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Conheça as tendências e os melhores looks para renovar o guarda-roupa.
Algumas tendências surgem nas passarelas e conquistam as ruas em questão de dias. Outras, no entanto, ganham força de um jeito mais sutil quando começam a aparecer nos looks casuais das modelos fora dos desfiles. É exatamente o caso do cinto marrom, o novo queridinho do street style internacional.
Entre as fashionistas que ajudaram a consagrar o acessório de destaque, está a atriz Camila Mendes, fã declarada de peças clássicas e atemporais, ela elegeu o cinto marrom com fivela prata como item indispensável do guarda-roupa. O segredo? Sua versatilidade e a maneira que ele trás personalidade no look, o acessório se adapta perfeitamente a diferentes estilos e gostos.
Mais que tendência
Mais do que um simples detalhe, o cinto marrom adiciona estrutura, elegância e um toque retrô a qualquer produção. Para acertar na escolha, aposte em tons quentes como conhaque, café ou chocolate, e prefira modelos nem muito finos, nem muito largos, no tamanho ideal para acompanhar o seu jeans favorito.
Modelo destaca look com cinto marrom (Foto: reprodução/Instagram/@voguefrance)
A fivela também é um charme à parte: quadrada ou redonda, o importante é que tenha personalidade e um ar vintage. O resultado é um acessório que equilibra discrição e estilo, o tipo de peça que transforma um look básico em algo sofisticado sem esforço.
Fácil de combinar
Mais do que uma tendência passageira, o cinto marrom se tornou um verdadeiro coringa das modelos e fashionistas. Fácil de combinar, ele valoriza a silhueta e completa qualquer look, seja com jeans, shorts ou vestidos, provando que acessórios clássicos nunca saem de moda.
O cinto marrom prova que menos é mais: um detalhe simples capaz de transformar qualquer produção. Versátil e elegante, ele combina com o dia a dia ou com looks de impacto, mostrando que estilo é questão de atitude e bom gosto. Adotar essa tendência é garantir um toque de sofisticação atemporal ao seu guarda-roupa.
Lady Gaga entregou conceito e espetáculo ao transformar o próprio corpo em palco da estética de seu novo single “Garden of Eden”: numa noite que misturou alta costura e performance teatral, a cantora surgiu com um vestido-corset adornado por flores tridimensionais, folhagens e uma saia sereia que evocava tanto o esplendor quanto o perigo de um jardim proibido.
O look, que remeteu diretamente ao universo da faixa lançada este ano, não ficou apenas no visual idílico: Gaga completou a cena com um cocar de penas escultural e um objeto-cenográfico, uma pá prateada, que acrescentou uma camada de ironia e ambiguidade ao conjunto, como se a artista fosse ao mesmo tempo criadora e jardineira de seu próprio paraíso em ruínas. A escolha do corset semitransparente, bordado com rosas vermelhas, rosas brancas e vinhas, reforçou o diálogo entre beleza e ameaça, um contraste caro ao imaginário do single.
Música e performance
Vistas por fotógrafos e fãs, as imagens viralizaram e alimentaram interpretações sobre a intenção artística: alguns viram na fantasia uma celebração barroca do pop e do teatro, outros, uma declaração sobre o ciclo de criação e destruição presente na obra de Gaga. A cantora, conhecida por articular moda, música e performance, mais uma vez transformou o figurino em argumento narrativo, onde cada pétala e cada adereço participa da construção de sentido.
Lady Gaga Garden Of Eden (Foto: reprodução/Instagram/@ladygaga)
Do ponto de vista da moda, a peça também mostrou a tendência atual de resgatar looks de passarela para a cultura pop, com peças de estilistas que transitam entre o couture e o teatral. A montagem da fantasia, que combinou bordados 3D, tule e estrutura corset, falhou em ser apenas roupa e se tornou instalação portátil, algo recorrente nas noites em que a cantora opta por fundir sua música à moda performativa.
Jardim do Éden
Além do impacto visual, a performance suscitou conversa sobre símbolos: o Jardim do Éden é ao mesmo tempo refúgio e armadilha, mito de inocência e de queda. Ao personificar esse espaço, Gaga reforça uma leitura contemporânea do single, que explora tentações, poder e consequências, a pá na mão da artista parece sinalizar tanto cultivo quanto intervenção, gesto que acompanha a ambivalência lírica da faixa.
