Apple intensifica críticas ao Google Chrome e reforça privacidade do Safari

A Apple ampliou sua ofensiva contra o Google Chrome, navegador mais popular do mundo tanto em dispositivos móveis quanto em computadores. Em mensagens recentes, a empresa de Cupertino tem incentivado usuários do iPhone a abandonarem o Chrome e optarem pelo Safari, destacando recursos que, segundo ela, oferecem maior proteção à privacidade.

Proteção diferente entre os dois

“Troque para um navegador que proteja sua privacidade”, diz o aviso exibido pela Apple. A empresa afirma que o Safari incorpora tecnologias de ponta capazes de bloquear rastreamento entre sites, mascarar endereços IP e conter extensões maliciosas. Na visão da Apple, esses recursos diferenciam o Safari do Chrome, que “não ajuda a proteger” os usuários da mesma forma.

A estratégia lembra a adotada pela Microsoft, que tem exibido avisos no Windows para dissuadir usuários de instalar o Chrome, promovendo o Edge como alternativa “segura” e “com a mesma tecnologia do Chrome, mas com a confiança adicional da Microsoft”. A diferença, porém, é que o Edge ainda não representa uma ameaça significativa ao Chrome, enquanto o Safari já detém participação expressiva no iOS.

Especialistas do setor avaliam que essa disputa vai além da privacidade. Ao incentivar o uso do Safari, a Apple não apenas fortalece seu ecossistema de serviços, como também reduz a dependência dos dados coletados pelo Google em seu sistema operacional. Com a chegada de novas ferramentas baseadas em inteligência artificial aos navegadores, controlar o ambiente onde o usuário navega pode ser estratégico para monetização e para manter os consumidores dentro da plataforma da empresa.


Símbolo do Safari, aplicativo da Apple (Foto: reprodução/Jakub Porzycki/NurPhoto/Getty Images Embed)


Apple publicou comparando os dois

Para reforçar sua mensagem, a Apple publicou uma lista de verificação comparando Safari e Chrome em aspectos como cookies de rastreamento, rastreadores de URL, mascaramento de IP e bloqueio de rastreadores conhecidos. No quadro, o Safari aparece com todos os itens marcados, enquanto o Chrome não recebe nenhum.

O que não figura nessa lista, no entanto, é a questão do “fingerprinting”, ou impressão digital — técnica de rastreamento que coleta características do dispositivo para identificar usuários de forma única. O Google reintroduziu essa prática em 2024, após tê-la proibido por questões de privacidade. No Safari, há mecanismos para dificultar essa coleta, enviando dados embaralhados para rastreadores. Já no Chrome, usuários de iPhone ficam sem essa proteção.

A Apple também já ironizou publicamente iniciativas do Google, como o fracassado FLoC (aprendizado federado de coortes), parodiado em um vídeo chamado “Flock”, que mostrava o Safari blindando usuários de rastreamento invasivo.

Mesmo com esses ataques coordenados — e apesar de a Apple e a Microsoft representarem juntas a principal barreira ao Chrome, o navegador do Google segue crescendo em participação de mercado. Para a Apple, o desafio é claro: convencer usuários de que privacidade é motivo suficiente para abandonar o concorrente, num momento em que o setor de navegadores se prepara para uma nova disputa em torno da inteligência artificial.

Do governo chinês para a nuvem americana: como o algoritmo do TikTok será reinstaurado sob supervisão dos EUA

O TikTok nos EUA passa por uma transformação inédita, com investidores americanos liderados pela Oracle e pela família Murdoch prestes a assumir 80% das operações, enquanto a ByteDance manterá apenas uma participação minoritária. A Oracle vai supervisionar e treinar novamente o algoritmo da plataforma usando dados americanos armazenados em servidores locais, visando reduzir a influência do governo chinês. O acordo ainda precisa da aprovação das autoridades dos EUA e da China e inclui uma taxa multibilionária ao governo americano.

