Conheça os cuidados com exercícios durante a gravidez

A gravidez é um momento de modificações no corpo da mulher, um evento importante responsável pela formação de um novo indivíduo. Considerado um período muito especial para as mulheres, algumas delas são muito agradecidas após muitas tentativas, outras sortudas por terem conseguido seus pequenos milagres ainda no primeiro ciclo de tentativas, mas todas enfrentam esse período transformador com todas suas alegrias e dificuldades. Existem muitos mitos que fazem parte do universo da maternidade: um deles é se a grávida pode fazer exercícios.


Para fortalecimento muscular e redução de dores recomenda-se atividades leves. (Foto: Reprodução/Getty Images)


Atividades físicas de leve e baixo impacto é recomendado. A médica ginecologista Simone Vaccaro, em uma entrevista ao portal Terra informa que tudo está relacionado a individualidade e ao bom senso. Ou seja, exercícios com muito peso, exercícios com impacto exagerado e até mesmo corridas precisam ter atenção. Segundo ela, na gestação, o assoalho pélvico está com um peso maior que o volume uterino. Essa altura uterina quanto maior ela for maior será o peso sobre essa pelve. Partindo dessa informação, se a grávida faz algum exercício de impacto como, por exemplo, o agachamento, o excesso de peso é somado ao peso do bebê. Esse peso extra pode acarretar vários danos, entre eles, o deslocamento da placenta.

No caso de pacientes sedentárias, é necessário um treinamento cardiorrespiratório. Ou seja, pacientes mais taquicárdicas vão estar com um fluxo sanguíneo maior e o ideal é que a frequência não fique constantemente acima de 120 batimentos por minuto. Segundo a especialista, entre os exercícios aeróbicos, os mais indicados durante a gravidez são: caminhadas, bicicleta ergométrica e natação. Para fortalecimento muscular e redução de dores, recomenda-se pilates, yoga e hidroginástica.

Confira alguns cuidados para deixar a prática mais segura e agradável:

  • Faça o acompanhamento pré-natal;
  • Evite exercícios em ambientes quentes;
  • Quando ao ar livre, prefira os horários de temperatura mais amena (antes das 10h ou depois das 16h);
  • Nos esportes aquáticos, mantenha a temperatura da água em até 34 °C;
  • Faça uma refeição leve de 30 a 60 minutos antes da prática;
  • Beba líquidos antes e depois para garantir a boa hidratação;

De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, é recomendável que gestantes façam pelo menos 150 minutos de atividades físicas moderadas por semana. Contudo, é necessário antes de tudo ter a liberação médica para se exercitar. Além disso, eles beneficiam a saúde da gestante, reduzindo risco de doenças como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, hipertensão arterial gestacional, ganho de peso excessivo e depressão pós-parto.

Foto destaque: Atividades físicas de leve e baixo impacto é recomendado para gestantes. Reprodução/Instagram

Estudo aponta o melhor horário para quem quer emagrecer

Entendemos que devemos nos movimentar e que essa prática virou uma das áreas mais interessantes e atraentes da medicina. Uma análise feita por pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Leiden, na Holanda, e publicada na Revista Científica Diabetologia, descobriu que o exercício pode ser mais eficaz entre o meio-dia e a meia-noite, para perda de peso em comparação ao período da manhã.


Mulher praticando atividade física no final da tarde. (Foto: Reprodução/GETTY IMAGES)


O estudo contou com a participação de 7 mil pessoas, com idades entre 45 e 65 anos. A grande maioria dos voluntários eram obesos que tinham um índice de massa corporal (IMC) de 27 ou mais, também havia um pequeno grupo de controle com peso saudável. O trabalho avaliou o impacto do treino em dois índices extremamente relevantes, o colesterol e o diabetes. Os participantes foram submetidos a um exame físico, durante o qual foram coletadas amostras de sangue para medir os níveis de insulina no sangue em jejum e após uma refeição.

Outros foram selecionados para ter o seu acúmulo de gordura no fígado avaliado. Algumas destas pessoas usaram um acelerômetro e um monitor de freqüência cardíaca em um período de quatro dias e quatro noites consecutivas para monitorar os níveis de movimento e atividade. Entre os envolvidos, 775 pessoas forneceram dados completos.