The Maheym Ball 2026 (Foto: reprodução/Instagram/@ladygaga)
No fim, a aparição funcionou como peça de comunicação, um lançamento simbólico que amplia o alcance do single para além das plataformas musicais, ocupando colunas de moda, redes sociais e conversas culturais. Lady Gaga provou mais uma vez que, quando a música encontra o figurino certo, o resultado é um manifesto visual que amplia a narrativa sonora e convida o público a ler a canção em camadas múltiplas.
A atriz Deborah Secco mostrou mais uma vez que entende tudo de moda e sabe como transformar qualquer evento em um verdadeiro desfile de estilo. Neste sábado (1º), a atriz compartilhou em suas redes sociais o look escolhido para curtir o Churrasquinho do Grupo Menos é Mais, realizado em São Paulo e, claro, encantou os fãs com sua elegância.
Com um visual total black, Deborah apostou em peças sofisticadas e modernas, combinando atitude e glamour na medida certa. O toque de luxo ficou por conta dos acessórios grifados: uma bolsa Balenciaga, avaliada em cerca de R$ 26 mil, e um óculos de alta-costura de aproximadamente R$ 5,7 mil, que elevaram o look a outro patamar de sofisticação.
Elegante e fashionista
Nos comentários, os fãs não pouparam elogios. “Perfeição”, escreveu uma seguidora. “Eu amei muito”, comentou outra. O post rapidamente ganhou milhares de curtidas e se tornou assunto entre os admiradores da atriz, conhecida por seu estilo ousado e autêntico.
Deborah Secco usa look fashionista (Foto: Reprodução/Instagram/@dedesecco)
Deborah segue sendo referência de moda e autoestima, sempre apostando em combinações que misturam o chique com o despojado, mostrando que elegância é, acima de tudo, uma questão de atitude. A atriz mostra que moda vai muito além das etiquetas: é sobre expressar personalidade, confiança e liberdade.
O look sofisticado
Entre produções glamourosas e momentos casuais, ela mantém um equilíbrio raro, provando que é possível ser fashion sem abrir mão do conforto e da autenticidade. Não é à toa que cada aparição sua vira inspiração para quem adora se vestir bem e brilhar em qualquer ocasião.
Entre risadas, boa música e muito estilo, a atriz mostrou mais uma vez, que sabe aproveitar os momentos com leveza, sem perder o charme e o toque fashion que já se tornaram sua marca registrada. Mais uma vez, Deborah prova que é sinônimo de beleza, atitude e carisma dentro e fora dos holofotes.
As saias nunca saem de cena, mas a temporada atual dá a elas um protagonismo renovado: há um diálogo claro entre a nostalgia dos anos 2000 e um minimalismo contemporâneo que privilegia acabamentos e caimentos pensados. Nas ruas e nos editoriais, seis modelos se destacam pela capacidade de traduzir esse momento, ora festivo, ora contido, e prometem atravessar 2026 com força, porque conseguem ser ao mesmo tempo identitárias e fáceis de combinar.
A minissaia ganhou versões com detalhes metálicos e ferragens que transformam a peça em declaração de estilo. Argolas, ilhoses e fivelas retomam a estética Y2K, mas aparecem em materiais mais sofisticados como couro vegano e vinil mate, o que evita o exagero e a coloca no mesmo guarda-roupa de quem mistura bota de cano curto com blazer oversized. É uma aposta para quem quer atitude sem abrir mão de versatilidade.
A saia lápis renasce com pequenos truques de alfaiataria: recortes estratégicos, fendas discretas e aplicações de transparência atualizam o clássico e o tornam menos formal, mais urbano. No ambiente de trabalho ou numa reunião que pede elegância sem rigidez, ela cumpre o papel de peça-chave, especialmente em comprimentos midi que alongam a silhueta e convivem bem com malhas finas e camisas estruturadas.
