Bancos deixarão de oferecer transferências via DOC e TEC

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que os bancos associados à federação deixarão de operar as transferências via Documento de Ordem de Crédito (DOC) até fevereiro de 2024. Além disso, será extinta a transferência utilizada por empresas para pagar benefícios aos funcionários, o pagamento via Transferência Especial de Crédito (TEC).


Logo Pix. (Reprodução/Banco Central do Brasil)


A opção de pagamento via DOC existe há 39 anos, foi criada em 1985 pelo BC, que permite a transferência de recursos entre contas de diferentes titularidades, mas o crédito na conta do beneficiário ocorre apenas no dia útil seguinte à data de emissão.Com o passar dos anos foram surgindo outras formas de transferências e o DOC foi perdendo utilização, a queda foi maior com a chegada do Pix. Dados do Banco Central registrados em 2022 apontam que o DOC ficou atrás até da utilização do cheque que foi utilizado em 202,8 milhões de operações. Foram realizadas 59 milhões de transações através do DOC, apenas 3,7% do total registrado no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Segundo informação da Febraban, sistemas como o da Transferência Eletrônica Disponível (TED) e o do Pix apresentam maior rapidez e conveniência para os clientes.

A TEC foi criada pelo BC em 2006, com possibilidade de transferir recursos para várias contas ao mesmo tempo, o que permitia, a distribuição de salários de uma folha de pagamento. A criação do TED foi considerada uma evolução comparado ao DOC, pois não tem limite de valor para transferência, além de creditar os recursos no mesmo dia. Já o DOC tem limite de R$ 4.999,99. Ambos os serviços são cobrados pelos bancos o que diferencia mais ainda do Pix que é um sistema gratuito. Atualmente o meio de pagamento mais utilizado do país é o Pix, foram feitas 24 bilhões de transações bancárias nessa modalidade, em 2022.

Os bancos terão até 29 fevereiro de 2024 para extinguir as operações de DOC e TEC. E os clientes (pessoa física ou jurídica) poderão realizar as operações de DOC até 15 de janeiro de 2024. Em nota, o presidente da Febraban, Isaac Sidney informou que os bancos e a Febraban avaliam as atualizações de pagamentos mais utilizados no país e procuram melhorar a experiência dos clientes a partir da modernização e custo-benefício. “Com o surgimento do Pix e a alta movimentação bancária com menores taxas, tanto a TEC quando o DOC deixaram de ser a primeira opção dos clientes, que têm dado preferência ao Pix, por ser gratuito e instantâneo”, informou, Isaac Sidney. 

 

Foto Destaque: Caixa Eletrônico. Reprodução/Ono Kosuki/Pexels

Celebridades conhecidas por sua paixão por jogos de cassino

As figuras públicas são principalmente reconhecidas, por norma, com base em suas profissões e seu talento, mas suas atividades de lazer também interessam aos fãs. Venha saber quais são as celebridades conhecidas por sua paixão por jogos de azar.

Os jogadores brasileiros já se renderam a alguns websites onde a prática de jogos de cassino online é o primeiro objetivo e Spincasino seu cassino online é um bom exemplo de um espaço onde se torna possível acessar variados jogos e se sentir, até, uma celebridade.

As celebridades são figuras públicas muitas vezes reconhecidas por seus talentos, habilidades e personalidades únicas, mas seus gostos pessoais também se tornam conhecidos do grande público e, sem dúvida, sabemos que a paixão pelos jogos de cassino se manifesta no cotidiano de muitas delas.

Nesse artigo, iremos apresentar algumas das celebridades que também apreciam os jogos de azar e que são frequentadoras assíduas de cassinos. Venha saber quais são!

1. Ben Affleck

O ator norte-americano é uma das celebridades que sempre é referida quando se fala do amor por jogos de cassino.

Ben Affleck, o ator vencedor de um Oscar da Academia é um jogador de pôquer experiente e frequenta diversos cassinos de Las Vegas.

Outro dos jogos que sabemos que Ben Affleck gosta de jogar e no qual tem habilidades surpreendentes é no blackjack, um dos jogos mais populares e rentáveis nos cassinos.