Controle do TikTok e algoritmo americano

O acordo coloca a Oracle no comando do algoritmo, responsável por determinar quais vídeos aparecem para os usuários. Por isso, a empresa vai ajustar o sistema com base em dados americanos, garantindo armazenamento seguro e monitoramento ativo pelos investidores locais. A medida busca aumentar a autonomia nacional e, ao mesmo tempo, responder às preocupações de segurança relacionadas à influência estrangeira na plataforma.


Declaração da ByteDance sobre o TikTok nos EUA (Foto: reprodução/X/@Política do TikTok)

Desafios regulatórios e participação da ByteDance

Apesar do avanço, o acordo ainda enfrenta barreiras regulatórias. O presidente Donald Trump declarou que Xi Jinping concordou com a estrutura, porém, Pequim ainda não confirmou oficialmente. A ByteDance vai licenciar o algoritmo para a nova entidade americana, o que gera dúvidas sobre quanto controle ainda terá. Além disso, especialistas questionam quem definirá os critérios de recomendação e a supervisão do conteúdo, levantando debates sobre privacidade e possíveis influências políticas.


Trump e Xi Jinping negociam acordo sobre TikTok nos EUA (Vídeo: reprodução/YouTube/Band Jornalismo)

Impactos para usuários e criadores de conteúdo do TikTok nos EUA

Para os 170 milhões de usuários americanos, a experiência no aplicativo deve continuar estável. No entanto, mudanças no algoritmo podem alterar gradualmente os vídeos exibidos, afetando criadores e anunciantes que dependem do alcance orgânico. Por outro lado, pesquisadores alertam que armazenar dados nos EUA não elimina todas as incertezas sobre acesso e filtragem de conteúdo, e reforçam que a influência política americana ainda pode afetar recomendações e visibilidade do TikTok nos EUA.

O acordo demonstra a complexa interseção entre tecnologia, negócios globais e segurança nacional. Assim, à medida que negociações e aprovações avançam, o resultado terá impacto direto sobre usuários, criadores e a governança digital em uma das plataformas mais populares do mundo.

Planos da Tesla para robotáxis em São Francisco preocupam reguladores

Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, tem promovido planos para robotáxis em São Francisco, após instigar investidores em julho com atualizações sobre o projeto. De acordo com Musk, a empresa lançaria o serviço “provavelmente em um ou dois meses”. Entretanto, as autoridades locais foram pegas de surpresa com as notícias, que trouxeram preocupação para agências reguladoras.

A Tesla anunciou que pretende expandir seu projeto de robotáxis, que são veículos capazes de dirigir de forma autônoma – ou seja, sem um motorista humano – para mercados, usando de exemplo a Bay Area de São Francisco. De acordo com a empresa, o processo para permissão regulatória estava em andamento para que pudesse ocorrer o lançamento na área. No entanto, e-mails de autoridades da Califórnia e do governo federal, obtidos pela Agência Reuters revelam que as notícias na verdade surpreenderam e alarmaram os órgãos reguladores. 

Plano de Musk para São Francisco

Elon Musk anunciou publicamente que a Tesla estaria pronta para realizar o lançamento do projeto de robotáxis em São Francisco em “um ou dois meses”. A promessa feita pelo bilionário, contudo, bateu de frente com informações contraditórias obtidas pela Reuters, em meio a uma solicitação de registros públicos. 

Enquanto Musk declarava um lançamento próximo, os e-mails das autoridades californianas e federais demonstraram um cenário divergente. A realidade era de que o plano real da empresa, na verdade, envolvia apenas corridas pré-agendadas em veículos conduzidos por humanos. Ainda foi revelado que essas corridas só seriam disponibilizadas para passageiros que recebessem um convite e a licença usada pela empresa, na verdade é uma licença especial para limousines e que não autoriza o serviço de transporte sob demanda, contradizendo a ideia de que o serviço seria aberto ao público geral.