Minissaia com detalhes metálicos e argolas
O plissado midi continua seu reinado por oferecer movimento e leveza, adaptando-se a diferentes climas e estilos. Em chiffon ou cetim, a saia plissada funciona tanto com uma t-shirt despretensiosa quanto com camisa de seda para eventos ao cair da tarde. Seu sucesso vem da capacidade de ser romântica sem ser carimbada, fluida sem perder presença.
O couro, natural ou sintético, segue sendo uma linguagem forte nas saias, do mini ao midi. Versões retas, assimétricas e com elementos utilitários aparecem nas coleções mais antenadas, provando que o material não é apenas sinônimo de rebeldia, mas também de sofisticação quando bem trabalhado. No contraste com tricôs ou com uma camiseta gráfica, cria looks contemporâneos que resistem às estações.
Wonyoung Jang com saia da MiuMiu (Foto: reprodução/Instagram/@miumiu)
Modelos assimétricos e com recortes reforçam a tendência do detalhe que faz diferença. Além de acrescentarem um ponto de interesse ao visual, os recortes bem posicionados valorizam a silhueta e oferecem uma alternativa para quem busca modernidade sem recorrer a estampas. Nestes casos, o styling pede equilíbrio: blusas neutras e acessórios minimalistas deixam a saia assumir o protagonismo.
Dicas rápidas para investir
Por fim, a saia envelope no estilo pareô recupera o espírito boho com uma boa dose de praticidade. Em versões fluidas ela é perfeita para dias de clima ameno e para viagens; quando mais estruturada, torna-se uma escolha elegante para o cotidiano. Sua força está na facilidade de ajuste e na infinita possibilidade de estampas, que vão do liso clássico aos padrões mais trabalhados.
Alex Consani com minisaia (Foto: reprodução/Instagram/@alexconsani)
O conselho para montar um guarda-roupa com visão de futuro é simples: combine peças atemporais como a lápis e a plissada com uma ou duas saias de caráter mais statement, como a minissaia com ferragens ou a peça de couro. A mistura entre texturas, comprimentos e silhuetas, e um olhar atento aos acabamentos, é o que manterá esses modelos relevantes ao longo de 2026.
A artista paraense participou do festival global Citizen, que ocorreu pela primeira vez na América Latina. Além de se apresentar no palco montado no estádio do Mangueirão em Belém, no estado do Pará, Gaby Amarantos fez uma estreia sendo apresentadora do festival que une a celebração e conscientização. Para esse momento, ela escolheu a marca BABILDRI, de uma dupla de designers paraenses que trouxeram um visual único buscando inspiração na mitologia amazônica.
Visual inpirado em deusas amazônicas
Para subir ao palco do festival em sua estreia como apresentadora do evento, a cantora paraense resolveu manter a homenagem ao estado do Pará, escolhendo a dupla Bruno e Luiz para confeccionar o vestido usado por ela. Os designers são donos da marca BABILDRI, realizando produções autorais, tendo como característica confeccionar peças que reproduzem a essência da dupla, entregando visuais únicos com uma extravagância deslumbrante, mantendo referências em suas origens paraenses.
Gaby Amarantos no Global Citizen Festival – Amazônia (Fotos: reprodução/Instagram/@babildri)
No visual de Gaby Amarantos, a dupla confeccionou uma vestimenta buscando inspiração nas deusas amazônicas, tendo uma atenção especial na mitologia tupi-guarani, que diz respeito às crenças dos povos nativos originários. A peça apresentada mostra a visão de Bruno e Luiz de maneira visual de como em seu imaginário veriam uma deusa amazônica, com elementos que traduzam sua potência, fazendo também referência às águas em vestido branco curto de tonalidade branca, saia balonê que lembra uma concha e pedrarias por todo seu torso.
Para compor o visual, a artista apostou em acessórios mais discretos, optando por deixar o vestido ganhar o devido destaque. Em suas pernas, que ficaram amostra por conta de o vestido ser curto, foram utilizadas meias-calças arrastão e salto alto branco. Além disso, as joias se fizeram presentes nos anéis e brincos, completando com um óculos que trazia um ar moderno ao look.