Já foi várias vezes noticiado que esse ator tenha ganhando grandes quantias de dinheiro com o jogo de azar.

2. Matt Damon

Amigo de Ben Affleck e conhecido pelos amantes do cinema, Matt Damon é outro dos artistas famosos que já revelou que é fã de jogos de azar. Em várias entrevistas, o artista fala sobre isso, destacando o pôquer como o jogo predileto.

No ano 2019, Matt Damon foi visto jogando esse jogo de baralho em um cassino de Los Angeles, competindo, então, contra jogadores profissionais e se sabe que a sorte poderá ter estado do seu lado!

3. Elton John

Do cinema à música, os cassinos parecem agradar a todos. O músico e compositor britânico Elton John também joga os jogos de azar em cassinos.

Na autobiografia desse cantor, ele mesmo conta que costumava jogar blackjack em cassinos de Las Vegas e Monte Carlo.

Para o cantor, os jogos de cassino eram o melhor modo de relaxar e se divertir após os shows, sendo também uma atividade rentável, uma vez que o cantor já ganhou grandes quantias de dinheiro com as suas jogadas.

4. Michael Jordan

Não são apenas artistas, mas também esportistas, que vibram com os jogos de cassino.

O craque de basquete Michael Jordan que foi estrela na NBA é um grande fã de jogos de azar e costuma frequentar cassinos em Las Vegas e Atlantic City.

Michael Jordan aprecia o blackjack e entra na jogatina em mesas com altas apostas, o que demonstra sua paixão pela modalidade e sua destreza ao jogar o famoso 21.

Foto Destaque: Reprodução

Apostas esportivas: lazer ou investimento?

Os brasileiros sempre gostaram de palpitar sobre as escalações dos times e os resultados das partidas de futebol. Porém, desde 2018, quando a Lei 13.756/2018 passou a permitir as apostas esportivas de cotas fixas no país, a atividade se repaginou e mudou de patamar.

Atualmente, em plataformas online, os fãs de futebol podem apostar em uma série de acontecimentos em um jogo: quem será o vencedor, quantos gols serão marcados, quantos cartões serão distribuídos, quantos escanteios serão cobrados e muito mais. Também é possível cruzar essas variáveis. Quanto mais improváveis elas forem, maior será o lucro caso a aposta seja vencedora.

Para otimizar esses resultados, muitos apostadores confiam nos seus sentimentos. Porém, há dias em que a bola não entra de jeito nenhum: o goleiro pega, a trave salva, o juiz anula. Por isso, há uma boa dose de incerteza e de sorte nesse tipo de atividade. É preciso considerar que as partidas estão expostas a vários tipos de acontecimentos. As zebras, resultados que contrariam o placar mais provável, estão presentes no mundo esportivo.

Mas, afinal, as apostas esportivas podem ser consideradas um investimento?

Segundo Enrico Nazaré, ex-jogador profissional de futebol e gerente de conteúdo do ApostasBrasil.com, os cuidados com as apostas esportivas devem ser os mesmos tomados com os investimentos. Ele explica que as apostas esportivas não são uma loteria cujos resultados dependem exclusivamente da sorte, mas o fato de não serem aleatórias não dá a elas total segurança de retorno.

“Para fazer um investimento, o ideal é que haja muito estudo. Ler e analisar a dinâmica do setor em que se faz um aporte financeiro é parte do cotidiano de quem decide aplicar seu dinheiro na bolsa ou em instituições financeiras que gerenciam ativos. O mesmo acontece com as apostas esportivas.”

Ele adiciona que a experiência de torcedor e o conhecimento do esporte colaboram para o sucesso com as apostas:

“Pessoas que analisam o histórico dos confrontos, avaliam o desempenho dos atletas, estudam a escalação das equipes e medem a eficiência de cada clube nas competições tendem a ser mais bem-sucedidas. O bom conhecimento do esporte e a leitura dos acontecimentos em uma partida podem aumentar significativamente as chances do apostador lucrar com seus palpites.”

As apostas esportivas não são investimentos, mas nada impede que se continue a aplicar dinheiro nessa atividade. Seja por lazer ou visando obter algum lucro nas apostas, os brasileiros podem apostar e ter sucesso nas operações, só é necessário ter cautela.

