Casos de meningite são registrados em São Paulo e Rio de Janeiro

Na última quinta-feira (6), duas pessoas contraíram a meningite meningocócica, uma mulher de 20 anos e um jovem de 22 anos que não resistiu a doença na cidade paulista. Foram realizados exames para detectar qual tipo de bactéria foi contraída pelos pacientes e o resultado deve ficar pronto na próxima semana, segundo informações da prefeitura. Esse é o décimo óbito registrado da doença em 2022, além dos casos de morte registrados na cidade foram registrados 58 casos não letais mas, a prefeitura diz que não se trata de um surto sim de casos isolados.

A secretaria da Saúde afirmou que para ser considerado surto de meningite meningocócica, é necessário que existam ocorrência de três ou mais casos do mesmo tipo em um período de 90 dias na mesma localidade. No Rio de Janeiro, entre janeiro e agosto de 2022, o número de casos da doença meningocócica aumentou 55,5% quando comparado com o mesmo período de 2021, onde foram registrados 30 casos, sendo que oito pacientes foram a óbito. 


Foto: Homem segurando imunizante/ Reprodução:guarulhosonline


A vacinação é uma rotina para as crianças e os adolescentes, agora para os adultos acima de 20 anos, ou seja a aplicação é feita naquele local, naquela escola, naquela comunidade. O imunizante é indicado apenas em casos de pandemia. O imunizante contra a vacina meningite meningocócica C, está no calendário de vacinação desde 2010 e deve ser aplicado nos bebês de 3, 5 com previsão de aplicação de duas doses e 12 meses apenas uma dose. Já para o combate da meningite ACWY atualmente é aplicado entre as faixas etárias de 11 até 14 anos. 

A meningite meningocócica é uma das formas mais graves da meningite bacteriana e pode levar à morte em menos de 24 horas. Ocorre por uma inflamação nas meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por vírus e bactérias ou até mesmo por fungos, parasitas, medicamentos ou tumores causas menos comuns.

A pessoa infectada, manifesta os seguintes sintomas: febre, rigidez na nuca, náusea e vômito, manchas vermelhas na pele, semelhantes a picadas, sensibilidade à luz, calafrio entre outros sintomas. A doença atinge o estado grave entre 24 até 48 horas muitas vezes podendo ser letal por isso, qualquer sinal deve procurar um médico.

Foto destaque: Foto médico com imunizante Reprodução: agenciabrasil

Depressão: Droga recreativa pode ser eficaz para o tratamento da doença

A depressão é uma doença psiquiátrica seríssima que afeta o emocional de uma pessoa a ponto de desenvolver uma tristeza profunda, cansaço exacerbado, falta de apetite, pessimismo, desânimo de tudo, inclusive coisas que antes traziam felicidade e em casos extremos aparecem pensamentos suicidas. 

Essa doença atinge 5,8% da população brasileira. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil possui 11,5 milhões de casos fazendo com que seja o maior índice da América Latina e o segundo maior nas Américas. Esses números ficam atrás apenas dos Estados Unidos que registram 5,9% da população com a doença, o que equivale à 17,4 milhões de casos. 

O tratamento para depressão consiste basicamente em medicamentos antidepressivos, fototerapia, psicoterapia, ou até mesmo uma combinação disso tudo. Existem uma variedade de tratamentos atualmente que podem ajudar na normalização das alterações cerebrais caudadas pela depressão.


Representação da Depressão feita por uma mulher (Foto: Reprodução/BLOG DO NASCIMENTO) 


Contudo, o mais recente vem chamando atenção por ser ousado e que está abrindo portas para esse tipo de tratamento. Um estudo feito por pesquisadores de institutos franceses publicado pela JAMA Psychiatry, identificou uma nova utilidade para a cetamina. Essa droga conhecida por ser usada como anestésico geral em procedimentos cirúrgicos, também é recreativa. Seus efeitos alucinógenos chamaram atenção dos cientistas por proporcionarem sensação de estar fora do corpo. Durante o estudo, ela foi administrada em pacientes com depressão intensa. 