Apresentação no Global Citizen Festival
Neste último sábado (01), teve início o festival que faz sua estreia na América Latina, trazendo artistas nacionais e internacionais do evento que une a conscientização e a celebração. A organização Global Citizen tem como principal objetivo combater a pobreza no mundo, levantando fundos para ajudar em suas ações. Para o festival que ocorreu na Amazônia, a meta era arrecadar fundos para realizar ações de restauração e plantio na floresta amazônica.
Gaby Amarantos no Global Citizen Festival – Amazônia (Fotos: reprodução/Instagram/@gabyamarantos)
Artistas como Gilberto Gil, Charlie Puth, Anitta e Chris Martin, vocalista do Coldplay, que aproveitou para também fazer uma participação tocando violão no show de Seu Jorge. Entre os nomes que assumiram a frente do palco do festival, Gaby Amarantos foi um grande destaque, trazendo músicas de seu novo álbum intitulado “Rock Doido”. A artista levou ao palco sua raiz paraense com apresentação vibrante que levou o público ao êxtase, com aparelhagem de som com o ritmo tecnobrega conhecido por ser bastante tocado no norte do país.
Neste último sábado (01), que marcou o primeiro dia do mês de novembro, aconteceu a 14ª edição do baile de gala promovido pelo Museu de Arte do Condado de Los Angeles, conhecido como LACMA. O evento reuniu grandes nomes do mundo artístico que compareceram posando deslumbrantes em visuais sofisticados; além disso, marcas renomadas foram responsáveis por entregar os looks exibidos pelas celebridades presentes.
O LACMA Art+Filme foi criado com o intuito de celebrar a arte e o cinema, homenageando grandes nomes dos dois mundos artísticos. Além de celebrar as artes, o baile de gala também tem como objetivo arrecadar fundos para o Museu de Artes. Caminhando para mais uma edição, o evento não perde sua essência e importância para os meios, reunindo diversos artistas a comparecerem à noite de homenagens, que este ano faz tributo à artista Mary Corse e ao diretor cinematográfico Ryan Coogler.
Bruna Marquezine
A marca Gucci se fez presente em boa parte dos looks. Bruna Marquezine foi uma das celebridades que compareceram ao evento vestida da marca de luxo italiana. A atriz brasileira apostou em um vestido longo até os pés, com tonalidade branca, inteiramente bordado de lantejoulas que entregavam um brilho à vestimenta. Para compor o visual, maquiagem leve, cabelos presos em coque com franja solta e as joias foram apostas para serem usadas nos brincos.
Bruna Marquezine no LACMA Art+Film (Foto: reprodução/Instagram/@anhcotran)
Kaia Gerber e Cindy Crawford
Conhecida como uma das modelos mais bem-sucedidas entre os anos de 1980 e 1990, Cindy Crawford compareceu ao baile de gala ao lado de sua filha mais nova, Kaia Gerber, que seguiu os passos da mãe, também ingressando na carreira profissional como modelo. Para o evento, as duas foram vestidas de Gucci, Kaia com um vestido longo e vermelho com lantejoulas cravejadas em toda sua extensão. Cindy também aproveitou dos brilhos em seu look, apostando em vestido dourado com caimento nos ombros.
Kaia Gerber e Cindy Crawford LACMA Art+Film (Foto: reprodução/Instagram/@kaiagerber)
Cynthia Erivo
A atriz britânica vive atualmente um período em sua carreira em que dá vida a Elphaba no filme Wicked, sendo um dos filmes musicais inspirados na Broadway com maior bilheteria da história. Para o evento realizado em Los Angeles, a atriz marcou presença com um visual impressionante de alta costura da marca Schiaparelli; o vestido longo continha bordados que representavam olhos abertos por todo o tecido da peça. Como acessório, Cynthia usou saltos pratas e bolsa da mesma tonalidade.
A atriz e cantora foi vestida pela marca Salih Balta, que reside em Istambul, na Turquia. Para o baile de gala que ocorreu no museu de artes, Demi Lovato arranca suspiros com seu visual, com um vestido longo acinturado até a cintura e saia longa solta, entregando um estilo moderno e delicado. Os tons escuros do preto e azul tomavam conta de toda a extensão do tecido da peça. Compondo o look, a cantora optou por um colar e por seus cabelos presos, destacando o vestido que não continha alças, apresentando um estilo tomara que caia, mostrando o colo.