Os especialistas chegaram à seguinte conclusão: aqueles que fizeram atividade física de intensidade moderada e vigorosa no período do final da tarde e noite reduziram o impacto no nível de gordura no fígado e de resistência a insulina. Enquanto que aqueles que praticavam a atividade ao longo do dia não apresentaram nenhuma diferença significativa na resistência a insulina. Os cientistas ainda não identificaram a razão exata por trás dos resultados, mas há uma hipótese de que ao final do dia, com o corpo naturalmente aquecido, há reação mais imediata na ação da resistência a insulina, contribuindo assim para a perda de peso, obtendo um melhor controle desse marcador e contribuindo para a silhueta.

Foto destaque: Praticando atividade física. Reprodução/Instagram

Lipo Lad: entenda a diferença em relação à lipoaspiração tradicional

Lipo LAD — lipoaspiração de alta definição — ou lipo HD, vem ganhando espaço no universo dos procedimentos estéticos e sendo um grande sucesso entre as celebridades. O procedimento visa ressaltar a definição muscular para que a região operada fique com um formato mais definido e musculoso.

Tanto a lipo LAD quanto a lipoaspiração tradicional tem objetivo de retirar a gordura localizada, porém a primeira, além de remover o excesso de gordura, destaca os músculos da parte operada. “Nessa cirurgia, o excesso de depósitos de gordura do corpo é removido e, além da diferença de massa corporal, há definição nos contornos. Esse procedimento também é usado para tratar acúmulos de gordura em outras partes do corpo, como: braços, pescoço, coxas, cintura, costas, peito, pernas etc.”, explica Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional — Cirurgia Plástica.

O procedimento é indicado para pessoas que procuram alcançar um visual mais atlético para o corpo. “Nesse caso, o procedimento cria uma ilusão de luz e sombras, agindo em locais mais pontuais, com o objetivo de valorizar a forma natural e a musculatura no abdome”, comenta Korn.

Apesar de serem cirurgias estéticas diferentes, o cuidado é o mesmo. Arnaldo Korn ressalta que “os cuidados devem ser levados a sério para não descumprir as recomendações, o que pode ocasionar transtornos. Em casos de mal-estar não previstos, é importante consultar o cirurgião, pois somente ele pode sanar as dúvidas”. Além disso, é importante ter em mente que sem qualidade profissional, não há como garantir todo o processo de forma correta e segura.

O diretor do Centro Nacional — Cirurgia Plástica ressalta que todos os procedimentos devem ser realizados por um profissional qualificado, e que o paciente deve pesquisar o histórico do profissional antes de efetuar o procedimento, colocando a saúde em primeiro lugar sempre.

Para isso, é importante ter alguns critérios ao escolher o cirurgião plástico, como: checar se o médico possui registro no Conselho Regional de Medicina da região em que atua, consultar se ele é credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, assim como verificar se a clínica possui todas as licenças para funcionamento. Tais medidas de precaução evitam possíveis problemas com a saúde do paciente no pré e pós-operatório, assim como com os resultados do procedimento.

Foto Destaque: Reprodução

Segundo diretora da AACD, pessoas que adquirem deficiências precisam de reabilitação

Daniella Neves, diretoria médica da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) entende que a discussão sobre pessoas que adquirem algum tipo de deficiência ao longo da vida é um assunto importante. Podemos dizer que é importante porque, quando se pensa em pessoa com deficiência, na maioria dos casos se pensa em alguém com doenças congênitas. Mas é sempre bom lembrar que há casos importantes que também pedem tratamento e reabilitação.

“A gente fala mais das congênitas, de quem nasce com más-formações, mas a aquisição ao longo da vida é importante”, disse a diretora, à CNN Rádio.

Daniella Neves ainda lembrou que o paciente que adquire alguma deficiência ao longo da vida muitas vezes se sente perdido, sem orientação. Justamente pela visão da deficiência ser um fato novo na vida dessa pessoa.