“Como o Brasil ainda não tem uma legislação específica para o setor, é importante se cadastrar em sites de apostas confiáveis e licenciados em países onde a atividade já é regulamentada. Além disso, na hora de organizar a planilha financeira, nada de usar os recursos destinados a investimento ou utilizados no dia a dia. As apostas esportivas podem render bons lucros, mas devem ser vistas como lazer.” completa o especialista.

Foto Destaque: Reprodução

Pregão de Nova York apresenta pequena alteração negativa após quebra do First Republic

As ações americanas terminaram a segunda-feira (1) com pouca alteração, com o foco dos investidores voltados em vender os ativos da First Republic Bank e se preparando para um novo aumento na taxa de juros pela Federal Reserve no decorrer desta semana. A expectativa é que os juros tenham aumento em sua taxe base em mais de 25 pontos base na quarta-feira.

“Os preços de mercado estão agora em linha com a visão da nossa equipe de que o Fed realizará mais um aumento de 25 pontos-base e interromperá o ciclo logo em seguida” disseram os analistas do Morgan Stanley, que opera nos pregões de Nova York.

O KBW, índice bancário regional, teve uma leve queda na segunda-feira, enquanto as ações da JP Morgan Chase subiram, após a JP vencer o leilão do First Republic.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”en” dir=”ltr”>The 3 bank failures since March 2023 held more assets than all the banks that failed during the 2008 financial crisis (even after adjusting for inflation) <br><br>“But this time it’s different!”<br><br>Nah. It’s the same.<br><br>Ht WSB u/TonyLiberty <a href=”https://t.co/WWtKjcebC2″>pic.twitter.com/WWtKjcebC2</a></p>&mdash; Wall Street Silver (@WallStreetSilv) <a href=”https://twitter.com/WallStreetSilv/status/1653189642420727808?ref_src=twsrc%5Etfw”>May 2, 2023</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>

Comparação dos prejuízos na quebra de bancos dos EUA. (Reoridução:Twitter/@wallstreetsilv)


Em Wall Street, índices de ações futuras fecharam no negativo, porém a variação foi mínima. O S&P 500 apresentou retração de 0,04%, Dow Jones caiu 0,15%, e Nasdaq fechou com queda de 0,12%.

O Dollar Index (DXY) se manteve pressionado durante o dia e apresentou crescimento de 0,4%, com 102,1 pontos.

Entre terça-feira e quarta-feira, deve acontecer a próxima reunião da Federal Reserve, por isso, os investidores negociaram em compasso de espera. Além disso, o mercado está no aguardo do discurso de Jerome Powell, presidente da autoridade monetária.

No Brasil, a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) caracteriza a “super quarta”, de decisões de vários BC´s no mundo todo.

“Esperamos que esta seja a última parte da crise bancária, mas algo mais pode surgir em algum momento” disse o estrategista sênior de portifólio da Ingralls & Snyder, Tim Ghriskey.

As empresas brasileiras que são negociadas nos pregões de Nova York, a Vale (VALE3) e a Petrobras (PETR4) também fecharam o com retrocessos, com queda de 1,4% e 1%, respectivamente.

Foto destaque: Pregão de Nova York. Reprodução: Valor.Globo/ Richard Drew/ AP

JP Morgan anuncia a compra do First Republic Bank

Um dos maiores bancos americanos, o JP Morgan Chase, anunciou na segunda-feira (1) a aquisição do First Republic Bank. Os valores da movimentação não foram divulgados. Também na última segunda-feira, o First Republic Bank sofreu uma intervenção dos reguladores financeiros americanos, depois que a tentativa de resgatar o banco, no final de semana, não tiveram sucesso.