Contudo, assim como em suas edições anteriores, o LACMA Art+Film deste ano, foi responsável por reunir artistas nacionais e internacionais em um evento de gala com o mesmo propósito de homenagear a arte e ajudar na arrecadação de fundos. Neste ano, as celebridades não foram as únicas que brilharam sob os holofotes; as marcas que as vestiram também ganharam um grande destaque, apresentando peças deslumbrantes sob os olhos do público.
Mesmo já tendo seu nome consolidado em várias áreas — principalmente no mundo da moda — Kim Kardashian, empresaria e modelo americana de 45anos, vem revisitando e reinventando o passado do mundo fashion para construir uma imagem cada vez mais sua: autêntica, consciente e cheia de referências.
Kim e sua personalidade
A influenciadora e empresária já foi referência em diversas fases da moda moderna. De silhuetas ajustadas a tons neutros e um diálogo claro com o minimalismo dos anos 2000, Kim vem extraindo elementos que marcaram sua trajetória para revitalizar seu estilo, sem perder sua identidade visual. Essa nova fase revela duas coisas: primeiro, que a moda é cíclica, tudo o que um dia estava na moda pode e deve voltar aos holefotes; segundo, que a autenticidade surge ao escolher — e usar — do seu próprio jeito mostrando mais personalidade.
Passado e presente
Em turnê pela série All’s Fall, Kardashian conta com o suporte da estilista escocesa Soki Maki para explorar criações de novos nomes em ascensão e de coleções de grandes grifes como Givenchy, Saint Laurent, Schiaparelli e Dior. O resultado, dentro da produção criada por Ryan Murphy, é um experimento estético: um desfile de grandes produções, com corsets em diversas texturas — como couro e tafetá — que reafirmam sua fase de reinvenção.
Kim Kardashian em produção para evento (Foto: reprodução/Instagram/@kimkardashian)
Kim Kardashian em produção para evento (Foto: reprodução/Instagram/@kimkardashian)
Kim Kardashian em produção para evento (Foto: reprodução/Instagram/@kimkardashian)
Kim Kardashian em produção para evento (Foto: reprodução/Instagram/@kimkardashian)
Com a ajuda da stylist, é possível observar o uso de peças consideradas vintage, como capas, golas altas e transparências, agora reinterpretadas de maneira mais segura e moderna. Kim resgata o que já foi tendência, mas o faz com outro olhar — o de quem domina o próprio estilo. A Kardashian marcou presença em diversos países para promover a série a All’s Fall como Londres, Paris, Nova York e Los Angeles. Em todos os lugares, contou e fez história com combinações icônicas.
Por fim, Kim Kardashian devolve à moda algo que sempre representou: referência. Ao resgatar, reinterpretar e reinventar, ela oferece uma lição a quem acompanha: a verdadeira autenticidade pode nascer de olhar para trás, compreender a própria história e, então, avançar.
Na sexta-feira (31), a ELLE Brasil celebrou a quarta edição do ELLEoween no hotel Rosewood, em São Paulo. Desde 2022, a festa de Halloween se tornou uma das principais atrações da revista e reúne personalidades influentes do jornalismo, moda e criação de conteúdo digital. Neste ano, o tema “Convenção dos Monstros” dominou o evento, que contou com a presença de 400 convidados.
Além disso, a festa ofereceu performances de DJs, projeções de filmes de terror e uma ambientação única, com iluminação cênica e espaços interativos dos patrocinadores. Para entrar no clima de glamour e terror, os convidados capricharam nas fantasias.
Johnny Luxo
Influência na cena clubber brasileira, Johnny escolheu se fantasiar da atriz finlandesa Maila Nurmi, conhecida como Vampira. O visual em couro chamou atenção com um body ombro a ombro, calça com zíper nas laterais e um corset que completou o look, reforçando a estética ousada e teatral da fantasia.