A Tesla foi questionada acerca da implantação dos robotáxias na Bay Area e se a empresa esclareceria a “confusão pública” por um alto funcionário do transporte estadual. Contudo, o representante da gigante automobilística afirmou que a empresa não responderia a perguntas da imprensa e que os clientes iriam receber informações quando fossem disponibilizadas. Musk afirmou em postagem no mês seguinte que a área em que o projeto opera já seria maior que a de concorrentes em Austin e na Baía de São Francisco.


Elon Musk, presidente-executivo da Tesla (Foto: reprodução/Chesnot/Getty Images Embed)


Reguladores surpreendidos 

Por meio dos e-mails obtidos pela Reuters, foi comprovado que o anúncio não pegou somente o público desprevenido, mas também os agentes reguladores. E-mails trocados por reguladores da Agência de Transporte do Estado da Califórnia e da Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário questionavam se as equipes haviam se reunido com a Tesla para discutir o lançamento. A resposta dada ao e-mail foi que a empresa não tinha as licenças necessárias. Já a secretária adjunta de transporte do Estado, Emily Warren, demonstrou preocupação com a confusão do público acerca dos projetos da Tesla.

A expansão da Tesla vem ocorrendo em massa nos estados americanos. Apesar da confusão em São Francisco, Musk já expandiu a empresa para Austin em julho, mas com serviço fechado ao público geral. O bilionário afirma que está planejando expandir a Tesla também para Flórida, Nevada e Arizona. As áreas têm algo em comum com o Texas, onde a empresa já opera, que são as poucas barreiras regulatórias para teste de carros autônomos.

Meta aposta alto com novo Ray-Ban inteligente, mesmo após falha em evento

Durante o evento Meta Connect, realizado na Califórnia nesta segunda-feira (22), Mark Zuckerberg apresentou a nova geração dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta. No entanto, uma falha de conexão à internet interrompeu a demonstração ao vivo, gerando desconforto. Ainda assim, a Meta manteve sua aposta no produto e anunciou que o modelo chegará ao Brasil em breve, reforçando sua estratégia de crescimento no mercado de tecnologia vestível.

Tecnologia de ponta no dia a dia

Apesar do contratempo técnico, o Ray-Ban Meta 2ª geração promete mudanças significativas. Os óculos contam com câmera de 12MP, gravação em 3K Ultra HD, bateria de até 8 horas e recarga rápida que atinge 50% em apenas 20 minutos. Além disso, integram assistente de IA por comando de voz e permitem transmissões ao vivo diretas para Facebook e Instagram.


Publicação de Mark Zuckerberg (Vídeo: reprodução/Instagram/@zuck)


A novidade mais comentada é o tradutor em tempo real, que agora inclui o português. Com suporte para até seis idiomas, a funcionalidade pode ser usada mesmo offline, o que amplia sua utilidade em viagens e situações do cotidiano. O produto já está à venda nos Estados Unidos por US$ 379. No Brasil, ainda não há preço ou data oficial, mas o cadastro para notificação já está disponível no site da Meta.

Futuro digital nos olhos do Brasil

A Meta também anunciou mais dois modelos, o Ray-Ban Display, com visor interno, e o Oakley Meta Vanguard, voltado para esportes. Ambos devem chegar ao mercado brasileiro ainda este ano. Segundo a empresa, o país se tornou peça-chave na expansão global da marca.

Mesmo com o constrangimento vivido por Zuckerberg no palco, a Meta quer reforçar que falhas pontuais não anulam o potencial revolucionário da tecnologia. A integração entre moda, IA e mobilidade continua no centro da visão da empresa, que vê os wearables como o próximo passo natural da vida digital.

Musk nega rumores de captação de US$ 10 bilhões pela xAI

O empresário e dono da xAI, Elon Musk, negou a informação que sua empresa está levantando capital, em seu perfil no X, nesta sexta feira (19). Musk se pronunciou após a publicação de uma reportagem da CNBC, mostrando um levantamento de US$ 10 bilhões (R$ 53,2 bilhões), em uma avaliação US$ 200 bilhões (R$ 1,064 trilhão), obtido pela companhia. O bilionário afirmou que a xAI não está obtendo capital atualmente, e disse que a notícia não é verdadeira.