Hospital da AACD, unidade Abreu Sodré (Fonte: Reprodução/aacd.org)


Segundo Daniella, existem três grupos que compõem essa parcela da população. O primeiro é originado de um Trauma Crânio-Encefálico (TCE) e sequelas de AVC, que terminam com problemas neurológicos e dificuldade de mobilidade. O segundo grupo seriam os amputados, que têm como causa acidentes, como por exemplo, acidentes automobilísticos. Já o terceiro grupo são os provenientes de lesão medular, que pode ser causada por doenças ou mesmo lesões ocasionadas por arma de fogo, por exemplo.

Atualmente, o índice de evolução na reabilitação dos pacientes da AACD está acima de 80%.

“A principal ferramenta é a reabilitação, que é poderosa para a inclusão na sociedade, no trabalho, vida social, lazer”, afirmou a diretora.

A diretora ainda destacou a importância da reabilitação para o paciente se reinserir na sociedade.

“Cada paciente tem uma atividade, mora em determinado lugar, com determinada família. A reinserção se dá pela reabilitação.”

Segundo Daniella, o tratamento é multidisciplinar: “A questão da mobilidade é importante, mas não é a única, temos terapias, psicologia, vários aspectos”.

A AACD trabalha com protocolos individualizados e atua neste campo há mais de 72 anos.

 

Foto destaque: Deficientes precisam ser reinseridos na sociedade. Reprodução/Prefeitura Paulista

Brasil registra 65 mortes de covid-19 em 24 horas

Nesta última terça-feira (1), segundo um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto com às secretarias estaduais de Saúde o Brasil registrou 65 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. Esse número é quase igual ao do Conass, que registrou 62 óbitos no mesmo período. Com isso, a média móvel de mortes continua em alta pelo sétimo dia seguido. Houve um aumento de 18% em relação aos óbitos registrados em 14 dias.

De acordo com o consórcio, são 688.270 mortos por Covid no Brasil desde o início da pandemia. Na terça foram registrados 8.271 casos da doença. No total são 34.878.665 infectados. Já os números do Conass registram 688.219 mortes e 34.837.035 casos confirmados.

Nos Estados de Alagoas, Acre, Amazonas, Maranhão, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, e Santa Catarina não foram registraram mortes. Também não houve novos infectados ou mortos em Sergipe. 

Uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL formam o consórcio de veículos de imprensa. Eles passaram a trabalhar juntos desde o dia 8 de junho de 2020, com o objetivo de colaborar e reunir as informações necessárias do país inteiro. Os dados são coletados até às 20h todos os dias.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”><a href=”https://twitter.com/hashtag/PainelConass?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw”>#PainelConass</a> Covid-19<br>Data: 31/10/2022, 18h<br><br>Casos<br>• 3.846 no último período<br>• 34.828.712 acumulados<br><br>Óbitos<br>• 65 no último período<br>• 688.157 acumulados<br><br>Média móvel dos últimos 7 dias<br>• 05.058 casos<br>• 70 óbitos<br><br>Mais informações: <a href=”https://t.co/ZjV7hqzyQ0″>https://t.co/ZjV7hqzyQ0</a></p>&mdash; CONASS (@ConassOficial) <a href=”https://twitter.com/ConassOficial/status/1587187660480716803?ref_src=twsrc%5Etfw”>October 31, 2022</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>

Dados do Conass (FotoReprodução/Twitter)


O país já tem 84,76% da população com a 1ª dose e 79,85% com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen. Ao todo, 182.080.932 pessoas já receberam a primeira dose de uma vacina contra a Covid. Somanda com as doses únicas da Janssen, são 171.537.141 pessoas com duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

A terceira dose já foi aplicada em 105.088.124 pessoas, enquanto 34.908.027 já tomaram a quarta dose da vacina para Covid.

Não foram atualizados os dados de vacina no Rio de Janeiro, Acre, Maranhão e Paraíba. Em Minas Gerais não foram atualizadas as informações de casos, mortes e vacinas.