Johnny Luxo fantasiado de Maila Nurmi no ELLEoween 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@ellebrasil)
Thaisy Payo
A atriz e modelo se fantasiou de Rosaline Rotwood, personagem interpretada por Lady Gaga na série “Wandinha”. Rosaline é a professora fantasma da Escola Nunca Mais e para dar vida à personagem, Thaisy escolheu um vestido preto e branco com mangas médias. O destaque da fantasia ficou por conta da maquiagem marcante e da Mãozinha, confeccionada por ela mesma.
Thaisy Payo fantasiada de Rosaline Rotwood no ELLEoween 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@thaisy_payo)
Penha Maia
A criatividade foi um ingrediente fundamental nas fantasias de Halloween e a designer mostrou isso de forma simples. Penha estava mascarada com um olho gigante e as peças eram compostas por um vestido azul com mangas gigantes, meias de renda e uma sandália de salto baixo.
Penha Maia fantasiada de olho no ELLEoween 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@ellebrasil)
Vic Gaibar
A influenciadora também apostou na criatividade com uma fantasia conceitual inspirada na paralisia do sono, que explorava uma estética sombria e instigante. Vic surgiu em um look all black composto por vestido longo, capa e uma máscara feita de renda. Para complementar o visual, ela acrescentou chapéu, luvas e um cinto com correntes.
Vic Gaibar fantasiada de paralisia de sono no ELLEoween 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@vicgaibar)
O ELLEoween 2025 consolidou-se como um dos eventos mais aguardados do calendário da moda e do entretenimento no país. A combinação entre performances, ambientação e produções autorais reforçou o caráter criativo da celebração e destacou a conexão entre moda, cultura e expressão individual.
Na contagem regressiva para o Halloween, o terror voltou a dominar não só a tela, mas também as passarelas. Filmes do gênero sempre foram fonte fértil para estilistas: o medo, o mistério e o sobrenatural oferecem imagens fortes, noivas ensanguentadas, bandagens, silhuetas espectrais, que viram tecido, corte e ornamento. A seguir, relembre 10 coleções que beberam diretamente das telas do cinema de horror e transformaram pesadelos em moda.
O cinema de horror fornece arquétipos visuais que os designers reconfiguram para a moda. A partir da cena, do figurino icônico ou da atmosfera onírica, surgem peças que oscilam entre o grotesco e o sublime. Miuccia Prada explora deslocamentos sutis do familiar; Alexander McQueen fez do macabro uma assinatura; curadores como Maya Rijubini e espaços como a Artemis Gallery aproximam moda, arte e horror em projetos conceituais.
10 coleções inspiradas pelo cinema de horror
McQueen transformou imagens de morte e renascimento em alta-costura: silhuetas dramáticas, manipulação do corpo e adereços que remetem a filmes góticos. O resultado é uma estética onde horror e elegância coexistem. A teatralidade vinha tanto do vestuário quanto da encenação. McQueen reunia cenografia, iluminação, trilha sonora e performance para compor narrativas visuais intensas; modelos deixavam de ser apenas manequins para encarnar personagens, noivas traumáticas, sacerdotisas modernas, figuras híbridas entre homem e animal.
Coleção de outubro de Alexander McQueen (Foto: reprodução/Instagram/@alenxandermcqueen)
A proposta de Miuccia é emocionalmente complexa. Suas peças não apenas cobrem o corpo; elas o interrogam. Ao deslocar o familiar, Prada nos convida a repensar o conforto estético, revelando que a moda pode ser um dispositivo para sentir a inquietação
Coleção da Miu Miu Fall 2023 por Miuccia Prada (Vídeo: reprodução/Instagram/@miumiu)
A coleção Spring 2023 de Versace revisitou o gótico Y2K com uma paleta escura pontuada por roxos e fúcsias, correntes, couro e muito brilho. Entre as imagens mais memoráveis esteve a “goth bride”: peças que misturavam tiaras e véus com couro, studs e metal mesh, criando uma noiva subversiva. Ao mesmo tempo, glamourosa e ameaçadora, que sintetiza a mistura de diva pop e atitude rock presente na visão de Donatella.
Coleção Versace Spring 2023 (Foto: reprodução/Instagram/@nickverreos)
Rodarte tem um jeito único de transformar conto de fadas em pesadelo delicado. As rendas finas, camadas de tule e bordados minuciosos parecem saídos de um armário feminino antigo, mas algo sempre está fora do lugar: manchas quase imperceptíveis, franjas que lembram tecido rasgado e aplicações que sugerem pequenas cicatrizes.