A intervenção do JP Morgan foi a maior falência bancária deste ano, e a segunda maior da história dos Estados Unidos, passando à frente até do Silicon Valley Bank.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”en” dir=”ltr”>JP Morgan was able to acquire First Republic Bank, despite the rule against one bank controlling more than 10% of US deposits <br><br>JP Morgan now holds more than $2.4 TRILLION in deposits <a href=”https://t.co/6sXDEKWEN2″>pic.twitter.com/6sXDEKWEN2</a></p>&mdash; Genevieve Roch-Decter, CFA (@GRDecter) <a href=”https://twitter.com/GRDecter/status/1653011620296265728?ref_src=twsrc%5Etfw”>May 1, 2023</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>

Analista econômica da FOX News (Reprodução/Twitter/@GRDecter)


O JP Morgan vai assumir a maior parte dos ativos do First Republic, além de 100% de todos os depósitos, segundo a Federal Deposit Insurence Corporation (FDIC). A FDIC é um órgão que protege os depositantes caso aconteça uma falência bancária, função parecida à FGC (Fundo Garantidor de Crédito) no Brasil.

Segundo comunicado direcionado à imprensa emitido na segunda-feira, o FDIC informou que “Como parte da transação, as 84 agências do First Republic Bank em oito estados serão reabertas como agências do JPMorgan hoje, durante o horário comercial. Todos os depositantes do First Republic Bank se tornarão depositantes do JPMorgan e terão acesso total a todos os seus depósitos.”

O FDIC deixou acordado que compartilhará as perdas da transação com o JP Morgan. O órgão estimou que Fundo de Seguro de Depósito poderá sofrer um baque de US$ 13 Bilhões.

Na última semana, o First Republic teve o recorde de menor preço de suas ações batido, recuando aproximadamente 97% desde o começo de 2023. No relatório dos resultados do primeiro trimestre de 2023, o First Republic Bank informou uma perda rápida de depósitos, recuando cerca de 40%. As previsões dos analistas eram que os depósitos totais do banco atingissem US$135 bilhões, porém o resultado foi muito abaixo do esperado, com US$ 105 bilhões (R$532 bilhões).

Foto destaque: Agência do First Republic em Manhattan. Reprodução/REUTERS/Mike Segar/CNN Brasil

Lula anuncia reajuste no salário mínimo de R$ 1.302 para R$ 1.320 a partir de maio

Na última sexta-feira, dia (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o aumento do salário mínimo, que entrará em vigor a partir de maio. O novo valor será de R$ 1.320, 18 reais a mais do que valor atual, que é de R$ 1.302: “É um compromisso meu com o povo brasileiro, que nós vamos acertar com o movimento sindical, está combinado com o Ministério do Trabalho, com o ministro (Fernando) Haddad, que a gente vai em maio reajustar para R$ 1.320”, disse o presidente.

Para União, caberá uma despesa adicinal de R$ 40,8 bilhões. Em 2023 e 2024, esse ajuste pode custar cerca de R$ 18 bilhões às contas do governo. Lula ainda disse sobre aumentar anualmente o valor do salário: “Nós vamos aumentar o salário mínimo todo ano. A inflação será reposta e o crescimento do PIB será colocado no mínimo”, declarou Lula. Segundo o Orçamento, a cada ajuste no piso salarial gera um custo de R$ 366,4 milhões para o governo federal em 12 meses.


Segundo o governo, a alteração no salário mínino ocorrerá no próximo mês (Foto: reprodução/iStock)


Após as declarações em relação ao aumento do salário mínimo brasileiro, Lula publicou a decisão em seu perfil no Twitter


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>Estamos aumentando o salário mínimo para R$ 1.320 em maio e vamos recuperar a regra em que o salário, além da reposição inflacionária, terá o crescimento do PIB, porque é a forma mais justa de distribuir o crescimento da economia.</p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href=”https://twitter.com/LulaOficial/status/1626245234085490688?ref_src=twsrc%5Etfw”>February 16, 2023</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>

Publicação de Lula sobre o aumento do salário mínimo (Reprodução/Twitter/@LulaOficial)


Em entrevista à CNN Brasil, Lula informou que, além do aumento salarial em maio, o valor da faixa de isenção do imposto de renda será no valor de R$ 2.640, e que também será estabelecida uma regra para o salário mínimo, que já havia sido feita desde o seu primeito mandato, que é repor a inflação fracionária e o crescimento no PIB (Produto Interno Bruto), para a melhora da economia.

 

Foto: Presidente Luiz Inácio Lula da Silva comunica o aumento do salário mínimo e a mudanda do valor do imposto de renda (Marcelo Camargo/Agência Brasil).