XAI mira liderança e infraestrutura em IA

A matéria da CNBC apontava que os recursos seriam destinados principalmente à expansão de infraestrutura, incluindo a construção de grandes data centers equipados com processadores gráficos de empresas como Nvidia e AMD. Esses chips são fundamentais para o desenvolvimento de modelos avançados de inteligência artificial e, segundo a publicação, também serviriam para reforçar a contratação de especialistas altamente qualificados no setor.

Fundada em 2023, a xAI busca competir diretamente com empresas já consolidadas no mercado de IA, como a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a Anthropic, responsável pelo Claude. Para isso, a companhia tem ampliado a capacidade de seu supercomputador Colossus, instalado em Memphis, considerado o maior do mundo. O objetivo é acelerar o treinamento de modelos de próxima geração, além de consolidar espaço em um mercado que desperta cada vez mais interesse de investidores.


Símbolo da xAI (Foto: reprodução/NurPhoto/Getty Images Embed)


Gigantes da IA seguem atraindo bilhões

Caso a avaliação citada pela CNBC se confirmasse, a xAI mais que dobraria seu valor de mercado em relação aos US$ 75 bilhões (R$ 399 bilhões) estimados em julho pela Pitchbook. Esse salto a colocaria entre as startups mais valiosas do planeta, atrás apenas de gigantes como a OpenAI, a chinesa ByteDance e a SpaceX, também comandada por Musk.

Enquanto isso, outras concorrentes seguem movimentando cifras bilionárias. A OpenAI discute a possibilidade de uma nova venda de ações, que abriria a chance de elevar sua avaliação para cerca de US$ 500 bilhões (R$ 2,66 trilhões).

Já a ByteDance prepara uma recompra de papéis que deve avaliar a companhia em mais de US$ 330 bilhões (R$ 1,755 trilhão). A Anthropic, por sua vez, anunciou recentemente ter obtido US$ 13 bilhões (R$ 69 bilhões) em investimentos, alcançando um valor de mercado estimado em US$ 183 bilhões (R$ 972 bilhões). Apesar da negativa de Musk, o interesse do mercado em startups de IA continua em alta, mesmo diante de questionamentos sobre o ritmo e a sustentabilidade dos gastos no setor tecnológico.

Segundo eclipse solar do ano acontece neste domingo

O segundo e último eclipse solar deste ano ocorrerá hoje (21), no penúltimo domingo do mês, a partir das 14h30, no horário de Brasília. Entretanto, sua visão será parcial, não podendo ser visto totalmente de nenhum lugar do mundo.

O fenômeno poderá ser visto parcialmente da Nova Zelândia, costa leste da Austrália, além de algumas ilhas do Pacífico e certas partes da Antártica, não sendo visível do Brasil.

Ainda assim, será possível acompanhar a transmissão ao vivo pelo YouTube, através pelo canal do portal “Time and Date”.

Último eclipse solar do ano

O eclipse solar parcial de hoje (21), o último do ano, acontece quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, cobrindo uma parte do astro com sua sombra, o que parece uma “mordida” no Sol.

Este fenômeno pode ser dividido em três partes: o Início, quando a Lua se move sobre o disco solar; o Máximo, quando o eclipse atinge seu ápice; e o Fim, quando a Lua segue seu fluxo, deixando de cobrir o Sol.

Tipos de eclipse

Um dos tipos e eclipse solar é o anular, também conhecido como “eclipse anelar” ou “eclipse em anel”, que acontece quando o diâmetro que vemos da Lua é menor que o do Sol, transformando o Sol em um grande anel ao redor.

É previsto que em 2027 ocorra este tipo de eclipse, o qual poderá ser visto inclusive do Brasil.