Os resultados foram positivos e a cetamina mostrou ser capaz de apresentar uma maior capacidade dos participantes de superar seus pensamentos negativos sobre si mesmos e sobre o mundo, atingindo em cheio os principais sintomas da depressão. Esse sucesso nos resultados significa abertura de caminhos para novos experimentos terapêuticos para outros transtornos e para quem apresenta resistência aos antidepressivos. 


Consulta psicológica é importante para o tratamento de depressão (Foto: Reprodução/Psicólogo e Terapia) 


Esse tipo de tratamento apresenta eficácia e poupa tempo. Comparando com outros métodos convencionais que levam em média 3 semanas para apresentar um resultado, a cetamina possui efeito rápido com apenas algumas horas após utilizá-la. Contudo, ainda está sendo estudada e não sabem o porque do efeito chegar com rapidez. 

É importante está em frequente consulta profissional e também seguir o tratamento indicado e prescrito por um médico. Depressão é uma doença séria e merece atenção. 

 

Foto Destaque: Reprodução/Razões para Acreditar

Saiba quais são as alternativas para tratar sua enxaqueca

A Enxaqueca atormenta a vida de muitas pessoas. Também podendo se chamar migrânea, um tipo de dor de cabeça (cefaleia),  ela é uma doença crônica. Diferente das outras, a enxaqueca costuma provocar dores unilaterais e latejantes que em grande maioria, são acompanhadas de outros sintomas como o de náuseas, vômitos e intolerância a sons, luz e cheiros muito fortes. A hereditariedade é um fator forte para uma pessoa também desenvolver a doença. Caso um dos pais tiverem, a probabilidade de o filho também possuir varia de 50% a 75%. 

Os sintomas aparecem em formato de crise, ou seja, permanecem por um tempo extenso que pode durar entre 4 horas ou até mesmo 3 dias. Em 2020, foi publicado um estudo pelo Journal os Headache and Pain que apontou o crescimento no número de pessoas que apresentaram crises de enxaqueca mais frequentes, isso devido ao medo e tensão causados pela pandemia da COVID-19. 

De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade do Estado da Bahia, o aumento de pessoas sofrendo de crises de enxaqueca foi de 33,2%. Além disso, a duração costumava ser de 7 ou até mesmo 14 dias no mês.


Mulher sofrendo de Enxaqueca (Foto: Reprodução/iStockPhoto)


Contudo, a medicina possui grandes avanços quando o assunto é enxaqueca. Grande parte das pessoas buscam por tratamentos e as vezes não conseguem encontrar ou não são apresentadas à algum que seja o ideal para elas. Alguns dos tratamentos eficazes são: 

• Anticorpos Monoclonais 

Esse tipo de tratamento é usado contra outras doenças, seu uso é muito presente para combater o câncer. Isso porque eles conseguem agir sobre moléculas específicas de cada doença. Esse anticorpo combatendo a enxaqueca é injetável e a medicação bloqueia a ação da molécula cuja concentração, elevada durante as crises, está relacionada à dor. 

Esse tratamento está disponível no Brasil e seu uso, na grande maioria, são de pessoas que tentaram de tudo e não conseguiram solucionar o problema. 

• Spray Nasal 

Esse tipo de Spray contém uma substância que atenua a dor, podendo durar 15 minutos depois que é aplicado e a infusão intravenosa de xilocaína, capaz de acabar com basicamente 90% das crises. Esse método foi aprovado pela Food and Drug Administration, agência regulatória americana. 

• Cannabis Medicinal 

Esse método começou a ser implantado após anos de pesquisa. Cientistas avaliaram que após utilizar o Cannabis para o tratamento de Enxaqueca, os casos reduziram de 50% a 86%, apresentando uma positiva em relação a crises extensas e dolorosas. 

 

Para ter acesso aos tratamentos é preciso se consultar com um médico de confiança que a partir de exames, irá avaliar qual método é o melhor para iniciar. 