 

Resultados do Snap e Pinterest decepcionam investidores no primeiro trismestre e ações caem

A Snap e o Pinterest registraram queda no valor de suas ações, de -18% e -15% respectivamente, após a divulgação dos demonstrativos de resultados neste primeiro trimestre. Os números apresentados não agradaram aos investidores de Wall Street, que foram surpreendidos com os dados negativos, além de estarem preocupados com os tímidos gastos com anúncios digitais. A perca no valor de mercado das duas companhias foi de U$ 6 bilhões de dólares. Com A Snap valendo U$ 13 bilhões e o Pinterest, U$ 15 bilhões de dólares.

A Snap, proprietária do Snapchat, justifica o seu baixo desempenho na demanda pelos serviços de anúncios, culpando as mudanças em sua plataforma. Já a Pinterest também sofre com o mesmo problema de redução de anunciantes. Ambas, já esperam resultados abaixo das expectativas nos próximos trimestres.


Wall Street em Nova Iorque. Reprodução: Keenan Constance/Pexels


Os analistas de investimentos apontam uma alta competitividade no setor aliada à preferência dos clientes em anunciarem seus produtos e serviços em grandes empresas de mídias digitais mais consolidadas como forma de reduzirem gastos e ainda obterem resultados mais eficazes com publicidade. Além disso há uma incerteza no desempenho futuro da economia global no pós-pandemia, deixando as corporações mais cautelosas na hora de realizarem investimentos e grande mudanças nas estratégias e modelos de negócios.

Em contraste, Meta e Alphabet, empresas do mesmo setor, apresentaram balanços que deixaram os analistas financeiros mais satisfeitos. Com isso, a dona do Facebook conseguiu registrar um aumento de mais de +13% e, a controladora do Google com um salto um pouco menor, de +2,52. As altas no valor das ações dessas empresas foram o suficiente para puxar o valor do índice Nasdaq em +0,90%, a bolsa norte-americana de empresas de tecnologia. As polêmicas demissões ocorridas no ano passado contribuíram para a saúde financeira dessas gigantes de tecnologia, juntamente com o superávit nas operações de suas plataformas subsidiárias.

Foto destaque: Thought Catalog e Brett Jordan/Pexels

Inovação: Mastercard facilita transações com cartões de pagamentos por meio de criptoativos

A Mastercard anuncia que vai investir na expansão de seu programa de cartões de pagamentos ligados a criptoativos. A gigante dos meios de pagamentos já possui experiência na combinação dos negócios com empresas de custódia e investimentos em criptos como a Binance, Gemini e Nexo em alguns países. Com a Binance, por exemplo, é possível utilizar cartões para pagamentos com às moedas comuns emitidas pelos Estados com base no valor em criptomoedas possuídas pelo cliente.

Mas a novidade chega em um cenário onde o mercado cripto é visto com desconfiança em razão das falências de corretoras que trabalham com esses tipos de ativos digitais. As autoridades monetárias, regulatórias e bancos nos Estados Unidos e outros lugares têm levantado o tom a esses tipos de moedas, existindo crença de suposta ligação com atividades ilícitas.


Criptoativos. Reprodução: wordspectrum/pexels


Mas, segundo Raj Dhamodharan, chefe de criptoativos e block chain da Mastercard, a medida tem como objetivo trazer mais segurança aos usuários em suas transações e aumentar o número de parceiros no setor em uma área que está expansão. As informações foram ditas em entrevista à Reuters nesta quinta feira (26). A empresa de meios de pagamentos também tem investido em tecnologia e dado atenção à verificação do volume de negociações e estar de acordo com o seu compliance.

A Mastercard, que está presente em mais de 200 países, busca ainda criar um padrão global de de integração entre os clientes, corretoras e outras empresas para tornar mais ágil as transações com criptomoedas e ativos com tecnologia Block Chain. Chamado de “Mastercard Crypto Credential”, o projeto anunciado também essa semana pelo setor de operação da rede na América Latina e Caribe, já possuí nos Estados Unidos e países Sul americanos os mercados com forte demanda para a iniciativa. As informações foram dita pelo vice-presidente executivo de produtos e engenharia da Master na região, Walter Pimenta, em entrevista à Exame.