Eclipse solar anular previsto para 2027 poderá ser visível por todo o Brasil (Vídeo: Reprodução/X/@astronomiaum)

O eclipse total do Sol acontece quando os três corpos celestes, Lua, Sol e Terra, ficam em uma linha reta perfeita, fazendo com que a Lua bloqueie quase todos os raios solares que chegariam em nosso planeta. Assim, por alguns minutos, o dia vira noite.

No eclipse solar parcial, o alinhamento dos três corpos celestes não é perfeito, pois a parte central da sombra da Lua não atinge nosso planeta, tornando a visão parcial.

Segundo a Nasa, esse tipo de eclipse acontece pelo menos duas vezes no ano em algum lugar da Terra, enquanto que o eclipse total acontece a cada 18 meses, sendo difícil de acontecerem no mesmo local.

Confira se seu iPhone é compatível com o novo sistema da Apple

A Apple liberou na segunda-feira (15), a tão aguardada atualização de seu sistema operacional, o iOS 26, prometendo revolucionar a experiência de uso com um novo design e funcionalidades aprimoradas. A novidade, no entanto, não será acessível a todos os modelos de iPhone, gerando uma dúvida comum entre os consumidores: o meu aparelho é compatível?

A resposta é direta: o iOS 26 será compatível com todos os iPhones lançados a partir de 2019. Isso inclui os modelos da linha iPhone 11 e todos os seus sucessores, garantindo que uma vasta parcela da base de usuários da Apple tenha acesso ao novo software. A atualização é a base para os iPhones que serão lançados no próximo ano, marcando o ciclo de inovações da empresa.

Modelos que ficaram de fora da atualização

A transição para o iOS 26 deixa para trás os três modelos mais antigos que eram compatíveis com o sistema operacional anterior, o iOS 18. São eles o iPhone XS, o iPhone XS Max e o iPhone XR, todos lançados em 2018. Para os proprietários desses aparelhos, a Apple oferece uma alternativa: a atualização de segurança iOS 18.7, também lançada recentemente. Embora não traga os novos recursos visuais e funcionais do iOS 26, ela garante que o dispositivo continue protegido contra as ameaças de segurança mais recentes, prolongando sua vida útil.


Lista de iPhones que estarão fora da nova atualização (Vídeo: reprodução/YouTube/Raphael rtps12 PC)

Lista de compatibilidade

Se você possui um iPhone de 2019 ou mais novo, pode ficar tranquilo. A lista de modelos compatíveis é extensa, abrangendo desde o iPhone 11 até os lançamentos mais recentes, como a série iPhone 17 e até mesmo o novo iPhone Air. A compatibilidade inclui:

  • iPhone SE (2ª geração e posterior)
  • Linha iPhone 11 (iPhone 11, Pro e Pro Max)
  • Linha iPhone 12 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 13 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 14 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 15 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 16 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 17 (todos os modelos)

A nova interface de usuário, chamada Liquid Glass, é o grande destaque visual do iOS 26. A atualização, que tem um tamanho considerável (cerca de 14 GB, dependendo do modelo), já está disponível para download gratuito. No entanto, alguns usuários relataram lentidão nos servidores da Apple, com downloads que podem levar horas para serem concluídos. A recomendação, para quem não tem pressa, é esperar alguns dias para que o tráfego nos servidores normalize.

A liberação do iOS 26 reafirma a estratégia da Apple de oferecer um ciclo de vida longo para seus produtos, ao mesmo tempo em que direciona a inovação para os modelos mais recentes. A decisão de descontinuar o suporte para modelos de 2018 é um movimento natural do mercado de tecnologia, garantindo que o hardware mais antigo não limite o potencial de novas funcionalidades.

Software house para influenciadores intensifica presença digital

O universo dos influenciadores digitais não para de crescer no Brasil. Hoje, nomes que começaram apenas no Instagram ou no YouTube já se transformaram em grandes marcas, com alcance que ultrapassa fronteiras e conquista públicos de diferentes idades. Mas, junto com a popularidade, surge também a necessidade de profissionalizar a presença digital, criando soluções que vão além das redes sociais tradicionais.