 

Foto Destaque: Reprodução/Minha Vida

Xarope produzido na Índia pode estar ligado a morte de crianças na Gâmbia, diz OMS

Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (5), o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirmou que quatro medicamentos encontrados na Gâmbia podem estar ligados a lesões agudas no rim e a morte de 66 crianças. Os remédios produzidos na Índia pela empresa Maiden Pharmaceuticals Ltd, se chamam Kofexmalin Baby Cough Syrup, Makoff Baby Cough Syrup e Magrip N Cold Syrup e Promethazine Oral Solution. Eles são utilizados contra tosse e resfriado e estariam contaminados. 

Segundo o diretor, os medicamentos só teriam sido identificados na Gâmbia, mas podem ter sido distribuídos em outros países. A OMS recomendou que identificados esses xaropes em circulação, devem ser removidos do comércio para evitar danos maiores. O risco é global, pois o fabricante pode ter contaminado outros produtos. 


Foto: Criança tomando xarope. Reprodução: DepositPhoto


O problema em questão com o remédio seria uma quantidade “inaceitável” de dietilenoglicol e etilenoglicol, que podem ser tóxicos. Além dos problemas renais, outros sintomas são dor abdominal, vômitos, diarreia, dores de cabeça, estado mental alterado. 

Ainda em julho, na Gâmbia, dezenas de crianças com menos de 5 anos adoeceram dias depois de tomar o xarope. Segundo a CNN Brasil, o diretor de serviços de saúde da Gâmbia, Mustapha Bittaye, afirmou que o número de mortes diminuiu nas últimas semanas e que a venda de produtos fabricados pela Maiden Pharmaceuticals foi proibida. Entretanto, até recentemente, alguns dos xaropes ainda eram vendidos em clínicas particulares e em hospitais.

O diretor da OMS disse que a organização está “conduzindo investigações junto à empresa e às autoridades regulatórias da Índia”. A Maiden Pharmaceuticals optou por não comentar o ocorrido. A empresa tem sede em Nova Délhi e exporta medicamentos para países da África, Ásia e América Latina. Tedros se compadeceu com os familiares das vítimas. 

 

Foto destaque: Tedros Adhanom. Reprodução/JACK GUEZ/AFP

O que é “ghosting” e o que fazer nessa situação

“Ghosting” se refere a quando se está se relacionando com uma pessoa e ela some de repente. A tradução literal para o português seria “fantasmar”, pois o verbo é derivado da palavra “ghost”, que significa “fantasma”. O termo surgiu nas redes sociais. Seu parceiro passar a te ignorar, não responder suas mensagens ou deixar de te seguir são sinais de “ghosting”. Isso acontece quando alguém não quer mais estar em um relacionamento, mas quer fugir de uma conversa sobre o assunto. A vítima desse tipo de prática é chamada de “ghostee”, enquanto aquele age dessa forma seria o “ghoster”.

Uma pesquisa do California Polytechnic State University indicou que sofrer “ghosting” pode trazer danos psicológicos à vítima. Um dos problemas seria um bloqueio emocional que afastaria as pessoas de se arriscarem em novos relacionamentos por medo de passar pela mesma situação. Katherine Holmes, uma dos pesquisadores, afirmou que é algo confortável para os “ghosters”. “Isso torna os parceiros em potencial bastante substituíveis e dá aos “fantasmas” um certo nível de segurança e anonimato.”


Foto: Homem no celular. Reprodução:DepositPhoto


Segundo a pesquisa, alguns pontos são comuns em que passa por essa situação:

 

1- Confusão – É normal que, no início, as vítimas de “ghosting” fiquem sem entender o porquê isso aconteceu. Isso gera uma série de questionamentos internos que costumam ficar sem respostas.

2 – Justificação – Seguida dos questionamentos gerados pela confusão, surge a justificação, ou seja, a busca por respostas. Essa é uma maneira de se preservar e abafar a tristeza e decepção gerados.