Foto destaque: Média movel de casos de Covid segue em alta no Brasil: Reprodução G1

Má escovação dos dentes causa impotência sexual? Dr. Gilmar da Silva explica

Pesquisas relacionam a gengivite com problemas de disfunção erétil

Homens que querem evitar problemas de disfunção erétil devem redobrar os cuidados de higiene bucal. Isso porque, de acordo com diversos estudos, a impotência sexual tem relação com a má escovação dos dentes.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Jinan, na China, e publicada no periódico científico Journal of Sexual Medicine aponta que homens que não escovam os dentes pelo menos duas vezes ao dia estão até três vezes mais propensos de sofrer de disfunção erétil.

“Na verdade, o motivo por trás do aumento do risco é a gengivite, uma doença causada pela falta de escovação”, explica o dentista Gilmar da Silva. “Tanto a disfunção erétil quanto a gengivite são causadas por inflamações que afetam os vasos sanguíneos”, complementa.


(Foto/Reprodução)


Além disso, o estudo chinês, realizado com 200 mil indivíduos do sexo masculino, mostra que a gengivite pode aumentar em 2,85 vezes a probabilidade de homens apresentarem dificuldade para ter uma ereção.
No mesmo sentido, um estudo publicado pela Universidade de Granada, na Espanha, aponta que 74% dos homens que relatam problemas de desempenho sexual são diagnosticados com gengivite.

Ademais, um relatório da British Dental Health Foundation, uma das principais instituições de caridade de saúde bucal no mundo, indica que quatro em cada cinco homens que sofrem de disfunção erétil severa têm doença periodontal, como a gengivite.

“O sistema imunológico ataca os patógenos presentes na boca conforme os dentes apodrecem. Assim, as bactérias se infiltram na corrente sanguínea e danificam os vasos sanguíneos”, esclarece o dentista Gilmar da Silva sobre as consequências da doença gengival.

Também conhecido como “dentista dos famosos”, por receber diversas celebridades em seu consultório, o especialista, além do mais, destaca que a gengivite afeta cerca de 2 milhões de pessoas por ano no Brasil.

A doença periodontal, inclusive, também apresenta relação com outros graves problemas de saúde, como a diabetes e o acidente vascular cerebral (AVC).

“A recomendação é escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, sobretudo após as refeições. Fio dental e avalições periódicas no dentista também ajudam a evitar problemas relacionados à higiene bucal”, pontua o dr. Gilmar da Silva.

Foto Destaque: Reprodução

Pioneira no absorvente de CBD tem levantamento de US$ 11,5 milhões

Encabeçadas por mulheres, a Daye, empresa que promove soluções de saúde ginecológica, acaba de realizar testes caseiros com absorventes de CBD interno, capazes de detectar infecções, gravidez e fertilidade. O produto vem sendo usado por mais de 60 mil mulheres no Reino Unido. Com isso, a empresa levantou uma roda de financiamento na casa dos US$ 11,5 milhões (algo em torno de R$ 60,94 milhões).

A femetech, uma das responsáveis pelos testes, divulgou testes de triagem de microbioma e microambiente vaginal que podem detectar patógenos de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e infecções vaginais, além do período fértil, possíveis complicações na gravidez e fertilização in vitro, tornando os testes caseiros mais precisos.

Empresas como Hambro Perks, que possui sede em Londres, contribuiu para o desenvolvimento da pesquisa. A companhia internacional de investimento possui foco em empresas de tecnologia inovadoras. Uma das líderes em soluções para saúde no Reino Unido, a Simplyhealth, e as médicas Dra. Michelle Tempest e Dra. Flora Pathiraja, também investiram na ideia.

O financiamento será usado para expandir os horizontes da Daye nos Estados Unidos. A empresa global de capital de risco MassMutual Ventures e a canadense, também especialista em capital de risco, Cross Border Impact Ventures, também fizeram parte do projeto.

Até o momento, a Daye arrecadou mais de US$ 20 milhões (R$ 105,99 milhões). A causa conta com inúmeros patrocínios, incluindo a Martin Varsavsky, fundador da Prelude, a maior rede clínica de fertilidade do mundo; Anne Wojcicki, fundadora da empresa de biotecnologia 23andMe; a companhia americana de capital de risco Khosla Ventures e a Kindred Capital, de Londres.