O resultado é profundamente cinematográfico, cada vestido parece uma cena suspensa, como se tivesse acabado de interromper uma história triste. Há uma doçura artesanal ali, porém sempre atravessada por melancolia; a beleza não afasta o desconforto, pelo contrário, o faz reverberar. É essa ambivalência, ser ao mesmo tempo, frágil e inquietante, que torna o trabalho do Rodarte tão comovente e humano.
Riccardo Tisci para Givenchy consolidou um romantismo gótico onde a devoção e a transgressão se encontram. As coleções trazem rendas intrincadas, saias volumosas e texturas ricamente bordadas, mas sempre temperadas por uma sensibilidade sombria, crucifixos reinterpretados como joalheria conceitual, véus estilizados que cobrem e revelam ao mesmo tempo, e cortes que evocam hábito religioso ou traje funerário.
Tisci joga com iconografia sagrada e profana, criando figurinos que poderiam muito bem existir nas telas de um épico de terror gótico: personagens que habitam igrejas decadentes, capelas vazias e corredores iluminados por velas. O resultado é uma elegância ameaçadora, onde a estética romântica se contamina pelo mistério e pela tensão dramática.
Givenchy por Riccardo Tisci 2005-2017 (Foto: reprodução/Instagram/@fftymag)
A Maison Margiela faz da desconstrução uma linguagem quase visceral: bandagens, sobreposições e tecidos remendados que lembram curativos e pele costurada. Em vez de só mostrar técnica, as roupas parecem ter vida própria, peças desmontadas e remontadas deixam costuras, forros e camadas expostas como se revelassem a história de um corpo.
Maison Margiela Artisanal 2024 (Foto: reprodução/Instagram/@maisonmargiela)
A paleta contida e os volumes inesperados criam uma sensação de fragilidade íntima, como quem carrega cicatrizes traduzidas em tecido. Há beleza nessa imperfeição: a roupa vira uma pele alternativa que guarda memórias, feridas e resistências, e a passarela se transforma num lugar onde laboratórios, asilos e filmes sombrios encontram uma expressão humana e comovente.
Coleção O corpo como campo de batalha (Foto: reprodução/Instagram/@gastt_fashion)
Robert Wun vem trabalhando o terror como forma de storytelling visual, seja em peças couture inspiradas em noivas pós-apocalípticas, seja em coleções que empregam máscaras, maquiagem dramática e silhuetas deliberadamente corrompidas. Sua moda não busca apenas chocar, ela constrói personagens. Máscaras que ocultam expressões, tecidos manchados e cortes assimétricos compõem figuras que parecem saídas de filmes de monstros psicológicos, onde a ameaça é tanto externa quanto íntima.
Alta-costura de Robert Wun (Foto: reprodução/Instagram/@robertwun)
A teatralidade das passarelas de Wun (iluminação, styling e apresentação) reforça esse clima: cada look é um quadro que narra trauma, transformação ou sobrevivência. Assim, o horror vira linguagem narrativa, e o desfile funciona como curta-metragem de moda onde imagem, som e roupa contam uma mesma história inquietante.
Alta-costura de Robert Wun (Vídeo: reprodução/Instagram/@robertwun)
A coleção de Karl Lagerfeld para Chanel Spring 2017 transformou o Grand Palais num gigantesco “data centre”: cabos, monitores e estética high-tech serviram de cenário para looks que mesclavam o clássico tweed da maison com um humor robótico. Modelos com maquiagem metálica, elementos LED e silhuetas que lembravam androides levaram a noção de futurismo íntimo às passarelas, traduzindo a era digital numa versão luxuosa e performática da feminilidade Chanel.
Chanel Spring 2017 (Foto: reprodução/Instagram/@chanelfrenchboy)
Projetos curatoriais e colaborações entre galerias e estilistas elevam figurinos inspirados no cinema de horror a instalações, aproximando moda, performance e arte contemporânea. As colaborações também abrem espaço para experimentos técnicos e conceituais. Estilistas são convidados a pensar peça a peça como escultura, artistas visuais exploram costura, bordado e materialidade, performers habitam as roupas e prolongam sua história.