3 – Medo – A grande consequência negativa de sofrer “ghosting” é se privar da experiência de novos relacionamentos. O medo de viver os problemas dessa prática novamente impedem que muitos se arrisquem e se permitam conectar-se com alguém.

4- Tecnologia – A distância produzida pela internet facilita a prática, pois o anonimato protege os “fantasmas”.

 

Os pesquisadores afirmaram que pessoas com características como narcisismo, psicopatia e maquiavelismo têm maior tendência a praticar “ghosting”. Apesar disso, o simples desinteresse ou a falta de intimidade também podem causar situações do tipo. Algumas dicas podem ajudar as vítimas: 

 

1- Lembrar que há outras pessoas que passaram pelo mesmo.

2- Não culpar a si mesmo.

3- Aceitar a negação.

4- Caso necessário, procurar ajuda de um profissional especializado em saúde mental.

5- Não praticar “ghosting” como forma de amenizar a própria dor.

Foto destaque: Mulher mexe no celular. Reprodução/Gazeta RS

Deficiência de vitamina B12 conheça os sintomas, causas e tratamento

Conhecida como uma das vitaminas mais importantes para o bom funcionamento do nosso corpo e uma das mais complexas a vitamina B12, é responsável por proporcionar diversos benéficos ao organismo garantindo também a prevenção de varias doenças.

Conhecida como cobalamina, ela esta diretamente envolvida na produção de RNA e DNA, na formação de células sanguíneas e dos neurônios, sendo de muita importância para manutenção da bainha de mielina (estrutura que conduz os impulsos elétricos e integra a comunicação dos neurônios).


 

Foto: Frasco de vitamina B12. Reprodução/pixabay.com


Sendo essencial para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e nervoso, além de melhorar a disposição física e mental. Ela também atua como regulador das gorduras gerando energia para o corpo.

A baixa taxa desse nutriente pode surgir principalmente pela falta de alimentos de origem animal. Entretanto existem casos em que a deficiência se dar por um distúrbio no processo de absorção da vitamina pela digestão.

Outro fator que favorece a deficiência esta no uso freqüente de medicações que diminuem a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol e pantoprazol), e remédios usados para controle de glicose no sangue (metformina).

Segundo a nutricionista Mariana Melendez, os sintomas são inespecíficos, isso quer dizer que são comuns a outras condições de saúde. Por essa razão, nem sempre as pessoas sabem que precisam aumentar a ingestão de nutrientes.

“É super importante monitorar a vitamina B12 com o auxílio de um médico ou nutricionista ou médico. A carência do nutriente impacta a qualidade de vida da pessoa, pois o ânimo diminui. Se a B-12 está em falta, o ideal é montar uma estratégia de suplementação”, explica a nutricionista.

Ela ensina que, por meio de exames de sangue, é possível verificar a quantidade de vitamina B12 no corpo.

 Os sintomas são raros, mas podem incluir fadiga, faltar de ar, dormência, falta de equilíbrio e problemas de memória. Completa a especialista.

O tratamento para a deficiência da vitamina varia de acordo com a sua causa. No caso de anemia, o mesmo e feito através de aplicação de injeção intramusculares dessa vitamina e outros complexos B.

Quando a causa e alimentação o nutricionista pode indicar uma suplementação oral ou uma injeção de vitamina B12, assim como um aumento no consumo dos alimentos ricos nessa vitamina.

Veja alguns hábitos alimentares que de acordo com a nutricionista ajudam a evitar a deficiência de vitamina B12.

Consumir carne vermelha pelo menos 2 vezes por semana.

Ingerir derivados do leite, entre eles o iogurte e queijos.

Consumir pelo menos 1 ovo por dia.

A especialista ressalta que os alimentos precisam ser de origem animal, que são as verdadeiras fontes de B12.

