e básico para se viver em sociedade, uma verdadeira doença social que nos atinge e que tem a tendência de crescer conforme os anos vão se passando. Uma total alienação por não receber notificações do Facebook e do Instagram e sem os feeds do Twitter, colocaram em evidência um mal que está tomando conta das mentes brasileiras, a terrível equiparação de que redes sociais e internet são um só.

 

A corrida desenfreada rumo ao Telegram mostrou que as pessoas realmente são dependentes de tais aplicativos, tal como um usuário de drogas que na falta do seu produto químico vai em busca de algo para substituir.

 

Esse acontecimento na verdade foi um alerta para lembrarmos que a sociedade está completamente dopada da realidade digital e que essa dependência, tirando de todos o mínimo de estrutura para organizar o dia e viver em convivência pessoal, mostra que estamos perdendo os benefícios de se viver em coletividade.

 

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As pessoas precisam ter a consciência de que é necessário dar atenção ao que está ao nosso redor, ao que não é efêmero, ao universo que está apresentado todos os dias no nosso cotidiano e que estamos nos distanciando cada vez mais através de uma tela digital.

 

 A piada do reencontro entre mãe e filho que moram na mesma casa pode até ser engraçada, mas na verdade contém uma crítica preocupante em relação ao futuro: “Para onde estão nos levando? ”

 

(Foto Capa: Mundo da Música/Divulgação)

 

Apple busca revolucionar indústria automotiva com nova tecnologia.

Mesmo anos após a morte de seu grande idealizador e fundador Steve Jobs, a Apple continua com seu espírito inovador no DNA e promete uma nova tecnologia que possibilitará que o usuário do iPhone possa controlar todas as funções internas do carro como posicionamento de bancos, sistema de climatização e até verificar o velocímetro, de acordo com pessoas ligadas ao projeto. Chamada internamente de IronHeart, a iniciativa espera contar com a cooperação das montadoras, por estar ainda em fase inicial de desenvolvimento.

 

A IronHeart representará uma evolução do CarPlay. O sistema do iPhone permitiria o acesso dos controles do carro além das já oferecidos pela ferramenta que foi desenvolvida há mais de sete anos, permitindo que o usuário possa verificar direções e alternativas para o trânsito, fazer ligações telefônicas e ouvir música, num simples comando de voz dentro do carro, ferramenta que hoje a maioria das principais montadoras oferecem em seus veículos.

 


Novo iPhone 13 (Foto: Divulgação/Apple)


Esse desenvolvimento vem demonstrando que o setor automotivo será o novo foco para a gigante da tecnologia, mesmo sem atuar na fabricação e venda de veículos. Com esse completo acesso a instrumentos e controles internos de todo o carro, a empresa visa assim uma maior segurança e comodidade para o usuário, assim como esse desenvolvimento permite que seus dados possam ser usados por outras empresas de tecnologia para adicionar novos recursos às funções existentes ou na criação de novos aplicativos.

 

 

 

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A expectativa é que haja um confronto de idéias e opiniões sobre essa nova tecnologia, em razão das montadoras se apresentarem relutantes em ceder esse tipo de controle aos principais recursos do carro para a Apple, mesmo a empresa demonstrando ser essa a grande aposta na tecnologia automotiva, desde o lançamento do CarPlay em 2014.

 

Baseado em experiências anteriores, onde as inovações da empresa têm tido uma relutância em termos de aceitação por parte das montadoras, esse novo projeto pode demorar um pouco mais do que o esperado para ter seu completo desenvolvimento.

(Imagem da capa: Prédio da Apple/Divugação: Apple)

Tony Bennett e Lady Gaga fascinam o público em novo álbum

O cenário não é muito acolhedor, Tony Bennett tem 95 anos e está tendo as primeiras reações da doença de Alzheimer, apresentando falhas na memória, principalmente nas ações do dia a dia. Mesmo assim, mantém a personalidade marcante que sempre lhe acompanhou, um brincalhão feliz e afetuoso.

 Ao seu lado a fascinante e resplandecente Lady Gaga que mais uma vez forma um dueto sensacional em outra obra prima do Jazz, o já aclamado Love For Sale, uma reunião de músicas de Cole Porter que será o segundo álbum da dupla, entrando nos serviços de streaming nesta sexta-feira, dia 01/10.

 O disco funcionará como um réquiem para o cantor, devido as complicações da doença e graças a essa despedida, vários especiais já estão agendados e servirão como um tributo a esse lendário crooner quase centenário.


( O cantor Tony Bennett faz dueto com Lady Gaga / Divulgação Columbia and Interscope Records)


 

Esse projeto já estava nos planos da dupla desde que o primeiro disco deles, o aclamado “Cheek to Cheek” chegou ao topo da Billboard, fazendo com que a amizade dos dois ficasse mais próxima e Tony, encantado pela beleza da voz de Gaga, lhe propusesse gravar alguns covers de Cole Porter. Embora seja um dueto, Lady canta solo em duas faixas, mostrando realmente um talento e uma virtuosidade que fazem os críticos da cantora serem obrigado a reverenciá-la como uma magnífica cantora.