Anitta usando a marca brasileira Artemis (Foto: reprodução/Instagram/@styleofanitta)
A coleção Haute Couture outono 2007 da Dior, assinada por John Galliano, foi uma ode teatral ao universo rococó e à figura de Marie Antoinette. Apresentada com grande pompa nas celebrações do aniversário da maison, a passarela trouxe vestidos exuberantes com crinolinas e paniers exagerados, bordados barrocos, rendas, brocados e paleta de pastéis e dourados.
Haute Couture outono 2007 da Dior (Foto:reprodução/Instagram/@thefashionql)
Por que a aposta funciona
O horror traz uma iconografia imediata e emocional. Transformar sangue, sombra e cicatriz em textura, cor e volume cria peças que evocam reação (fascínio ou repulsa) e, por isso, se prestam a narrativas de marca, editoriais e performances. A moda usa o terror tanto para chocar quanto para provocar reflexão sobre corpo, identidade e tabus.
Coleções inspiradas em contos de horror (Foto: reprodução/Instagram/@karmapositivo)
Do minimalismo inquietante de Prada às encenações teatrais de McQueen, o cinema de horror provou ser uma mina estética para a moda. Neste Halloween, as passarelas e vitrines celebram essa relação: não apenas por gosto pelo macabro, mas pela capacidade do horror de revelar camadas ocultas do comportamento humano e claro, de transformar pesadelos em imagens memoráveis.
A série Tremembé, produção do Prime Video que revisita casos de grande repercussão nacional e a convivência de detentos no Complexo Prisional de Tremembé, estreia amanhã, 31 de outubro. A plataforma lança todos os episódios na madrugada, ampliando o catálogo com uma produção que mistura ficção e referências a crimes reais.
Tremembé é baseada em obras e reportagens que narram histórias como as de Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e outros casos que marcaram o país. A série explora o cotidiano, as relações e os conflitos entre esses detentos no chamado “presídio dos famosos”. O elenco reúne nomes como Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas e Carol Garcia, entre outros, que dão voz a histórias inspiradas em processos e personagens conhecidos do noticiário nacional.
Marina Ruy Barbosa e o desfile de moda na press tour
Marina Ruy Barbosa, que interpreta Suzane von Richthofen, chamou atenção não só pela atuação, mas pelo guarda-roupa durante a divulgação: nos eventos ela desfilou peças de grife, incluindo um vestido camisola e looks Saint Laurent usados nas pré-estreias e press tour. Em eventos recentes a atriz usou também joias e botas de grifes de luxo, compondo visuais vistosos e alinhados com um styling de passarela.
Marina Ruy Barbosa por Antonio Frajado (Foto: reprodução/Instagram/@antoniofrajado/@marinaruybarbosa)
Vestido Saint Laurent: modelo slip dress, camisola que remixou lingerie e alfaiataria em tapetes-vermelhos da divulgação. Peças de grife e joias: combinações que incluíram materiais nobres e acessórios que elevaram o tom glamouroso dos eventos. A estreia de Tremembé promete reacender debates sobre mídia, crime e memória, ao mesmo tempo, em que a divulgação da série transformou suas press tours em momentos de destaque para a moda nacional, com Marina Ruy Barbosa firmando-se como referência de estilo na campanha de lançamento.
Variedade de looks e influência de moda
A interpretação em Tremembé chega em um momento de afirmação da atriz, que celebra décadas de carreira com escolhas que buscam surpreender o público tanto pela atuação quanto pela presença em eventos de grande visibilidade. Além das peças de impacto, Marina tem apostado em combinações monocromáticas, brilho e sobreposições nas pré-estreias e ações de imprensa.
Marina Ruy Barbosa por Antonio Frajado (Foto: reprodução/Instagram/@antoniofrajado/Antonio Frajado)
Consolidando-se como referência de estilo durante a campanha de Tremembé, a atriz contou que precisou de frieza emocional para compor Suzane, buscando distanciamento e precisão na abordagem do personagem. A trama também explora relações íntimas e conflitos dentro do presídio retratado pela série.