Nesse cenário, os aplicativos e plataformas próprias começam a ganhar espaço entre celebridades e criadores de conteúdo. Ter um canal exclusivo não só garante mais autonomia, como também abre novas possibilidades de monetização e engajamento. E quem está por trás desse movimento? As software houses, empresas especializadas em desenvolver soluções digitais sob medida.

O papel da software house na carreira dos influenciadores

Para influenciadores que desejam expandir sua marca, uma software house é peça-chave no processo. Empresas líderes no mercado, como a UpSites, oferecem desde o desenvolvimento de aplicativos personalizados até plataformas exclusivas para cursos, assinaturas e comunidades de fãs.

Enquanto as redes sociais são espaços importantes de visibilidade, elas têm limitações claras: mudanças de algoritmo, concorrência intensa por atenção e até restrições de conteúdo que podem afetar o alcance de um post. Com um app próprio ou um site exclusivo, o influenciador passa a ter controle total sobre sua comunicação e monetização.

Imagine, por exemplo, um influenciador fitness que decide lançar uma plataforma de treinos. Com o suporte de uma software house, ele pode disponibilizar vídeos, planos de exercícios personalizados, chat com assinantes e integração com meios de pagamento. Tudo isso dentro de um ambiente seguro e de fácil uso.

O mesmo vale para músicos, atores e personalidades da moda que desejam criar espaços exclusivos para interagir com fãs. Essa independência tecnológica se traduz em mais credibilidade e fortalecimento da marca pessoal.

Do Instagram ao app próprio: por que migrar?

A grande pergunta é: por que um influenciador, que já tem milhões de seguidores no Instagram ou TikTok, precisaria de um aplicativo ou site próprio?

A resposta está na autonomia. Ter um canal exclusivo permite:

  • Fugir das limitações de algoritmos: o conteúdo chega direto ao público, sem depender de engajamento prévio.
  • Monetizar de forma direta: planos de assinatura, conteúdos premium e até e-commerce próprio.
  • Construir uma comunidade fiel: espaço para fãs interagirem sem distrações de outras marcas ou criadores.
  • Proteger dados e conteúdo: tudo fica sob controle do influenciador, sem risco de perder acesso ou sofrer penalizações.

Esse movimento já é realidade no exterior. Celebridades como Kim Kardashian e artistas do mundo da música criaram seus próprios aplicativos para oferecer experiências exclusivas aos fãs. No Brasil, a tendência começa a ganhar força, com influenciadores e artistas explorando esse caminho para se diferenciar.

A importância da personalização: criação de sites por segmentos

Não basta ter uma presença digital, é preciso que ela seja personalizada. É aqui que entra a criação de sites por segmentos, uma estratégia que adapta o design e as funcionalidades às necessidades específicas de cada área.

Para um influenciador de moda, por exemplo, um site pode ser pensado como um catálogo digital, com looks, parcerias e até links para lojas online. Já para um criador da área educacional, a prioridade pode ser a integração de cursos, fóruns de discussão e ferramentas de vídeo.

Essa adaptação garante não apenas uma melhor experiência para o público, mas também resultados mais consistentes em termos de tráfego e conversão. O influenciador passa a ter um espaço feito sob medida, que reflete sua identidade e potencializa seu trabalho.

Influenciadores que já entenderam o movimento

Embora ainda em fase inicial no Brasil, alguns influenciadores já estão se destacando por investir em tecnologia própria. É o caso de profissionais do fitness, da música e da culinária, que criaram plataformas digitais exclusivas para seus seguidores.

Esses exemplos mostram que a tendência vai além da visibilidade: trata-se de construir negócios sólidos, com receitas recorrentes e engajamento mais profundo. O público, por sua vez, valoriza essa exclusividade, já que sente que faz parte de uma comunidade única, com acesso a conteúdos diferenciados.