 

Foto destaque: Médico recomendando vitaminaB12. Reprodução/Freepik.com

TPM: conheça os alimentos que aliviam os sintomas menstruais

O distúrbio pré-menstrual é uma síndrome crônica, que afeta cerca de 80% das mulheres mensalmente em todo mundo. Gerando queixas emocionais, comportamentais e físicas. Entre os sintomas mais relacionados pelas mulheres estão: Cólicas, náuseas, cefaléia (dor de cabeça), retenção hídrica, dores articulares, falta de energia, alteração de apetite (redução ou aumento), irritabilidade e raiva, dificuldade de concentração, alteração no padrão de sono, ansiedade e depressão associada à desilusão ou falta de solução para sua dor.


Foto: Mulher com dores de cólica. Reprodução/iStockphoto


Estes sintomas costumam aparecer cerca de 6 dias antes da menstruação e só volta após o início do fluxo menstrual. Alguns deles são graves e trazem sérios impactos na vida social e nas relações interpessoais. Em alguns casos, a mulher pode até apresentar comportamento suicida. De modo que a causa exata de como se dá o distúrbio menstrual ainda não é esclarecida, algumas teorias são bem aceitas dentre as quais estão: distúrbios relacionados a esteróides sexuais ovarianos, predisposição familiar e, por último, a teoria mais bem aceita é que este quadro está relacionado com a ciclicidade ovariana. Segundo a nutricionista Juliana Vieira, a produção de hormônios é influenciada por outros fatores, como nosso estilo de vida. Muitas vezes com uma simples mudança de hábitos alimentares podemos manter o organismo em equilíbrio evitando assim os sintomas indesejáveis da TPM (tensão pré-menstrual).

A seguir são listados 11 alimentos que, conforme a nutricionista, se inclusos na dieta, ajudam a aliviar os sintomas da menstruação:

Folhas verdes: são fontes de vitamina A. São ricas em fibras que podem aliviar os problemas digestivos associados ao ciclo menstrual. Combate a pele seca e acne hormonal.

Pipoca: carboidratos complexos são ótimos amigos nessas horas, pois possuem serotonina conhecida como hormônio da felicidade e do bem estar. Mas cuidado! Faça a refeição sem usar óleo e pegue leve no sal!

Abacate: é rico em gorduras boas, possuem uma boa quantidade de fibras. Alguns grãos como castanha-de-caju, castanha-do-pará, amendoim, nozes, amêndoas, elas guardam diversos nutrientes importantes para a saúde, como vitamina E, magnésio e manganês. Esses alimentos têm ômega 3, 6 e 9 — gorduras que ajudam na redução de doenças cardiovasculares e mantêm um estado inflamatório menor no organismo.

Banana: possui muitas vitaminas a presença de melatonina ajuda na boa qualidade do sono.

– As sementes de abóbora podem ser usadas nas saladas, o ingrediente possui ômega-3, fibras, gorduras boas, antioxidantes e minerais como ferro e magnésio. Ajuda relaxar os vasos sanguíneos e alivia as dores de cabeça.

Maçã, pêra, melão e frutas vermelhas são excelentes opções para substituir o açúcar durante os períodos em que a vontade de comer um doce se torna irresistível.

Ovos: auxilia no combate à TPM, pois carrega vitaminas D, B6 e E. A ingestão deste alimento contribui para o controle das substâncias químicas do cérebro.

Chá de camomila: tem propriedades relaxantes cruciais para tratar ansiedade e estresse.

A folha de louro tem poder anti-inflamatório, diurético, antioxidante, digestivo, diminuem a menstruação e estimula o útero a liberar o fluxo menstrual com mais facilidade.

O abacaxi e o gengibre são diuréticos, o que ajuda a diminuir a retenção de líquidos e estimulam o funcionamento do intestino.

Pra finalizar, a nutricionista recomenda uma receita que, segundo ela, é rica em nutrientes e ajuda a aliviar a cólica menstrual:

Ingredientes

  • Três fatias de abacaxi;
  • Meia maçã;
  • Uma fatia fina de gengibre;
  • Uma folha de louro.