 

Foto destaque: Cartão Mastercard. Reprodução/Pexels-Pixabay

Dólar continua em queda e fecha abaixo dos R$ 5

Nesta quinta-feira (27) o dólar fechou a sessão em queda, voltando a feicar abaixo dos R$ 5 reais no Brasil. A moeda norte-americana recuou 1,52%, cotada a R$ 4,9801 sendo que a mínima do dia, chegou a R$ 4,9702 (menor valor de fechamento desde dia 18 de abril), com isso o real apresentou o melhor desempenho frente à moeda americana entre as divisas globais mais relevantes. Um dos motivos para o dólar estar em forte queda foi a divulgação de balanços corporativos positivos nos EUA, na Europa e na China. Além disso, foi anunciada na véspera da sessão a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) favorável ao governo e de sinais de entrosamento entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda.

No mesmo dia, o Senado promoveu uma sessão de debate com tema “Juros, Inflação e Crescimento” com participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad; a ministra do Planejamento, Simone Tebet; e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que é preciso “reconhecer grande esforço do governo com real possibilidade de estabilizar a dívida“.


Reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad ao microfone. (Foto: Reprodução/Edmilson Rodrigues/Agência Senado)


O sucesso do desempenho da moeda brasileira é atribuído, especialmente, a uma redução associada ao risco fiscal, após a decisão do STJ favorável ao governo, com autorização da cobrança de IRPJ e CSLL sobre benefícios fiscais de ICMS. A expectativa é que com a decisão do STJ a arrecadação fique em R$ 90 bilhões, assim contribuindo para que o governo alcance as metas previstas na proposta do novo arcabouço fiscal. “Campos Neto já havia dito que o arcabouço tira o risco de crescimento explosivo da dívida. Essa decisão do STJ é na margem um sinal positivo que pode ajudar o governo a cumprir a meta fiscal, o que contribuiu para a queda do dólar“, afirma o economista-chefe da JF Trust, Eduardo Velho.

Foto destaque: Notas de 1 dólar americano. Reprodução/Pixabay

3M vai demitir 6 mil funcionários no mundo; força de trabalho da empresa cai 10% em 2023

O grupo industrial norte-americano, 3M, anunciou que vai demitir 6 mil de seus funcionários em todo mundo, na última terça-feira (25). Esta é a segunda rodada de demissões em massa da empresa. A medida foi tomada pela queda na demanda no consumo de eletrônicos. A companhia afirmou que vai mudar o foco para visar negócios de alto crescimento, como eletrificação de veículos e produtos para casa, além de priorizar as áreas de tecnologia climática e novos eletrônicos de consumo.

Outro fator que contribuiu para a decisão são as altas taxas de juros, a continuidade dos elevados índices de inflação e das incertezas que estão sobre as economias globais. A 3M, que produduz intens como telas de smartphones e tablets, vê sua receita cair, por conta da retenção de gastos da população, que destina seus recusos à produtos mais baratos e de maior prioridade.


Grupo é mais uma Big Tech que realiza demissões em massa. (Foto: Reprodução/Yahoo)


 

O vice-presidente financeiro da empresa, Monish Patolawala, afirmou que ”a divisão de eletrônicos de consumo teve queda de 35% no primeiro trimestre”, em conferência com analistas. Ele declarou que essas medidas vão deixar os processos mais simples. ”A reestruturação da 3M, que deve envolver todas as funções, negócios e localidades de operação da empresa, tem como objetivo simplificar a gestão”, finalizou.

No início de 2023, a 3M anunciou o corte de 2,5 funcionários. Com isso, as duas rodadas de demissões diminuíram a força de trabalho da empresa em 10%. Mesmo assim, o grupo vem colhendo bons resultados neste ano. No primeiro trimestre, houve um crescimento de US$ 1,97 por cada ação da empresa. A marca superou a expectativa dos analistas, prevista em US$ 1,58, de acordo com dados Refinitiv. 

No geral, a 3M tem uma receita de US$ 8,03 bilhões, superando também a previsão dos especialistas, que estava na marca de US$ 7,49 bilhões.

 

Foto Destaque: Sede da 3M. Reprodução/Money Times