Tecnologia como aliada da influência

Outro ponto importante é que o investimento em tecnologia traz mais profissionalização para a carreira dos criadores de conteúdo. Ao lançar um site ou aplicativo próprio, o influenciador precisa pensar em questões como experiência do usuário, design, segurança e integração de pagamentos.

Esses elementos, muitas vezes invisíveis para o público, são fundamentais para garantir que a experiência seja positiva. E é justamente aí que entra o trabalho dos softwares houses, que unem técnica, criatividade e visão de mercado para entregar soluções completas.

O futuro digital dos influenciadores

A tendência é clara: nos próximos anos, veremos cada vez mais influenciadores migrando de plataformas públicas para espaços próprios. Isso não significa abandonar as redes sociais, mas sim diversificar os canais e construir ativos digitais mais sólidos.

Nesse processo, as software houses terão papel central, criando desde aplicativos de streaming até comunidades gamificadas para fãs. A personalização, a segurança e a independência tecnológica serão os diferenciais de quem deseja transformar influência em negócio.

Considerações finais

O caminho que vai do Instagram a um app próprio já está traçado para muitos influenciadores. A diferença estará em quem vai saber aproveitar as oportunidades de forma estratégica.

Contar com o suporte de uma software house e investir na criação de sites por segmentos é o passo necessário para quem quer transformar seguidores em clientes e engajamento em receita recorrente.

No fim, a mensagem é clara: no mundo digital, quem controla sua própria plataforma tem mais poder, mais liberdade e mais chances de permanecer relevante em um mercado que não para de evoluir.

iPhone 17: lançamento da Apple entra em pré-venda nesta semana

A pré-venda dos novos modelos lançados pela Apple, o iPhone 17 e o iPhone Air, se inicia nesta terça-feira (16), oferecendo diversas opções de modelos e valores para os consumidores do mercado tecnológico. A previsão de chegada nas lojas físicas dos dispositivos é para a próxima sexta-feira (19), com a disponibilização de quatro versões: iPhone Air, iPhone 17, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max.

Com mudanças inovadoras, a Apple promete movimentar o mercado de smartphones com o lançamento. Além de melhorias significativas na bateria, a gigante também investiu em design de ponta, trazendo modelos extremamente finos e leves, e mudanças positivas nas câmeras.

Detalhes dos dispositivos

O iPhone Air é o destaque da linha, com um design ultrafino de apenas 5,6mm de espessura e uma tela de 6,5 polegadas, se tornando uma opção para quem prefere smartphones mais leves. Pelo design, o celular bate de frente no mercado com o Galaxy S25 Edge da gigante sul-coreana, Samsung, que conta com 5,8mm de espessura. O celular ainda irá conter uma única câmera traseira e uma frontal, com a promessa de ser quatro vezes mais resistente do que os outros modelos passados. O dispositivo estará disponível nas cores preto espacial, branco nuvem, dourado claro e azul-celeste, e será equipado com o chip A19 Pro, sendo o único do novo lançamento a recebê-lo.

A linha do iPhone 17, que engloba os modelos padrão, Pro e Pro Max, contam com melhorias em relação às linhas anteriores. Eles contam com telas de alta taxa de atualização, que permitem uma rolagem mais fluida e um escudo cerâmico que oferece uma alta proteção contra arranhões, reforçando a durabilidade do dispositivo, além de sete camadas de revestimento antirreflexo. As cores disponíveis no iPhone 17 serão preto, branco, verde, lavanda e azul-claro, e os modelos Pro e Pro Max estarão disponíveis no azul-escuro, prata e laranja.

Outra mudança significativa que a Apple realizou foi na câmera dos celulares. De acordo com Megan Nash, a câmera terá quatro vezes mais resolução que o iPhone 16 e 48 megapixels de resolução.