Modo de preparo

  • Passe todos os ingredientes na centrífuga e, por último, bata o suco no liquidificador junto com o louro;
  • Enfeite com um pedacinho de casca de abacaxi.

Foto destaque: Mulher na feira comprando alimentos saudáveis. Reprodução/Freepik

Especialista revela a importância da campanha do Outubro Rosa

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres ficando atrás somente do câncer de pele – são cerca de 60 mil casos ao ano. Durante o mês de outubro ocorre a campanha outubro rosa que tem como objetivo chamar a atenção para a importância de buscar um médico e realizar exames preventivos.

Em entrevista à CNN Rádio, a médica e coordenadora do Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, Heloisa Carvalho, destacou que a iniciativa é muito positiva.


Mão na mama fazendo referência ao câncer de mama. (Foto: Reprodução/Instagram)


“Outubro Rosa existe devido à alta incidência desse tumor e, quando a gente diagnostica a doença em estágios precoces, conseguimos a cura na maioria dos casos.” Justamente por isso, a especialista afirma que o incentivo para a busca por cuidado médico é necessário mesmo sem a apresentação de sintomas.

“Em geral, os serviços de saúde recomendam rastreamento a partir dos 40 anos, uma vez a cada 2 anos”, contou.

Mas segundo ela, se houver casos próximos na família, como mãe, tia e irmã, isso é um fator adicional de risco, e é necessário um acompanhamento desde os 20 anos. A médica ressalta que há muito estigma sobre o câncer, mas que é uma doença curável, principalmente o de mama, com cura em mais de 90 % dos casos identificados precocemente.

“É importante não ter medo, enfrentar a situação, temos recursos e tratamentos eficazes. Mesmo sem cura completa, ela pode se tornar uma doença crônica, como hipertensão e diabetes, em que a pessoa vive normalmente, cuidando da doença.”

A especialista explicou durante a entrevista à CNN Rádio que a prática de atividade física e manter o peso ideal são fatores que reduzem o risco, embora não totalmente, da incidência de câncer de mama.

Em caso de qualquer desconforto em ambas as mamas é importante buscar por orientações médicas para que o profissional possa avaliar, pois o diagnóstico precoce é fundamental para a cura e a segurança da mulher.

 

Foto Destaque: Fita rosa que representa a campanha de prevenção ao câncer de mama. Reprodução/Instagram

Estudos apontam que alimentação noturna faz mal para a saúde

Comer a noite não faz bem para a saúde e nem para as cinturas, revela um estudo recente que fez uma comparação entre pessoas que comiam os mesmos alimentos, porém em horários distintos.

“A hora em que comemos importa quando todo o resto é mantido consistente?” disse a autora Nina Vujovic que é pesquisadora da divisão de distúrbios do sono e circadianos no Brigham and Women’s Hospital de Boston.

De acordo com o estudo publicado na revista Cell Metabolism a resposta é sim, pois comer no final do dia dobrará suas chances de ter mais fome.

“Descobrimos que comer quatro horas depois faz uma diferença significativa em nossos níveis de fome, na maneira como queimamos calorias depois de comer e na maneira como armazenamos gordura. Juntas, essas mudanças podem explicar por que a alimentação tardia está associada ao aumento do risco de obesidade relatado por outros estudos e fornecer novos insights biológicos sobre os mecanismos subjacentes.” , explicou Vujovic.

Segundo os pesquisadores o estudo fornece suporte para o conceito de que o ritmo circadiano, que influencia as principais funções fisiológicas, como temperatura corporal e frequência cardíaca, afeta a forma como nossos corpos absorvem combustível.


Homem com alimento em mãos. (Foto: Reprodução/Instagram)


A pesquisa mostra que comer mais tarde resulta em “um aumento da fome, afeta os hormônios e também altera a expressão gênica, especialmente em termos de metabolismo da gordura, com tendência a menos quebra de gordura e mais deposição de gordura”, esclareceu Bhanu Prakash Kolla, professor de psiquiatria e psicologia na Faculdade de Medicina da Clínica Mayo e consultor do Centro de Medicina do Sono e da Divisão de Medicina de Dependência da Mayo.