Os absorventes internos de CBD tem sido um sucesso no Reino Unido (Foto: Reprodução/Pexels)


Absorvente de CBD

A Daye, responsável pelo produto, é pioneira no assunto. Desenvolveu o absorvente interno com base em estudos que relacionavam o CBD com a saúde menstrual. O resultado foi um sucesso, mostrando que o CBD estava ligado ao alívio das dores.

O absorvente interno de CBD fornece 100mg de extratos de canabidiol direcionados e de grau médico diretamente na área da cólica durante o período menstrual. O produto é o único que obteve a certificação ISO 13485, isso significa que o absorvente atingiu os mais altos padrões possíveis para dispositivos médicos.

Foto Destaque: O canabidiol tem ajudado mulheres no período menstrual. Reprodução/Pexels

 

Estudo revela que ter animais de estimação pode melhorar o desenvolvimento infantil

Crianças que convivem com animais de estimação possuem uma maior imunidade e saúde física, o contato direto com os pets traz inúmeros benefícios sociais e psicológicos para os mais jovens.

Segundo o estudo da America Heart Association (Associação Norte Americana do Coração), um dos benefícios de se ter um pet quando criança, como cães e gatos, é a redução de diabetes e doenças cardíacas. A convivência com animais faz o tutor desenvolver hábitos mais saudáveis, como caminhar ao livre com o bichinho.

O convívio também é capaz de aumentar a imunidade da criança, idosos e pacientes oncológicos. Isso acontece devido aos microrganismos presentes dos animais, fazendo o corpo desenvolver tolerância em relação ao animal e ao ambiente.


Crianças que convivem com animais desenvolvem maior imunidade (Foto: Reprodução/Pexels)


Outro estudo, divulgado pelo Instituto de Ciências da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, aponta que 49% das crianças que não possuem contato com animais de estimação apresentavam problemas alérgicos ou respiratórios, diferentemente das que conviviam com pelo menos um pet, que não tinham sinais dessas condições.

Além da saúde física, um levantamento feito pela Plos One, da Public Library of Science, nos Estados Unidos, mostrou que o contato de crianças com cães diminui significativamente os níveis de estresse.

Os animais de estimação também podem fazer parte de tratamentos, conhecido como ‘’intervenções assistidas por animais’’, ou seja, o paciente usufrui do convívio com o pet como forma de contribuir para o processo. Geralmente, as raças usadas nesse tipo de tratamento são Golden Retriever e Labrador, ambos são conhecidos pelo convívio harmonioso com seres humanos.


Ter um pet ajuda na redução de estresse (Foto: Reprodução/Pexels)


A contribuição dos animais de estimação vai além da saúde psicológica e social, ajudando também no desenvolvimento de empatia e senso de responsabilidade, devido ao comprometimento de cuidar e promover o bem-estar do animal. Para os tímidos, os pets são capazes de faze-los socializarem mais.

Foto em destaque: Ter um animal de estimação ajuda no desenvolvimento infantil. Reprodução/Pexels

Candidíase de repetição: Aprenda como evitá-la e aliviar os sintomas

Infecção causada por fungos a candidíase de repetição é caracterizada por quatro ou mais episódios em um ano. Cerca de 75% das mulheres são acometidas pela candidíase pelo menos uma vez durante a vida. A candidíase de repetição, também conhecida como “candidíase recorrente”, acomete pelo menos 5% delas. Embora ela possa ser causada também por outras espécies de fungos, ela frequentemente é originada da candida albicans.


Candidíase ela acomete tanto as mulheres como os homens e os sintomas variam para cada um destes sexos.  (Reprodução/ GETTY IMAGENS).


Que se alojar na área genital e provoca uma série de incômodos, como coceira, secreção e  inflamação. Ainda que não seja considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), ela pode ser transmitida através de relações sexuais. De modo geral ela esta ligada a queda da imunidade e ao uso de substâncias como anticoncepcionais, antibióticos, antiinflamatórios, a gravidez e a doenças como diabetes, HPV entre outras alergias. Ela acomete tanto as mulheres como os homens e os sintomas variam para cada um destes sexos.