Vídeo de lançamento das novas linhas da Apple (Vídeo: reprodução/X/@Apple)


Valores dos lançamentos

 Os preços variam conforme modelo e capacidade de armazenamento, com opções que vão desde 256GB até 1TB:

  • iPhone 17 (256GB): a partir de R$ 7.999;
  • iPhone 17 (512GB): a partir de R$ 9.499;
  • iPhone Air (256GB): a partir de R$ 10.499;
  • iPhone Air (512GB): a partir de R$ 11.999;
  • iPhone Air (1TB): a partir de R$ 13.499;
  • iPhone 17 Pro: a partir de R$ 11.499;
  • iPhone 17 Pro Max: a partir de R$ 12.499.

A pré-venda dos modelos ocorre no site oficial da Apple nesta terça-feira (16), garantindo que os consumidores tenham um acesso mais rápido aos celulares. Já para as lojas físicas, a previsão de chegada dos lançamentos está marcada para a próxima semana, na sexta-feira (19), para os consumidores que preferem testar os aparelhos antes da decisão de compra.

Astrônomos registram mudança de cor em cometa que se aproxima do Sistema Solar

O cometa interestelar identificado como 3I/ATLAS, avistado em 2024 pelo telescópio ATLAS, está apresentando mudanças de cor na sua coma e surpreendendo astrônomos com suas características. Inicialmente vermelha, a coma do objeto agora vem apresentando uma luz de tom esverdeado, levando os cientistas a tentarem descobrir possíveis motivos para a mudança.

A equipe do telescópio ATLAS avistou o objeto misterioso pela primeira vez em outubro de 2024, sendo rapidamente identificado como um cometa que se originou fora do nosso sistema solar. No começo dos estudos, o cometa apresentava características comuns, que não as diferenciava de outros cometas já vistos e estudados. Sua forma foi se alterando com o tempo, desenvolvendo uma cauda, e sua coma foi se tornando mais evidente conforme a velocidade em que ele se movia e se aproximava do Sol. Entretanto, com a nova descoberta através de telescópios espaciais, os astrônomos notaram mudanças incomuns. 

Hipótese de mudança química 

A transição de cor na coma, que é a nuvem de gás e poeira que se forma ao redor do núcleo do cometa à medida que ele se aproxima do Sol, é a propriedade que mais chama atenção do meio científico. O astrônomo Michael Jäger vem realizando algumas análises do objeto que segue em direção ao Sol, e em uma das suas últimas observações em um eclipse lunar, ele notou que a luz que antes refletia um tom avermelhado, agora dava lugar para uma luz esverdeada. 

A suposição que mais tem sido aceita é de que o motivo da transição seria um aumento acentuado na produção de cianeto, uma característica comum nos cometas, conforme o núcleo do 3I/ATLAS se aquece. Embora esse comportamento seja comum em outros cometas estudados, os astrônomos não esperavam que ocorresse uma transição de cor na coma.


Vídeo da trajetória do cometa 3I/ATLAS (Vídeo: reprodução/X/@astronamiaum)


Objeto extraterrestre 

Entretanto, mesmo que os cientistas identifiquem o objeto misterioso como um cometa interestelar, há quem diga que ele, na verdade, é um objeto extraterrestre. Avi Loeb, astrônomo de Harvard, é conhecido por seus estudos em busca de evidências que comprovem a existência de vida fora da Terra. Ele sugeriu que talvez o 3I/ATLAS, na verdade, seja um “artefato extraterrestre” e que sua composição é formada predominantemente por dióxido de carbono, que corresponde a 87% da massa do cometa. 

Entre as justificativas para sua análise, Loeb aponta que a trajetória do objeto é significativamente incomum por passar perto de outros planetas do nosso sistema, como Marte, Vênus e Júpiter, o que é difícil de ocorrer em trajetórias de outros cometas. Apesar dos estudos dirigidos pelo astrônomo, a maioria dos cientistas defende a tese de que o objeto seja sim um cometa interestelar, mesmo que conte com propriedades atípicas.