“Embora estudos anteriores tenham relacionado a alimentação tardia ao ganho de peso, este estudo não mediu a perda de peso e não pode mostrar um nexo causal”, disse Kolla que não fez parte da elaboração do estudo. “Além disso, a pesquisa mostrou que pular o café da manhã está ligado à obesidade”, afirmou.

Kolla finalizou dizendo que, “Então, esses resultados podem ser resultado de pular o café da manhã em vez de comer tarde? Esse é um efeito a ser considerado para este estudo.”

O estudo foi pequeno, realizado apenas com 16 pessoas com sobrepeso ou obesidade, mas cuidadosamente planejado para eliminar outras causas potenciais de ganho de peso, disseram os autores ao publicarem a pesquisa.

 

Foto Destaque: Mulher segurando um hambúrguer. Reprodução/Instagram

Veja exames médicos que podem detectar e prevenir o câncer de mama

Tendo em vista que este mês (outubro) é destinado para a campanha de prevenção do câncer de mama, é importante ter informações sobre exames que podem detectar e, também, ajudar a prevenir essa doença temida pelas mulheres. O objetivo do mês Outubro Rosa, criado em 1990 em Nova York, é diminuir o número de casos de pessoas com o diagnóstico do tumor em uma fase complicada para o tratamento e, também, diminuir a incidência de mortes, além do compartilhamento de informações sobre o assunto.


A campanha Outubro Rosa foi criada em Nova York e tem como objetivo diminuir a incidência de mortes pelo câncer de mama. (Foto: Reprodução/Mundo Negro)


O ginecologista Carlos Moraes, membro da Febrasgo e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre, em São Paulo, diz que “é fundamental que as mulheres tenham o devido esclarecimento sobre a importância da avaliação periódica e dos exames preventivos”. Ademais, especialistas afirmam a importância do diagnóstico precoce, uma vez que o tumor pode ter até 95% de chance de cura nos estágios iniciais. Já no estágio avançado, a probabilidade cai para 50%. 

Embora os exames devam ser realizados rotineiramente, com o objetivo de preservar a saúde da mulher, muitas pacientes só marcam consulta quando já estão com os sintomas, correndo o risco desnecessário de não tratar a doença logo no início”, evidencia o ginecologista. Eles faz referência aos sintomas mais comum que indicam a possibilidade da formação do tumor, como por exemplo um caroço fixo e indolor, geralmente endurecido; pele da mama avermelhada ou parecida com uma casca de laranja; alterações no mamilo e saída espontânea de líquido de um dos seios.


O ultrassom de mamas está entre os principais exames para a prevenção da doença. (Foto: Reprodução/Febrasgo)


Entre os principais exames que podem detectar e prevenir o câncer de mama têm-se a mamografia, que estuda o tecido mamário para detectar nódulos que não são palpáveis; o ultrassom de mamas, que é capaz de criar imagens da estrutura interna da mama e caracterizar possíveis alterações, além de distinguir lesões sólidas e císticas; a ressonância magnética, que cria imagens tridimensionais para ajudar no diagnóstico dos tumores; o exame de sangue, que pode detectar alteração de proteínas na circulação;  teste genética; e autoexame das mamas, que é feito pela própria paciente, em pé ou deitada, que toca a mama para identificar tumores palpáveis.


O autoexame não deve ser substituído pelos demais exames médicos. (Foto: Reprodução/BarbacenaMais)


De acordo com o Inca, a mamografia deve ser feita a cada dois anos para mulheres acima dos 50. Além disso, a  Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) afirma que este exame deve ser feito com regularidade depois dos 40 anos. Médicos também alertam sobre a importância de não substituir o autoexame das mamas pelos outros procedimentos, já que a intenção é receber o diagnóstico com antecedência para um tratamento de maior eficácia.

Foto Destaque: Existem diferentes exames que podem auxiliar na prevenção do câncer de mama. Reprodução/TJCC