Nas mulheres ocorre coceira vaginal na parte externa da vagina, ardência ao urinar, dor nas relações sexuais, corrimento branco, em grumos e sem cheiro. Vermelhidão na vagina ou vulva. Nos homens aparecem pequenas manchas vermelhas na região do pênis, edema leve ou lesões em forma de pontos e coceira. Em caso de sentir algum destes sintomas e recomendado procurar um médico, pois somente ele poderá da o diagnostico preciso da infecção. O profissional vai avaliar, através de exames clínicos e laboratoriais.

Mas o que pode causar a doença? Diversas são as razoes, mas é sempre bom ficar atenta a detalhes do cotidiano como relações sexuais sem preservativo, roupas intimas apertadas ou de material sintético, região genial úmida ( praias e piscinas), uso de anticoncepcionais e deficiências imunológicas como câncer e HIV. No caso da candidíase por repetição além dos episódios de infecções recorrentes o estresse, sedentarismo e a ma qualidade do sono também são forte agentes para o desenvolvimento da doença.

Geralmente o tratamento é feito através de cremes vaginais e antifúngicos nos casos recorrentes é recomendado a busca de hábitos mais saudáveis com alimentação balanceada, atividades físicas para controlar o estresse. Para prevenção especialista recomendam Utilize preservativo durante as relações sexuais. Que cuide da higiene íntima e use sabonete com PH neutro,Não fume e evite o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, Evite o uso de roupas justas demais ou feitas com material sintético e Não utilize absorventes internos.

 

Foto destaque: A candidíase de repetição acomete pelo menos 5% das mulheres. REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS.

Brasil tem quase 80% da população completamente imunizada contra a Covid

Os dados do levantamento de doses aplicadas no país, divulgados ontem (31), pelo consórcio de veículos de imprensa, apontam que 171.519.838 de brasileiros, correspondente a 79,84% da população total do país, já está completamente imunizada contra a Covid-19, por meio das duas doses ou da dose única da vacina. Outras 105.070.501 pessoas, referente a 48,91% dos brasileiros,  já receberam a dose de reforço.

90,97% da população vacinal, com 3 anos ou mais, está parcialmente imunizada, com apenas uma das duas doses necessárias. E 85,69%, da mesma população, se encontra totalmente imunizada.  


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>População Vacinada 1ª dose <br> 87.57% <br>População Vacinada 2ª dose ou dose única <br> 80.54% <br>População Vacinada dose de reforço <br> 55.52%</p>&mdash; Vacinômetro Brasil – Barra de Progresso (@vacinacaoBR) <a href=”https://twitter.com/vacinacaoBR/status/1587421975890329602?ref_src=twsrc%5Etfw”>November 1, 2022</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>


A dose de reforço foi aplicada em 58,49% da população com 12 anos ou mais, atual faixa etária permitida para a vacinação de reforço. No entanto, tais dados percentuais podem estar super valorizados uma vez que os estados de SP, RJ, MA, TO, e AP não contabilizam separadamente os números da terceira e quarta dose aplicadas.

Os estados com maiores índices da população parcialmente imunizada são o Piauí, com 94,53%, seguido pelo Ceará com 93,08% de sua população e, por fim, São Paulo com 91,16% . Dados de acordo com o mapa de vacinação do veículo g1.

Apesar de ocupar o quarto lugar no ranking de maior número absoluto de vacinas aplicadas (com 471,5 milhões de doses, estando atrás apenas da China, Índia e Estados Unidos, respectivamente), o Brasil não está entre os dez países que mais aplicam vacinas no mundo. Portanto, mesmo com bons números, as campanhas para vacinação precisam ser cada vez mais apoiadas pelo governo e pela população a fim de se proteger todos. Como forte referência na área de vacinação, o Brasil tem grande responsabilidade, no cenário mundial, pois deveria ser vista como nação exemplo de campanhas de vacinação em massa no passado.

Foto destaque: Imunizantes da Covid-19. Reprodução/Unsplash