 

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Dentre os especiais que estão agendados para serem divulgados, está previsto para uma das datas mais importantes dos americanos, no fim de semana do dia de ação de graças, no dia 25 de novembro, será exibido “One Last Time: A Evening With Tony Benett & Lady Gaga”, gravado no Radio City Music Hall. Além desse especial estão previstos para exibição, ainda sem data marcada, o documentário “The Lady and The Legend” que irá incluir imagens das gravações do álbum, além de mostrar um pouco da intimidade e da amizade que se formou entre essas duas lendas da música.

 

Além disso, já foi gravado o que promete ser a cereja do bolo desse lançamento, o “MTV Unplugged: Tony Bennett & Lady Gaga”, embora não tenha uma previsão para o lançamento, o show foi filmado em um estúdio em Nova York, num clima intimista e romântico, na mesma época do especial gravado no Radio City, em agosto.

 

 

 

(Foto destaque: Divulgação Columbia and Interscope Records)

Fiocruz atrasará em duas semanas a entrega das vacinas da AstraZeneca

O difícil relacionamento diplomático com a China é apontado como a maior causa.

A Fiocruz fez um comunicado nessa quinta-feira (02) que, por conta dos atrasos na entrega do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) por parte dos chineses, deverão ficar sem entrega de vacinas da AstraZeneca pelas próximas duas semanas. Isso ocorre devido a trâmites burocráticos que vêm sendo tomados pelos chineses desde que as autoridades locais tomaram conhecimento das críticas de autoridades brasileiras sobre o país asiático, dificultando a diplomacia e colocando ainda mais em risco o programa de vacinação do país. O Instituto Butantan chegou a passar por esse problema recentemente e agora a instituição carioca enfrenta mais essa dificudade para a produção em larga escala de imunizantes, essenciais para o sucesso do programa de imunização nacional e a tentativa de controle da disseminação dessa nova variante Delta, mais prejudicial e nociva para as pessoas.

Dois lotes foram entregues apenas nos dias 25 e 30 de agosto e uma nova remessa chegou ao país nessa sexta-feira (03). Graças a essa demora, a produção das vacinas ficou comprometida, visto que o procedimento de produção leva um tempo médio de três semanas, contando também o controle de qualidade, essencial para a eficácia da vacina. Atualmente, existem 6,1 milhões de doses que estão nessa fase.


Dificuldades com o recebimento do IFA provocam atrasos na produção de vacinas ( Imagem: Torstensimon)


 

As dificuldades com o relacionamento diplomático com a China já estão acarretando em um atraso circunstancial na entrega de vacinas para a população, visto que da previsão de entrega de 100 milhões de doses até o mês de Julho para o Programa Nacional de Imunização (PNI), a Fundação Oswaldo Cruz só conseguiu entregar 91,9 milhões, tendo esse déficit contribuído para o atraso e paralisação da imunização em várias cidades do país.

A previsão para a entrega das novas doses ficou a partir do dia 13 de setembro.

Coronavirus: Variante Delta em São Paulo já está proxima de 70% dos novos casos

A análise da prefeitura paulista, contando com a parceria do Instituto Butantan, ressalta que a curva de crescimento não é significativa.

O avanço pelo mundo dessa nova cepa vem provocando um alerta nas autoridades de saúde e governantes, pois mesmo com locais tendo uma taxa de vacinação elevada, estão registrando um número maior de casos, ressaltando a manutenção mais que necessária das medidas protetoras por um tempo ainda mais elevado.

A análise da prefeitura paulista, contando com a parceria do Instituto Butantan, ressalta que a curva de crescimento não é significativa. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, os resultados das amostras de novos casos já representam 96 % das amostras. Na cidade carioca, essa chegada da cepa Indiana está associada a uma nova explosão de casos e a volta da lotação das UTI’s.

A administração municipal, buscando mapear e entender esse novo perfil do vírus, vai buscar fazer a testagem dos casos comunicados nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Serão testados tanto os assintomáticos quanto as pessoas que estão com sintomas e tiveram contato com as pessoas que apresentaram exame positivo.

 


A variante está se espalhando rapidamente nas grandes cidades ( Imagem: Barbara Landolo )


Na busca por respostas às questões novas que se apresentam, pesquisadores afirmam que a tão divulgada imunidade de rebanho se torna praticamente inviável, apresentando a vacinação como a única alternativa eficaz para a redução dos novos casos, embora novos estudos vêm demonstrando uma redução na capacidade de proteção das vacinas de todos os fabricantes com apenas uma dose, sendo essencial completar o ciclo vacinal com duas doses para se obter a eficiência e eficácia que os imunizantes apresentam.

Por esses e outros motivos é que precisamos dar a devida atenção à vacinação, pois somente com a imunização da população poderemos ter a esperança de voltarmos à uma normalidade em termos de sociedade e convivência urbana.